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dcpv – ny – dia five – compras, trufas e mais trufas.

16/10/2013

NY – Dia five  – Compras, trufas e mais trufas.

Tiramos estes dois dias pra praticar o esporte que consagrou os brazucas: comprar.

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Fomos na Nike, na Bloomingdale’s, …

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… na Victoria’s Secret e a muitos outros lugares.

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Almoçamos no Le Train Bleu, restaurante da loja de deptos Bloomingdales. A comida foi Ok.

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Especiais de frango e couscous pro Eymard e pra Lourdes, …

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paillard de frango pra Dé …

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… e moulles et frites para mim.

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Tudo correto. apenas isso.

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O acontecimento do dia seria no Eataly, o sex shop nova-iorquino. Faríamos uma aula/jantar sobre trufas.

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E tudo começou assim: tivemos um pequeno frisson por conta do tempo de demora do trajeto do hotel até o Eataly.

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Saímos com meia hora de adiantamento e conseguimos chegar com 10 minutos de atraso. A sala estava lotada e a organização era impecável.

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Tudo se iniciou com explicações sobre o tubérculo dadas por um especialista, um produtor italiano (o que facilitou bastante a nossa compreensão, dado o inglês macarrônico dele).

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Em seguida serviram o primeiro prato, bruschetta com ricota, abóbora, mel e trufa negra.

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Era muito boa e foi acompanhada por um ótimo espumante italiano, o Contratto Millesimato Brut 2007.

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Continuamos a conversa com algumas curiosidades sobre o mercado de trufas e mais um prato foi servido, a óbvia carne cruda con vinagrete al tartufo nero. Esta também estava muito boa e muito bem temperada.

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A Dé comeu legumes empanados.

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A harmonização foi feita com um vinho branco Pomino Marchesi Frescobaldi DOC 2012.

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Era tempo de perguntas. E todas foram muito bem respondidas pelo especialista.

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Enquanto isso, o prato que mais representa o movimento trufístico foi servido, um tagliatelle con burro ao tartufo, mais conhecido como tagliatelle com manteiga e trufa branca. Uma verdadeira pasta al dente que foi devorada por todos os presentes, inclusive nós.

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Pra beber, nos serviram um vinho tinto do Langhe, um Nebbiolo Brandini DOC 2009. Frise-se que todos os vinhos eram excelentes.

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Você pensa que acabou? Nananinaná. Terminamos tudo com um arrosto (eu disse arrosto!) com tartufo bianco, bietola e purê de verdura.
Os três pedaços de carne foram um certo exagero, mas ela estava deliciosa.

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Já pra Dé (eles perguntaram quem não comia carne vermelha e ela prontamente levantou a mão) ofereceram Canelonni de cogumelos.

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Olha, foi uma aula/jantar muito legal, bastante informativa e como não podíamos deixar de esperar, com uma comida de alto nível.
Recomendo bastante um evento deste tipo, caso você esteja passeando por esta maravilha que é o Eataly.

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Ainda aproveitamos pra dar mais uma olhada na loja e compramos algumas coisinhas bastantes úteis.

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Só nos restou, caçar literalmente um taxi, retornar pro hotel a tempo de tomarmos um Cremant gelado para relaxarmos um pouco mais.

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New York, New York.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia one – New York, niu iorque.
New York – Dia two – Eeeeeéééé touchdown.
NY – Dia three – Linha alta; High Line. E Fiiiiiiiiiiiiígaro.

NY – Dia four – O rei MoMA.

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dcpv – miami – 10th and last day – azul da cor do mandarin

03/2011

Miami – 10th and last day –  Azul da cor do Mandarin.

Este dia amanheceu maravilhosamente (mais um).

Muito sol e muito vento.

Ficamos estimulados e fomos caminhar até a Ocean Drive (e pela orla)  pra tomarmos o famoso café responsável no Starbucks e darmos mais uma bela olhada em todo a harmonia do conjunto art deco.

Voltamos ao hotel e adivinhem o que fomos fazer? Compras!

Pausa pra explicação: colocamos em ação nesta viagem o que estávamos prometendo há um tempão. Deixamos pra comprar aqui em Miami tudo o que queríamos comprar em São Paulo e achávamos que o preço estava muito alto ou muito além do real. É claro que no balanço final confirmamos que a diferença auferida foi o suficiente pra pagar toda a viagem e ainda sobrar algum.

Voltando, resolvemos explorar o comércio instalado na Collins Ave (entre a 5th e a 10th).

Diesel, Armani, Gap, Sephora, Victoria’s Secret (meu Deus, qual é o segredo desta Vitória?), Coop, Banana Republic, enfim, quase todas as grifes conhecidas nas terras brazucas, estão instaladas lá e uma ao lado da outra, com o charme de se viajar no universo engraçadíssimo e curioso do dia-a-dia da cidade.

Tudo bem que estava um calor infernal, mas mesmo assim foi muito divertido (e não foi só pra nós).

Resolvemos repetir a proeza do almoço de ontem e retornamos ao Joe’s Stone Crab.

Mais algumas patinhas dos bichinhos (também conhecidos como menippe mercenaria) que aqui não são peludos (será o primeiro mundo?)

… tomates assados com queijo e espinafres excelentes e …

… por incrível que pareça, as vedetes do almoço: as crocantes e deliciosas batatas fritas. Que aparentemente não são batatas propriamente ditas, mas sim, um purê condimentado delas e frito como se fossem pequenos churros. Deu pra entender?

Demos uma passadinha no hotel só prum pit stop físico/visual e …

… aproveitamos pra fazer um minitour arquitetônico pela região do Design District.

Vimos o belíssimo prédio da  Bacardi , …

… com um anexo mais lindo ainda, …

… além do Adrienne Arsht Center for the Performing Arts, um local muito bonito pra se ver espetáculos.

Pegamos mais um congestionamento (se Miami que tem aquelas belíssimas e largas ruas está assim, São Paulo tem mais é que ficar congestionada o tempo todo mesmo) e …

… fomos dar uma passada no mais agradável shopping de lá, o Village at Merrick Park.

Ele tem jardins muito bem cuidados,…

… lojas muito boas, …

… um ambiente super-agradável e melhor, …

… é a céu aberto.

O que te permite ver belíssimos pores do sol.

E aproveitar aquela luz do entardecer pra tirar ótimas fotos enquanto a sua mulher dá uma última olhadinha naquela loja imperdível (atenção: não tenho problema nenhum em acompanhar a Dé nestas tarefas e ouso dizer que até comprei mais (em quantidade) do que ela).

Inclusive, passei no tremendo sex shop que é a Williams-Sonoma.

Já tinha escurecido (nesta época, por volta das 18:00hs) o que não impediu de irmos dar uma olhadinha numa outra conhecida construção destes ares: o Biltmore Hotel e a sua torre espanhola.

Ainda tivemos a companhia do mais romântico luar de toda a viagem.

Como ir tomar banho com este espetáculo na tua janela?

Correria total, conseguimos chegar só 30 minutos atrasados da reserva feita pelo OT (que continua esplêndido. Todas deram certo!)  no restaurante Azul do hotel Mandarin Oriental.

Pra variar, o lugar é muito bonito (apesar de um pouco old fashion) com uma vista muito bacana das águas da baia do Porto de Miami.

O hotel é todo oriental (oh!) e muito bem decorado.

Sentamos, pedimos uma água com gás (o calor nos obrigou) e demos uma olhada no menu, que preocupou um pouco, pois a Dé não viu muita coisa que ela gostava.

O chefe nos mandou um agradinho enquanto escolhíamos tudo.

Como única opção de entrada, ela foi de Organic Green Salad, uma simplória salada de verdes que mostrou aquilo que sempre ouvimos dizer por aí: a tal cozinha de ingredientes. Estava fresquíssima e com um maravilhoso gosto de mato.

Eu aproveitei a onda e experimentei um Japanese Hamachi Tiradito, uma mistura nipo-peruana com peixe fresco cortado em fatias temperado com aji, pimenta e gengibre. Uma aquarela de sabores.

Tomamos apenas ½ garrafa dum Sauvignon Blanc Californiano  (precisávamos de sobriedade pra fazer todas aquelas compras caberem nas malas! 🙂 ) e escolhemos os principais.

A Dé foi novamente na única opção: num Sea Bass Chileno com acompanhamento duma torre de tomates e tostadas de pão miga com um molho refrescante de hortelã e iogurte. Excelente.

Eu arrisquei pedindo um risotto. E me dei bem, pois estava acompanhado do que poderíamos chamar de um aquário completo (peixe, marisco, mexilhão, vieiras, camarão), al dente e numa apresentação espetacular. Que prato!

Com outra sobremesa passada, os cafés expressos vieram acompanhados de ótimas mignardises.

Foi certamente a melhor refeição de toda a viagem (galinhas do everglades a parte!).

E com direito a passeio pelo lindíssimo lobby do hotel e …

… a pose do folclórico montador de pratos de lá (não parece o Chris Rock?).

Agora, sim! Missão cumprida e é certo que deixamos de ver algumas coisas (mais uma vez, a visita pros Everglades foi adiada), mas é mais certo ainda que voltaremos mais vezes.

Ainda achamos Miami muito mais divertida que NY quando o eixo da viagem é compras/gastronomia/turismo  (opinião polêmica, eu sei! rs).

See U. E hasta.

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dcpv – miami – 7th day – only valentine’s day. and shopping, of course.

13/02/11

Only Valentine`s Day. And shopping, of course.

Mais um “diaço”!

Sol o tempo todo dando uma tremenda vontade de tirar um day off e ficar na praia ou na bela piscina do hotel.

Ou seja, não fazendo absolutamente nada.

Mas as coisas não funcionaram deste jeito. Vamos aos fatos:

1 – Tínhamos que começar a fazer compras. Portanto, entramos de dia e saímos de noite no Dolphin Mall, um outlet menos portentoso do que o Sawgrass Mills, mas com uma cara mais simpática de shopping.

Se bem que garimpamos muito pra achar algumas coisas por lá. Tinha muita tralha e especialmente roupas antigonas.
Somos nós que somos chatos, ou estes lugares tem muita porcaria junto?

2 – Devido a um pequeno acidente úmido, ficamos sem a nossa querida máquina fotográfica, a Sony DSC- HX1 durante praticamente o dia todo. Daí também a inclusão do dia comprístico no tour, já que não teríamos muitas fotos.

3 – O trânsito de Miami está de deixar paulistano se sentir em casa. Como os deslocamentos são grandes, se perde muito tempo indo de algum lugar (shopping) pra outro (shopping).

Mas ainda tínhamos a comemoração do dia dos Namorados (estamos acostumando com o fato de sempre termos duas destas datas por ano. Bom pra namorar, né não?). E reservei através do bendito OT, o restaurante francês do Daniel Bouloud, o DB Bistro Moderne Miami que fica em dowtown no hotel JW Marriott Marquis. O lugar é muito bonito.

Chegamos e fomos alojados no bar pra consumirmos um pouquinho (aqui dificilmente eles te levam diretamente pra mesa). Tomamos duas taças dum champanhe rosé pra comemorar.

O salão propriamente dito fica ao lado do bar, mas curiosamente separado por um grande corredor.

E é escuro. Muito escuro. Tão escuro que precisamos usar a luminosidade das velas pra conseguirmos ler o menu (e pra tirar fotos também).
Mais uma vez, uma grande atração foi o público presente. Incrível como a latinidade de Miami  se apresenta nestas situações.

O couvert praticamente não existiu. Dois croissants deliciosos (crocantes e com um queijo fundido como recheio) e um agradinho do chefe, um amuse de salmão e pepino.

Devido a celebração da data, o menu era preço fixo (U$90 por pessoa), com direito a escolher uma entrada, um prato principal e  uma sobremesa. E olha que esta escolha foi difícil já que a variedade de pratos interessantes era bem grande.
Iniciamos com uma salada Green pra Dé, uma boa mistura de verdes fresquíssimos e bolas de queijo de cabra com crosta de pistache …

… e uma salada de lagosta pra mim. Esta lagosta tinha um gosto doce bem peculiar.

Pedimos taças de vinhos americanos. Uma de branco pra Dé e outra de tinto pra mim. Tudo isto porque desta vez quem pediu indivíduos do mar foi a Dé. Um tremendo turbot que estava muito bom.

Assim como o meu Taste of Lamb. Ou seja, cordeiro de tudo o que é jeito.  Costeleta, lingüiça, braseado, cozido, em forma de bolinho. Só faltou o bichinho berrar ao nosso lado. Mais uma delícia com todas as carnes se desmanchando na boca.

Sobremesas incluídas, fomos pro sacrifício. A De pediu um Dulce de Leche que na verdade era uma saborosa espuma de chocolate com mais um montão de coisas do próprio e um reles palitinho com o Dulce.

Eu fui de limão, um bolinho leve com pêra em calda e um sorvete de limão. Apenas razoável, mas gostosinho.

Pronto, mais algumas conversas sobre tudo e o nosso dia dos Namorados estava terminando.
Foi bom, não foi?

See U.

Nota da Redação – O que já era espetacular, ficou melhor ainda. Nâo é que o Flávio conseguiu se reiventar e montar no mesmo lugar onde era a Sódoces (Alameda dos Arapanés, 540 – Ibirapuera – tel 50515277 ) uma loja totalmente nova, com produtos diferenciados além dos mesmos campeões anteriores e levando a grife do grande chefe. É isto mesmo, a Flávio Federico abre hoje, sábado. Vá visitar e nos diga o que achou.

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santiago do chile – neruda, la moneda e adiós

loco, picoroco
fev/09

 Santiago do Chile Neruda, La Moneda e Adiós.

Último dia de viagem à Ilha de Páscoa. E o primeiro inteiramente em Santiago.

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Como já tínhamos ido pra lá algumas vezes, também já conhecíamos a maioria dos pontos dito turísticos e convencionais.

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Uma das lacunas era justamente a casa do Pablo Neruda, a La Chascona. Por sinal , o primeiro  contato gastronômico que tivemos com Neruda foi através da Adriana que mandou um postal ao Déo que continha a Ode al Caldillo del Congrio que gerou uma belo post :  Teorema de Neruda – Mar + Terra = Céu.

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La Chascona fica no bairro boêmio BelllaVista e até Carniceria tem por lá!

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A visita guiada dura 40 minutos e é imperdível. Infelizmente, não é possível tirar fotos do interior, mas só com a visão da parte externa já dá pra imaginar o quão interessante é internamente. Além, é claro, da bagagem que o nome Neruda carrega.

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Na verdade, esta casa foi feita aos poucos. Inicialmente era um lugar pro Pablo Neruda encontrar a sua amante Matilda, a La Chascona, a cabeluda.
Ela, a casa,  era pequena e a idéia de Neruda era construí-la no formato de um bote já que ele amava o mar, mas não gostava de estar nele ( estes poetas!)!

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É um lugar aprazível com parreiras…

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… macieiras…

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… e uma lojinha com um café bem bonitinhos. Note ( e a Adriana lembrou muito bem) que as letras das janelas são P (Pablo) e M (Matilda).

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Toda a história de Neruda ( que na verdade se chamava Neftali) está lá: o prêmio Nobel, os quadros dos amigos, os livros ( você sabia que Jorge Amado era amigão dele e que este livros serviam de esconderijo pra entrada dos livros dele no Chile?) e  os bares ( são 2 na casa. Ele sabia tudo!).
Quando estiver em Santiago, faça este passeio. Você também vai se emocionar.

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Saímos de lá e fomos andando em direção ao centro. Passamos pelo bairro do design, Lastarria e Bellas Artes próximo ao Cerro Santa Lucia, onde vimos lojinhas transadas e restaurantes muito legais.

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Resolvemos almoçar num veggie, o El Naturista onde comemos coisas substanciosas como quinua, grãos e sucos ! Comida honesta e o lugar é de alta rotatividad . ( ôpa! Passa muita gente por lá! rs)

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Cruzamos lo Centrão e fomos ao Centro Cultural Palacio La Moneda dar uma olhada numa (bela) exposição  sobre Diego Rivera e Frida Khalo, já que estávamos com os nomes deles na cabeça após diversas citações de seus nomes no tour por La Chascona ( eles eram da patota do Pablito).

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Daí, pegamos um taxi pro hotel. O motorista estava “perdidaço” e certamente  não chegaríamos lá sem as minhas dicas! Não sei foi coincidência, mas a maioria dos taxistas de lá me pareceram bem despreparados ( e outra coincidência, me lembraram os nossos!) 

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Tomamos um belo banho ( estava quase 40ºC ) e fomos visitar o ponto turístico mais próximo do hotel,  o shopping Parque Arauco que tem uma atração imperdível : ar condicionado!

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Jantamos por lá mesmo, no Fermenta. Umas tapas e com um belo som ao fundo.

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Uma “furiosa” pernambucana gritando “Spórt, Spórt”. É, tinha jogo do Sport Recife em Santiago contra o Colo Colo pela Libertadores ( vitória do Leão por 2 x 1. Que saudades, heim, Márcia, Guigão e Marco!)

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E pensar que se o Timão tivesse ganho a Copa do Brasil de 2008, estaríamos lá vendo o primeiro degrau da escalada pra Dubai ! Mas tudo bem. Fenômeno está na área e … só faltam dois jogos. Te cuida, Inter !

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Quem sabe não realizamos este desejo em 2010 ( com mais uma visitinha a nossa querida Santiago).

Hasta!

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