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dcpv – day fifteen – usa – seattle – em busca das folhas de outono perfeitas!

27/11/2019 (vivido coloridamente em 03/11/2018)

Day fifteen – USA – SeattleEm busca das folhas de outono perfeitas!

Hoje seria o nosso último dia em Seattle.

E teoricamente o último numa cidade é perdido, certo? Na na ni na ná.

Como o voo seria a noite, optamos por aproveitar o máximo possível.

Já que o dia estava lindo, resolvemos conhecer um montão de parques …

… e procurar as “autumn falls” imperdíveis.

Pra isso, seguimos as dicas da Flávia, a nossa guia no belíssimo passeio de ontem.

Tomamos o nosso café da manhã num Starbucks Reserve…

…(vc já viu ou ouviu falar desta maravilha?) …

… próxima do hotel.

Capuccinos e sandubas especiais formaram o nosso menu.

Pegamos a nossa máquina …

… e zarpamos pra primeira parada.

Kubota Garden é uma belezura.

Apesar do tempo ainda estar um pouco encoberto …

… vimos lugares especiais …

… como um jardim japonês lindíssimo …

… e o que seriam indícios de intensas folhagens de outono.

Demos uma boa volta …

… e seguimos pro Gene Coulon Memorial Park.

A chegada lá é …

… absolutamente triunfal.

A quantidade de árvores (atenção: estas fotos são reais e não espelhadas!) …

… com tom avermelhado …

… te fazem pensar …

… em como a natureza é bela.

Belíssima!

Confesso que ficamos passeando …

… a esmo …

… onde as árvores pareciam ser estrelas de Hollywood.

Que espetáculo!

Continuamos o nosso devaneio.

Próxima parada?

Arboretum Park …

… onde fica outro Jardim Japonês.

Normalmente, os jardins japoneses são insuperáveis.

Mas este passou da medida.

Ele é simplesmente lindo …

… e cada ângulo da sua visão …

… forma uma imagem inesquecível.

Este vale o mini fotoblog.

Maravilhados com tudo…

… resolvemos dar uma refrescada …

… e visitar uma vinícola em Wodenwood.

Chateau Ste Michelle é um daqueles  lugares …

… perfeitos.

A mansão, …

… o tour …

… (grátis e com 3 tastings) …

… te deixam de boca (literalmente) aberta.

Tudo é muito bacana …

… e a qualidade dos vinhos é marcante.

É claro que o tour acaba numa lojinha, …

… na verdade, uma lojona moderna e arrebatadora …

… onde nos obrigamos a comprar vinhos …

… que não encontramos por aqui na nossa terrinha.

Uau, que lugar!

De lá, fomos para o Volunteer Park.

Ao chegarmos, encontramos uma daquelas estufas …

… com muitas plantas diferentes …

… e uma lojinha simpática.

Mais um pouco pra frente, chegamos na “rosquinha”.

É através dela que se consegue uma foto clássica da Space Needle.

Tudo bem que ela fica pequenininha, mas é bem legal.

O tour continuou.

Baixamos no Gas Works Park.

A chegada é muito simpática.

Na verdade, é avassaladora.

Assim como a visão do parque.

Ele é quase que uma mistura de Mad Max …

… com a beleza das folhas de outono.

É uma “Autumn Fall” quase que enferrujada!

E a visão que se tem tanto da instalação …

… como do skyline da cidade é espetacular.

Lindo …

… e você chega a pensar quem foi o maluco-beleza …

… que idealizou isto tudo?

Que grande ideia!

Como despedida, fomos mais uma vez, …

… a terceira, na Starbucks Roastery Reserve.

Este lugar é realmente demais.

Ouso dizer que é quase uma Eataly, das iniciais.

Comemos focaccias, sandubas de mortadela italiana …

… e levamos um pacote de scchiacciata pra casa …

… além de tomarmos ótimos Aperol Spritz. Enfim, o sol brilhou pra nós, os Luz.

A princípio, demos uma abortada na última parada.

O tempo urgia e tínhamos que arrumar as malas.

Mas a vista da Space Needle da janela do nosso quarto …

… nos estimulou a ir até ela.

E apesar de perdermos o por do sol …

… chegamos no Olympic Sculpture Park na hora certa.

O Astro Rei já tinha se posto …

… mas a luz crepuscular deixava tudo de um jeito diferente.

E de uma maneira …

…  absolutamente sedutora.

Tiramos zilhões de fotos …

… deste pós por do sol incrível.

Foi o que podemos chamar …

… de uma magnífica despedida …

… de uma esplendorosa cidade que é Seattle.

Só nos restou ir pro aeroporto …

… e pensar como foi legal escolher Seattle como um lugar a conhecer.

Prazer, Seattle!

Hasta la vista, baby.

See U.

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.
day Seven – Canadá – Vancouver – Sea to sky sobre rodas e que rodas!
dia Eight – Canadá – Vancouver – Sea to Sky, ô nominho verdadeiro e bonito!
day Nine – Canadá/USA – Vancouver/Seattle – Atravessando a fronteira num boa e legalmente.
day Ten – USA – Seattle – Conhecendo a fundo a exuberancia da Bainbridge Island.
day Eleven – USA – Seattle, a terra dos Seahawks.
day Twelve – USA – Seattle – Boeing e Starbucks Roastery Reserve: o dia das grandes descobertas.
day Thirteen – USA – Seattle – Dia tecnológico: MoPop, Miicrosoft e os Gates.
day Fourteen – USA – Sseattle – Um grande passeio guiado pela cidade incluindo o incrível museu do vidro.

.

 

 

dcpv – day fourteen – usa – seattle – um grande passeio guiado pela cidade, incluindo o incrível museu do vidro.

09/11/2019 (vivido em 02/11/2018)

Day fourteen – USA – SeattleUm grande passeio guiado pela cidade, incluindo o incrível museu do vidro.

Normalmente, deixo este tipo de passeio, o city tour, pro início do ciclo de cada uma das cidades da viagem.

Afinal de contas, tinha entrado em contato com a Flávia e a Mila (do blog Milla em Seattle) e marcamos o tour pra sábado.

Como apareceu o passeio a Bainbridge Island de última hora …

… e ele só seria feito neste dia, …

… adiamos os nossos pra segunda e terça de manhã.

Como o tempo não estaria bom (Seattle sendo Seattle) …

… optamos por transferir pra quarta, o dia inteiro.

E esta decisão foi sábia.

Acordamos cedo, …

… tomamos o nossa café da manhã no próprio quarto …

… e rumamos pra Space Needle.

Lá encontraríamos a Flávia.

E foi o que aconteceu.

A primeira experiência seria conhecer o Chihuly Garden and Glass.

Confesso que ja tinha pesquisado e achado interessante, …

… mas esse foi um caso em que as expectativas foram totalmente ultrapassadas.

Toda a obra do Edward (belo nome!) Chihuly é absolutamente espetacular.

Por causa de um evento no museu, …

… acabamos tendo que explorar primeiro a lojinha …

… em vez de adentrarmos logo.

E apesar dela não ter muita coisa interessante, …

… serviu pra termos o primeiro contato com a sua obra.

Agora, quando você vê as primeiras ao vivo …

… não tem como o teu queixo não ficar caído.

É de embasbacar.

Toda a produção, …

… a cenografia, a riqueza dos detalhes …

… te deixam em estado de graça.

Segue o obrigatório fotoblog desta imperdível visita (note que as obras são grandes, muito mais altas do que um homem).

Terminamos observando toda a parte externa …

… que também é espetacular …

… e nos proporcionou visões incríveis, …

… ainda mais com a adesão da Space Needle.

E foi justamente pra ela que nos deslocamos.

Subiríamos nela através de seus elevadores ultra-rápidos …

… e logo teríamos uma das mais belas vistas de Seattle.

O último andar dela é bastante convencional….

… e realmente te permite …

… ter vistas de 360° de tudo.

Já o penúltimo é o mais bacana, …

.. pois ele é giratório e melhor, …

… tem o piso de vidro.

Dá pra imaginar as incríveis visões que tivemos?

De lá dá pra observar o Museu Chihuly …

… e toda a planta do MoPop …

… que o gênio Frank Ghery criou.

Olhamos pra tudo o que é lugar, …

… pegamos algumas boas dicas com a Flávia …

… e descemos, …

… sempre com o melhor ângulo do museu.

Pegamos o trenzinho …

… pra nos deslocarmos pro centro da cidade.

Esta viagem também é muito divertida, …

… e inclusive, ele passa dentro do MoPop.

Descemos em downtown, …

… demos uma circulada …

… e fomos conhecer o conglomerado da Amazon.

O prédio de administração é notável e as Spheres são encantadoras.

Imagine um prédio em que a característica dele …

… é ser um lugar de relaxamento mental para os funcionários da Amazon…

… e tem internamente uma vegetação exuberante?

Uma pena que não se pode visitar internamente.

Com perdão do trocadilho, é amazing!

Já na Amazon Go claro que é possivel entrar! :).

Pra quem não sabe, ele é um minimercado, todo automatizado, …

… onde a entrada se dá através do celular (com o app da Amazon Go instalado) …

… pega-se as mercadorias e vai embora.

Simples, sem operadora de caixa, nem nada.

Você simplesmente pega a mercadoria e vai embora.

Alguns minutos depois recebe a mensagem deles explicitando o que gastou. Genial!

De lá, fomos para o icônico Pike Place Market.

Antes de conhecer o mercado mais antigo dos USA, …

… almoçamos frugalmente na hamburgueria do chef Tom Davis …

… e fomos realmente visitar o mercado municipal.

Que beleza!

Vimos a famosa dança dos peixes …

… frutas e verduras de primeira linha, …

… flores no mesmo patamar …

… além de vários produtos DOCG.

Experimentamos muitas coisas …

… e caminhamos para o Pier …

… onde faríamos um breve passeio de barco.

O destino seria West Seattle …

… e com a única missão de …

…ter a melhor visão do skyline da cidade, …

… que é tido como um dos mais bonitos do mundo.

Isto é a mais absoluta verdade.

Tivemos a possibilidade de …

… ver vários ângulos da cidade, …

… seja na ida …

… ou na volta.

Foi incrível.

Caminhamos de volta pro Pike Place Market …

… onde seria o término do tour.

Ainda demos uma breve parada numa cervejaria pra dar uma abastecida.

Retornamos, …

… nos despedimos da Flávia, …

… agradecemos pelos grandes momentos que tivemos …

… e retornamos a pé pro hotel.

Ufa, foram mais de 20000 passos …

… do mais puro prazer.

E por falar nele, …

… retornamos à nossa queridinha, a Starbucks Roastery Reserve …

… só pra curtir o seu eficiente visual, …

… tomar umas tacinhas dum Pinot Grigio italiano …

… e comer um pedaço duma focaccia muito boa …

… e uma schiacciata espetacular.

É, o dia foi todo bom demais.

E vimos mais ainda, …

… que Seattle  é uma daquelas jóias que …

… não podemos esquecer no porta-joias.

See U.

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.
day Seven – Canadá – Vancouver – Sea to sky sobre rodas e que rodas!
dia Eight – Canadá – Vancouver – Sea to Sky, ô nominho verdadeiro e bonito!
day Nine – Canadá/USA – Vancouver/Seattle – Atravessando a fronteira num boa e legalmente.
day Ten – USA – Seattle – Conhecendo a fundo a exuberancia da Bainbridge Island.
day Eleven – USA – Seattle, a terra dos Seahawks.
day Twelve – USA – Seattle – Boeing e Starbucks Roastery Reserve: o dia das grandes descobertas.
day Thirteen – USA – Seattle – Dia tecnológico: MoPop, Miicrosoft e os Gates.

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dcpv – day thirteen – usa – seattle – dia tecnológico: mopop, microsoft e os gates.

07/11/2019 (vivido em 01/11/2018)

Day thirteen – USA – SeattleDia tecnológico: MoPop, Microsoft e os Gates.

E não é que o tempo prometia melhorar?

A previsão, que é infalível, previa.

E nós acreditamos.

Tanto que fizemos um programa respeitando as variações climáticas.

Iniciamos o dia tomando um lauto café da manhã …

… numa loja em frente ao hotel.

Voltamos pro hotel, pegamos a máquina …

… e zarpamos pra conhecer o MoPop.

Que é o museu de cultura pop.

E que espetáculo!

Começa que a arquitetura dele é simplesmente maravilhosa (é de verdade, pessoal!).

Mais um trabalho do genial Frank Gehry …

… que sempre parece fazer mais do mesmo …

… mas sempre faz o mesmo do mais.

É incrível como você consegue se maravilhar com as curvas das suas obras de arte.

E neste caso, a parte interna harmoniza completamente com o formato externo.

Este museu nasceu da ideia do Paul Allen …

… sócio do Bill Gates na Microsoft.

E ele divulga todas as artes pops possíveis, especialmente o rock.

Logo na entrada, a escultura formada por guitarras e violões …

… impressiona demais!

Dali você sobe prum estúdio onde experimenta tocar muitos instrumentos, tais como bateria, …

… teclado, …

… pedais e até cantar.

Adivinha se eu e a Dé não fizemos um tremendo dueto?

E melhor, cantando “Não se Vá”, no melhor estilo Jane&Herondy (hahaha).

Em seguida, vimos a exposição especial da Marvel.

Caramba!

Tudo foi feito duma forma muito didática …

… e especialmente cenográfica …

… onde todos os super-heróis estão à disposição …

… pra tirarmos fotos …

… interessantes e engraçadas.

Esta vale o mini fotoblog.

Seguimos pra mostra do Nirvana, …

… que é um ícone seattliete.

Ver memorabilias do Kurt Kobain, do Kris Novoselic …

… e do Dave Grohl foi demais.

Muitos documentos foram mostrados e te deixam com aquela sensação do que teria acontecido se o Kurt ainda estivesse vivo?

Como não lembrar daquele álbum ao vivo e acústico, além da emoção de ver a foto original da capa do Never Mind (valeu, Ricardo)?

De lá, fomos pra expo de outro ícone seattliete.

Pearl Jam …

… com o seu condutor, Eddie Webber.

Mais uma mostra imperdível e com uma cenografia fantástica, …

… além de vários pontos pra ouvir todos os hits destes caras.

Como não se emocionar, ouvindo Stay Alive ao vivo …

… vendo a reprodução do estúdio onde ela foi gravada?

E como é que eu saberia que o Eddie tem uma letra tão bonita?

Continuamos pela música e por mais um fora de série que nasceu em Seattle.

…  Jimi Hendrix.

A sua mostra é bem concisa, mas interessante.

Além de que ouvir o grande mestre das guitarras …

… é sempre um prazer.

Ainda vimos um Hall de Fama …

… que mais mostrava memorabilia …

… dos grandes sucessos do cinema, …

,.. além de uma mostra sobre filmes fantásticos …

… e outra sobre ficção científica.

Ufa!

Conseguimos terminar este prazer imenso que foi visitar o MoPop …

… e acreditamos que você não tem como gostar de coisa pops, especialmente música …

… e não se emocionar ao ver tanta coisa bacana junto.

Sem contar que ao sair, …

… se continua admirando …

… aquelas curvas perfeitas boladas pelo Frank Gehry.

Ainda demos uma boa observada na parte externa, …

… onde existe um parque infantil …

… muito interessante.

Saímos do MoPop com fome …

… e como já tínhamos reservado, …

… fomos direto pro Cutters CrabHouse …

… onde comeríamos as famosas “mangrove chicken”, ou seja, caranguejos.

E apesar de diferentes dos nossos, …

… eles são muito saborosos.

Ficamos um tempão apreciando …

… e nos divertimos muito.

Pra aproveitar o dia, …

… que estava espetacular …

… e dar um toque mais tecnológico a tudo, …

… optamos por conhecer a Fundação Melinda&Bill Gates.

Sim, os milionários têm uma fundação que cuida pra deixar o mundo muito melhor …

,.. usando os bilhões que o casal amealhou com a sua empresa.

Muito bacana esta atitude.

O passeio é gratuito …

… e lá, você fica sabendo …

,.. tudo o que eles andam fazendo pra cumprir com a sua promessa.

É muito inspirador.

E já que estávamos falando do Bill, …

,.. fomos visitar a empresa dele, a Microsoft.

Lá eles têm uma parte somente para os escritórios, …

… e outra, reservada para visitantes.

E melhor, de graça.

Você fica uptodate com todas as novas tecnologias …

… e participa de algumas brincadeiras …

… muito interessantes.

Tais como, saber qual seria a sua idade a partir duma foto (gostei do resultado), …

… até a se informar sobre qual raça de cachorro você hipoteticamente seria (a minha não resultou em vira-lata)..

Engraçado, não? (eles acertaram a idade da Dé!)

A lojinha da Microsoft é bem bacana …

… e dificilmente você sairá sem chumbo de lá.

Como estava sol e o parque era no caminho, …

… aproveitamos pra passar no Kerry Park …

… e ter uma das mais belas visões …

… do belíssimo skyline de Seattle.

É claro que tiramos a famosa foto da Space Needle …

… focalizada bem no meio da obra de arte.

Mas, como percebemos que o sol se poria um pouco mais pra frente, …

… fomos até lá …

… e vimos um daqueles inesquecíveis.

Toda a paisagem ajudava, mas o conjunto era harmonioso demais.

Pronto, com o dia praticamente acabado, só nos restava jantar bem.

E aí pensamos: porque não repetir a nossa magnífica visita à especial Starbucks Roastery Reserve?

Cancelei a reserva no restô Terrabrava feita pelo OT …

,.. e fomos pra Roastery.

Que espetáculo!

Tomamos dois expressos curtos, …

,.. coisa raríssima de se ver por aqui …

… e fomos comprar algumas coisinhas na espetacular loja.

Depois disso, fizemos a nossa refeição noturna.

Salada Caprese pra Dé, …

… uma pizza ao taglio pra mim, …

… e duas taças dum buoníssimo bianco Antinori.

Perfeito!

Enfim, voltamos pro hotel …

… e conversamos sobre como Seattle entrou pela porta da frente nas nossas vidas.

Certamente podemos colocar 4 dos passeios desta viagem entre os dez melhores que já fizemos: o da Boeing, o da Bainbridge Island, o do MoPop e o da Microsoft.

Ah, esqueci do Starbucks Reserve que é simplesmente imperdível.

Hey I, oh, I’m still alive!

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.
day Seven – Canadá – Vancouver – Sea to sky sobre rodas e que rodas!
dia Eight – Canadá – Vancouver – Sea to Sky, ô nominho verdadeiro e bonito!
day Nine – Canadá/USA – Vancouver/Seattle – Atravessando a fronteira num boa e legalmente.
day Ten – USA – Seattle – Conhecendo a fundo a exuberancia da Bainbridge Island.
day Eleven – USA – Seattle, a terra dos Seahawks.
day Twelve – USA – Seattle – Boeing e Starbucks Roastery Reserve: o dia das grandes descobertas.

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dcpv – day twelve – usa – seattle – boeing e starbucks roastery reserve: o dia das grandes descobertas.

05/11/2019 (muito bem vivido em 31/10/2018)

Day twelve – USA – SeattleBoeing e Starbucks Roastery Reserve: o dia das grandes descobertas.

Pra variar, o dia amanheceu chuvoso.

É claro que em Seattle, agimos como os seattlietes.

Ou seja, encaramos a chuva numa boa.

Tomamos uma café bem básico no Whole Foods que fica perto do hotel …

… e zarpamos pra fábrica da Boeing, …

… pois tínhamos um tour agendado.

Chegamos no horário (reserve o seu ticket pelo site) …

… e logo estávamos na fila para o início.

Preciso, como se espera de alguma coisa feita pela Boeing.

Tudo é muito grande e opulento.

Afinal de contas, ver como são montadas as grandes aeronaves que viajamos, …

… tem que ter alguma coisa de instigante, né?

O único problema é que as fotos são terminantemente proibidas.

Encontrei algumas pela internet e as usarei para ilustrar tudo.

Iniciamos com um bom filme de 15 minutos explicando a filosofia desta grande companhia.

Logo após, nos dirigimos ao ônibus que nos levaria aos galpões.

Passamos pela pista do aeroporto, onde vimos um montão de aviões que estavam prontos para serem entregues.

Descemos e observamos o óbvio: os galpões são imensos.

Coisa do tamanho de um montão de campos de futebol americano.

A primeira linha de montagem que vimos foi a dos 747.

Pessoal, vocês não tem noção do tamanho que a coisa é. É imenso mesmo.

Imaginem dez Boeings 747 sendo montados ao mesmo tempo?

Continuamos andando pelos galpões intermináveis …

… e chegamos a montagem dos modernos 787.

Que espetáculo! Tudo perfeito e muito harmonioso.

Tanto que parecia que estavam fazendo uma lasanha, tamanha a naturalidade.

Ficamos um bom tempo vendo tudo …

… e depois, encerramos o tour …

… verificando como são feitos os 777.

Maravilhosos e imensos, tudo te encanta.

Uma pena mesmo não podermos tirar fotos!

Encerramos o tour com o ponto final sendo na lojinha.

Lojinha? Podemos chamar de qualquer nome, menos de lojinha.

Ela tem tudo o que você espera após uma visita à fabrica da Boeing e melhor, com produtos excelentes e muito baratos.

Aproveitamos a proximidade (a Boeing fica a meia hora de Seattle) e fomos ao Premium Outlets Seattle.

Não sei se é cisma nossa, mas parece que os donos das lojas destes outlets nos dão sempre a impressão que querem nos chamar de trouxas.

Afinal de contas, muitas lojas praticam preços normais e outras colocam verdadeiras porcarias pra vender.

Não compramos nada e saímos com a imagem de que o conto é aplicado diuturnamente nestes estabelecimentos, …

… mas pelo menos comemos algumas coisinhas na Panera Bread.

Voltamos rapidamente …

… e debaixo de chuva, pro hotel …

… e já saímos.

Destino? Museu do Pinball, que pareceu ser outra grande roubada.

Aparentemente é um lugar com um montão de máquinas de fliperama e outro montão de pessoas fumando desbragadamente.

Ou seja, pouco interessante pra nós.

Sumimos de lá e demos uma passada na loja oficial dos Seahawks, …

… pra trocar algumas coisas que compramos erradamente no jogo de ontem.

Deu tudo certo e desta vez escolhemos coisas bacanas e melhor, que cabiam em mim! Hahaha

Prontos pra terminar o dia de uma maneira estranha, …

… optamos por conhecer a loja conceito da Starbucks, a Roastery Reserve.

E a surpresa foi enorme.

O lugar é simplesmente espetacular.

A arquitetura é surpreendente …

… e todo o ambiente te envolve.

Pra começar, fizeram uma associação com a padaria Princi, oriunda de Milão.

Ou seja, os pães são italianos e verdadeiramente especiais.

Quanto aos cafés, tem grãos do mundo todo …

… e que são torrados lá mesmo …

… numa máquina enorme …

… e com um visual maravilhoso.

Todos os balcões são incríveis …

… e eles, inclusive, …

… oferecem voos com varios tipos de café pra você degustar.

Ah, eu não falei dos produtos que eles vendem?

Tudo de primeira linha e com design modernoso.

Só tivemos tempo de tomar dois cafés especiais …

… e comer um sanduba de mortadela num pão italiano com pistache.

E certamente ficarmos contentes por termos mais 3 dias aqui em Seattle …

… e a possibilidade de retornarmos.

Certamente voltaremos.

Mais uma corridinha e estávamos prontos pra jantar.

E ele aconteceria no Purple Cafe, …

… uma dica certeira dos amigos Madá e Álvaro.

O restaurante é bastante cool, tem uma adega maravilhosa…

… e uma comida sensacional.

Iniciamos os trabalhos com duas flutes dum ótimo Champagne francês.

A Dé escolheu um salmão com couscous marroquino.

Eu, um brodo temperadíssimo com frutos do mar (salmão, halibute, mariscos, vôngoles).

Tudo muito bom e certamente a chave de ouro pro que podemos considerar mais um dos melhores dias da nossa viagem.

A conclusão é que a Boeing é a Starbucks Roastery Reserve dos fabricantes de avião …

… e que a Starbucks Roastery Reserve é a Boeing das novas experiências com café.

Logro ver Starbucks Roastery Reserve no Brasil brevemente …

… já que dificilmente teremos uma fábrica da Boeing por aqui. 😀

Hasta.

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.
day Seven – Canadá – Vancouver – Sea to sky sobre rodas e que rodas!
dia Eight – Canadá – Vancouver – Sea to Sky, ô nominho verdadeiro e bonito!
day Nine – Canadá/USA – Vancouver/Seattle – Atravessando a fronteira num boa e legalmente.
day Ten – USA – Seattle – Conhecendo a fundo a exuberancia da Bainbridge Island.
day Eleven – USA – Seattle, a terra dos Seahawks.

dcpv – day eleven – usa – seattle – a terra dos seahawks.

03/11/2019 (vivido em 30/10/2018)

Day eleven –  USA – Seattle, a terra dos Seahawks.

E não é que hoje seria o dia de vermos o jogo dos Seahawks, …

… que, por sinal, é o time queridinho da Dé.

Pra variar, …

… aqui em Seattle, …

… o dia amanheceu broncolhão e com previsão de chuva.

Aproveitamos pra dar uma volta pela região do hotel.

Puro reconhecimento.

Tomamos um ótimo café da manhã num dos n Starbucks da cidade …

… e fomos até a região comercial…

… dar uma boa olhada nas lojas que visitaremos brevemente.

Tudo bem que andamos debaixo de chuva, …

… mas considerando que a expectativa aqui em Seattle …

… é encontrar chuva, …

… fomos muito bem sucedidos. Hahaha.

Voltamos rapidamente pro hotel, …

… porque queríamos não atrasar pra chegar no jogo.

Não é todo dia que se vê um jogaço como o de hoje.

Afinal de contas, o Seahawks (2×2) encontraria o surpreendente LA Rams (4×0).

Fomos com quase uma hora de antecipação com a esperança de ver o espetáculo completo, hino nacional americano incluso.

Que ilusão!

Compramos tickets pro estacionamento principal e confiamos no sistema. Tudo daria certo.

Só que não!

Ficamos mais de uma hora presos num congestionamento próximo do estádio …

… e tivemos que nos contentar em chegar quando o jogo já tinha começado.

Mas foi muito empolgante.

Primeiro, que o estádio é emocionante.

Ainda mais completamente lotado.

Segundo, que o jogo foi mesmo empolgante.

Foi um tal de um time descer e fazer um touch down …

… e o outro fazer a mesma coisa.

O resultado até que não importou muito, …

… mas, de qualquer forma, ver o Russel Wilson de pertinho foi demais.

E por último, a torcida do Seahawks foi duca.

Já tínhamos ouvido pela tv o volume de barulho que eles fazem, …

… mas não imaginávamos o quão alto seria.

Olha, ao vivo é totalmente ensurdecedor.

E contagiante (até os Gaviões compareceram).

Quanto mais se ouve gritos, mais se tem vontade de gritar.

Além de que o espetáculo todo ē inigualável, lugares marcados e respeitados, …

… comida e bebida em profusão …

… e lojinhas transadas com mercadorias exclusivas dos times.

Enfim, foi um programa completo …

… e memorável.

A saída do parking também foi enrolada, …

… mas nos divertimos tanto, …

… que curtimos até esse “defeito”!

Retornamos ao hotel e tínhamos que jantar.

Pra simplificar, resolvemos comer uma pizza.

E fomos na Tutto Bella, que fica bem ao lado.

Pedimos uma margherita especial e pudemos confirmar que o slogan deles, a “vero pizza italiana” é mesmo verdadeiro.

Sim. aquela torre totalmente com fog é a Space Needle.

Quanto ao jogo da NFL, certamente voltaremos!

D-fence, d-fence!

See U!

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.
day Seven – Canadá – Vancouver – Sea to sky sobre rodas e que rodas!
dia Eight – Canadá – Vancouver – Sea to Sky, ô nominho verdadeiro e bonito!
day Nine – Canadá/USA – Vancouver/Seattle – Atravessando a fronteira num boa e legalmente.
day Ten – USA – Seattle – Conhecendo a fundo a exuberancia da Bainbridge Island.

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dcpv – day ten – usa – seattle – conhecendo a fundo a exuberância da bainbridge island.

31/10/2019 (vivido em 26/10/2018)

Day ten – USA – Seattle – Conhecendo a fundo a exuberância da Bainbridge Island.

Chegamos em Seattle ontem.

O normal seria fazermos um city tour pra conhecer e nos situar na cidade. Seria!

Acontece que descobri o AirBnB Experiences.

Lá são oferecidos vários tours e me interessei pelo História e Vinho de Bainbridge Island.

E o único dia que seria oferecido era no sábado.

Fechei e passei o nosso city tour pra segunda.

Mas isto é outra história.

Hoje, acordamos, tomamos um café básico no hotel

… e as 9:00 hs, lá estava o Daniel, o nosso guia, nos esperando.

Entramos na van dele, buscamos mais um casal que também participaria da experiência …

… e zarpamos, literalmente, pro ferry …

… que faria a travessia entre Seattle e Bainbridge Island.

Tudo é muito pitoresco.

Aproveitamos pra dar uma volta pelo convés …

… e curtir as paisagens …

… que surgiam.

Tudo bem que estava frio, …

… e um pouco nublado, …

… mas a natureza compensava.

Chegamos na ilha e o Daniel nos levou diretamente pra Bloedel Reserve.

Ela é uma reserva florestal, …

… onde os milionários Prentice e Virgina Bloedel viviam, …

… e foi transformada numa fundação.

O lugar todo é de uma beleza indescritível.

Cheio de jardins temáticos …

… e com uma mansão incrível dentro do terreno.

A caminhada (de uns 3 km) …

… é extremamente prazerosa.

Praticamente meditamos durante todo o percurso, …

… tamanha a beleza …

.. e a concentração que dispensamos a todo o entorno.

Neste caso, o mini fotoblog é mais do que obrigatório.

As passadas pelo jardim japonês …

… e pela piscina refletiva …

… são de uma beleza imensa.

Certamente foi o melhor reflexo na água …

… que vimos em todas as nossas vidas.

Passeamos mais um pouco, …

… aprendemos a esfregar uma folha duma planta especial na mão …

… e musgo numa outra, e sentir cheiro de chocolate branco com menta quando juntamos as duas!

Até fotos debaixo desta árvore nós tiramos.

Louve-se que o sol estava nos brindando com um espetáculo de luz …

… e a coisa toda aumentou numa exponencial beleza (sinta a nova eco logomarca do MacDonalds).

.

Enfim, a visita à Bloedel Reserve é imprescindível.

Resolvemos almoçar depois deste verdadeiro deleite.

E o almoço veio numa forma inusitada.

Faríamos um picnic à beira da praia.

O Daniel trouxe várias comidinhas …

… e enquanto ele preparava a nossa mesa ao ar livre, …

… aproveitamos pra nos sentir como verdadeiros americanos.

Sabe aqueles filmes que as pessoas estão na praia com frio e vestidas com blusas?

Foi o que fizemos e foi muito divertido, …

… além que o visual todo auxiliava demais.

Como a comida estava na mesa, …

… sentamos e apreciamos …

… a salada, o macarrão e o frango que o Daniel trouxe.

Tudo estava brilhante (menos este refrigerante que era bem ruinzinho!).

Saímos da praia diretamente para o Bainbridge Island Japanese American Memorial.

Ele foi construído em homenagem aos japoneses que foram obrigados a abandonar …

… as suas casas abruptamente (durante a Segunda Guerra) …

… somente por serem japoneses. Ridículo!

Mas os governantes americanos pediram perdão aos nipônicos…

… e construíram o memorial, …

… somente pra lembrar pra todos que este ato vexatório aconteceu …

…e que nunca mais acontecerá. Tocante!

Seguimos iniciando a visita às vinícolas.

Seriam 3 e a primeira, a Bainbridge Vineyards não decepcionou.

Eles fazem vinhos ali mesmo …

… e com propriedade.

Experimentamos 4 deles, …

… compramos alguns …

… e saímos pra próxima.

Foi quando vi um lugar que parecia uma plantação de abóboras.

Deixa eu fazer um parêntesis: com a aproximação do Halloween, …

… a maioria dos lugares estão enfeitados com abóboras …

… com os tamanhos e formas mais variáveis que você possa imaginar.

E o conjunto todo é harmonioso …

… e fotograficamente, único.

Adoramos conhecer a feira de abóboras, …

… tanto que até fotos inusitadas tiramos.

Continuamos nos dirigindo pra segunda vinícola.

Desta vez seria a Eleven.

Um lugar muito moderninho, …

.. com várias bicicletas penduradas na parede, …