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dcpv – a tailândia é aqui (em fv).

número 384
296/04/2014

A Tailândia é aqui (em FV).

“Chegados à Tailândia, cada refeição convida-nos a experiências fascinantes e inesquecíveis. É um momento único, que deve ser vivido com intensidade. Uma reunião de influências da culinária indiana e da chinesa, por vezes temperada com a presença de algumas lembranças de cozinhas ocidentais, mas fundamentada nos sólidos princípios culinários de um povo que cultua a natureza”.

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Nunca fomos à Tailândia (está na nossa lista dos sonhos).

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Mas certamente pela sua comida é um lugar que merece ser visitado.

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Aromas, cores e sabores são determinantes em qualquer receita tailandesa.

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Vamos sentir esta explosão, então.

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*Encontrei as receitas deste menu no livreto Cozinha País a País da Folha.

Entrada – Som Tam e Tua Pad.

Os nomes em tailandês não dão a menor pista. Som Tam é uma salada de papaia verde.

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Como o próprio livro cita, “papaias e malaguetas, sendo doces e picantes, formam fontes para os inventores do que hoje chamamos cozinha de vanguarda”.

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Pra fazer, basta torrar 30g de amendoins em fogo brando, numa frigideira sem gordura, mexendo sempre. Retire e deixe esfriar alguns minutos antes de picá-los. Reserve.

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Misture suco de 1 limão siciliano, 2 colheres de sopa de molho de soja e 2 colheres de sopa de açúcar mascavo, batendo até dissolver o açúcar.

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Junte 2 malaguetas frescas sem sementes e picadas bem finas, os amendoins e 1 dente de alho, ambos picados em lâminas e misture.

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Descasque 3 papaias quase verdes, retire as sementes e passe pelo ralador grosso.

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Coloque numa saladeira, adicione 12 tomates-cereja cortados em 4 e junte 100g de vagem, cortada na diagonal em tiras bem finas.

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Tempere com o molho e sirva bem fresca.

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Já a Tua Pad, são ervilhas fritas.

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A ervilha fresca chega-nos crocante e saborosa, dando vida a um apetitoso prato que poderíamos chamar de “montanha e mar””.

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Doure levemente 3 dentes de alho picados finamente, com azeite e em fogo brando, numa wok.

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Acrescente 150g de lombo de porco, picado muito fino e ligeiramente temperado. Refogue por 5 minutos, em fogo médio, sem deixar de mexer.

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Junte 500g de ervilha fresca, sem o talo nem os fios laterais. Mantenha por mais 3 minutos, mexendo sempre.

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Adicione 100g de camarões e refogue durante 1 minuto, antes de temperar com um pouco de anchova, 2 colheres de sobremesa de açúcar e um pouco de pimenta do reino.

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Misture, mantenha por mais 1 minuto no fogo, ajuste o sal e sirva.

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A junção Som Tam+Tua Pad ficou perfeita.

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Ainda mais com o acompanhamento do Prosecco Belussi Doc Brut, que foi “finito, cara-de-pau, thomaz koch, bye“.

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Principal – Kung Pad King Kap Kaprao.

Este camarão com gengibre e manjericão é um perfeito representante da culinária thai.

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Salteie 36 camarões em fogo alto numa wok com 2 colheres de sopa de azeite até que mudem de cor. Reserve.

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Junte na wok 2 dentes de alho bem picados, 3 colheres de café de gengibre ralado e 1 malagueta vermelha picada e sem sementes. Salteie durante 3 minutos, em fogo alto, sem deixar que o alho fique muito dourado.

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Acrescente 3 talos de erva-cidreira picados, 250 ml de leite de coco, casca ralada de um limão siciliano e ½ xícara de folhas de manjericão.

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Leve para ferver, acrescente 1 colher de sopa de nam pla e o suco dum limão siciliano, cozinhe por mais 4 minutos antes de voltar a juntar os camarões. Cozinhe mais um minuto e sirva.

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De preferência para um macarrão bem fininho.

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Não precisa nem dizer da maravilha que foi o resultado, né?

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Ainda tomamos um vinho branco chileno, o Sauvignon Blanc Leyda 2013 que foi “lei, maria da penha, dá-lhe, ley da in red“.

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Sobremesa – Som Loy Gaew.

Som Loy Gaew = Laranjas em calda.

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“As refeições tailandesas encerram-se com um bom prato de fruta tropical”.

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Dissolva 100g de açúcar mascavo em uma panela com 500ml de água. Ferva em fogo médio, mexendo sempre. Abaixe o fogo e cozinhe por aprox 20 minutos, sem parar de mexer, até obter uma calda consistente. Deixe esfriar mexendo de vez em quando.

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Descasque 6 laranjas, tire as peles brancas e corte em rodelas de cerca de 1 cm. Estenda sobre uma travessa.

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Com um mixer, misture a calda de açúcar, 3 colheres de sopa de água de rosas e 100 ml de licor de laranja.

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Mergulhe as laranjas nesta calda, tampe a travessa com uma folha de filme plástico e deixe na geladeira por uma hora.

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Taí (sem trocadilhos) uma sobremesa refrescante.

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Eis a opinião dos lutadores de boxe:
Maravilhoso. Só. (Edu)
Não me amarro a dinheiro não; beleza pura. (Mingão)
Especulações a parte, delícia pura! (Deo)

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“Na Tailândia, cada refeição converte-se numa experiência única, num momento singular vivido com intensidade e fascinação”.

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“São aromas nascidos do encontro de especiarias e ervas aromáticas, definidores de uma cozinha que avança em sintonia com a natureza e que procura se ajustar aos princípios filosóficos do ying e do yang”.

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É isso aí! Sem tirar nem por!

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Tchau!

.

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dcpv – taí a lândia.

06/03/2012
número 316

Taí a lândia.

“Eu morava em Nova York, nos anos 80, quando me encantei pela culinária tailandesa. Além do sabor, o que me chamou a atenção foi a estética dos pratos, a decoração dos restaurantes e a explosão de cores e texturas. Sem dúvida, é uma cozinha sem tédio, atraente, saborosa e surpreendente”

É isto mesmo. Aqui em casa a culinária tailandesa também é uma das preferidas.

Assim como a Ina de Abreu, dona do excelente restaurante Mestiço e que prefaciou o livro Tailândia – Cozinhas do Mundo (Abril Coleções), nós também somos adoradores desta comida cheirosa, bonita, temperada, saborosa e apimentada.

Quando eu tenho alguma crise de criatividade, a comida thai é sempre um bom coringa pra ser aproveitado.

E assim como a Ina escreveu, “o mais importante foi constatar que , todos os dias, homens e mulheres, ou seja, os tailandeses, devotam seu tempo para aperfeiçoar a refeição e torná-la cada vez mais estimulante ao paladar, agradável aos olhos e à alma”.

Vamos, então, agradar as nossas!

Entrada – Gaeng Jued

A tradução é simplesmente “sopa simples”. É o que esta sopa de macarrão com arroz é.

E olhe que eu, por defeito no controle de estoque da minha despensa, acabei improvisando e usei cabelo de anjo no lugar do macarrão de arroz. Mas mesmo, assim resultou numa delícia.
Pra preparar, basta misturar numa vasilha 300g de lombo de porco moído, ¼ colher de shoyu e ¼ de colher de pimenta do reino branca moída, mexendo bem até obter uma massa homogênea.

Modele almôndegas com esta massa e reserve-as.

Leve uma caçarola ao forno médio com 1 litro de caldo de frango caseiro e 5 dentes de  alho socados.

Quando levantar fervura, coloque as almôndegas no caldo, acrescentando 100 g de macarrão cabelo-de-anjo (ou o de arroz!), 1 colher de nam pla, 6 cogumelos picados e ¼ de colher de açúcar.

Cozinhe em fogo médio até as almôndegas ficarem firmes.

Retire do fogo e junte cebolinhas e coentro picados a gosto.

Olha, é pra tomar de joelhos!

Como todo mundo sabe que harmonizar comida apimentada com vinho é muito difícil, apelei prum ótimo espumante da Lídio Carraro, o DA’DIVAS que foi “dos deuses, lidiodadivoso, brut brutal”.

Principais – Salada de Papaia Verde, Arroz frito com alho e  Frango na Brasa.

Este prato é uma representação de tudo o que a comida thai tem como características: é picante, intenso, salgado, ácido e um pouco queimado.

Iniciamos com o arroz que foi feito pela Dé. Acabei me complicando um pouco por causa da utilização da churrasqueira.
Este arroz é pra ser feito a qualquer hora. Basta esquentar uma wok com 2 colheres de sopa de óleo de girassol, deixar esquentar e acrescentar 6 dentes de alho picados.

Quando começar a dourar, junte 400 g de arroz cozido e salteie em fogo alto. Abra uma cavidade no meio do arroz e coloque 1 colher de sopa de manteiga e 2 ovos batidos.

Mexa bem e salteie novamente.
Regue com 3 colheres de sopa de molho de soja e acerte o sal e a pimenta.

Antes de servir, acrescente cebolinhas picadas a gosto.

Já pra emblemática salada (esta é uma lídima representante da gastronomia tailandesa), basta colocar numa vasilha 300g de papaia verde descascada e cortada à julienne, pimentas-malaguetas picadas a gosto e 5 dentes de alho picados.

Dê uma leve amassada  e acrescente 50g de vagens cruas cortadas finas, 2 colheres de amendoins tostados (também coloquei um pouco dos pinoli que os sócios nos presentearam) e tomates-cereja cortados.

Misture bem e junte suco de limão e nam pla (na proporção de 3×1) e 1 colher de sopa de açúcar.

Sirva com um pouco de acelga e folhas de manjericão.

E finalizando, as coxas de frango.

Inicialmente, soque 10 dentes de alho e 4 colheres de sopa de grãos de pimenta do reino num pilão. Acrescente 4 colheres de sopa de molho de soja, 4 colheres de conhaque e acerte o sal.

Mergulhe 800g de coxas de frango nesta mistura e deixe marinar por umas 4 horas, na geladeira.

Passado este tempo, asse as coxas numa grelha até que estejam macias.

 Confesso que a conselho da Dé, embalei o frango em papel alumínio, porque os bichinhos começaram a queimar muito rapidamente.

Enquanto isso, faça o molho. Leve uma panela ao fogo baixo com 6 dentes de alho socados, 120g de açúcar, 450 ml de vinagre branco, 3 pimentas-malaguetas vermelhas picadas e a colheres de café de sal.

Cozinhe até encorpar e sirva o frango com esta belezura.

Aí  foi só montar o prato todo e comer como um Rei do Sião.

Peguei o vinho branco mais fraquinho que eu tinha em casa, o grego Cuvée Prestige Skouras 2010, mas acho que mesmo assim a coisa não combinou muito bem. De qualquer forma, o achamos “leve, laujes, penélope”.

Sobremesa  – Torta de Côco.

Côco nos faz lembra a Tailândia. E nada melhor do que uma torta dele pra sobremesa.

Leve uma panela ao fogo baixo com 300 ml de leite de côco e 200g de açúcar, mexendo sem parar até que o açúcar se dissolva. Retira a panela do fogo e deixe esfriar.
Acrescente 320g de côco ralado e 50g de farinha de arroz. Mexa até obter uma mistura homogênea. Unte uma forma redonda com óleo vegetal e despeje a massa. Leve-a pra assar em forno pré-aquecido a 180ºC por 30 minutos.

Desenforme e corte em fatias. Foi o que eu fiz e duas vezes pro Mingão. É praticamente uma queijadinha seca.

Eis a opinião dos dois Mosqueteiros (o terceiro está  no Pará):
Taí. Sou louco por thai. (Edu)
Na thai tudo é barato. (Mingão)

“A Tailândia é um  lugar encantador: exibe templos repletos de detalhes em ouro, ruínas cheias de história, lindas cidades rurais e litorâneas e uma culinária marcada pelo equilíbrio dos sabores”.

É isto mesmo. É tudo a mais absoluta verdade, apesar de ainda não conhecermos o país, mas sermos fãs de carteirinha de tudo o que é thai.

E se você está desconfiado, afirmo que não ficamos cheirando a alho, apesar de toda esta quantidade que foi ingerida.
Inclusive, vampiros passaram longe daqui de casa! 🙂

La gon.

.

dcpv – taí a thai!

uma “glande” idéia
número 251

Taí a thai!

Ganhei um livro do Mingão há uns dois anos e no meu aniversário. É claro que era um livro de culinária.
Ou melhor, “culinália”.
Ele se intitula “Cozinha Tailandesa, uma selecção de mais de 100 receitas essenciais” e é uma daquelas excelentes publicações com fotos boas e pratos mais do que deliciosos.

O único pequeno senão é que ele é em português. E de Portugal! Viu, Ameixa!

É um tal de “sumo”, “caril” e “filetes” pra cá. Outro tal de “alourados”, “deite” e “lume” pra lá. Não deixa de ser bastante engraçado já que as nossas línguas só aparentam ser iguais.

De qualquer maneira, a cozinha thai aqui em casa é quase igual a a um belo coringa na mão: quebra qualquer galho. E ainda tem a vantagem de utilizar o nam pla como ingrediente obrigatório. O nam pla merece uma explicação: é um molho de peixe e é considerado o sal da Tailândia além de ter um odor muito forte, mas ao mesmo tempo é muito saboroso.

Como o próprio livro cita “a cozinha  thai tornou-se bastante popular nos últimos anos e por uma boa razão – é saudável, é fácil de preparar e cozinhar e é muito distinta nos seus ingredientes e sabores“.

Concordo. E tanto que fiz mais uma noite só com pratos tailandeses.

Todo mundo (inclusive a Dé) gritou: ôoooooba!! Noite thai!!

Bebidinhas – “Caipilinha” de Limão

Acho que estava boa (não bebi. Não estava muito bom do estômago).

Entrada – Fritos de milho e Salada de camarão e papaia.

Estes fritos são, na verdade, quase uns bolinhos/crepes .

Pra fazer a massa deles é só misturar cebolinhas-verdes picadas, milho em lata, pimenta dedo-de-moça, alho, ovos, nam pla e amido de milho.
Frite em colheradas.

Faça um molho com pimenta, tomates pelados, óleo de amendoim, cebola picada, pasta de curry vermelha e coentro. Refogue tudo, exceto o coentro que é acrescentado ao final.

Já a salada é facílima de fazer e proporcionalmente saborosa. Corte uma papaia em fatias finas.

Cozinhe o camarão no vapor.

Faça mais um  molho. Desta vez com cebolinhas verdes, pimenta dedo-de-moça, nam pla, óleo de amendoim e açúcar mascavo.

Monte numa cumbuquinha (veja que bonita que a Dé escolheu) com uma salada de verdes, cubra com as  fatias de papaia, os camarões e regue com o molho.

Eis mais uma daquelas entradas inesquecíveis.

Ainda mais acompanhada por um belo espumante Salton Charmat (pra quem não sabe, neste caso a segunda fermentação é feita em tonéis de aço em vez de ser nas garrafas) que foi “buinha, Sal-Ton, meu bem, que frescor” segundo os namplólogos.

Principal – Carne picante com caril de manjericão.

Este é um prato que podemos chamar legitimamente de thai.Veja se não é?
Leite de coco fervido com curry vermelho e dentes de alho esmagados.

Adicione cubos de carne junto com folhas de lima kaffir, suco de limão , nam pla, pimenta dedo-de-moça, cúrcuma e sal.

Deixe ferver até que a carne fique tenra (se ficar muito seco, adicione água).

Junte manjericão fresco, coentro, tempere e polvilhe com lâminas de côco assado.

Servi com arroz basmati (o preferido daqui de casa!).

Simplesmente delicioso e o molho que se forma (denso, doce, saboroso) é um espetáculo.

Tomamos um tinto (pra desmistificar), um Casa de Ilana 2006 Ribeira de Jucan Espanha que foi “sem buinha, bom palceilo, casa do eduardo, discreto” segundo os “descontlaidos”.

Sobremesa – Pudim de Arroz Picante

Na verdade é um arroz doce feito com leite de coco, leite, açúcar, pimenta da Jamaica e manteiga.
Pra dar um toque, polvilhe canela.

E o especial deste prato é o gosto amadeirado (quase que o de um lustra móveis, apesar de eu nunca ter experimentadodo!) que a pimenta dá.

Eis a opinião dos bangcokienses (bangcokianos?)s:

A Tailândia é aqui! Em Ferraz de Vasconcelos (Edu)
Thay`s pensando o que? Zen, flying (Déo)
I love thay. (Mingão)

Copiando explicitamente o livro “cada refeição tailandesa é um evento relaxante e social. Divirta-se”.

Ô, se nos divertimos. E numa sociedade relaxada! rs

Mãk !

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restaurante marakuthai, ô lugarzinho bonito!

SP, a praia
31/10/09

Restaurante Marakuthai, ô lugarzinho bonito!

Imagine a cena: sábado; 13:30 hs; final de semana com feriado na segundona; nós ( eu e a Dé) na praia (SP) e indo almoçar num restaurante com cara de litoral, o Marakuthai.

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A expectativa era grande pois a Renata Vanzetto, jovenzérrima,  ganhou o prêmio de chef revelação da Veja e o lugar foi decorado pela Silvia Camargo que deixou tudo com uma cara imensa dum lugar que poderia  (e deveria) ter um mar na sua frente, que infelizmente  neste caso, era de prédios). Ah! A Silvia é a mãe da Renata e estava por lá.

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Marakuthai (não consegui achar a explicação preste nome, mas o restaurante tem cara de Marakuthai mesmo) mistura as culinárias brasileira, francesa e óbvio, a tailandesa ( que adoramos!).

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Chegamos e surpresa: tapetes persas na calçada. Ótima  recepção!

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Fomos alojados no andar superior (tinha muito sol e num determinado momento, a Dé começou a reclamar pois o astro-rei batia nas costas dela. Nada a ver com o vinho rosé Aquitania 2008, o belo tinto de verão que tomamos).

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Uma providencial água aromatizada com hortelã, limão e pimenta dedo-de-moça foi servida.

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O couvert básico ( pãezinhos, manteiga temperada, beringela e abobrinhas) … 

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… foi complementado pela entrada, um Khiri Khiri que são bolinhos cremosos de camarão com crosta de castanha e molho picante e saquê.  Estes bolinhos tem um sabor bem praiano ( faria um tremendo sucesso no menu da franquia de barraquinhas de praia que eu quero montar. Vou pedir a receita pra Renata se eu conseguir falar com ela!) e a sacada do molho é muito boa!

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Como principal, a Dé foi na especialidade dela: peixe. E empanado com farinha de milhomuito bem acompanhada” ( o grifo é do cardápio e nosso!) de purê de batata doce e aromatizado com azeite de trufas.

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Grande prato com sabores mesclados e escondidos. A Dé adorou.

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Eu fui de tirinhas de filé mignon num molho picante de curry vermelho levemente adocicado com arroz jasmim e farofa de banana. Só a apresentação já valeria o pedido, mas além da cara bonita, tudo estava muito bom.

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A carne bem “hot” com um arroz jasmim grudadinho como manda a lei e a farofa sequinha. Poderia ser chamado de um grande picadinho thai/praiano.

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A sobremesa? Já estávamos no limite, mas o fominha aqui insistiu. Queria  porque queria experimentar o Brulejane, um creme brulée com coulis de manga e menta.
E a providência divina , segundo a Dé, apareceu. Sabe o que aconteceu?

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O garçom veio me avisar que, devido ao movimento do dia anterior, algumas sobremesas estavam em falta e, entre elas, a Brulejane. Paciência!
E me diz se a esta bolsinha não “minimiza” o valor da dolorosa!! ( Ah! A Marina que nos atendeu é excelente!).

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Voltando a sobremesa, não faz mal! É mais um motivo pra retornarmos com a família completa (a Re vai adorar) e quem sabe, encaixarmos a tal Brulejane no menu degustação que a Renata fará pra nós!
Melhor ainda, no Marakuthai de Ilha Bela. Não, é melhor ficar por aqui mesmo e aproveitar esta praia perfeita que é São Paulo: sem areia, sem muito sol, com bastante ar condicionado e muitos (bons) restaurantes.

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Até lá!

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