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dedo de moça no dcpv

número 346
02/04/2013

Dedo de Moça no dcpv.

Eu sou o que podemos chamar de rato de mailing.

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Não posso ver uma indicação, que lá vou eu e assino.

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É claro que esta atitude me faz receber constantemente um montão de emails bem ruins, mas por outro lado, alguns bem bons aparecem na minha caixa de entrada. Entre eles estão os do Dedo de Moça, das chefs Patricia e Mayra Abbondanza. São muito instrutivos e invariavelmente, contém receitas bacanas e interessantes.

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Pois foi justamente num deles que eu vi este cardápio light, coisa que estávamos precisando por aqui, ainda mais depois do “molho” que o Mingão teve que cumprir por conta duns problemas médicos (por isso mesmo, não estranhe as opiniões dele sobre o vinho: ela teve que tomar Coca-Cola Zero!).

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Vamos lá, então, as receitas do Dedo de Moça.

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Entradas – Dip de Manjericão e Ervilhas e Salada de mini-milho, mini-rúcula, tomate-cereja e queijo de cabra.

Este dip é muito saboroso e tem mesmo um jeitão light (se bem que não é muito, já que você come muito!).

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Para fazê-lo, basta colocar num processador, 1 xícara de chá de ervilha fresca cozida, 1 xícara de chá de queijo de cabra crottin (diretamente do sex shop), 1 xícara de chá de folhas de manjericão fresco (peguei no quintal), 1/3 de xícara de chá de azeite, pimenta e sal a gosto …

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… e bater por uns 3 minutos ou até que forme uma pasta grossa.

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Pode ser servido com qualquer pão torrado e eu acabei utilizando um pão sueco.

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Já para a salada (esta sim, light), basta misturar mini-milhos, mini-rúculas, tomates-cereja, bolas de queijo de cabra, pedaços pequenos de pão sueco …

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… e temperar com um vinagrete feito a base de vinagre balsâmico, mostarda amarela, azeite, sal e pimenta a gosto.

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Prontíssimo!

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Eis uma entrada simples, light, bem colorida e deliciosa.

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Acompanhamos com um velho companheiro, o vinho branco Chardonnay Jacobs Creek 2011 que foi “velho amigo, old friend, jaboti’s creek, white wine”.

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Principal – Filé de frango com crosta de ervas e Risoto de favas.

O segredo deste filé é justamente a crosta.

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Ela é formada por 6 fatias de pão de forma amanhecidos (ou colocadas no forno pra dar uma leve torrada), 3 colheres de sopa de cebolinha francesa picadas, 5 colheres de sopa de manjericão fresco picado, 3 colheres de tomilho fresco picado e raspas de 2 limões; tudo batido no liquidificador.

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Enquanto isso, tempere os filés de frango com sal, pimenta e o suco dos 2 limões.

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Aí é só passar os filés em ovos batidos, empanar com o pão moído com as ervas e fritá-los, até que fiquem bem dourados. Reserve-os numa assadeira e leve ao forno por 5 minutos.

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Pra acompanhar, fiz um risoto básico com o acréscimo de favas congeladas após 10 minutos de cozimento.

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Ficou um espetáculo!

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Nós 3 bebemos o vinho tinto Julian Reynolds Reserva 2007  que achamos “apimentado, burt, supimpa“, enquanto que o Mingão achou a Coca Zero dele “light”.

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Sobremesa – Tarteletes de frutas com creme de confeiteiro.

A nossa patisseur, a Dé, mais uma vez, caprichou.

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Fez a massa com farinha de trigo, manteiga, açúcar, chocolate em pó, sal e ovo batido.

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Assou em forno a 180ºC por 10 minutos, ou até a massa ficar com um aspecto “ressecado”.

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Enquanto isso, o creme também foi feito.

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E com leite, aroma de baunilha, açúcar, farinha de trigo e amido de milho.

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Pra mim, sobrou misturar geléia de morango com frutas vermelhas …

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… e montar as belezuras.

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Não sobrou nada.

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Eis o que os apimentados acharam de tudo:
Ótima comida e ótimo regresso! (Edu)
Simples e maravilhosa. (Mingão)
Pequenino, pero cumpridor! (Deo)

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Portanto, se você quiser acompanhar o que é postado no Dedo de Moça, faça inscrição na sua newsletter.

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O máximo que pode acontecer é você reproduzir um dos menus na sua casa.

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Todo mundo vai adorar.

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Bye.

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dcpv – vorwek, mas pode me chamar de thermomix ou ainda de bimby.

número 326
14/08/2012

Vorwek, mas pode me chamar de Thermomix ou ainda de Bimby.

E não é que após aquela aula espetacular que o seu Maurizio ministrou pra nós, eu tive o presságio que estava subutilizando o meu robot, o Bimby (nome estranho, né?).

Pra quem não conhece, ele é quase que um liquidificador só que com altos upgrades.

Afinal de contas, não é qualquer eletrodoméstico que pesa, aquece, cozinha no vapor, faz massas e muitas outras cositas mas.

E como eu tinha que ser muito prático neste noite, já que chegaria bem tarde, não encontrei outra solução pro menu de hoje que não fosse reutilizar esta máquina sensacional e que certamente, produz o melhor purê de batatas que nós comemos em nossas vidas, né Mingão?

Vamos lá, então, desvendar os segredos desta máquina maravilhosa.

Bebidinha. – Granizado de Champanhe.

E não é que o Bimby faz coquetéis? Este, por exemplo, é uma mistura de limão com o líquido que consagrou os Loguercio, o espumante.

Coloque no copo do Bimby, 4 limões com casca e partidos em 4 e 500g de champanhe (não estranhe. Todas as medidas são em peso devido a facilidade da trapizomba ter uma balança interna). Pressione o botão turbo 8 vezes.

Coe tudo prum jarro e reserve.

Coloque 800 g de gelo, 200 g de açúcar, a limonada de champanhe e bata uns segundos na veloc 5 até ouvir mudar o barulho das pedras de gelo.

Sirva.

Como dissemos todos, da pra tomar aos baldes.

Entrada – Creme de Ervilhas

Uma sopinha vai sempre bem, né?

Coloque  1 kg de ervilhas (podem ser congeladas), 200 g de cebolas, 1 dente de alho, sal, uma pitada de açúcar, cubra com água e programe 30 min, temp 100, vel 1.

Adicione 20 g de folhas de coentro e bata na veloc 7 durante 1 min ou até que o creme esteja aveludado.

Junte 30 g de manteiga e bata um pouco na veloc 3.

Sirva em taças e enfeite com um fio de freme de leite.

Acompanhamos com uma pasta de atum, especiarias, legumes …

… e torradas.

Não precisa nem dizer que a Dé adorou este creme acoentrado. Eis uma bela entrada!

Tomamos o vinho branco brasileiro Chardonnay Da’divas 2011 que foi “jilozado, rodado, bundentro, espetáquila”, segundo os robóticos, nós mesmos.

Principal – Chilli com carne e purê de batatas.

Como eu citei anteriormente, este purê é de comer ajoelhado.

E, nesta maravilha tecnológica, é muita fácil de fazer.

Coloque 1 kg de batatas descascadas e cortadas em pedaços, 400 g de leite, sal e pimenta quanto baste, no copo.
Programe 30 min, temp 90, vel 1.

Quando terminar, adicione 50 gr de manteiga e triture 20 seg na veloc 3.

Prontíssimo! O purê mais macio e aerado que você já experimentou.

Já pro Chilli, coloque 50 gr de azeite no copo e programe 3 min, temp Varoma (é a usada pra cozinhar no vapor) e veloc 2.

Em seguida, coloque 1 cebola, 1 dente de alho e 1 pimentão vermelho e pique por 10 seg na veloc 5.

Adicione 200 gr de tomate e pique tudo por 20 seg, veloc 7. Refogue 7 min, temp 100, veloc 2.

Adicione 500 g de carne moída (usei filé por causa da Dé), 1 caldo de carne, 1 colher de café de cominho, 1 pimenta picada e programe 10 min, temp 100, veloc 1.

Finalmente, incorpore 500 g de feijão preto cozido e temperado e programe 5 min, temp 100, veloc colher inversa.

Aí é só servir esta maravilha ao quadrado (feijão mais purê) …

… nos mais diferentes formatos.

Acompanhamos com o vinho tinto Beronia Crianza Rioja 2008 que se apresentou “casadinho, bimbônico, didi mocó colesterol sonrisal, esperanza” segundo nós, os eletro e domésticos.

Sobremesa – Arroz Doce

Este é um prato tipicísssimo de Portugal.

E um doce muito gostoso.

Coloque no copo 1 litro de leite, 130 g de arroz, 1 casca de limão, 1 pau de canela, 1 pitada de sal e programe 50 min, temp 90 e veloc colher inversa.

Quando terminar, junte 150 g de açúcar e 4 gemas batidas em fio e programe mais 10 minutos na mesma condição.

Coloque em recipientes e leve à geladeira.

Sirva polvilhando canela e finalize maçaricando açúcar.

Eis a opinião dos cibernéticos:

Tudo rápido. Saboroso. Enfim, bimbático. (Edu)
Espetáquila! (Deo)
Grande bimbada. (Mingão)

Bom, foi isso.

É certo que esta maquininha, o Bimby ainda vai  dar o que falar aqui em casa.

Ela consegue ser prática e ao mesmo tempo, gera refeições de altíssima qualidade.

Recomendo firmemente que todos dêem uma boa bimbada.

Inté.

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dcpv – itália e a venetoscana.

número 330
25/09/2012

Itália e a Venetoscana.

Continuamos com a nossa lição de casa.

Portanto, a pesquisa (especialmente a gastronômica) impera na grande FV e a intenção (até parece!) é fazer uma verdadeira imersão na cultura das regiões que visitaremos brevemente.

Tudo bem que já conhecemos suficientemente bem, (ai, que saudade!!) a Toscana rural, mas ainda estamos devendo para nós mesmos um aprofundamento na meca do Renascimento, Florença.

E inédito mesmo é viajar pelo Vêneto, onde se encontram tanto Verona, como a apaixonante Veneza (continuo insistindo, a Recife italiana).

É claro que estou abusando de buscar informações (esta é a melhor fase duma viagem), mas foi dando uma olhada nos livros de cada uma das regiões (Toscana e Vêneto) da Coleção Folha Cozinhas da Itália  que deu pra aprofundar um pouco mais na cultura destes locais.

E aí, escolher o menu é praticamente um sofrimento, já que tudo parece absolutamente maravilhoso.

Vamos lá, ao jantar Venetoscano.

Entradas – Salada de pão (Toscana) e Arroz e ervilha (Vêneto)

Esta salada de pão, a famosa Panzanella, é um ícone toscano.

É uma mistura de pão italiano amanhecido, cortado em cubinhos e ligeiramente úmidos, …

… tomates grandes e maduros fatiados em gomos fininhos, …

… cebolas-roxas pequenas e picadas, …

… pepino japonês picado, …

… folhas de manjericão e temperados com aceto balsâmico, azeite, sal e alho amassado.

Sirva esta maravilha montada em aros untados com azeite.

Já o arroz com ervilha, o Risi e bisi, é mais uma marca registrada da culinária do Vêneto.

Escolhi-o como entrada pra seguir a norma de restaurantes italianos, que servem um risotto como primo piatto.

Frite 1 xícara de bacon picado.

Acrescente 1/2 cebola grande picada e mexa até ficar bem macia.

Junte 200g de ervilha fresca, 300g de arroz arbóreo e refogue por alguns minutos.

Regue com 1/4 de xícara de vinho branco, espere evaporar um pouco e acrescente caldo de legumes, il vero.

Vá acrescentando caldo a medida que ele evapore e experimente se o risoto está al dente.

Corrija o sal, retire do fogo, incorpore manteiga e parmesão.

Prontíssimo! Panzanella e Risi e bisi.

Mais italiano, impossível!

Tomamos uma Cava (o meu estoque de Proseccos tinha zerado) espanhola, a magnífica Pinot Noir Rosé Codorniu que foi “fundo, gondoleira, te amo espanhola”.

Principal – Radicchio vermelho a moda de Treviso e Linguiça ensopada com feijão branco.

Todos estamos cansados de saber que a verdadeira comida italiana é baseada em bons ingredientes e receitas simples.

Este Radicchio rosso all’uso trevisano, nada mais é do que cabeças de radicchio cortadas em quatro …

… temperadas com azeite, pimenta e sal, …

… e grelhadas. Só isso!

Por sorte, eu tinha plantado algumas sementes italianas legítimas de radicchio que geraram estas belezuras nos meus vasos.

Já a Salsicce all uccelletto, é formada por linguiças refogadas com azeite, alho socado e algumas folhas de sálvia, …

… e quando estiverem coradas, …

… misture 500 de tomate maduro picado, tempere (sal e pimenta) e cozinhe por 10 minutos.

Junte o feijão branco (usei um italiano em lata direto do sex shop) e aqueça bem.

Olha, o amargor do radicchio …

… com a doçura do tomate formaram um “piatto perfecto”!

Ainda mais, tomando o vinho tinto italiano Sponsa 2009, um verdadeirro “ameixa, vinho di, responsa”.

Sobremesa – Creme Vêneto.

Esta Rosada Veneta é quase que um creme brulée. Veja se não?

Bata 2 ovos, 2 gemas, gotas de essência de baunilha e 60 g de açúcar na batedeira, até formar uma mistura volumosa e aerada.
Acrescente delicadamente 400 ml de leite e raspas dum limão.

Despeje o creme em refratários e cozinhe em banho-maria até ficar bem firme (forno a 220ºC).

Espere esfriar e mantenha na geladeira. Antes de servir, polvilhe açúcar e maçarique.

Mais uma “meraviglia” italiana.

Eis o que os oriundi acharam dos pratos:
Va´ fa´ un … (piiii)! Que comida! (Edu)
Qui popolo felice (Mingão)
In memoriam … Deo.

“Quando eu cheguei a Veneza, descobri que meu sonho havia se tornado inacreditavelmente, mas simplesmente, meu endereço.” Marcel Proust.

É, este garotinho, o Proust, só podia estar certo!

Ciao.

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dcpv – da feira à mesa

número 301
16/08/11

Da feira à mesa.

Pense nesta situação: você está num supermercado fazendo as suas compras de frutas e verduras. De repente, uma senhora uniformizada e atenciosa te aborda. Ela está com alguns folhetos na mão e eles contém receitas com produtos que são vendidos por lá e que certamente estão entre os promocionados.
Talvez a sua primeira reação seria falar “obrigado. Não estou interessado!”

Pois o meu conselho, pelo menos neste caso, é: pegue os folhetos, compre os produtos e faça as receitas. Você não vai se arrepender.

É claro que isto não aconteceu comigo exatamente no formato que estou relatando. Mas poderia ter acontecido e numa das lojas dos supermercados Veran (é, o jabá está comendo solto aqui no dcpv).

É justamente por termos este serviço por lá que estas receitas acabaram aparecendo na minha biblioteca gastronômica (a Dé traz, de vez em quando, algum trabalho pra casa).
E, pra variar, bolei um menu completo com elas.

Você quer ver como elas ficaram? Vamos lá.

Entrada – Jiló à parmegiana

Quando eu olhei pra esta receita, vi grandes possibilidades. Seria muito interessante experimentar jiló (um ingrediente quase que inédito por aqui). E pelo jeito, esta oportunidade era perfeita pra tal.

Pra fazê-la, basta lavar 12 jilós, retirar os cabos e cortar em rodelas.

Misture 3 ovos levemente batidos, sal, pimenta, orégano e deixe as fatias de jiló neste molho por pelo menos uma hora. Passe as rodelas em farinha de rosca, novamente na mistura e depois mais uma vez na farinha de rosca. Frite em bastante óleo quente até ficarem douradas.

Num refratário (usei 4 pequenos), coloque as fatias de jiló, cubra com um bom molho de tomate (by D Anina), …

… molho branco (fiz o meu na Bimby), …

… fatias de muçarela (gostou, sócio?) e termine com queijo ralado.

Leve ao fogo pra gratinar e sirva bem quente.

Olha, ficou muito bom mesmo. Só as rodelas de jiló à milanesa já seriam suficientes.

E a “lasanha” do legume ficou crocante, úmida e com uma perfeita casquinha superficial. Enfim, viva o jiló!

Aproveitamos pra limpar a geladeira e tomamos meia garrafa (estava pela metade) do nosso querido Jacobs Creek que foi “always, absorvente, sempre livre“.

 ”

Principal – Porco atolado na mandioquinha com molho de pimenta e mel

O segredo desta receita não está no título. É o falso caviar de agrião.

Eu preciso (todos precisamos) aprender a utilizar sagu saborizado (o Claude não para de fazer o dele).

Neste caso, bastou juntar sagu cozido, …

… com suco de agrião (1 maço de agrião batido no liqüidificador com 400 ml de água e coado), …

… e deixar de um dia pro outro na geladeira.

Já pro porco, deixe 500g de lombo do bicho cortado em cubos médios numa marinada formada por suco de limão, vinho branco, alecrim, sal e pimenta por pelo menos 2 horas.

Tire o lombo da marinada e frite-o em pouco azeite até dourar.

Junte cebola e alho picados a gosto, pimenta dedo-de-moça picada e misture bem até dourar.

Acrescente 2 tomates sem sementes picados, 500 g de mandioquinhas descascadas e cortadas em cubos e 1 litro de caldo de carne (feito em casa, please!).

Cozinhe por 30 minutos em fogo médio, mexendo de vez em quando. As mandioquinhas vão derreter e virar um creme.
Daí surge o tal atolamento do lombo.

Para dar mais um charme e melhorar o produto final, fiz também um molho de pimenta e mel (cozinhe azeite, pimenta, mel, suco de laranja e tempere).

Puxa, ficou lindíssimo (acho que um prato desses custaria uns 50 Euros no Berasategui) …

… e absolutamente saboroso.

Conselho de amigo: passe no Veran, pegue esta receita e faça em casa! (sem corporativismo).

Tomamos mais um resto (0,66 garrafa) de um tinto espanhol, o Murviedro Reserva 2007 que estava “cortado, encaixado, floral“, segundo os xepeiros, nós mesmos.

Sobremesa – Torta de maçã

Mais uma pra aproveitar já que as maçãs estão sempre em promoção. Tá dado o motivo pra fazer esta dulcíssima sobremesa.

A massa é formada por farinha de trigo, açúcar, manteiga, gema e leite. O recheio de leite condensado, leite, gema, manteiga, amido de milho e maçã. E a cobertura de gelatina, água e povilho doce.

Muito bom e concretizou bem o nosso dinner.

Veja a opinião dos presentes (registrado novo forfait do Déo):
É verdade. Os grandes menus também estão onde menos se espera! (Edu)
Simples, porém maravilhoso! (Domingos)

É isso! Esta idéia do Depto de Marketing do Veran (por sinal, da sua bela e maravilhosa diretora, a Dé) é muito boa.

E a pesquisa da Paula foi tão bacana quanto já que através dela, nos foram apresentadas estas receitas.

Da próxima vez que vocês estiverem fazendo compras, lembrem-se de pegar os folhetos qua a demonstradora vai lhe oferecer, certo?
Até e bons menus.

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37º IB – Prato Fundo no dcpv

número 285
01/03/11

Prato Fundo no dcpv.

Edu, tudo bem?
Respondendo a sua bronca, hahahaha. Pensei que era brincadeira, mas podemos combinar sim o menu! hahahahahah

 

Não foi bronca, Vitor; foi um mero lembrete!! rs

Estamos acertados, então! Ainda bem que será daqui um “tempinho”, até lá espero que minhas técnicas melhorem e possa estar a altura do projeto!

Praticamente não conversamos este ano, hein? Uma pena! Mas pelo assunto do mail, fevereiro está chegando e com ele o menu para o 37º, não? 🙂 Parece que foi ontem, hahaha.
Minha ideia até o momento (até eu não mudar tudo de novo):
– Entrada: terrine de salmão e alho-poró /opcional para acompanhar: mix de folhas jovens com vinagrete tradicional.

 

– Prato principal: arroz integral & mix de cogumelos salteados ou mac’n’cheese caipira: caipira porque vai queijo colonial ao invés do cheddar! Troquei porque cheddar mesmo por aqui não chega e ia usar o colonial para fazer pão de queijo mesmo… já estava na mão, sabe? hahahaha

 

– Sobremesa: mousse de chocolate-água (técnica do Hervé This e do Heston Blumenthal, só vai água e chocolate) ou sorvete artesanal de baunilha regado com azeite de olive ao limão siciliano (esse azeite é da Oliviers & CO.)

Daí pra frente, foi trocarmos algumas outras informações básicas  e não teve nenhuma mudança no menu a não ser o acréscimo da mousse de ricota com damascos. Com estas 6 proposições (2 entradas, 2 pratos principais e 2 sobremesas), o Vitor me deixou na dúvida pra formar o menu final deste 37º IB (quer saber o que é?).

Pra quem não sabe, o Vitor Hugo é o boss do excelente blog pratofundo e além de gostar de estudar quase tudo sobre gastronomia, hoje está cursando faculdade sobre a mesma. Ou seja, será um verdadeiro especialista e melhor, com “canudo”!

É claro que com esta dúvida atroz, eu resolvi tudo da maneira mais óbvia: porque não fazer todas? rsrs
Vamos então ao 37º Inter Blogs (caramba, não é que este negócio está indo longe?) com o Vitor Hugo do pratofundo que mandou as receitas tão didaticamente que eu não teria como não transcrevê-las por aqui.

Bebidinha

A nova sensação do momento: sakê e com limão!! rs E uma homenagem ao nipo-brasileiro Vitor Hugo.

Entradas

Terrine de salmão com alho-poró e avelãs (10 porções)

Ingredientes – 200g de salmão, 2 und.  de alho-poró, 60g  de avelãs (ou castanha do pará), 2 ovos grandes, 100ml de creme de leite fresco, 30g de manteiga e 2 fatias de pão de forma

Modo de preparo

1. Limpe o alho-poró e separe a parte branca da verde; lave-as cuidadosamente. Pique a parte branca e refogue na manteiga (~10-15 minutos), tempere com sal e pimenta. Deixe esfriar.

2. Branquear a parte verde do alho-poró. De choque térmico com água fria e seque as folhas.

3. Unte uma forma de bolo/pão inglês. Cubra o fundo e os lados da forma com as partes verdes do alho-poró, deixando parte da folhagem saindo da forma.

4. Triture grosseiramente as avelãs e doure-as.

5. Corte o salmão em pedaços pequenos de 1cm

6. Pré-aqueça o forno a 180ºC.

7. Bata os ovos, adicione o creme de leite, as avelã torradas e o pão de forma. Adicione a parte branca do alho-poró, misture tudo e acerte o tempero.

8. Encha a forma alternando as camadas de filé de salmão e de creme de alho poró. Abaixe as partes verdes de alho poró para cobrir o recheio, depois leve ao forno em banho-maria e cozinhe por 30-45 minutos à 180ºC. Deve estar macia, mas firme ao toque.

9. Deixe a terrina esfriar e reserve na geladeira por 4 horas, no mínimo, antes de desenformar.

Olha, ficou uma beleza. Úmida, saborosa e fotogênica.

Mousse de Ricota com damasco (3-4 porções pequenas ou 1 média)

Ingredientes :  6g de gelatina em pó sem sabor, 1 xícara de ricota amassada (~300g), ½ xícara de maionese, 7g de mostarda Dijon (1/2 colher de sopa), 7ml de molho inglês (1/2 colher de sopa), ½ xícara de damasco picado + para decorar, 125g de iogurte natural (1/2 xícara), ½ xícara de castanha do Pará picada + para decorar, sal e pimenta-do-reino.

Modo de preparo

1. Hidratar a gelatina com 20ml de água

2. Bater/processar a maionese, iogurte, ricota, mostarda, molho inglês, sal e pimenta.

3. Aqueça a gelatina para dissolver, sem deixar ferver. Acrescente ao creme batido.

4. Adicione o damasco e as castanhas, misture.

5. Transfira para o recipiente desejado forrado com filme-plástico.

6. Leve para geladeira até firmar por4-6 horas

7. Remova da forma e retire o filme-plástico.

8. Passe o mousse nas castanhas e damascos picados a mais.

Eu fiz quase tudo igualzinho. Só não coloquei precisamente as 7g de mostarda já que se eu não multiplicasse a receita, teria protesto dos presentes (Deo, Mingão, Dé e eu) além dos agregados que fazem parte do nosso púlbico teste (D Anina, D Vera e Sr Antonio).
Ficou muito interessante com um contraste perfeito entre a ricota, a mostarda e o damasco.

Segui o “conselho” do Vitor e servi acompanhado de um mix de folhas jovens, temperadas com um vinagrete básico feito pelo Mingão (1 parte de vinagre/suco de limão para 3 partes de azeite. Sal e pimenta a gosto. Batendo com fouet para emulsionar)

Acompanhamos com um tinto bem fraquinho e adequado, o Malbec Le Plant du Roy 2009 Cahors France que foi “fontágua, currucá, ki-suco, sweetine” segundo os pratos beeeeeeem fundos, nós mesmos.

PRATO PRINCIPAL

Mac’N’Cheese Caipira (~2 porções)

Ingredientes –  200g de macarrão “caracolino”,  300g de leite integral, 150g de queijo colonial ralado, 50g de parmesão ralado + para gratinar, 20g de manteiga, 10g de farinha de trigo, sal, pimenta-do-reino branca e noz-moscada

Modo de preparo

1. Cozinhar o macarrão em água fervente. Retirar o macarrão cerca de 2 minutos antes do tempo indicado pelo fabricante. Caso não seja informado, em torno dos 7 minutos deve ser checado o ponto.

2. Numa panela, derreta a manteiga. Adicione a farinha de trigo e mexa bem, deixe cozinhar por 1-2 minutos.

3. Acrescente o leite ao poucos e mexa bem, cuidado para não formar grumos. Cozinhar por 2-3 minutos.

4. Adicione os queijos e continue a cozinhar em fogo baixo para que eles derretam.

5. Acerte os temperos.

6. Caso o molho fique espesso demais, acrescente mais leite.

7. Misture o macarrão ao molho e mexa bem.

8. Separe em porções individuais ou numa comunitária.

9. Espalhe parmesão ralado e leve para gratinar.

10. Retire quando estiver dourado no topo.

Por incrível que pareça, a Re voltou da Flórida viciada em Mac’N’Cheese. Tanto que acabei fazendo uma travessinha complementar pra mandar pra ela.
A Dé escolheu umas belas panelinhas e só a pasta com o molho branco de queijos já seria o suficiente pra complementar este belo menu

Agora imagine a casquinha gratinada de queijo parmegiano reggiano?

Simplesmente delicioso.

Stew na cerveja Stout (~4 porções)

Ingredientes – 600-700g de coxão mole ou alcatra em cubos (2-3cm), 500ml de cerveja do tipo Stout (1 lata), 3-4 cebolas médias cortadas em pétalas, 3-4 cenouras médias cortadas na diagonal, 3 dentes de alho inteiros, 2 tomates sem sementes fatiados, 1 pimentão sem sementes cortado em tiras (verde, vermelho ou amarelo), sal, pimenta-do-reino, canela em pó, noz-moscada, óleo e água.

Modo de preparo

1. Secar a carne individualmente. Selar os pedaços da carne numa panela com fio de óleo até ficar bem dourada/caramelizada. Reserve.

2. Regue a cebola e cenoura, separadamente. Na mesma panela em que a carne foi selada.

3. Junte todos os ingredientes na mesma panela, acrescente a cerveja.

4. Cozinhar em fogo baixo por cerca de 40-60 minutos ou até a carne estiver macia. Com a tampa entre-aberta.

5. Nesse tempo é preciso olhar para não deixar secar, caso o volume de líquido diminua muito, acrescentar água.

6. Adicionar a farinha de trigo para ajudar a engrossar, se utilizar.

7. Acertar o tempero durante os 20 minutos finais.

Sugestão: servir acompanhado de arroz branco.

Esta “sugestão” eu não segui. Tanto que servi tanto o Mac”N’Cheese como a carne juntas.

E ficaram perfeitas pra ocasião pois até a temperatura colaborou.

Ah! O vinho também já que o tinto Shiraz Beverford Buller 2007 Victoria Australia foi “amanteigado, butter, ferris(buller), na bonequis”.

Sobremesas

Mousse de Chocolate & Água (aproximadamente 4 porções)

Ingredientes – 250g de chocolate amargo ou meio amargo de boa qualidade, 240ml de água, 1 colher (chá) extrato de baunilha

Modo de preparo

1. Juntar o chocolate e a água numa panela em fogo baixo. Deixar derreter o chocolate.

2. Adicionar o extrato de baunilha, caso utilize.

3. Transfira a mistura para uma tigela de metal.

4. Fazer um banho-maria frio: colocar a tigela com a mistura de chocolate dentro duma tigela maior com água gelada, gelo e sal.

5. Bater a mistura com fouet ou batedor elétrico até adquirir consistência cremosa.

6. Transfira para potes individuais e reserve na geladeira até a hora de servir.

Esta foi a Dé quem fez. E ela achou tudo muito interessante (eu também). Façam em casa e se surpreenderão com a cremosidade desta mousse.

Sorvete de Baunilha Caseiro (aproximadamente 1l)

Ingredientes – 1 fava de baunilha,  300ml de leite (desnatado ou integral), 300g de creme de leite fresco (38% de gordura), 175g de açúcar cristal (ou 3/4 de xícara + 3 colheres sobremesa),  5 gemas,  20g de glicose transparente (ou 1 colher de sopa) ou 20ml de vodka, pitada de sal.

Modo de preparo

1. Numa panela, em fogo baixo, coloque o leite, creme de leite, metade do açúcar (87,5g), sal, glicose transparente* e a fava de baunilha (cortada no sentido do comprimento com as sementes raspadas e distribuídas no leite).

2. Deixe levantar leve fervura, enquanto isso prepare as gemas.

3. Numa tigela bata as gemas com o restante do açúcar até obter um creme pálido.

4. Quando o leite ferver, retire a fava de baunilha. Transfira 1/3 do líquido sobre o creme de gemas batendo sempre para evitar que as gemas cozinhem e talhem. Então, volte toda a mistura para a panela e cozinhe em fogo baixo por 3-5 minutos, ficará levemente grosso. Não se esqueça de fazer o teste da colher: cobriu as costas da colher, fez um caminho com o dedo e as bordas não se juntaram novamente, está pronto.

5. Em seguida, peneire este creme base para retirar eventuais grumos e acrescente o extrato de baunilha (se utilizar a vodka ao invés da glicose, acrescente neste momento), caso use. Deixar esfriar por 4 horas, no mínimo, na geladeira antes de colocar na sorveteira.

Opcional (é quase mandatório, mas…): servir o sorvete regado com um fio de azeite aromatizado com limão siciliano. Testei e o resultado é muito bom, usei da marca Oliviers & CO.

Bom, quando o opcional é mandatório, fica valendo a opinião do criador,  né não? 🙂

Resultado, tudo foi servido num prato só e melhor, com o azeite de limão. Delícia que fez a Dé esperar, experimentar e adorar o tal sorvete.
Eis a opinião dos que, para eles, os pratos nunca são tão fundos:

Prato fundo e saboroso. O sorvete foi cinematográfico. (Edu)
Belo Prato!!! Sobremesa top!!! (Mingão)
De cabo a rabo, delicioso. (Deo)

Gratíssimo, Vitor.

Pelo bom-humor latente; pelas receitas práticas e ao mesmo tempo tecnológicas; pelo conhecimento ou seja, por tudo.

Seguem as nossas famosas flores (nesta caso, folhagens) virtuais que neste caso representam um resquício de tecnologia: elas são artificiais!!

Até o próximo, que ainda não sei se será realizado em março pois não consegui entrar em contato com a proponente. Darei notícias em breve e  caso você queira participar, não se acanhe!

Weeeee! 😀
Nossa, agora eu fico aliviado! 😀  Sério mesmo que gostaram? 😀  Sei que não mandei nada lá muito rebuscado, mas são receitas que eu comeria e serviria para amigos queridos. 🙂
Fiquei contente! 😀 Fico no aguardo da postagem!
 
Vitor Hugo, deu pre perceber se gostamos ou não, né?
.

copa do mundo 2010 – brasil x holanda; alemanha x argentina

world cup?
28/06/10

Copa do Mundo 2010 – Brasil x Holanda; Alemanha x Argentina.

É tempo de Copa do Mundo. Melhor do que isso, é tempo de decisão de Copa do Mundo.

Os jogos melhoraram um pouquinho (Paraguai x Japão? rs). Os clássicos aparecem. A emoção começa realmente. Começa mesmo?
E deixa eu falar uma coisa: alguém por aí aguenta aqueles pretensos cronistas/comentaristas esportivos destilando besteiras sem qualquer limite? Estatísticas inúteis, reportagens mais ainda; não dá uma sensação de que mandaram muita gente pra lá?

E pra não fazer nada  a não ser mudar de opinião de acordo com cada desempenho da seleção canarinho.
Mas mesmo assim ainda sobra algumas emoções, né Betão? E por falar nelas, que transmissão é esta?
Totalmente espetacular com detalhes que te permitem ver tudo!! Dá até pena em pensar como será a do Campeonato Brasileiro!!

Pensando nestes prováveis jogões da Copa, eu procurei homenagear os grandes clássicos que se aproximam.

Teremos Brasil x Holanda, Alemanha x Argentina.  

Por enquanto, vou me contentar em fazer pratos com receitas destes países.

Será a Copa DCPV, onde  certamente os vencedores seremos nós.

Au revoir Le Bleu!!  Ciao, Squadra Azzurra!! rs

Pré-Entrada –  Tomates desidratados e patê de terrine de foie.

Uma singela homenagem aos nossos amigos franceses e italianos que deixaram esta Copa tão cedo!! rs

Alemanha – Entrada – Sopa Alemã.

Espero que esta sopa não determine uma qualidade da defesa Panzer.

Receita simples demais. Faça um legítimo caldo de galinha. Esquente, junte 2 xícaras de repolho picado e um macarrão pequeno (usei um orzo). Cozinhe o tempo necessário pra que o macarrão fique al dente. Acrescente 4 salsichas aferventadas e cortadas em rodelas. Tempere e sirva.  Fiz uma graça com as mostardas (Alemanha!) …  

… e a sopa caiu como uma luva (de goleiro).

A Dé achou que ela parece com uma daquelas que tomávamos na merenda escolar (ô saudade!). Ralinha e saborosa!

E como alemão gosta de beber e nós também, entornamos um tinto Casa de Ilana Bobal, Tempranillo, Syrah 2006 Espanha (ôpa mais um esquadrão que continua na Copa) que foi “se canta, se ride, laranja mecânica, prazeiroso“.

Gute!

Brasil – Acompanhamento Arroz Biro-Biro.

Grande homenagem a um grande craque: Biro-Biro, que um dia foi chamado de Lero-Lero pelo filósofo contemporâneo Vicente Matheus.

A receita é a seguinte: coloque óleo numa panela e deixe aquecer. Junte bacon bem picado e frite. Coloque dois ovos  batidos e mexa bem. Junte arroz branco pronto e salsinha. Termine temperando e adicionando batata-palha.

Vamos lá, Brasil!

Holanda – Principal – Varkensribbetjes

O nome é complicado, mas a receita é descomplicada. 

As tais Varkensribbetjes são costelinhas de porco. E douradas numa frigideira com algumas gotas de óleo. Acrescente e na sequência,  dentes de alho, cebola triturada, cominho, coentro, shoyo e noz-moscada. Tudo à gosto. Coloque um pouco d´água e cozinhe até ficarem macias.

Este prato é otimo pra se comer assistindo a um clássico. Costelinhas macias, descem fácil e tem um sabor bem marcante. Acho que será com estas sensações  que ganharemos da Holanda.

E pra melhorar tudo, ainda tomamos um argentino. Um tinto Los Perdices Cabernet Sauvignon 2006 que nos hablou, soy  “finalista, perdimos la Copa, los achados“.

Argentina – Sobremesa – Helado de Dulce de Leche.

1 lata de creme de leite
a mesma medida de doce de leite
450 ml de leite

Pronto: esta é a receita do sorvete de doce de leite. Tomara que o futebol da Argentina seja do tamanho desta receita!! rs

Mas estava bem bueno!!  Neste caso estamos com os hermanos: é o melhor sorvete do mudo.

Eis a opinião dos copólogos/copistas sobre a noite ludopédica:

 

A Copa do Mundo é nossa! Com brasileiro não há quem “poça”! (Edu)
Maravilhas contemporâneas. (Mingão)
Nota da redação – O Deo faltou de novo. Está bem próximo do jubilamento. Acho que abriremos uma vaga de sócio-remido. Alguém se candidata? rs

Estou torcendo fervorosa e literalmente pra que tudo melhore nesta Copa. E parece que  isto acontecerá.

Afinal de contas, são grandes clássicos em que a tradição futebolística prevalecerá.  A nossa previsão (com resultados e tudo o mais) já está feita.

Vou revelá-las após a realização deste jogos. E você? Qual será afinal a sua final?

Doei, laranja mecânica.

.

dcpv – taí a thai!

uma “glande” idéia
número 251

Taí a thai!

Ganhei um livro do Mingão há uns dois anos e no meu aniversário. É claro que era um livro de culinária.
Ou melhor, “culinália”.
Ele se intitula “Cozinha Tailandesa, uma selecção de mais de 100 receitas essenciais” e é uma daquelas excelentes publicações com fotos boas e pratos mais do que deliciosos.

O único pequeno senão é que ele é em português. E de Portugal! Viu, Ameixa!

É um tal de “sumo”, “caril” e “filetes” pra cá. Outro tal de “alourados”, “deite” e “lume” pra lá. Não deixa de ser bastante engraçado já que as nossas línguas só aparentam ser iguais.

De qualquer maneira, a cozinha thai aqui em casa é quase igual a a um belo coringa na mão: quebra qualquer galho. E ainda tem a vantagem de utilizar o nam pla como ingrediente obrigatório. O nam pla merece uma explicação: é um molho de peixe e é considerado o sal da Tailândia além de ter um odor muito forte, mas ao mesmo tempo é muito saboroso.

Como o próprio livro cita “a cozinha  thai tornou-se bastante popular nos últimos anos e por uma boa razão – é saudável, é fácil de preparar e cozinhar e é muito distinta nos seus ingredientes e sabores“.

Concordo. E tanto que fiz mais uma noite só com pratos tailandeses.

Todo mundo (inclusive a Dé) gritou: ôoooooba!! Noite thai!!

Bebidinhas – “Caipilinha” de Limão

Acho que estava boa (não bebi. Não estava muito bom do estômago).

Entrada – Fritos de milho e Salada de camarão e papaia.

Estes fritos são, na verdade, quase uns bolinhos/crepes .

Pra fazer a massa deles é só misturar cebolinhas-verdes picadas, milho em lata, pimenta dedo-de-moça, alho, ovos, nam pla e amido de milho.
Frite em colheradas.

Faça um molho com pimenta, tomates pelados, óleo de amendoim, cebola picada, pasta de curry vermelha e coentro. Refogue tudo, exceto o coentro que é acrescentado ao final.

Já a salada é facílima de fazer e proporcionalmente saborosa. Corte uma papaia em fatias finas.

Cozinhe o camarão no vapor.

Faça mais um  molho. Desta vez com cebolinhas verdes, pimenta dedo-de-moça, nam pla, óleo de amendoim e açúcar mascavo.

Monte numa cumbuquinha (veja que bonita que a Dé escolheu) com uma salada de verdes, cubra com as  fatias de papaia, os camarões e regue com o molho.

Eis mais uma daquelas entradas inesquecíveis.

Ainda mais acompanhada por um belo espumante Salton Charmat (pra quem não sabe, neste caso a segunda fermentação é feita em tonéis de aço em vez de ser nas garrafas) que foi “buinha, Sal-Ton, meu bem, que frescor” segundo os namplólogos.

Principal – Carne picante com caril de manjericão.

Este é um prato que podemos chamar legitimamente de thai.Veja se não é?
Leite de coco fervido com curry vermelho e dentes de alho esmagados.

Adicione cubos de carne junto com folhas de lima kaffir, suco de limão , nam pla, pimenta dedo-de-moça, cúrcuma e sal.

Deixe ferver até que a carne fique tenra (se ficar muito seco, adicione água).

Junte manjericão fresco, coentro, tempere e polvilhe com lâminas de côco assado.

Servi com arroz basmati (o preferido daqui de casa!).

Simplesmente delicioso e o molho que se forma (denso, doce, saboroso) é um espetáculo.

Tomamos um tinto (pra desmistificar), um Casa de Ilana 2006 Ribeira de Jucan Espanha que foi “sem buinha, bom palceilo, casa do eduardo, discreto” segundo os “descontlaidos”.

Sobremesa – Pudim de Arroz Picante

Na verdade é um arroz doce feito com leite de coco, leite, açúcar, pimenta da Jamaica e manteiga.
Pra dar um toque, polvilhe canela.

E o especial deste prato é o gosto amadeirado (quase que o de um lustra móveis, apesar de eu nunca ter experimentadodo!) que a pimenta dá.

Eis a opinião dos bangcokienses (bangcokianos?)s:

A Tailândia é aqui! Em Ferraz de Vasconcelos (Edu)
Thay`s pensando o que? Zen, flying (Déo)
I love thay. (Mingão)

Copiando explicitamente o livro “cada refeição tailandesa é um evento relaxante e social. Divirta-se”.

Ô, se nos divertimos. E numa sociedade relaxada! rs

Mãk !

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