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dcpv – jour huit – frança – a madame (pommery) e o peixe (salmon) dominam a champagne.

28/12/2019 (degustado em 11/12/2018)

Jour huit – França – A madame (Pommery) e o peixe (Salmon) dominam a Champagne.

E lá vamos nós pro nosso último dia inteiro nesta incrível região.

Quem pensa que a Champagne é só a própria …

… está completamente enganado.

É claro que tomar “buinhas” …

… e visitar as caves, sejam elas famosas ou não, é obrigatório.

Mas alugar um carro e ter a liberdade de entrar na cidade que você quiser, não tem preço.

E normalmente, você irá se divertir muito.

Acordamos cedo, …

… tomamos mais um ótimo café no hotel …

… e fomos pra Reims.

Hoje a visita seria na classuda Pommery.

E continuo insistindo que, …

… não sei se é combinado ou não, …

… mas cada um dos tours, sejam de casas conhecidas ou de pequenas, …

… são tão interessantes, …

… que você tem sempre a obrigação de fazer mais um.

Desta vez, a Pommery pareceu ser quase que um Castello di Ama, na Toscana ou um Petit Inhotim (Inhotã? rs).

Ou seja, eles deram um jeito de colocar um montão de obras de arte moderna …

… em todo o trajeto …

… e tudo ficou mais interessante ainda.

A imponência impera …

… e os números não ficam atrás …

… já que ele tem 18 km de caves subterrâneas …

… contendo 22 milhões de garrafas.

Fazendo as contas, quase 1 bilhão de Euros!!!

É brincadeira!

Iniciamos o tour descendo uma escada cinematográfica.

Ela é toda iluminada (adoramos) …

… e quando se chega na cave subterrânea …

… passeamos sobre um carpete vermelho.

Sim, parece mesmo uma cerimônia de Hollywood.

Daí pra frente é um desfilar de imagens tão espetacular, …

… que vou deixar que elas falem por si mesmo.

Isto posto, encerramos o passeio, …

… degustando duas taças de bons Champagnes da marca.

Não compramos nada, porque resolvemos prestigiar médios e pequenos produtores nesta viagem, …

… se bem que ninguém é tão pequeno assim por aqui.

Fomos embora, …

… e como era logo ali perto, …

… resolvemos dar uma passada na lojinha da Veuve Clicquot.

Não fizemos o tour (já tínhamos feito em 2014) …

… então fomos só dar uma olhada nas novidades.

Uma toquinha, óculos escuros, meias, uma pulseira e um Champagne safrado depois, …

… saímos de lá. 😀😀😀

E pra ir pra Chamery, …

… mais uma daquelas bonitinhas vilas floridas …

… e que ficava no caminho pro nosso tour da tarde, …

… que seria na Billecart Salmon.

Chegamos quase em cima da hora …

… mas com tempo suficiente pra perceber o quanto esta maison é organizada.

A nossa guia, a Patricia, falava um português de Portugal muito bom e isto foi o suficiente pro tour ser um espetáculo.

Iniciamos com ela contando um pouco da história da família Billecart (marido) …

… e Salmon (esposa).

Até hoje a empresa não foi vendida e familiares cuidam dela.

Continuamos vendo o magnífico jardim inglês que fizeram atrás da casa onde é o escritório.

A opulência da árvore que fica no seu centro é admirável.

Logo depois fomos ver a parcela onde estão plantadas as videiras de pinot noir …

.. que são usadas pra fazer o Champagne Premium deles, o Elizabeth Salmon.

Enveredamos pelo galpão onde estão os barris de carvalho e …

… onde eles colocam os vinhos que formarão o seu blend.

Sente só a caligrafia da pessoa que controla esta sala?

Mas a surpresa maior foi quando ela mostrou o novo galpão …

… onde ficam armazenados os barris que formarão um legítimo Billecart Salmon.

É um lugar esplendoroso, onde o arquiteto não mediu forças pra deixar tudo muito moderno e impressionante.

Veja que até cristais de Baccarat foram usados pra representar o logo da Billecart.

Continuamos, fazendo a usual visita às caves …

… que neste caso, não são de gesso, …

… mas tem quase 2 km de extensão.

A Patrícia explicou pacientemente todo o processo de vinificação …

… e nós aproveitamos pra tirar a maioria das dúvidas que tínhamos.

Terminamos o passeio, …

… duas horas depois, …

… na sala de degustação …

… experimentando (e adorando) 4 tipos de Champagne que eles produzem.

Foi impossível não levá-los pra casa, …

… ainda depois de ver a lojinha que era uma beleza (sim, uma garrafa custa menos de R$150).

Enfim, tudo foi muito instrutivo e a empresa tem uma excelência tão grande na qualidade …

… que certamente, jamais tomaremos um Champagne Billecart Salmon sem pensar em tudo o que vimos hoje.

Voltamos pra Epernay, pra dar uma passeada pela Avenue du Champagne.

Antes e como estávamos com fome, …

… fomos num velho conhecido, a padoca do Paul …

… onde comemos um ótimo sanduba de presunto e queijo, capuccinos e docinhos.

Quanto a a Avenue, o frio estava castigando …

… e com a possibilidade de passarmos aqui amanhã pela manhã, …

… optamos por voltar ao hotel pra arrumar as coisas (n+1 garrafas) …

… porque iremos pra nossa cidade, Paris.

Pra facilitar, resolvemos experimentar a brasserie do Royal Champagne no jantar.

É o restaurante mais descontraído do hotel, mas mesmo assim é muito bom.

Como estávamos bem cansadões e sem muita fome, fomos bem frugais.

Pedimos peixes: a Dé um duo com uma cama de salsão e molho de Champagne, …

… e eu, um com lentilhas da região.

Ambos sensacionais, assim como as taças do brut Billecart-Salmon (puro corporativismo) que acompanharam.

Bem nutridos, de corpo e de alma, …

… só nos restou subir dois andares e dormir o sono dos encantados.

Au revoir!

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.
jour Set – França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.

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dcpv – jour set – frança – champagne – dois extremos que se encontram numa flute: taittinger e franck bonville

25/12/2019 (bem bebido em 10/12/2018)

Jour set –  França – Champagne – Dois extremos que se encontram numa flute: Taittinger e Franck Bonville.

Mais um dia na …

… e tomando Champagne.

Que sacrifício! 😄

Acordamos tarde, …

… tomamos café no hotel (excelentes o café e o hotel) …

…e fomos pra Reims.

O sol apareceu e deixou tudo mais bonito ainda.

Aproveitamos pra passar na bonitinha Rilly-La-Montagne.

E como tínhamos tempo, …

… esticamos mais um pouquinho …

… e demos um pulo no Moinho em Vezelay.

É um ponto pitoresco …

… porque é um moinho em plena Champagne …

… e ele é mantido pela Mumm.

Hummm!

O tempo urgia, …

… e tínhamos um tour marcado …

… num dos gigantes do ramo, …

… a Taittinger.

O lugar é enorme …

… e apesar de ser uma variação do mesmo tema, …

… entrar nas caves subterrâneas …

… com suas paredes de gesso …

… é sempre um prazer.

E neste caso, são 4 km de extensão …

… contendo 2.000.000 de garrafas.

Sim, senhores, são quase 100.000.000 de €!

É muita grana.

Mas eles merecem ,…

… porque o cuidado com que tratam todo o processo …

… é invejável.

Andamos muito pelas caves …

… entendendo o início da história da vinícola …

… e curtindo cada canto bonito …

… e muito bem iluminado.

Parece que tudo foi pensado …

… pra te deixar encantado.

É claro que terminamos …

… na sala de degustação.

Tomamos dois super Comtes, …

… um Blanc des Blancs …

… e outro rosé.

Neste momento, o sol reinava.

E como tínhamos um outro passeio à tarde, …

… só que do lado de Epernay, …

… aproveitamos pra dar um parada em Hautvillers 

… que fica no meio do caminho.

Se tivesse que indicar uma só cidade pra se visitar em toda a Champagne, …

… esta seria Hautvillers (diga-se “ôviê!, né Marcia?).

Foi lá que Dom Pérignon “inventou” o Champagne.

E também foi lá que ele disse quando experimentou que “estava bebendo estrelas”.

Além disso, em Hautvillers também …

… existem plaquinhas na frente das casas, …

… muito bonitinhas, …

… que indicavam qual era a profissão da pessoa que ali morava.

Simpático, né?

Como era hora do almoço, …

… revimos o Au 36, …

… bar à Champagne muito legal …

… e que também é uma loja.

Escolhemos uma tábua de produtos regionais pra comer …

… e taças de champanhe pra beber.

Exatamente o que pedimos há 4 anos atrás.

Conversamos com as donas, …

… passamos na outra lojinha delas que fica em frente …

… e zarpamos pro tour vespertino.

Note que dirigir por aqui é um verdadeiro prazer.

Você cruza com videiras na borda das estradas, …

… e que revelam paisagens arrebatadoras.

É um espetáculo.

Quando menos percebemos, chegamos ao Franck Bonville.

Ela é uma maison familiar …

… e que faz Champagnes especiais.

Como as visitas só são feitas com reserva, fiz tudo direitinho.

Nós falamos que só queríamos dar uma olhada e comprar algumas garrafas (foi o nosso amigo Luiz Horta quem os indicou).

Começamos o passeio da forma usual, ou seja, visitando, as caves.

Elas são bem antigas e nem tem o apelo visual das grandes marcas, mas são muito interessantes.

De qualquer forma, elas têm 2km de extensão com 500.000 garrafas, perfazendo 15.000.000 de €.

Caramba!

O papo continuava bem agradável quando a Lorraine acionou a possibilidade …

… de descermos mais um nível e ver como o processo final da criação deste néctar dos deuses é feito.

Vimos um maquinário que tira as tampas das garrafas que ficaram descansando, injeta açúcar, …

… tampa com a rolha e o arame e passa pelo controle de qualidade.

Vimos também a sala de rotulação e de acabamento, antes das garrafas serem expedidas e tomadas nas nossas casas.

Enfim, foi demais.

Ainda fizemos uma degustação de 4 tipos de Champagne …

… estando com o próprio Franck, dono e enólogo, na mesma sala conosco.

Foi incrível.

É claro que compramos um montão de garrafas …

… e continuamos o nosso tour por esta região da Champagne …

… atrás de algumas cidades bacanas.

Fomos até  Bergeres-Les-Vertus e Clamange.

Confesso que não encontramos nada de muito legal nelas, (as vezes, viajar é isso) …

… mas de qualquer forma, dirigir por aqui continua sendo um grande divertimento.

Retornamos pra Epernay, porque queríamos dar uma olhada na Avenue du Champagne a noite.

Não se esqueça que nesta época do ano, anoitece às 16:30.

E chegamos por volta das 17:30 por lá.

Como a avenida é muito grande, optamos por passear na metade de cima dela.

É nela onde ficam as sedes de muitas grandes marcas de Champagne.

Só pra ter uma ideia, segue o minifotoblog das mansões:

Não esquecendo que o grande Winston Churchil disse que ela era a “a avenida mais bebível do mundo”. 😍

Ainda aproveitamos pra fazer uma boquinha num outro bar à Champagnes , o C Comme.

Ele é quase uma espelunca chic …

… e o dono dele é uma simpatia.

A sua cave, mais uma, …

… é imperdível.

Passeamos bastante por ela …

… e subimos pra comer queijos …

… frios …

… e emborcar mais algumas taças de Champagne.

Ufa, que dia!

Pra encerrar o dia perfeito, …

… tomamos alguma coisinha no belíssimo bar do hotel.

A Dé foi na “décima primeira” taça de Champagne …

… e eu, acabei pedindo uma de vinho branco pra dar uma “desempapuçada”! 😀

Ah, ainda descobrimos um novo formato de garrafa de Champagne! 🙂

Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.
jour Cinq – França – Isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Álsacia pra Champagne passando pelo Pompidou.
jour Six – França – Champagne – Möet Chandon e Cité du Champagne: dois lugares diferentes com o mesmo fim: buinhas.

 

dcpv – dia ouit – champagne – visitando mais um ícone, a ruinart.

16/10/14

Dia ouit – ChampagneVisitando mais um ícone, a Ruinart.

Mais um dia broncolhão.

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Não nos apertamos e fomos passear.

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O café da manhã do hotel, pra variar, é muito bom.

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Aproveitamos dele e resolvemos ir conhecer as cidades bacanas que fazem parte da rota turística da Champanhe.

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Começamos passando em Ay, uma cidade bem pequena, …

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… mas charmosa …

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… e um grande centro de produção de grandes champanhes.

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Só aqui são 3,7 km2 de vinhedos classificados como Grand Crus.

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Dá pra imaginar o quanto em dinheiro existe acumulado nas suas caves?

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Passamos também em Avenay-Val-d’Or, esta minúscula e também muito charmosa.

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Atravessamos a região da grande Montagne de Reims.

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Além de ser uma mata espetacular …

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… é ali que estão plantadas as melhores videiras usadas pra produção do Champagne.

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Sem contar que as cores do outono na vegetação …

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… transformam estes passeios em verdadeiros devaneios.

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No caminho, cruzamos com Germaine, …

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Ludes

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… e terminamos o tour em Verzenay, …

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… com os seus curiosos moinho …

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… e farol (???) incrustados no meio de videiras de pedigrée.

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Seguimos direto pra região de Les Creyeres em Reims, pois tínhamos um tour agendado (faça uma reserva pela Internet) na lendária produtora Ruinart.

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Chegamos e notamos a imponência do lugar.

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Toda a sede é muito chique …

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… o que aumentou e muito a nossa curiosidade.

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Éramos em 10 pessoas (8 americanos e 2 brazucas, nós mesmos).

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Começamos com a história do champanhe e de Dom Ruinart.

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Logo depois, entramos na cave propriamente dita.

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Pra variar, é de ficar impressionado.

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São 8 km lineares de cavernas de gesso em dois níveis, sendo um a 24 m de profundidade …

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… e outro a 42 metros da superfície.

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Tudo isso com temperatura e umidade perfeitas pra fabricação e maturação deste néctar.

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Ficamos sabendo dum montão de curiosidades sobre este processo …

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… e finalizamos o tour fazendo uma tremenda degustação.

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São dois Champanhes Ruinart (um branco e um rosé) …

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… e dois Dom Ruinart no mesmo formato.

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Olha, este é mais um passeio imperdível e que você tem que fazer quando estiver em Reims.

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Tudo é impressionante, especialmente estas paredes que tem quase 9000 garrafas cada uma!

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Volto a pensar em quanto dinheiro está acumulado nestas caves?

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Saímos de lá e voltamos pro hotel.

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No caminho, paramos numa loja de vinhos pra comprar algumas garrafas de Champagne.

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Aproveitamos pra conhecer produtores que nem chegam ao Brasil e que são excelentes.

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Faremos este esforço (tomar as garrafas) pra explicar pra vocês se eles são realmente bons ou não?  (Nota da redação – já tomamos todos e eles são demais).

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Estávamos morrendo de fome (não sei se perceberam, mas nós não almoçamos).

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O negócio foi aguardar pelo jantar que seria no restaurante Le Theatre, em Epernay.

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Não precisa nem dizer que ele fica justamente ao lado do teatro municipal.

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O ambiente é bem teatral mesmo.

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E como estávamos com fome, pedimos a comida rapidamente.

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A Dé escolheu um peixe, o Filet de Turbot aux pousses d’epinards et pequillos.

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Eu fui em double cote de porc aux petit légumes.

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Ambos muito saborosos e perfeitos (como quase tudo aqui na França).

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Tomamos 1/2 garrafa dum champagne local, o H Goutorbe …

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… e duas taças de vinho, um branco pra Dé e um tinto local pra mim, que mostrou que as uvas daqui foram produzidas pra vinificar somente champagne. 🙂

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Enfim, o jantar foi muito bom e nos mostrou que comer acima da média aqui na França é uma moleza.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha.

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dcpv – dia set – champagne – dia de Veuve Clicquot. ou melhor, de viuvinha.

15/10/14

Dia set – Champagne – Dia de Veuve Clicquot. Ou melhor, de viuvinha.

Pronto. Estávamos na região de Champagne.

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O hotel, o Le Royal Champagne é muito bom e a localização não poderia ser melhor.

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Ele fica entre Reims e Epernay (mais perto dessa), mais precisamente na cidadezinha de Champillon.

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Acordamos cerdo, tomamos um ótimo café da manhã no hotel …

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… e zarpamos pra conhecer os pontos turísticos mais famosos de Reims.

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Um deles é a catedral de Notre Dame de Reims, …

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… erguida no século 13 e tombada pela Unesco, …

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… exibe 2300 estátuas, entre elas uma que ficou conhecida como o anjo sorridente.

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Olha, é impressionante ver o tamanho desta catedral e a o opulência que as autoridades quiseram dar a este verdadeiro monumento.

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Sem contar, toda a história que está impregnada no ambiente.

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Vamos lembrar ainda de quantas vezes ela foi reconstruída após bombardeios, incêndios e outros tipos de acidentes.

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Ao lado dela, fica o Palácio de Tau, antiga residência do arcebispo.

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É mais um prédio bonito e representativo de uma época.

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Voltamos ao estacionamento (até que é bem fácil arranjar vagas por aqui) …

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… e resolvemos dar umas voltas de carro pra conhecer melhor a cidade.

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Reims é bem bonita e tem várias rotatórias interessantes.

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Aproveitamos também pra ir próximo onde fica a mítica Veuve Clicquot.

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Tínhamos um tour reservado (somente pot Internet) na Viúva.

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E foi interessante demais.

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Logo de cara, a guia explica toda a história da Madame Ponsardin. E depois disso, vem a visita propriamente as caves.

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Que são mais conhecidas como Les Crayeres.

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São adegas subterrâneas de gesso e curioso, …

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… elas tem 25 metros de profundidade …

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… e 25 km (isso mesmo!!) de extensão.

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Lá a temperatura é a ideal (10 a 12°C) …

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… e, tivemos acesso a todo o processo de fabricação deste precioso líquido.

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É claro que finalizamos com a degustação de uma taça da Grand Dame.

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Final mais feliz não poderia haver.

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Dali, resolvemos passear mais um pouco por Les Crayeres.

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Passamos também pela Taittinger (tentamos fazer um tour, mas não tinha mais vagas) …

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… e então, decidimos voltar ao centro pra comer alguma coisa.

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Foi aí que começou a chover a píncaros.

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E como chuva é vida, entramos no primeiro lugar que achamos bacana, o Bistrot du Forum.

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Ele é um daqueles simples bar a Vin francês e que, como sempre, tem os seus segredos.

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Fomos bem frugais e pedimos uma tábua de queijos …

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… e duas taças de Taittinger Brut.

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Taí um refeição bem equacionada e prazerosa. Voltamos ao hotel, com a chuva apertando muito.

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Como consequência, tivemos a possibilidade de ver a vista do nosso quarto em dois formatos completamente diferentes. O de ontem, com um por do sol radiante.

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E o de hoje, com a chuva imperando.

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Ambos são lindos e necessários pra que as uvas maturem com serenidade e criem vinhos inesquecíveis, como vários champanhes que saem daqui.

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Estávamos prontos pro jantar. Que seria no restaurante do próprio hotel, o Le Royal Champagne (Nota da redação – o hotel está fechado para reformas e só voltará a funcionar em 2017).

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A escolha foi excelente porque a chuva continuava a cair. E foi certamente a melhor refeição que fizemos até hoje, nesta viagem.

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Tudo bem que o lugar é daqueles antigões e ultratradicionais. Mas é como que um resumo do que a legítima cozinha francesa pode representar.

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Chegamos, escolhemos tudo (até a sobremesa) e a grande dúvida seria optar pelo champagne entre os zilhares que constavam na carta.

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Optei por pedir ajuda aos universitários, ou melhor, ao sommelier e não me arrependi. A indicação dele foi soberba, já que o Vincent D’Astrée esteve impecável.

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Quanto aos pratos, a Dé escolheu um blanquette de lotte au safran, petits legumes et sob emulsion ioder.

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Eu fui de Filet de bar a l’unilaterale enbeurré de vitelotes fumées et emulsion de poivres rouge a la vanilla de Madagascar. Tudo lindo e absolutamente perfeito.

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Como sobremesa, pedimos a especialidade do chef, um souflé du Royal et sob sorbet au champagne rosé. Certamente foi o melhor e mais leve suflé que comemos nas nossas vidas.

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Pra melhorar, encerramos com alguns docinhos (que macaron!).

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Olha, se você estiver na região de Champagne e resolver jogar o barco nas videiras, ops, nas pedras, este é o lugar. Nós recomendamos.

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Bom, depois disso tudo só indo dormir o sonho dos justos, logo ali, no nosso quarto.

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Ademã, que nós vamos de leve e devidamente borbulhados.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?

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