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dcpv – dia osm – andando de segwen, ops, segway em praga.

04/06/2015
Dia osm – Andando de Segwen, ops, Segway em Praga.

Tão natural quanto andar muito e aproveitar a gastronomia do país que visitamos, fazer um passeio de Segway se tornou uma constante nas nossas viagens.

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E aqui não seria diferente.

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Iniciamos o dia com o tradicional e bom café da manhã do hotel.

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E as 9:00 em ponto estávamos na Prague Segway Tours.

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O que seria um tour aberto se transformou num privado, já que o grupo era somente eu e a Dé.

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Saímos dando um giro por Malá Strana e vendo (ou revendo) algumas coisas.

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O Muro do John Lennon, …

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… o gnomo junto com os cadeados no rio Cvertosa, …

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… os bebês do David Cerný.

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Atravessamos o rio Vltava e fomos para a área da Praça Venceslau, …

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… um lugar onde todos os grandes acontecimentos (guerras, nazismo, socialismo) da República Tcheca rolaram.

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Próxima parada: Prefeitura.

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É o local o de acontece tudo …

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… e onde fica a Igreja de Nossa Senhora depois de Tyn

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… e o relógio astronômico …

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… sendo que desta vez conseguimos vê-lo funcionando (estava perto das 10:00 hs).

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Continuamos por Josefov, o bairro Judeu

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… com suas memórias tristes do tempo do nazismo.

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Atravessamos novamente o Vlatava e aí começou o que seria um desfile de fotos da cidade.

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Uma mais bela do que a outra …

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… e com o destaque da Ponte Carlos ser mostrada em todos os seus ângulos .

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É claro que passamos no Castelo

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… e no Parque Petrín

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… com sua pífia pseudo Torre Eiffel …

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… mas o passeio e as paisagens foram sensacionais, …

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… com o detalhe que o guia acrescentou um monte de informações, a maioria curiosas, sobre todos os lugares.

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Retornamos ao Prague Segway Tours, que por sinal fica ao lado do hotel e estávamos pensando onde almoçar.

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E escolhemos o Cukrkávalimonáda.

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Como sempre, o nome é bem simples (!!!), se bem que em tcheco significa açúcar, café e limonada.

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O lugar é muito bonito e simpático.

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É ideal pra se ter uma refeição tranqüila e sem aqueles molhos pesadões encontrados por aqui em qualquer restaurante. Fomos bem frugais.

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Pedimos 2 taças de Prosecco, …

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… peito de frango grelhado com salada …

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… e Papardelle com molho de tomate rústico (uma delícia e bem apimentado).

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Como sobremesa, um perfeito cheesecake de morango.

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Aproveitamos que estávamos perto e fomos conhecer o Museu da KGB (dica do meu cunhado Marco).

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Se você gosta de espionagem, filmes de Guerra Fria e otras cositas mas, é um prato cheio.

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Ele não é bem um museu. São duas salas e um porão cheio de coisas usadas por agentes russos …

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… e a maioria delas com quase cem anos!

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É extremamente divertido (o guia é uma figuraça!) e vale a visita.

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Continuamos aproveitando a proximidade pra ver a Igreja e a imagem do Menino Jesus de Praga

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… que ainda contêm uma capela dedicada a Nossa Sra. Aparecida, a padroeira do Brasil. Curioso, né?

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Como a tarde estava eclética, aproveitamos a chance e fomos ao Museu Nacional da Música.

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O prédio é lindo …

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… e a quantidade de instrumentos antigos é inimaginável.

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Pianos, …

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… violinos …

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… e instrumentos de sopro. Estão lá às pencas.

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Como ainda tínhamos um tempinho, demos um pulo no Museu do Franz Kafka e apesar de não entrarmos nele, tiramos algumas fotos de mais uma obra provocativa do tcheco David Cerny.

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Neste caso, temos duas pessoas fazendo xixi num mapa da República Tcheca! rs

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Imagine o que esta obra não rendeu no período do socialismo.

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Na volta pro hotel, experimentamos mais um Trdlo, o doce típico tcheco que é um tubo oco, coberto com açúcar e canela, …

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… além de fazermos uma pequena happy hour.

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E não é que já era hora de jantar?

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Desta vez escolhemos um restaurante tradicional e muito próximo do nosso hotel. O U Maliru existe desde 1543…

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… e o seu menu foi baseado na cozinha do Renascimento do séc XVII.

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A decoração original é sensacional e você se sente realmente como se estivesse comendo num lugar muito antigo.

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O clima é incrível.

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A Dé não se deixou envolver muito e não estando com muita fome, pediu uma simples e saborosa sopa de rúcula.

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Eu, entusiasmado que sou, pedi um legítimo peito de frango assado com erva-doce e purê de batata- doce.

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Me senti como se estivéssemos vivendo há 400 anos atrás (ops!).

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Pedimos um vinho branco da Moravia, o Riesling Springer 2011 e aproveitamos a noite.

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Estávamos juntos com somente mais um casal no restaurante.

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Como sobremesa, topamos dividir um Creme Brulée de Açafrão.

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Conta paga, optamos por dar uma passada na Ponte Carlos, pra perceber o clima noturno dela.

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Dizem que ela é assombrada e que as estátuas dos santos conversam durante a noite.

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Sinceramente, não percebemos nada já que a multidão que se encontrava por lá não nos deixava escutar coisa alguma.

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De qualquer forma, se Praga é bonita de dia, imagine a noite e iluminada.

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Kde je muj pokoj?

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia eins – Viena – Conhecendo a terra da Sissi.
Dia zwei – Viena – Sississiricando.
Dia Negy – Buda cabra da peste.
Dia ot – Budapeste –Ô cidadezinha bacana. Egêszségédre!
Dia sest – É uma Praga!
Dia sedm – Praga – Isto sim é que é uma cidade.

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dcpv – miami III – passeando novamente de segway

Miami IIIPasseando novamente de SegWay.

O planejamento da viagem indicava que hoje seria o dia de fazermos uma das coisas mais gostamos: passear de Segway (aquelas maquininhas de duas rodas).

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E o que foi prometido, foi entregue.

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A empresa Bike&Roll funciona perfeitamente. Basta fazer a reserva pela internet, se apresentar no local e curtir o tour.

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Foi o que fizemos.

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Como já tínhamos feito o circuito da Art Deco, desta vez optamos pelo que passa pela Biscayne Bay.

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E foi muito interessante, já que neste passeio, nos foi mostrada uma boa parte da história de Miami.

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Recomendamos e muito.

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Veja o fotoblog do tour:

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Ainda tivemos uma cena inusitada: em dado momento, a maquininha da Dé acabou a bateria e o único jeito foi ela pegar a do guia (ele se chama Oasis e é muito bom) e ele passou o final do tour empurrando o SegWay da Dé.

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No final (pelo menos pra nós) deu tudo certo.

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E tão certo, que resolvemos conhecer pela primeira vez uma rede de restaurantes que tem muito a ver com um filme que adoramos, o Forrest Gump.

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É, comemos no Bubba Gump. Foi divertido, mas a comida é apenas aceitável.

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Experimentamos a especialidade da casa, camarões e em vários formatos: frios, empanados e cobertos com coco.

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Em suma, é um programa bem legal fazer este tour pela Biscayne Bay.

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Só aconselho fazer de SegWay e não correndo como o legítimo Forrest faria.

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Bye.

 

dcpv – dia once – orlando – flórida – rtw de segway no epcot.

14/07/2012

Dia once Orlando FlóridaRTW de Segway no Epcot.

Este dia prometia ser punk e divertido.

E cumpriu com a promessa.

Como a Re estava livre do trabalho, ela programou um montão de coisas pra fazermos.

Tudo começou muito cedo (e após irmos dormir muito tarde).

O programa todo iniciava com uma volta ao mundo (a tal RTW) de Segway.

Eu sei que isto pode parecer absurdo, mas há uma maneira de se fazer com tranquilidade.

E é participando do tour que existe no Epcot Center.

Chegamos no horário marcado (as 8:15hs) e fomos apresentados ao nosso instrutor da máquina, um velhinho engraçado, o Mike.

Ele nos deu um curso de como pilotar a trapizomba com segurança total.

Louve-se, mais uma vez, a organização da Disney que mostrou mesmo como tudo funciona com direito a audiovisual e todos os outros detalhes (olha que já podemos nos considerar especialistas).
Daí pra frente, foi pegar as máquinas e passear pelos 11 países que compõe o parque.

Esqueci de informar um detalhe que é primordial: como a abertura era só as 11:00, estávamos praticamente sozinhos por lá.

E isto dá muito mais peso pro passeio; como o pessoal da Disney incluiu muitos detalhes nos cenários, você consegue visualizar tudo muito bem.
Iniciamos circulando por entre os países (3 guias nos acompanharam, sendo um brasileiro).

Passamos pelo México (com as suas pirâmides), pela China (com as suas tradições), …

… pelo Japão (com os seus pagodes), pela “bella Itália”, …

… pela França, enfeitada pra comemorar o 14 de Julho, pelo incrível Marrocos, ….

… que nos fez viajar imediatamente pra lá, …

… tamanha a veracidade do cenário.

Até o cheiro dos temperos nos conseguimos sentir.

Terminamos com o Canadá (e seus jardins) e a Inglaterra, com os seus pubs.
Este é um passeio a ser feito, mesmo porque escapar daquela quantidade enorme de pessoas já é um grande prazer.

Voltamos, entregamos as máquinas e fomos dar uma volta no parque, a espera do segundo passeio.

Você (que foi à Disney) já passeou naquele barquinho que leva pra ver os formatos inovadores de plantações de frutas, legumes e verduras, mais conhecido como Living with the Land?

Pois iríamos conhecer justamente os bastidores deste espaço.

E melhor, caminhando.

A guia America (este é mesmo o nome da menina) nos acompanhou em todos os lugares.

Nos mostrou todos os formatos de plantação.

O hidropônico, …

… com vários estilos diferentes, …

… o que utiliza um solo arenoso irrigado, …

… além de várias frutas (tive que segurar a Dé pra não pegar uns figos) …

… e plantas exóticas.

Este programa vale um pequeno fotoblog:

Retornamos (o passeio dura cerca de uma hora) e …

… a única saida seria almoçar por lá mesmo.

Fizemos isto (junto com a Aline e o Rafa, amigos da Re) …

… no bom restaurante do pavilhão chinês.

Pedimos coisas chinesas (oh!).

Frango, o Kung Pao Chicken pra Dé e pra Re, …

… carne, o Canton Pepper Beef pro Rafa …

… e arroz, o Nine Dragons Fried Rice pra Aline e pra mim.

Tudo muito bom, bem temperado e com um agravante, a quantidade! Coisas de americanos.

Aproveitamos a influência do pessoal que a Re conhece e conseguimos FastPass pra qualquer brinquedo do Hollywood Studios, …

… já que iriamos lá a noite pra ver o Fantasmic!, o espetáculo de encerramento do dia (também conseguimos lugares vips com a turma da Re).

Como não ia rolar mais nada no crowdeado Epcot (louve-se a falta de educação da grande maioria dos grupos brasileiros/argentinos/paraguaios), …

… resolvemos dar um pulo em Downtown Disney pras derradeiras compras.

Se você quiser se envolver com o mundo Di$ney, lá é o lugar.

Lojas incríveis, …

… com decorações atrativas e atraentes, …

… enfim, tudo te remete ao consumo e ao encantamento.

Retornamos ao hotel na correria, pra tentar fazer caber tudo nas malas (quase uma missão impossível) e fomos pro Hollywood Studios, que é, com a confirmação da especialista Re, o parque mais bonito do complexo.

Chegamos ao anoitecer e com a beleza das luzes se acendendo.

Aproveitamos os fast pass pra ir duas vezes num brinquedo 3D e de tiros, o Toy Story Mania!, …

… talvez, o mais interessante e divertido de todos.

Comemos junkie food da melhor (ops) qualidade. Cachorro quente pra Re, Salada com Frijoles pra Dé e Sanduíche de porco pra mim.

Era hora do espetáculo de luzes e fogos de artificio, o Fantasmic!.

Os lugares vip eram muito bons.

E sentados confortavelmente, vimos todo o profissionalismo…

… e o encantamento que este lugar proporciona.

Você não gosta de Orlando e da DW?

Tente se despojar dos preconceitos e vá lá pra perceber como é bom conviver (mesmo que por algum tempo) com um clima bacana e de alto astral.

Não é mais ou menos pra isso que viajamos?

Acordamos cedo no outro dia, o suficiente pra pegarmos o voo diurno pra SP e cairmos na real (não, não tivemos um último ataque consumista!! rs) .

Afinal de contas, amanhã seria segunda-feira, né?
E na grande FV!!

See U.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!
Dia ocho – Palm Beach – Flórida – Fomos pra Jupiter.
Dia nueve – Flórida – Palm Beach/Orlando – O dia Seinfeld da viagem.
Dia diez – Flórida – Parabéns pra você e um dia gourmet em Orlando. Em Orlando?

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dcpv – miami – flórida – usa – dia dos – vendo o art deco sobre duas rodas

05/07/2012

Miami – Flórida – USADia dos – Vendo o art deco sobre duas rodas.

Lá vamos nós pra mais uma aventura com os Segway (isto está se transformando numa ótima rotina).

Que pra quem não sabe são aquele bichinhos de duas rodas que você comanda com os movimentos do seu próprio corpo.

Saímos caminhando do hotel, apesar do tempo não estar tão católico assim.

Tomamos um café no Starbucks da Ocean Drive…

… e chegamos a Bike and Roll Tours.

Iríamos fazer o passeio denominado Art Deco.

Éramos em 6 “segwayeros” e 2 bikers. Todos cumpririam o mesmo roteiro que se iniciou com um tour pela orla da Ocean Drive.

Passamos pelos hoteis Art Deco, …

…pela Casa Casuarina (lugar onde o Gianni Versace foi assassinado) …

… e fizemos a primeira parada bem em frente ao nosso hotel.

Dali cruzamos a Collins Ave, …

… conhecendo o belíssimo Jardim Botânico

… com sua vegetação original …

… e esta intervenção original denominada Big Foot.

Vale o mini-fotoblog:

Dali, seguimos pro Memorial do Holocausto.

É surpreendente (especialmente por estar localizado em Miami) e emocionante.

Não tem como não se comover com a informações sobre tudo o que aconteceu com os judeus no período do Hitler.

Eis mais um  medium-fotoblog sobre o lugar:

Saímos de lá e cruzamos com a New World Symphony (mais um  projeto do Frank Gehry) e que conheceremos mais completa e internamente num tour no próximo sábado.

Continuamos pela Lincoln Road, …

… atravessamos a Espanola Way

… e aí, tivemos uma grande e grata surpresa. Caiu uma  chuva fenomenal, quase uma tempestade e, por sorte, nos escondemos num toldo duma loja por uns 20 minutos até que ela passasse.

Foi  muito legal ver tudo molhado e sem o aparente glamour. A Dé sempre diz que a cada vez que chove numa viagem significa que fomos abençoados.
God bless us!

Finalizamos com o retorno a região da praia do Lummus Park e por volta das 13:00 hs o tour terminou.

Pra variar, recomendamos fortemente este passeio.

Voltamos andando pro hotel, …

… tomamos um banho e saímos pra almoçar no Joe’s Stone Crab. E fomos todos lampeiros, já que estávamos sonhando com as “mangrove chicken”.

Só que tanto o take away, como o restaurante estavam fechados pro almoço. Lemos uma placa que informava que no verão, eles abrem somente pro jantar.
Resultado?

Fomos ao shopping. Na verdade, ao Dolphin Mall que é um outlet um pouco mais, digamos, parecido com um shopping.

Almoçamos por lá mesmo. Experimentamos uma boa comida cubana. …

… (tome sempre cuidado com os pedidos, pois os pratos costumam ser invariavelmente enormes) …

… compramos algumas coisinhas e retornamos ao hotel.

Como passaríamos bem próximos, aproveitamos pra conhecer o South Pointe Park.

Ele fica na extremidade sul de South Beach e é um  lugar pra passear por um bom tempo.

Tem boa infra, é bem moderno e é muito bonito, …

… além de ter uma filial do restaurante Smith and Wollensky de cair o queixo.

Retornaremos, inclusive, pra experimentar o restaurante.

Como o sol se põe bem tarde (por volta das 21:00 hs), era hora de pensar no jantar. Aí valeu a emoção.
Cancelei a reserva que tinha feito no restaurante Sugarcane e resolvemos ir ao Joe’s Stone Crab.

Como eles não fazem reservas, fomos preparados pra espera.

E até que ela não foi muito grande, já que ficamos uns 20 minutos tomando um bom vinho branco Sonoma Cutrer 2010 e tentando entender o sucesso deste ícone da gastronomia mundial…

… que mais parece uma Torre de Babel tamanha a quantidade de nacionalidades que lá buscam o prazer em comer as galinhas do mangue da Flórida.

Desta vez escolhemos umas lulas empanadas como entradas …

… e o  Royal King Crab, …

…  quatro tremendas e suculentas patas do caranguejão, servidas com uma manteiga derretida sensacional …

… e um espinafre com molho de gorgonzola.

Tudo absolutamente perfeito. So faltou uma Millefeuille do Lenôtre, mas aí também seria covardia.

Voltamos pro hotel felizes e tendo certeza que a vida é bela.

Hasta.

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dcpv – paris – frança – dixième jour – vendo a capital francesa sobre duas rodas.

05/05/2012

Paris – França –  Dixième jour – Vendo a capital francesa sobre duas rodas.

Como já é de praxe, programamos um passeio de Segway pela cidade.

Queríamos flanar por Paris num formato diferente.

Marcamos cedo no ponto de encontro do tour (as 9:15hs) e optamos por tomar café da manhã no próprio hotel.

Pegamos um taxi e exatamente no horário, estávamos no escritório pra recebermos o treinamento necessário (quer dizer, o Eymard e a Lourdes já que a Dé e eu somos mais do que veteranos neste tipo de transporte).

O grupo era bastante equilibrado: nós quatro e mais quatro suecos.

Após as explicações iniciais e costumeiras, passamos pro passeio propriamente dito.

Saímos do escritório da City Segway Tours e após circularmos por um montão de ruas, chegamos aos prédios da École militaire.

Logo ali na frente, tivemos a nossa primeira visão da Torre, num ângulo em que a adição deste anexo de vidro, mais conhecido como o Muro da Paz prejudicou bastante (a maioria dos franceses não gostou e nós também).

Mais uma pequena rodada e os Invalides surgiram.

A nossa guia, a americana Cindy, nos explicou como o projeto foi incrível e como tudo era feito pra agradar ao “grande” Napoleão (inclusive formatar à sua pequena estatura)…

… além de alguns hábitos da época (tais como fortalecer a panturrilha pra parecer mais bonito).

Na sequência, Place de la Concorde, …

Jardin des Tuileries, …

… e o Museu do Louvre, …

… com a sua indefectível pirâmide.

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Até os arcos alinhados nós vimos.

Voltamos quase tudo pelas margens do Sena, ..

… cruzamos uma das pontes dos cadeados …

… e que nos perdoem os puristas, mas claro que deixamos os nossos  por lá.

Continuamos nos aproximando da Tour, …

… que aparece de toda maneira …

… e em vários ângulos, …

… seja escondida, ..

… seja esquartejada, …

… seja fazendo parte da natureza.

Retornamos ao escritorio da Segway em Paris felizes e satisfeitos com esse formato totalmente diferente de ver as coisas conhecidas.

Como o tempo urgia, optamos por tomar um taxi e ir direto pra Igreja de la Madeleine.

Além de olhar (e comprar) algumas coisas, almoçaríamos no mega sex shop Fauchon.

Optamos por uma comida leve, regada a champagne Brut Louis Roederer.

A Lourdes e eu pedimos carpaccio de salmão,

…a Dé uma burrata, …

… e o Eymard, foie gras.

Tudo absolutamente frugal, fresco e delicioso.

Como estávamos na loja, vasculhamos tudo…

…e também demos uma entrada no sex shop vizinho, a Hediard.

Nos separamos brevemente (um momento de liberdade) …

… e retornamos ao hotel (ufa!), tomamos mais um champagne, desta vez uma Viúva, …

… e saímos pra cumprir a agenda noturna.

Tínhamos um encontro no Café Les Deux Magots, com o super boa-praça Jorge Fortunato, blogueiro, pitaqueiro e amante desta belíssima cidade.

Todos conversamos, especialmente o Presidente, sobre tudo e nos despedimos rapidamente, …

.. pois tínhamos um jantar reservado no Ze Kitchen Galerie.

Apesar da fraca chuva, fomos a pé (é pertinho, segundo o mineirinho Eymard) e finalmente nos sentamos pra apreciar tudo o que estaria por vir.
O lugar é pequeno, …

… charmoso e muito agradável.

O staff é atencioso e muito simpático (destaque pro Cris, um arquiteto francês milongueiro e adorador do Brasil).

E a comida? Bem, vocês verão a seguir.

O cardápio é conciso, mas contém pratos bastantes variados com uma mistura interessante de ingredientes, com todos no seu devido lugar e a devida participação marcante no sabor.

Como todos escolheríamos frutos do mar, escolhemos um alimonado vinho branco, o Puligny Montrachet De Montille 2008.

Tem mais: eles te dão a opção de escolher meio prato (com o proporcional preço), o que torna tudo mais interessante ainda.

Partindo deste princípio, todos escolhemos entradas, principais e sobremesas. Vamos lá: como entradas, pra Lourdes e pra Dé, um Minestrone e ravioli de boeuf, condiment artichaut, citronelle. Só que não era uma simples sopa e sim uma explosão de sabores, com um leve toque asiático.

Pro Eymard, um atum de St Jean de Luz, uma singela homenagem dele que é praticamente um sócio do ZK. Outra mistura saborosa com contrastes doces (geléia)/salgados(wasabi) e um toque final de hortelã.

Pra mim,o prato mais interessante utilizando ostras que eu comi até hoje, o Huitres, jus de pomme verte, coriandre, condiment, asperge blanche, raifort. É formado por elas, aspargos crocantes, quincã cortadas em rodelas e um molho bastante ácido. Tudo gelado e com uma harmonização impressionante com o vinho.

Certamente eles escreveram os seus nomes num cadeado, colocaram na ponte e jogaram a chave no rio!

Os principais foram escolhidos por um critério sentimental: eram massas (estes italianos!). Chiocciole, pistou thai, pecorino, condimento aspargue vert, galanga, pras mulheres. Uma verdadeira fusão da culinária italiana com a asiática, além do ponto perfeito do macarrão.

O nosso foi o Frégola, jus bouillabaisse, poulpe grillé, condimento kalamansi. Um passeio espetacular por sabores distintos; é isto o que este prato é. Além do mais, parece um macarrão ralado de frutos do mar.

As sobremesas não poderiam faltar. Chocolat “Gianduia”, caramel miso, pomelos confits pros Loguercio, …

Glace chocolat blanc, wasabi, condiment pistache, torrone, emulsion thé rouge, pra nós.

Olha não é toa que o Ze Kitchen Galerie é tido como um dos melhores restaurantes de Paris.

E ainda tivemos direito a conversar e tirar uma foto com o próprio chef, o William Ledeuil (é claro que o Cris estava junto!rs).

Que dia, que noite e que comida!
Passeamos em torno da Torre o tempo todo e a noite, chegamos ao ápice!

Au revoir.

Leia sobre os demais dias desta viagem:
Premier journée – Borgonha – França – Visitamos o hospício de Beaune.
Borgonha – França – Deuxième jour – Pisando no solo do Romanée-Conti.
Troisième jour – Beaune – França – Cozinhando na Borgonha
Quatrième jour – Borgonha – França – Duvido que você conheça (ou tenha ouvido falar) de Quarré-les-Tombes?
Cinquième jour – Borgonha – França – Com minha besta, abati a Abadia de Fontenay
Sixième jour- Borgonha – França – Chablis, conexão pra Paris.
Paris – França – Septième Jour – Flanando pela cidade luz (especialmente por Saint Germain)
Huitième jour – Paris – França – Dois concertos na cidade: o da filarmônica de Berlim e o do Robuchon.
Adendo do Huitième Jour – Paris – França – O oceano na place de Ternes (by Dodô)
Paris – França – Neuvième jour – Reencontrar o Marais não tem preço. Ainda mais junto com o pato 1109555.

dcpv – dia dues – barcelona – espanha – o barça passou como um segway por cima do osasuña.

04/01/2012

Dia dues – Barcelona – Espanha – O Barça passou como um Segway por cima do Osasuña.

Mais um belo dia em Barna.

E mais um passeio de Segway. Seria a nossa terceira experiência (vide Madrid e Roma), mas a primeira da Re.

Saimos correndo do hotel e nos encontramos com o nosso guia na Plaça Sant Jaume (local onde fica a prefeitura da cidade).

Após breve aclimatação às potentes máquinas, iniciamos o tour propriamente dito pelo Bairro Gótico.

Conhecemos as muralhas romanas antigas, …

…inclusive, um rascunho do que seria uma das 4 portas principais da cidade naquela época, …

… passamos pelo centro do bairro Gótico, …

… com suas vielas apertadas e sorumbáticas, …

… veneramos la Merced, a santa padroeira da cidade, …

… e que simplesmente é vista de todos os lugares possíveis e imagináveis.

Andamos bastante até chegar a zona portuária de Barcelona.

Port Vell, …

… com seus piers, …

… o símbolo da cidade feito pelo Gaudi, …

… vimos a lagosta que é um camarão,…

… e um dos novos ícones, o hotel W, …

… que foi construído num local em que seria impossível tal ato : …

… praticamente dentro do mar.

Segundo o nosso convicto catalão guia, muita propina foi distribuída pra que isso acontecesse.

E aí ele perguntou se este tipo de coisa acontecia no Brasil?

Nós repondemos em uníssono: Não! E demos muitas risadas.

O resto foi caminhar, …

… ops, dirigir, …

… ops, segwaynear de volta até o ponto de partida, ou seja a Plaça Sant Jaume.

Pra variar, saímos correndo, porque tinhamos um almoço reservado. E numa loja de souvenires.

Eu explico melhor no almoço de amanhã que será numa tinturaria, mas basicamente, o UrbanSecrets é um clube onde os restaurantes são camuflados e o que parece ser, não é.

Nete caso, é uma aparente lojinha chamada Chi-Ton bem em frente a Casa Millá, em que a vendedora/recepcionista vem te atender perguntando se você tem uma reserva. A partir do teu sim, ela te leva pro subsolo num elevador e você chega num espaço com 4 cozinhas e várias mesas em frente a elas.

Fomos alojados numa delas e informados que o menu do almoço do dia seria composto de, ou salada invernal ou arroz com gambas (o popular camarão) como entradas e magret de pato (os sócios iriam adorar) com purê de batata-doce ou rodovalho com tupinambur, como principais.

A Re escolheu a salada (normal, bem temperada e crocante) …

… e eu e a Dé, …

… o melhor arroz com gambas que comemos até hoje.

Isto tudo com o chef trabalhando e preparando bem na sua frente.

Tomamos um herbáceo vinho branco Perro Verde 2011.

Mais uma bela olhada no não menos lugar e os principais chegaram. O peixe pra Dé …

… e os magrets pra mim e pra Re.

E que magrets! Suculentos, saborosos e lindos.

Fomos presenteados com taças de cava …

… e a sobremesa única chegou: um saboroso creme de mascarpone com uma farofa de chocolate.

Certamente foi o melhor custo x beneficio da viagem (24€ por pessoa) …

… e só nos restou passear pela área onde o modernismo imperou.

Aproveitamos a proximidade da Avinguda Diagonal pra conhecer a Casa de les Punxes (chamada assim por causa das suas torres pontudas) , …

… o Palau Montaner (projetado por Domenech i Montaner) …

… e a Fundació Antoni Tàpies (também obra do Montaner).

Voltaremos amanhã pra fazer este circuito de verdade, mas o aperitivo foi bem legal.

Retornamos pro hotel e nos arrumamos com trajes de gala; vestimos os nossos uniformes do Timão.

Afinal de contas, iríamos assistir a um concerto futebolístico.

Fomos ao Camp Nou ver o Barça desfilar a sua técnica num jogo contra o Osasuna, pela Copa do Rey.

Se bem que as notícias não eram alvissareiras: Iniesta estava machucado e o grande Messi, voltando das férias argentinas e gripado.

Chegamos ao estádio, mas antes passamos na lojinha (lojona?) pra fazer umas compras básicas.

O Campo Nou é imenso (quase 100000 espectadores) e nos alojamos nos nossos ótimos lugares. A surpresa foi que o Messi estava na reserva.

Pensamos: se o jogo estiver difícil, o Guardiola coloca o “pulguinha” pra resolver.

Triste ilusão; com 20 minutos de jogo, o Barça já tinha enfiado 2×0 (dois gols de Fabregas, o segundo um golaço de cobertura) e a fatura estava liquidada.

Impressionante como o Barça joga muito e todo mundo fica só olhando (vide Santos).

O jogo virou e com 10 minutos do segundo tempo, se ouviu um burburinho no estádio. Não é que o Guardiola ia colocar o Messi pra jogar?

E foi mais uma aula de futebol. Veja se não?

Ele tocou umas dez vezes na bola. Fez 2 gols (um de cabeça e um colocando no cantinho com a magnífica esquerda), …

… deu duas cavadinhas (uma passou pertinho, a outra foi na trave) , …

… sofreu um penalti (que o ladrão espanhol não apitou) …

… e ainda deixou os companheiros na cara do gol.

Resultado? 4 x 0 pro Barça. É, o baixinho joga muito.

Ainda bem que estávamos por aqui. Estamos levando um relatório completo que facilitará muito a vida do Tite quando da final no Japão. 🙂

Ah! Tivemos um pequeno stress na volta, pois não imaginávamos como seria difícil encontrar um meio de transporte pra voltar pro hotel. Táxi? Impossível. Chegamos ao metrô, mas incrivelmente ele estava fechando (o jogo foi as 22:00 hs e o metrô fecha a meia-noite. Os cartolas de lá, gorjeiam como os daqui!).

O jeito foi esperar um ônibus extremamente lotado que nos deixou na Plaça de Catalunya.

Sabe que só assim conseguimos lembrar dum jogo do Timão?

Hasta.

Veja o outro dia da viagem:
Dia un – Barcelona – Espanha – Mercat de la Boqueria e Xocolateria Fargas; prazer em revê-los. Em todos os sentidos.

dcpv – giorno cuatro – roma – itália – a biga moderna

11/11/2011

Giorno Cuatro – Roma – Itália – A biga moderna.

Incrível; mais um dia de sol em pleno outono romano.

Os próprios italianos estão surpresos com tanto calor pra esta época do ano.

E seria um dia totalmente dedicado à Roma antiga.

Pela manhã, um passeio pelo nosso queridinho Coliseu.

Tudo bem que o Pantheon é mais bem conservado. Mas, eu não sei exatamente o que o Coliseu tem pra nos deixar tão atraídos por ele?

Chegamos cedo e com o ingresso comprado pela internet (faça por que vale a pena furar aquela fila toda).

O resto é o de sempre.

Aquela opulência …

… aquela onipresença, …

… aquela história, …

… enfim, tudo te deixa curioso o suficiente pra pesquisar e verificar como era realmente a utilização daquele monumento pro que ele foi projetado.

Vimos até uma interação entre as pessoas da nossa época, dita turistas, com os temíveis gladiadores fumantes! 🙂

Todos sabemos que ele, o Colosseum, serviu pruma série de coisas não muito sérias, inclusive, pra tal politica do Pão&Circo, mas que impressiona; ah, impressiona.

Além dele ser extremamente fotogênico.

Tentamos entrar no Fórum Romano, mas adiamos pra amanhã (o ingresso do Coliseu vale pro Fórum e pro Palatino também e por dois dias), pois tinhamos que almoçar antes do nosso tour da tarde.

No caminho, verificamos a expansão do Império Romano …

… e passamos pelo pai dos supermercados (o do Trajano), …

Resolvemos subir até a Piazza Venezia e o monumento a Vittorio Emanuele (a famosa máquina de escrever, segundo os italianos).

E ali perto, escolhemos mais uma enoteca, desta vez a Corsi.

Mais um lugar italianíssimo com poucos turistas e muitos locais.

Simples, como a maioria delas, mas com comida de qualidade.

Pedimos uma lasagna de alcachofra pra Dé e …

bacalhau com batatas e tomates pra mim, …

… além duma jarra de vinho branco da casa (de Lazio) e curtimos a vista da rua já que estávamos praticamente nela.

Deu vontade de comer um pouco de açúcar. Optamos por uma fatia da torta da Nonna, uma massa saborosa com um creme maravilhoso e um gosto acentuado de limão.

E, no horário, fomos andar nas tais bigas. São bem modernas.

Na verdade, são Segway. Contratamos um passeio na Rome by Segway Tours com um guia que comentaria tudo em inglês, mas que por sermos somente eu e a Dé, optamos por comentários em italiano mesmo.

Fizemos a tal adaptação de 10 minutos (já tínhamos experiência do tour em Madri) e partimos pra seguir o roteiro pré-determinado.

Que por sinal, seria descer pela Via del Foro Imperiale e chegar ao Coliseu (olha ele aí de novo).

Como já tínhamos feito a visita interna pela manhã, a complementação das informações foi primordial.

Ficamos sabendo dum montão de coisas que o guia Ferdinando nos informou. Inclusive que, já naquela época as super-produções existiam a ponto de todos os espetáculos terem uma direção perfeita; leões entravam na arena na hora correta e até cenários selvagens eram montados lá dentro. It’s showtime!

Depois disso, passamos pelo Arco de Constantino

… e num bonus do guia, subimos toda a colina do Aventino onde além de termos a oportunidade de apreciar uma das mais belas vistas de toda a cidade, …

… ainda nos foi mostrado um segredo bem guardado.

Na embaixada de Malta existe um buraco no portão, o famoso olho mágico. Quando você olha através dele …

… tem um grande surpresa ao ver um jardim com um carramanchão perfeito em que centralizada, se vislumbra ao fundo, a cúpula da Basilica de São Pedro. Lindo! (Eu juro que ela está lá no fim da foto! rs)

Voltamos pro roteiro original, passando pelo Circo Máximo (o autódromo de fórmula 1 das bigas), …

… pelo Capitolino e seus Musei Capitolini, …

… e pela imagem símbolo da cidade, a Loba amamentando os gêmeos Rômulo e Remo; …

…subimos ao monte pra ter uma visão perfeita de todo o Forum Romano,…

… com tudo o que se pode imaginar.

3 horas depois, voltamos ao ponto inicial, satisfeitos com tudo o que nos foi passado.

Achamos o tour extraordinário. Ele é obrigatório pra quem está em Roma e quer entender a ascenção e queda dum grande Império.

Voltamos ao hotel e tínhamos resolvido trocar o restaurante reservado (escolhi o hyppado Dal Bolognese), quando pedi pra concierge cancelar a da outra enoteca que iríamos.

Ela não só me demoveu da idéia (o Dal Bolognese é overpriced, disse ela) como nos intimou a ir a Cavour 313.

E foi a nossa sorte.

O lugar é muito bom e pra variar, só trabalha com ótimos ingredientes.

Resultado? Comemos salumi e fromaggi com uma qualidade imensa.

Mussarela de búfala, lardo (uma das coisas mais gordurosas que experimentei na vida), salames, vários tipos de queijo …

…com destaque pra mussarela defumada e …

… pro excelente vinho branco Malvasia Rumon de Lazio. Foi uma verdadeira festa italiana.

Que como tal teria que acabar com uma ótima sobremesa: um tiramisu de lavanda com uma cobertura de chocolate branco. Um “spetaccolo”.

Pronto! Tivemos mais um dia romano típico.

E deu pra imaginar como é que seriam as corridas no Circo Máximo se os gladiadores usassem Segways em vez de bigas.

Será que o Da Vinci já não tinho antevisto a criação destes bichinhos?

Arrivederci.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Giorno uno – Roma – Mucho gusto. Molto ‘Gusto.
Giorno due –Roma – A primeira (e a segunda, e a terceira, e a enésima) vez na Pizzerie Bafetto a gente nunca esquece.
Giorno Tre – Roma – Itália – Aquarela do Brasile nos jardins do Vaticano.

 


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