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dcpv – jour trois – frança – alsácia – andando e conhecendo a strasbourg roots.

11/12/2019 (curtido em 06/12/2018)

Jour trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.

O dia prometia ser cheio de informação e portanto, novos conhecimentos.

O iniciamos tomando um cafezão no Starbucks da praça Kleber …

.. e as 9:00 estávamos encontrando com o nosso guia, o Frédéric.

Ele é francês, nasceu em Strasbourg, mas fala português porque é casado com uma carioca, méeermão.

Portanto, o passeio/city tour prometia e realmente foi demais.

Iniciamos andando pela própria praça Kleber …

… evoluindo por ruas bacanas, …

… e pelo famoso restô Au Crocodile.

Surpreendentemente, o sol saiu.

E tornou tudo mais bonito ainda.

Saímos da ilha …

… e fomos conhecer a parte germânica da cidade.

Pra quem não sabe, Strasbourg trocou tantas vezes de nacionalidade …

… que os próprios cidadãos se confundem quando perguntados se ela é alemã ou francesa?

Brincadeiras à parte, …

… o bairro que os alemães projetaram também é muito interessante.

Prédios muito grandes, …

… igrejas também muito grandes …

… e faculdades imensas, …

… além de ruas muito largas, …

… te fazem realmente pensar que se está em outro país, ou na Itu alemã.

Continuamos andando …

.. por praças aprazíveis …

… e chegamos na famosa Catedral Notre Dame de Strasbourg

… que é tão grande que …

… não se consegue enquadrá-la a menos que se esteja muito longe.

O seu interior, …

… assim como o de toda grande catedral …

… é bastante intimidador.

Mas apesar da sisudez, ainda é muito bonita.

Saímos de lá pra conhecer um lugar muito curioso.

A adega do porão do Hospital.

Sim, existe uma adega por lá …

… e melhor, é onde são feitos vinhos desde as priscas eras.

Na verdade, os vinhos são afinados nos seus barris …

… e levam no seu rótulo a chancela do Hospice.

Compramos alguns, óbvio, …

… e continuamos andando até chegarmos á famosa Petite France, …

… que é bem bonitinha …

… mas parece muito mais uma pétit Strasbourg.

Toda decorada como se fosse a Disney de verdade, …

… você fica muito radiante ao vê-la.

Passamos também pela Barrage Vauban, …

… um lugar muito bonito (que novidade) …

… com uma mistura sensacional de paisagens com água …

… e uma vegetação de primeira.

Neste momento, estávamos quase terminando …

… prontos pra finalizar o nosso ótimo tour …

… e almoçar na Maison des Tanneurs …

… um restô especializado em chucrutes.

Confesso que o achei bastante turístico, …

… mas não é o que somos? 😀

Pedimos pratos diferentes …

… com peixe e chucrute.

Se não foi uma maravilha, também não foi decepcionante.

Voltamos a pé pro hotel …

… e como passeamos muito pelos canais do rio, …

… pensei: porque não fazer um passeio por ele através do Batorama?

Batorama administra todos os tours feitos naqueles barcos cobertos.

E olha, é imperdível.

Tirei tantas fotos que fiquei até meio zureta.

Este vale o minifotoblog:

Ainda mais com a companhia de um por do sol discreto, mas muito cumpridor.

Que resultou num momento de agradecimento inesquecível.

Ah, o tour passa pela região do prédio do Parlamento Europeu, …

… que além de ser muito significativo, tem uma arquitetura muito marcante.

Voltamos a pé …

… e em meio à multidão …

… que procurava aproveitar ao máximo possível o mercado de Natal.

Incrível a quantidade de pessoas que se dedicam a este esporte.

Se bem que todo o clima da cidade é muito intenso …

… com iluminações diferenciadas …

… e vitrines típicas que …

… são charmosas demais.

A única dúvida seria o que fazer no jantar?

Uma das opções seria aproveitar pra comer alguma coisa leve e beber algum branco alsaciano.

Claro!

Um Wine bar. 😀

Black&Wine (nome pra lá de sugestivo) fica bem perto do hotel, parecia muito interessante e é.

Um lugar moderno, cool e com opções muito boas de vinhos em taça (pedimos um Riesling e um Pinot Gris) …

… acompanhados duma tábua de frios e queijos de primeira linha.

Curtimos muito e …

… já que estávamos perto …

… foi só caminhar mais um pouco …

… e dormir o soninho dos justos e alsacianos.

Afinal de contas, foram mais de 27000 passos só hoje.

É, manter a forma está muito fácil! 😂

Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.

.

 

 

dcpv – jour un – frança – alsácia – o primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece (ainda mais passando pela champagne).

04/12/18 (vivido e bebido em 04/12/2018)

Jour un – França – AlsáciaO primeiro chucrute e o primeiro Riesling alsaciano a gente nunca esquece (ainda mais passando pela Champagne).

Bom, a ideia desta viagem surgiu quase que do nada.

A Dé falou: precisamos ir pra França!

Ou melhor, temos que ir pra Paris.

Eu emendei: já que vamos pra nossa cidade, a cidade Luz, que tal também também conhecer alguma região que seja perto?

Com um esforço de reportagem, pensei na Alsácia!

Vinhos, chucrute, cidadezinhas bonitas, Natal!

Taí a combinação perfeita.

Como ir direto seria meio complicado (mais de quatro horas de carro logo após o voo) …

… a parada na região de Champagne tanto na ida …

… quanto na volta, seria obrigatória.

Meu Deus, que sacrifício! 😄

Iniciamos o nosso périplo, fazendo um voo tranquilo da Latam até Paris.

De lá, pegamos o nosso carro …

… e zarpamos pra Champagne.

Uma hora depois, …

… e com um por do sol daqueles, …

… estávamos no L’Assiette Champenoise, …

… um hotel 5 estrelas …

… e com um restô 3 estrelas do Michelin.

Era praticamente um céu estrelado.

O hotel é muito bacana …

… e o quartão, excelente.

Vale a pena ser um associado do R&C …

… e conseguir um upgrade quando da sua chegada.

Só tivemos tempo de dar uma descida até o bar …

… pra tomar duas flutes dum daqueles Champagnes desconhecidos (e maravilhosos) por nós …

… e já estávamos a postos pro jantar.

A minha opinião de que os restaurantes estrelados do Michelin …

…. são muito bons, …

… mas extremamente caros …

… e que você come demais, continua valendo.

Optamos pelo menu degustação mais simples…

… com paridade de vinhos, …

… mas ao final, tem-se a impressão de que comeu demais …

… e que, certamente, não é uma experiência a ser repetida (a partir deste jantar começamos a mudar a nossa opinião sobre este tipo de refeição).

Uma pena, pois tinha tudo pra dar certo.

Fomos dormir rapidamente no nosso ótimo quarto, …

… pois amanhã teríamos que dirigir por um bom trecho até Strasbourg, …

… no coração da Alsácia.

E foi o que fizemos.

Acordamos tarde …

… e pernas pra que te quero.

Demos uma parada pra tomar café num posto …

… e seguimos nos deliciando …

… com legítimas paisagens …

… de calendário.

Pra não ir direto pra Strasbourg, optamos por dar uma parada no Museu Lalique.

Pra quem não conhece, …

… René Lalique foi um daqueles gênios …

… além do seu tempo …

… que soube como nunca, explorar a sua capacidade de criação.

Primeiro, se transformou no primeiro joalheiro “profissa” do mundo …

… e logo depois, num mestre da arte de fazer tudo o que é obra de arte em forma de vidros.

Visitar o seu museu é extremamente emocionante …

… e educativo.

Todo o tour é ótimo.

De lá, partimos para Strasbourg.

Confesso que chegar ao Sofitel Grande Ile foi uma sucessão de surpresas.

Devido aos famosos Mercados de Natal, …

… o centro da cidade tinha o trânsito suspenso …

… e com a possível entrada de somente veículos autorizados.

Isto significava que você teria que ter uma autorização e passar por verificação policial, inclusive da sua bagagem.

Isto posto e feito, só nos restou chegar ao hotel após duas tentativas. 😀

Ele é muito bonito …

… e o quarto, bastante confortável.

Além de que ele se localiza muito próximo de tudo.

É claro que aproveitamos pra nos situar o mais rápido possível…

… indo conhecer os tão afamados Mercados de Natal.

Que beleza!

É tudo tão bonito …

… e tão iluminado …

… que você certamente volta a ser criança novamente …

… tamanha a graça de tudo.

Fomos ao mercado principal, …

… passamos pela Catedral …

… e pela árvore de Natal gigante da praça Kleber.

Olha, é demais …

… e você fica com a sensação de que tem que voltar muitas vezes mais.

Certamente, é o que faremos.

Tínhamos uma reserva no restô do hotel, mas ficamos na dúvida se valeria a pena ou não?

Por sorte, resolvemos honrar a reserva. E foi excelente.

Optamos por comer e beber frugalmente.

Um Sain Peter com purê de batatas e chucrute foi o prato escolhido por nós dois.

Um Riesling muito mineral alsaciano, um Frankstein, foi o vinho.

Subimos para o quarto felizes ao extremo e pensando, que é muito melhor simplificar, do que complicar.

É, la vie est belle!

Au revoir.

.

 

 


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