Posts Tagged 'restaurantes'

dcpv – miami V – esta casa já é nossa.

Miami VEsta casa já é nossa.

O restaurante Casa Tua é o que podemos chamar de oásis italiano em plena South Beach.

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Afinal de contas, fica difícil pensar num lugar tão encravado no coração de Miami e ao mesmo tempo, tão respeitoso às tradições italianas de se alimentar.

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Não é a toa que toda vez que viajamos pra cá, visitamos esta potência a fim de sentir o verdadeiro sabor da Bota.

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Chegamos (o tempo estava chuvoso) e fomos alojados na parte externa da casa.

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Antes tomamos duas flutes de champagne no bar (incrível a quantidade de brasileiros que já descobriram esta maravilha).

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Optamos por dividir uma cremosa burrata …

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… e pedimos os principais.

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A Dé escolheu o risotto a parmegiana com trufas pretas …

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… e eu, um talharim com ragu de cordeiro.

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Ambos, maravilhosos.

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É claro que não deixaríamos de pedir o melhor Tiramisu que comemos nas nossas vidas.

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E ainda bem que não observamos nenhuma novidade: ele continua leve e saboroso, ou seja, maravilhoso.

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Só nos restou, pedir os nossos expressos e constatar que o Casa Tua está não só na cidade errada, como no país errado.

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Ou seria o certo?

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PS  – Por falar em clássico, desta vez exagerámos e fomos 2 vezes ao Joe’s Stone Crab.

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Pra quem gosta de patas enormes de caranguejo, este é o lugar pra se ir.

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Bye.

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dcpv – miami IV – comparando o barton g com o milos. restaurantes diferentes na cidade?

Miami IV – Comparando o Barton G com o Milos. Restaurantes diferentes na cidade?

Este post foi feito pra indicar novos lugares pra se comer em Miami.

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Um deles, o Barton G, que se autointitula modestamente de “the Restaurant”.

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Soa e parece ser uma pretensão. E é.

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O lugar é bastante over.

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Desde a decoração, até a apresentação bem esquisita dos pratos (alguns vem com garfos enormes, outros com peixes grandes em madeira).

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Iniciamos o trabalho tomando duas flutes de champagne.

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E logo fomos alojados na nossa mesa. Como percebemos que os pratos eram enormes, resolvemos pedir somente os principais, acompanhados dum ótimo vinho branco californiano.

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A Dé escolheu uma massa trufada, um Strigoli que estava bom.

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Eu resolvi dar mais uma chance ao salmão e obviamente me arrependi.

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Foi mais uma apresentação estrambólica com um resultado ruim, com o peixe sendo escoltado por batatas insonsas, vagens crocantes e um molho de limão que não combinava nada com a comida.

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Resumo da ópera bufa: nota 7.

O outro, o grego Milos é o que podemos chamar de formidável.

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A decoração é super moderna e a comida acompanha o visual.

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Muito azeite, muito fogo e muito vinho grego.

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Ah! Nada de pratos quebrados (só quando o garçom tropeça).

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Tomamos um espumante grego e …

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… um Chardonnay da mesma nacionalidade.

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Pedimos uma salada grega com tomates doces e tenros como se espera de uma; …

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… um tzatziki fantastico formado por iogurte grego espesso e pepino; …

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… um ceviche grego que estava muito bom (a Dé adorou) …

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… e um carpaccio de polvo espetacular (eu adorei).

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Encerramos a noite com uma baklava inesquecível.

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Enfim, só faltou a vista dramática de Oia.

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Resumo da tragédia grega: nota 9,9.

Demos 10 na outra visita que fizemos nesta mesma viagem.

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E pudemos observar melhor todo o belo ambiente, …

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… o balcão de peixes frescos …

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… e os novos pratos que pedimos, …

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… além de repetirmos o melhor ceviche que comemos nas nossas vidas.

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Portanto, estando em Miami, vá conhecer o Milos.

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Bye.

 

dcpv – esquina mocotó – o encontro dos sabores brasileiros.

01/07/2013

Esquina Mocotó – O encontro dos sabores brasileiros.

Eis a definição de esquina no pai dos burros: canto exterior formado por dois planos que se cortam (e que podem ser ruas).

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Agora imagine um restaurante que fica numa esquina, bem ao lado do famoso Mocotó e que tem por filosofia, mesclar sabores bem brasileiros com toques da gastronomia do país e melhor, extremamente, saborosa?

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Pois é justamente o princípio do Esquina Mocotó, onde o chef Rodrigo Oliveira projetou e executou este modelo de culinária.
É claro que, por ser ao lado do sempre muvucado Mocotó, ou seja, na Vila Medeiros, tudo continua sendo longe pra caramba.

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Mas é mais claro ainda, que toda esta caminhada até lá vale muito a pena, além de aumentar o apetite. 🙂

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O lugar tem mais um upgrade: aceita reservas.

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Marcamos pra conhecer justamente quando os Loguercio estariam por aqui (junto com o Gustavo).
Chegamos bem atrasados, mas a justificativa era da mais nobres: atravessamos um tremenda multidão, mais conhecida como Marcha para Jesus.

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E nos surpreendemos com tudo. Com a modernidade da decoração, com a cozinha bem a vista e na entrada do restaurante e com o excelente treinamento da brigada.

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Enquanto escolhíamos os pratos, pedimos umas entradinhas pra distrair os nossos estômagos. Uma delas eram os icônicos dadinhos de tapioca ,…

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… e a outra, originalmente denominada a Porcaria, formada de terrine da casa, embutidos da família Cinque, presunto Salamanca, porco na lata, dadinhos de porco e conserva de cebolas. Simplesmente perfeitas.

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Pra acompanhar, uma garrafa dum espumante nacional, o Cave Geisse Brut.

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Como principais, os garotos, o Gustavo e a Re (que dividiu com a Dé) foram de carne-de-sol com baião de dois sertanejo.

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A Lourdes escolheu  copa lombo, purê de grão-de-bico e cenoura braseada.

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O Eymard foi de bisteca de porco e palmito pupunha fresco assado na casca.

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Eu ousei (e não me arrependi) ao pedir uma suculenta barriga de porco, favas, legumes e folhas.

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Tudo muito bom e temperado na medida certa.

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Tivemos um arroubo que acarretou no, talvez, único desacerto desta refeição. Seguimos uma indicação do atendente e pedimos um vinho tinto mineiro (sim, senhores) Syrah Primeira Estrada 2010 que não agradou muito.

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Em compensação, fizemos quase que uma verdadeira degustação de sobremesas. Pedimos Cajá Manga – purê de manga com baunilha baiana, sorbet de cajá e coco crocante, …

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Umbuzada Panacota – o clássico italiano na nossa versão, …

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Chocolate e leite – musse de chocolate caramelo amanteigado e sorvete de leite, …

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Goiaba, goiaba e goiabada – sorbet de goiaba branca, goiaba confit e goiabada com vinho

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… e o clássico e fantástico sorvete de rapadura.

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Resumo da ópera, ou melhor do samba: o Esquina Mocotó é um lugar que veio pra ficar.

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É praticamente uma evolução do Mocotó e do próprio Rodrigo.

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É mesmo um encontro de sabores.

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Inté.

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dcpv – … de um povo heróico bra.do …

algum sábado de maio

… De um povo heróico bra.do …

Estava eu assistindo ao Todo Seu, o programa da titio Ronnie Von, quando vi alguns pratos interessantes apresentados por um chef convidado.
Fiquei curioso em saber daonde ele era, mas nada. Até que no final do programa, o titio informou que era o Pedro Vita, do restaurante bra.do.

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Fiquei com esta informação na cabeça e aproveitei que o sócio estaria por aqui pra conhecermos o lugar. Ele fica num sobrado na gastronômica rua Joaquim Antunes, em Pinheiros, mais precisamente no nº 381.

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E melhor, dá pra se fazer reservas que funcionam no site Restorando. Pois em pleno domingão, estávamos lá as 13:00 hs, para experimentar a comida do bra.do (xiiiiii).

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Sentamos numa mesa na área externa do simpático casarão e começamos a observar todo o interessante entorno.
O Eymard (pra variar) já estava lá e aproveitamos que ele estava experimentando o cleriquot e pedimos uma jarra.

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O menu é muito eclético e contém muitas opções.
Iniciamos escolhendo duas entradas pra dividirmos. Uma, a crostata de queijos com nozes

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… e a outra, um prosciutto

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… com pão com tomate.

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A conversa rolava solta enquanto os principais chegavam. Costelinhas com melaço pro Eymard, …

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Sopa de peixe indiana, a Korma pra Dé …

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…  e Polvo com batatas (pra variar) pra mim.

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Todos muito bons e com uma apresentação perfeita (o serviço é impecável e as louças são muito bacanas).

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Estando com o formigão Eymard, seria impossível pular as sobremesas. Ele escolheu Crumble de Maçã com sorvete de doce de leite e…

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… nós, prosaicas bolas de sorvete de doce de leite e de iogurte.

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Olha, o bra.do mostrou ser um local pra chamar de seu e onde é possível se fazer uma ótima refeição com preços justos.
E não será preciso ao menos cantar o Hino Nacional.

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Bye.

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Em tempo, o grande Evandro Barreto, o nosso querido Dodô, acabou de lançar o seu livro, o Na Mesa Cabe o Mundo, a primeira produção da nova editora do conglomerado Conexão Paris.
Nele estão contidas as mais belas crônicas sobre, essencialmente, gastronomia e bem-viver, seja em Paris, seja nos bares da vida.
Caso você queira comprar, entre aqui e aproveite. Você (literalmente) se deliciará!

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dcpv – dia ses – cidade do cabo – dobrando o cabo da boa esperança

16/03/2013

Dia Ses – Cidade do Cabo  – Dobrando o Cabo da Boa Esperança.

Hoje faríamos mais uma tentativa de subir de bondinho até a Table Mountain.

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E a coisa prometia já que o tempo estava excelente e praticamente não tinha vento.

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Tomamos um café básico e rápido, aguardamos a nossa guia, a Lúcia, chegar e rumamos pro nosso objetivo inicial.

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Estranhamos quando vimos a quantidade de carros se dirigindo pra lá e constatamos que a fila existente era enorme. Coisa de umas três horas. Abortamos novamente a subida e fomos fazer o tour do dia.

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A idéia seria visitarmos dois oceanos num dia só.

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Começamos pelo Atlântico. E com a praia de Camps Bay, …

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… que nos traz uma boa recordação desde as nossas outras viagens pra cá.

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Continuamos o caminho, com a intenção de ver a ilha das focas em Hout Bay.

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Nos contentamos com estas que estavam no Porto, ….

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… dada a quantidade absurda de turistas querendo fazer a mesma coisa (é, a Cidade do Cabo está bombando!).

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De qualquer forma, no caminho pro Cabo da Boa Esperança, andamos pela Chapman’s Peak Drive, …

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… com razão considerada uma das estradas mais bonitas do mundo.

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São muitos penhascos, …

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… vistas impressionantes, …

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… e a sensação de que a natureza, com a ajuda significativa do homem, é pródiga e bela.

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Continuamos um pouco mais pelo Atlântico e finalmente chegamos ao Cabo da Boa Esperança.

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O parque por si só é muito bonito e organizado (incrível como aparentemente sobraram muitas melhorias com o advento da Copa do Mundo).

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E a vista que se tem daquelas praias bravias e maravilhosas são estonteantes.

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Chegamos primeiro ao famoso marco do encontro dos dois oceanos …

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… e é claro que fizemos aquela foto clássica.

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O lugar tem realmente um magnetismo diferente …

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… e saber de tudo o que aconteceu por lá na época dos descobrimentos, cria um certo fascínio.

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Tudo bem que há uma discussão sobre em que ponto os oceanos realmente se encontram (dizem que a cerca de 70 km dali), …

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… mas a mística do local permanece.

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Demos a volta, ainda pelo Atlântico, pra pegar o funicular e subir até o Cape Point.

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A fila estava imensa, mas agüentamos bravamente.

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E após um curto passeio, chegamos a mais um local mítico.

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Ventava muito (daí se percebe como era duro os descobridores atravessarem este ponto no caminho pras Índias).

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E a aura de tudo  permanecia.

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Continuamos o nosso trajeto, agora pelo oceano Índico.

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Iríamos conhecer a curiosa colônia dos pingüins em Boulders Beach.

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E aproveitamos pra almoçar lá mesmo, no restaurante Seaforth.

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Como esta refeição estava incluída no pacote, desconfiamos.

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E com razão, já que tudo foi muito razoável, …

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… com exceção do vinho branco Chardonnay (sem Carvalho) De Wetshof 2012 que não decepcionou.

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A D Vera e o Sr Antonio pediram razoáveis camarões empanados, …

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… enquanto a Dé continuou o seu périplo marinho através dos peixes

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… e eu, chafurdei num imenso prato de frutos do mar, onde a melhor coisa foram as lulas e as batatas fritas (como se percebe, todos foram variações do mesmo tema).

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Enfim, já comemos melhor.

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Continuamos o passeio, indo, finalmente, visitar os pingüins.

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Ninguém conseguiu explicar o porque deste bichinhos estabelecerem uma colônia bem neste lugar?

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Teoricamente, a temperatura da água não ajuda, o local é mais quente do que eles necessitam, mas mesmo assim eles continuam lá …

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…e aos montes.

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E é muito engraçado ficar observando os hábitos destes pequenos garçons.

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Retornamos ao hotel, já que estava próximo da hora de jantar.

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E desta vez acabei acatando uma sugestâo do pessoal do próprio hotel. Acontece que o restaurante que queríamos experimentar, o The Test Kitchen não tinha reserva pros próximos 3 meses. Então nos sugeriram o Pigalle.

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Chegamos lá e assustamos. O lugar é certamente um dos mais cafonas que vimos até hoje. E com música ao vivo (pode colocar I Will Survive como trilha sonora do relato).

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Nos sentimos como participantes do programa Almoço com as Estrelas (remember Lolita e Ayrton Rodrigues).
Fomos levados à nossa mesa que era bem longe da pista de dança (é isto mesmo). E escolhemos o que nos cabia: a Dé foi numa salada Grega; eu, num Salmão Teryaki e os meus sogros inovaram pedindo camarão King com fritas.

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Todos corretos e imensos. No final, até que gostamos bastante de tudo, mesmo porque (e pra variar) o serviço foi fantástico. Mas o lugar … 🙂

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SeeU.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia een – África do Sul – Johannesburgo, a terra do ouro. E da saída pela direita …
Dia twee – África do Sul – Dando uma de Noé no Kruger Park
Dia drie – África do Sul – Kruger park – Acho que vimos uns gatinhos… e outros bichos.
Dia vier – Kruger/Cape Town – África do Sul – Parecia ser mais um dia Seinfeld. Mas não foi.
Dia vyf – Cidade do Cabo – Fazendo o próprio city tour.

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dcpv – miami – florida – dia tres – wynwood, quando grafite é puro encantamento.

06/07/2012

Miami – Florida Dia tres – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.

Acordamos com vontade de bichogrilar.

Quer dizer, acordamos tarde com vontade de ser naturalista e artístico.

Abdicamos da andada matinal (seria ressaca da Libertadores?) e resolvemos tomar café da manhã no próprio hotel.

Como era no W, o mínimo que podemos falar do café é que era trendy (este, o de Miami é um legítimo, com serviço eficiente e bacana, além de quartos espaçosos e com uma vista de tirar o fôlego).

Voltando ao tema principal, o nosso destino seria o Design District e Wynwood.

Fomos direto pro dito distrito do design. E olha, não sei se por causa do calor, ou das próprias lojas que estavam ou em reforma ou fechadas; achamos tudo muito bem mais ou menos.

Talvez funcione pros moradores, mas pra turistas, sei não!

Em compensação, Wynwood é puro encantamento.

Imagine quarteirões com grafites originais e de altíssima qualidade.

É praticamente um museu a céu aberto.

Pra variar, vale mais um fotoblog:

E quando vimos o Wynwood Kitchen & Bar, foi amor a primeira vista.

Começa que todos os muros altos do lugar são grafitados por artistas do mundo inteiro.

Pode incluir osgemeos aí.

O conjunto todo transforma o que teria tudo pra ser um lugar inóspito, uma maravilha cênica.

E claro que aproveitamos pra almoçar no restaurante que é porraloca, mas com uma comida fantástica.

O menu todo foi pensado pra se tapear.

E nós entramos de cabeça (e estômago) na brincadeira. Pedimos 4 tapas:

Caprese mexicana,…

Pico de Galo, …

Empanadas de Frijoles

… e scallops (mais conhecidos como vieiras) fresquíssimos com  polenta e tomates.

Absolutamente deliciosos e por incrível que pareça, com tamanhos perfeitos pra pessoas normais comerem.

Como o calor lá fora era senegalesco, pedimos um sangria de vinho branco pra nos refrescarmos.

Este é um lugar pra se ir várias vezes.

Voltamos ao hotel pra dar uma descansada e fazermos umas comprinhas. Arriscamos ir até a região da Collins Ave, mas aonde que achávamos vagas pra estacionar?

Aí tivemos a magnífica idéia de ir até downtown no Bayside Marketplace. Pra que?

Estava muito quente, o  lugar é um tanto quanto bagunçado (vale a vista da água) …

… e o mais bacana foi ver a AmericanAirlines Arena, palco do título dos Heats na NBA.

Já estávamos pensando em abortar qualquer tipo de comércio, quando passamos novamente na Collins e quase que por milagre (podemos comparar com o episódio da abertura do Mar Vermelho), uma vaga surgiu.

E bem ao lado da Armani Exchange.

Pronto! A diversão foi garantida (e a economia também). Complementamos com uma passada na Diesel e corremos pro hotel, pois tínhamos uma reserva pra jantar no Design District.

E justamente no Michaels Genuine Food&Drink.

Este é mais um restaurante cool (todo escuro, com gente bonita e tocando jazz) e com um princípio bem bacana: só trabalha com mercadorias frescas e de procedência. Ele tem um esquema muito interessante: oferece entradinhas pequenas, pratos de tamanho médio (pra pessoas normais, como nós) e outros bem grandes (pros fominhas de plantão).

É claro que escolhemos duas entradinhas, uma salada de verdes da casa pra Dé …

… e uma salada de farro, pra mim …

… além de uma burrata com vários tipos de tomates com gostos e cores muito diferentes e, adivinhem, um polvo assado acompanhado de tomates assados, feijão branco, azeitonas e rúcula. Mais mediterrâneo, impossível.

Taí mais um restaurante pra chamar de seu.

Sabe que depois de comer bem deste jeito, até o Design District ficou mais atraente?

Dali pra frente, retornamos ao hotel com a companhia de uma das coisas mais encantadoras que existem em Miami: o skyline colorido e hipnótico.

Até.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.

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dcpv – dobradinha ítalo-peruana: Killa e Pomodori.

05  e 06/04/12

Dobradinha ítalo-peruana: Killa e Pomodori.

A Drix estaria em SP, depois de um tour uruguaio. Os Loguercio, também, pra passar a Páscoa. E nós, no embalo, demos uma escapada da grande FV.

Tudo isso pra fazermos uma pré-convenção do ISB brasiliense (uma pena a Sueli e o Jorge não estarem por aqui).
Com a Drix, todos fomos conhecer o restaurante Killa, um peruano (a culinária preferida dela, não sei por qual motivo? rs) que fica em Perdizes, totalmente deslocado do eixo dito gastronômico da cidade.

As famílias compareceram em peso (Guilheme, Gustavo e a Re também estavam) para recepcionar a mineirinha.
O Killa é bem pequeno. E aparentou ser muito autêntico, já que do cardápio constavam muitas receitas típicas peruanas.

Iniciamos os trabalhos gerando uma pequena confusão na casa: pedimos um cleriquot, que constava tanto do menu real como da internet, e o garçom nos disse que não sabia e nem tinha idéia do seria. Fiquei na dúvida e insisti um pouco, até que o outro garçom apareceu e disse que o barman faria a tal “sangria branca”, com uma cava.

Pedimos algumas entradas pra “entrarmos” no clima: papas a la huancaina (batatas cozidas servidas com salsa de aji amarelo), …

mini-causas de camarões, …

mini-causas ahumadas de salmão (causas, apesar do sócio-especialista, são bolinhos de batata recheados das mais variadas formas) …

… e ele, o pulpo crocante (flambado em pisco).

Tudo bem bom e reconfortante, além do piruá viciante que foi oferecido como snack.

Como principais, fizemos uma blitz no menu: foram 3 lomos saltados (um pra Drix, outro pro Gustavo e um, só carne e batata, pra Re), …

… um Tacu Tacu pra Lourdes (um pescado de peixe branco empanado em panko com feijão branco e bananas salteadas), …

… um Buenazo e pesto pro Guilherme (um filé de salmão acompanhado de espaguete e pesto de huacatay), …

… um de la patada, uma grande novidade pro sócio (magret de pato fatiado com salsa teryaki e tabule de quinua) …

… e uma chaufa pulenta pra nós, um prato derivado da influência chinesa no Peru. É uma comida a base de arroz salteado com camarão, lula e mexilhão, além dum curioso  tempero a base de kimchi, uma conserva coreana de acelga.

Pedimos uma recarga no cleriquot e enquanto isso, pensávamos nas sobremesas.

A maioria estava suspirando pelos homônimos limenhos. Foi aí que o garçom nos disse que eles tinham terminado, já que ” a saída tinha sido grande”. Resultado? Tivemos que nos contentar com pancakes rellenas (panqueca de maçã com doce de leite e sorvete de creme) …

… e dulces de Cecília (uma fraquinha degustação de supostos doces típicos limenhos).

Corta pra outra noite. O nosso grupo estava desfalcado da Drix (voltou pra BH) e da Re (estava com saudades da grande FV).

Resolvemos, de comum acordo, experimentar a comida do Pomodori, sobre a nova gestão do Diogo Silveira.

Fomos ao lugar certo; um italiano da gema. O salão é muito confortável e aconchegante.

Como era o jantar da sexta-feira Santa e todos tínhamos nos empanturrado de bacalhau, optamos por tomar um vinhozinho, comer uma “bella pasta” e conversar.

Quanto ao vinho, resolvemos tomar um Pinot Nero St Michael-Eppan, incrivelmente italiano e mais Pinot Noir, impossível.

Quanto as massas, o Gustavo escolheu Ravioli de cebola caramelada com fonduta de Grana Padano.

Já o Guilherme, disse que ia esconder de todos qual seria o seu prato. E conseguiu, porque eu não me lembro. (Lourdes?? A Lourdes já informou nos comentários abaixo que eram ótimos Ravioli ao molho bisque de lagosta e camarão. 🙂

A Lourdes foi de Ravioli cremoso de nata ao perfume de limão siciliano.

O Eymard bypassou o pato e optou por um frugal Gnocchi de batata ao molho de tomate italiano e pecorino trufado.

A Dé escolheu Trofie com pesto Genovês ao pomodoro e ricota de búfala.

Eu, Pici integral (estou na fase naturalista. rs) com cogumelos silvestres defumados na lenha.

Todas as massas estavam deliciosas e al dente, como manda o regulamento.
Ainda experimentamos sobremesas e num esquema maluco: foram 2 Tiramisus (um pro Gullhereme e um pra mim e pra Dé), …

… uma torta quente de banana com farofa de amendoas e sorvete de baunilha pro Gustavo, …

… um Merengue italiano, com frutas do bosque e sorvete de mascarpone pra Lourdes …

… e uma colher pro Eymard, que pitacou (afinal de contas, ele é o presidente) em todos os doces.

Tomamos uns cafés, planejamos os próximos passos franceses, comemos uns biscotti e aproveitamos pra marcar um “vapt-vupt” até a Reims paulistana.

Mas isto foi assunto prum outro post.

Au revoir.

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