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dcpv – dia jun-ni/thirteen – Japão -Tokyo/EAU – Dubai – Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh

15 e 16/04/2018

Dia jun-ni/thirteen – Japão – Tokyo/EAU – Dubai – Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh!

Acordamos no domingo com chuva, muita chuva.

E como não tínhamos programado quase nada, …

… além de passear e fazer algumas compras, …

… aproveitamos pra tomar o ótimo café da manhã no Palace calmamente …

… e sem stress.

Quando menos esperávamos, a chuva já tinha parado …

.. e resolvemos sair, pra curtir Tokyo.

Fomos para Shibuya.

Dar uma olhada especialmente em papelaria, …

… coisa que os japoneses são mestres.

Fomos direto para a Tokyo Hands.

A loja é imensa …

… e muito cool.

Você passeia por ela toda e continua se impressionando com tudo o que o mercado oferece ao seu cliente.

Especialmente, o atendimento que é pessoal e muito envolvente.

De lá, andamos até a Loft, outra loja especial.

São muitos andares de coisas sensacionais.

Ainda visitamos lojas de tênis japas, …

… e algumas muito loucas de moda.

Tokyo é realmente simpática e malucona.

Voltamos pro hotel pra comer alguma coisa e …

… dar uma última olhada na região.

Daí pra frente, foi pegar o transfer …

… e nos despedirmos dum país que certamente marcou as nossas vidas.

A cultura japonesa é demais e você certamente jamais será o mesmo depois de ter contato com ela.

Pegamos o voo (11 hs) para Dubai…

… e entramos num outro mundo.

O hotel Taj é bem legal …

… e a vista do quarto, impressionante.

A grande figura do momento, o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa, está cada vez mais presente.

Você o vê e admira o tempo todo.

Como chegamos muito cedo (por volta das 4:30), resolvemos dar uma descansadinha ….

… e depois de tomar um bom banho e o bom café da manhã indiano do hotel …

…. optamos por fazer alguma coisa diferente.

O resultado foi surpreendente.

Dubai Miracle Gardens como o próprio nome diz, é um verdadeiro milagre.

Imagine você ver algo muito impactante?

Pois é o que ele é.

Um jardim no meio do deserto e muito, mas muito exuberante.

São diversas formas de mostrar o que um bom projeto e bastante dinheiro podem conseguir.

Tudo é cativante e pra onde você olha, você diz: caramba!

Este certamente vale o fotoblog.

Esta sacada de utilizar personagens (Mickey, Ursinho, avião da Emirates, etc) também é demais.

Como se não bastasse, logo ali, fica o Dubai Butterfly Garden.

E é isto mesmo o que você está pensando.

O lugar é muito bacana e …

… além de você conhecer um montão de tipos de borboletas …

… ainda tem a oportunidade de que elas pousem em você.

Olha, é muito emocionante.

Segue a overdose de fotoblog.

Saímos correndo de lá, pois tínhamos um almoço reservado num restaurante especializado num fruto do mar que adoramos: o caranguejo.

Crab Market é relativamente novo, …

… mas é bem bonito …

… e tem uma vista matadora.

Afinal de contas, não é sempre que se almoça olhando para aquela belezura do Burj (e o não tão belo Anelka).

Escolhemos algumas coisas, mas a finalidade seria mesmo comer as “galinhas do mangue”.

Então, iniciamos com uma ótima salada de quinoa com avocado, coentro e pepino. Bicho grilo e bastante boa.

Eu não deixei de experimentar ostras francesas e portuguesas. Fresquissimas.

É claro que iniciamos os trabalhos com duas flutes dum bom champagne.

Como principais, as patas dos bichinhos.

Uma cozida com molho de Champagne pra Dé …

… e as outras duas assadas com molho de pimenta preta pra mim.

Ambas inesquecíveis…

… e ainda mais acompanhadas dum ótimo vinho francês.

Foi tão bom, que só nos restou voltar e táxi pro hotel (o calor estava pesado) …

… e dar uma boa dormidinha pôs voo.

Continuando com passeios diferentões, fiquei sabendo duma exposição interativa sobre a obra do Van Gogh.

Me pareceu muito bacana e interessante.

Pegamos um táxi pro Dubai Design District …

… e mais uma vez nos surpreendemos com a infra do lugar.

Ele é lindo, moderno …

… e tem mesmo um jeitão de lugar com design correndo nas veias.

Quanto a exposição, ela é mais do que demais.

Você entra, …

… vê uma breve amostra sobre a história do Van Gogh …

… e aí aparece uma sala escura com puffs pra dar uma deitada.

Aí, começa a passar um filme …

… em varias telas, com 360 graus …

… acompanhado duma trilha sonora especial …

… e você começa a delirar.

Porque a coisa toda é mesmo um delírio.

E a ideia é muito boa.

Afinal de contas, …

… em cerca de trinta minutos, …

… você vê passar na sua frente …

… toda história do gênio …

… com as suas adaptações …

… até chegar à última fase da sua brilhante carreira.

É demais mesmo e muito emocionante.

Tomara que esta exposição venha para São Paulo.

Pra completar o negócio todo, ainda tivemos um daqueles pores do sol de gibi.

Ufa, só restava o jantar.

Que seria no Thiptara, um thai bem bacana …

… e que tem como particularidade, ter uma vista fantástica do show das águas de Dubai, …

… uma vez que ele fica na beira do lago artificial, …

… praticamente um pé na areia.

Conseguimos uma mesa de frente “pro mar” …

… e ficamos observando todo o entorno, que é uma beleza.

Como não estávamos com muita fome (jet leg de 5 horas, viagem de 10 hs e andada do dia inteiro), …

… optamos por pedir 4 entradas pra compartilharmos …

Chegaram então Thom Maan Poo, crab cakes fritos com molho de pepino e amendoim, …

… Satay, espetinhos de frango marinados com curry amarelo e servidos com molho de amendoim, …

… Steamed Dimsun de vegetais com molho de vinagre negro …

… e Poh Piah, spring rolls de pato e castanhas com molho de pimenta doce.

Olha, estávamos sem fome, mas estava tão bom …

… e o ambiente também, que comemos tudo.

No restante da noite, foi observar o belo skyline da cidade (incrível como ainda existem obras magníficas sendo feitas por aqui) …

… e dormir o sono dos justos viajantes.

See U!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.
dia Juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original l’Atelier du Jöel Robuchon.

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dcpv – dia go – japão – kanazawa, os primeiros shinkansen e ryokan a gente nunca esquece.

03/07/2019 (vivido em 08/04/2018)

Dia go – Japão – Kanazawa, os primeiros Shinkansen e Ryokan a gente nunca esquece.

Acordamos e levamos um susto!

O dia estava lindo e com bastante sol.

Inclusive, conseguimos ver o vulto do Fuji San (você consegue? 🙂 ).

Tomamos o nosso café da manhã excelente, por sinal, …

… e partimos pra aquela dúvida que sempre nos espreita.

Parêntesis pra uma das maiores invenções japonesas de todos os tempos: …

… as tampas inteligentes de vasos sanitários. Maravilhosas e com pontaria certeira!

Retornando, pegamos o nosso transfer, …

… conhecemos a grandiosidade da Tokyo Station …

… e, curiosos, vimos pela primeira vez, o trem bala japonês, o Shinkansen.

Ele é uma maravilha e, surpresa, tudo funciona perfeitamente.

Mais curioso ainda é perceber o balé que espera a chegada do trem, com as  devidas reverências, pra deixá-lo totalmente limpo e apto a ser usado.

No mais foi curtir altos visuais, …

… ver um montão de cerejeiras em flor …

… e chegar à estação de Kanazawa quase três horas depois.

Com frio, bastante frio.

E cerejeiras floridas, muitas cerejeiras.

Já chegamos prontos pro tour.

Encontramos a nossa nova guia, a Nobu, na estação de Kanazawa que tem uma estrutura espetacular.

Merecidamente ela é considerada uma das mais belas estações ferroviárias do mundo.

Antes de mais nada, deixa eu dizer que o tempo nesta região é extremamente maluco.

Chove, faz sol, chove, faz sol continuamente.

Zarpamos pra ver o museu D.T. Suzuki.

Toda a concepção dele é bastante curiosa.

A base de tudo é a meditação e budista, já que seu patrono foi um dos maiores estudiosos do budismo.

Então, o museu não tem obras de arte.

Lá existem algumas referências sobre a vida do Suzuki e muitos lugares para reflexão.

E por mais paradoxal que seja, a chuva torrencial que caiu deixou tudo muito mais interessante.

Estávamos com fome e a Nobu nos perguntou se queríamos comer um bom lamem.

Bingo!

Chegamos ao 8 (é esse o nome da cadeia de restaurantes) …

… e fomos pedindo os nossos ramens imediatamente, junto com guiosas saborosos.

Sabe aquela refeição reconfortante?

Pois foi isso o que aconteceu. Recomendamos fortemente este restô.

Dali fomos para o museu Kanazawa Noh.

Ele é bem pequeno, mas muito interessante já que versa sobre o teatro kabuki.

Pra quem não sabe, este tipo de arte é representada sempre por homens que se vestem com quimonos e fazem movimentações com muita leveza.

O mais bacana é que você pode se vestir com quimonos e máscaras, do mesmo jeito que eles se preparam para representar.

Adivinha se eu a Dé não tivemos este experiência?

Foi muito instrutivo e …

… nos sentimos realmente integrados ao ambiente da viagem.

Sem contar que as assistentes que nos vestiram…

… eram muito prestativas e super engraçadas. Como todo japonês é.

Como era muito perto e tínhamos comprado o ticket combinado, aproveitamos pra conhecer o Museu de Arte Moderna do século XXI.

Só a arquitetura, as obras de arte externas …

… e as cerejeiras floridas já valeriam a pena a visita.

Mas a parte interna também é muito bacana, com destaque pra obra da piscina, …

… que não é piscina, …

…. que se pode entrar sem se molhar,…

… fariam valer ainda mais passeio.

Ah, a lojinha do museu também é imperdível.

Estávamos prontos pra fazer o nosso checkin. …

… que seria no Ryokan Araya Totoan.

Ele fica em Yamashiro Onsen, a uma hora de Kanazawa.

Antes de mais nada, Ryokan é um hotel onde você segue as tradições nipônicas:  você dorme no chão, …

… anda de quimono e sem sapatos, …

… se comunica com pessoas que basicamente não falam inglês …

… e experimenta um jantar com um montão de pratos típicos desta região.

Portanto, chegamos, demos uma boa volta de reconhecimento no hotel ….

… e fomos conhecer o nosso quarto.

Que é bem grande, extremamente bonito …

… e com uma banheira de madeira (quase um ofurô) com água quente termal e confortável.

Note que o banheiro tem uma janela aberta, que cria um contraste entre o frio externo e a sensação de calor passada pela água.

Marcamos o nosso jantar para as 19:00 hs e ….

… neste horário, a nossa atendente estava batendo na porta informando que o jantar seria servido.

Se bem que chamar de jantar esta experiência pantagruélica é minimizar o fato.

São 9 pratos num menu degustação em que você, realmente, fica cansado.

Por ser tudo muito típico e da região, além de nãos estarmos acostumados, o enfastio chega brevemente.

Seguem as descrições e as fotos dos pratos que comemos.

Aperitiff – Cold Japanese sakê by “Traditional celebration style”.
Appetizer – Boiled firefly squid, bamboo shot, urui, hard tofu, mushroon with kinome-miso. Chirashi-sushi salmon toe, eel, seabream, backed ego.

Soup – Clear soup Dashi with clam roasted sake, seasme-tofu, seaweed, butterbur, carrot, leaf bud.
Sachimi – Shrimp, Spanish mackerel, Que, Ivory shell with wasabi, sou sauce and natural salt of Noto.

Second appetiser – Hassun (eu juro que não é o magro Leandro], seabream role, bean with dashi-jelly; Seri, small scalolop, mushroom with sesame-dashi; Abalone, daitokuji-fu, taranome with liver vinagre; Octopus, rape sede, salmon and lotus root; Wheat gluten, duck, baked ego, pumpkin.
Grilled dish – Nodoguro & bamboo shoot, Fukinoto with dengaku-moso, grande radish.

Chef’s dish – Wagyu beef steak with teriyaki source mushroom, pea with wasabi, watercress.
Last dish – Boiled rice with bamboo shoot&ginger, miso  soup, pickles.

Sweet – Strawberry, sweet orange with withe wine jelly, ice cream of sakura-mochi, Warabi-mochi.

Ainda deu tempo de comermos as sobremesas no bar, …

… que fica no anexo do hotel e que serve vinhos em taça  da melhor qualidade.

Ufa, chegamos ao fim do dia com a certeza do dever cumprido (e do prazer também).

Afinal de contas, aquela máxima de que dia de sair de um hotel e ir pro outro é perdido, caiu por terra como está descrito acima.

Osaki ni shitsurei shimasu!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.

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dcpv – dia shi – japão – tóquio – shibuya e meijin jigu, multidões japonesas.

29/06/2019 (vivido em 07/04/2018)

Dia shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.

Dia de passear por lugares populares na capital nipônica.

Acordamos um pouquinho mais tarde, fomos tomar o ótimo café da manhã do hotel …

… e encontramos a Toshico, a nossa guia no lobby.

A ideia seria darmos um pulo em lugares famosos que ainda não conhecemos em Tóquio.

Pegamos o metrô (apesar da língua, a sua utilização é muito simples e fácil) …

… e fomos direto pra Omotesando.

É lá que fica o templo xintoísta Meiji Jingu.

Ele foi construído por mais de 100000 voluntários em 1920, …

… em honra ao imperador Meiji.

O lugar é adorado pelos japoneses …

… e no Ano Novo, mais de 2 milhões de pessoas vão lá pra receber as suas bênçãos.

Ou seja, o crowd é dos grandes.

E hoje não foi diferente.

Mas uma coisa é verdadeira.

A paz de espírito que você tem ao cruzar os Toris …

… e respirar aquele ar puro …

… da floresta artificial que lá existe …

… (mais de 40000 árvores foram plantadas pela população há 100 anos) …

… é inenarrável.

Tudo te deixa num estado que é praticamente meditativo.

Só nos restou agradecer e continuar o passeio.

Conhecemos toda a região.

Harajuku, …

… com as multidões …

… consumindo …

… e fazendo qualquer coisa …

… pra se destacar no meio de toda esta gente.

Depois, passamos pela Omotesando Str …

… com suas lojas de grife …

… e com uma disputa diferente.

Uma boa parte delas contratou arquitetos famosos …

… pra fazerem projetos bacanas …

… e que se destacassem.

Ou seja, o resultado visual é incrível …

… e muito interessante.

E mesmo assim, ainda sobra bastante espaço …

… pra lojas tradicionais de produtos típicos japoneses …

… assim como, aquelas com tranqueiras …

… que você a princípio, acha que não vai se interessar …

… e de repente, encontra um monte de coisas “indispensáveis” pra sua vida. 😊

É verdadeiramente muito engraçado.

O nosso tour terminou em Shibuya.

Sim, aquele famoso cruzamento em que milhões de pessoas …

… cruzam as faixas de pedestres …

… ao mesmo tempo …

… e que também te deixa maravilhado …

… com a educação dos japoneses.

Sensacional!

A Toshico nos deixou e aproveitamos pra explorar um pouco mais a região.

Encontramos uma loja de deptos, bem legal, a Loft …

… e como estávamos bem cansados, optamos por voltar ao hotel.

E de metrô.

Foi muito divertido e prático.

Em meia hora, estávamos comprando coisas na loja gourmet do Mandarin, …

… almoçando …

… e saindo pra explorar a região, …

… especialmente, a loja Coredo, …

… composta de três prédios com muitos restaurantes …

… e algumas lojas muito interessantes.

Voltamos mais uma vez pro hotel, pois tínhamos que arrumar as malas, …

… já que amanhã, iremos pra Kanazawa de trem.

Pra facilitar também, já que sairemos cedo, optamos por jantar no restaurante “itariano” do Mandarin. Curiosamente ele se chama K’shiki.

E, mais uma vez, fizemos uma refeição com um visual incrível. Como entradas, a Dé foi de burrata …

… e eu de lula (ops).

Já como principais, a Dé escolheu um ravióli ao plin …

… e io, um spaghetti ao vôngole.

Dá pra perceber como os vôngoles nipônicos são grandes, né?

E, mais uma vez, notamos a educação e a simpatia dos japoneses.

Será que um dia seremos/teremos alguma coisa parecida no Brasil?

Otsukaresama deshita!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.

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dcpv – dia san – japão – tóquio – hakone e o inhotim nipônico.

26/06/2019 (vivido em 06/04/2018)

Dia san – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.

O dia estranhamente amanheceu nublado.

Apesar da previsão, que informava muita chuva, ficamos otimistas.

Afinal de contas, ficava uma dúvida no ar: será que conseguiríamos ver o famoso Monte Fuji?

Tomamos o poderoso café da manhã do Mandarin Oriental …

… e encontramos a nossa guia, a simpática Toshico, que nos levaria pra Hakone.

São quase duas horas de carro.

E lá fomos nós, belos e fagueiros.

O sol nos acompanhava …

… e o passeio e o nosso papo estava muito bom.

Aí começou o pequeno drama, o tempo mudou e uma chuva forte chegou, com bastante vento.

Esta cidade tem realmente esta tradição, já que ela fica numa região bastante montanhosa.

O destaque positivo foi que, por causa da temperatura mais baixa, conseguimos ver algumas belas cerejeiras floridas.

Chegamos pra pegar o cable car e más notícias: por causa do forte vento, o serviço estava paralisado e sem previsão para voltar a funcionar.

Resolvemos subir de carro mesmo e quando chegamos, a situação estava brava.

O vento forte, o frio e a chuva não nos deu outra alternativa, a não ser aproveitar a lojinha de souvenires.

Compramos algumas coisas e aproveitamos para experimentar uma iguaria: ovos cozidos em água quente e vulcânica.

Kuro Tamago, este é o seu nome, é um ovo com casca preta e que é realmente um ovo cozido.

Comemos todos e quando pensamos em ir embora, um milagre aconteceu.

O céu se abriu e conseguimos ver não somente os vapores de enxofre na montanha …

… como tivemos uma bela vista do vale.

Voltamos para o carro e tivemos a notícia de que o passeio de barco pelo lago Ashi também estava cancelado por causa do forte nevoeiro.

Resolvemos então nos aventurar e ir pro Hakone Open Air Museum.

Ele é um tipo de Inhotim.

As obras de arte estão, na sua maioria, ao ar livre …

… e se relacionam com a natureza.

É verdadeiramente imperdível.

No nosso caso, mais um milagre aconteceu, porque ficamos quase duas horas por lá e nenhuma gota caiu.

Pelo contrário, até alguns lampejos solares nós tivemos.

O circuito todo é bastante grande …

… e tiramos muitas boas fotos.

Segue o necessário foto blog:

Inclusive, as famosas cerejeiras floridas estavam por lá …

… e nos ofereceram a oportunidade de …

… agradecer pelos belíssimos momentos que presenciamos …

… ao sentirmos a união entre tudo o que o homem pode fazer de belo, …

… quanto o que a natureza faz.

Ah, lá também tem um pavilhão do grande mestre Picasso que é incrível.

Infelizmente, as fotos são proibidas, mas fica a dica.

Aproveitamos pra almoçar frugalmente por lá …

… e zarpamos pra conhecer um novo museu.

E lá só tem arte japonesa.

Narukawa é bastante interessante …

… e tem como bônus, uma tremenda vista do lago Ashi.

É estonteante …

… e chegamos a agradecer pelo tempo estar ruim e não sermos obrigados a fazer um passeio meio que brega por um barco de piratas (???).

Para finalizar com chave de ouro, fomos conhecer a Maruyama.

Eles trabalham com marchetaria (madeira)…

… e o resultado final são objetos muito delicados e bonitos.

Além de tudo, algumas das caixinhas contém segredos para serem abertas.

Enfim, é lindo e foi muito divertido.

E onde entra o Monte Fuji neste história?

Ele estava lá longe, mas não conseguimos vê-lo.

Paciência, pelo menos o vimos num origami que a Toshico nos ensinou a fazer.

Voltamos para o hotel (mais duas horas de carro) …

… e aproveitamos pra dar uma passeada e reconhecida na região.

Ele fica em Nihonbashi.

E por aqui, encontramos uma tremenda loja de deptos tradicional, a Mitsucochi e…

… uma central de lojinhas modernas legais e cool, a Coredo.

Ufa, depois disso só nos restou jantar.

E num lugar bem legal. O Sant Pau, da chefe espanhola Carmen Ruscalleda, é um R&C e filial do homônimo em Barcelona. Comida “espanhora”!

Apesar de haver menu degustação, também existe a opção a la carte. E foi ela que escolhemos.

Optamos por dividir uma entrada, que seria “Iberian pork Joselito, bread and tomato”, o famoso pam amb tomaquet de Barcelona na sua maior expressão.

Como principais, a Dé escolheu “Cod roasted almonds, iberian ham broth, nanchana and green beans”. Um peixe maravilhoso.

E eu comi o meu primeiro Wagyu. Este a gente também nunca esquece e estava perfeito.

Tomamos três vinhos catalães excelentes.

E com o café, recebemos caixinhas de mignardises que foram devidamente apreciadas.

Enfim, certamente foi a melhor refeição da viagem (até agora! 😀).

Esta mistura de cozinha catalã com ingredientes nipônicos foi destruidora.

Ki wo tsukete!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.

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dcpv – dia ni – japão – tóquio – a primeira sakura a gente nunca esquece.

05/04/2018

Dia ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.

Hoje seria dia de começar a desvendar o mistério japonês.

E ele, o dia, iniciou bem broncolhão.

Tomamos o café da manhã, excelente por sinal, …

… e fomos encontrar com a nossa guia no saguão …

… pra fazer o nosso tour pela capital japonesa.

Optamos pelo formato mais raiz, sem carro.

Ou seja, andaríamos bastante e quando as distâncias forem grandes, usaríamos táxi, metrô ou até barco.

Saímos de táxi pra ir ao Palácio Imperial.

A maioria das pessoas diz que este passeio é meio que uma furada, mas nós gostamos.

Não que seja a oitava maravilha do mundo, mas dar uma passada por lá pra ver os jardins extremamente bem cuidados, …

… além de saber que a distinta realeza japonesa mora lá é muito interessante.

A clássica foto da ponte de pedra, a Nijubashi, foi tirada …

… e próximo do castelo, tivemos a nossa primeira visão da sakura.

Realmente, ver as cerejeiras floridas e tudo o que elas representam é muito emocionante.

Você fica praticamente sem fôlego …

… e dá uma vontade danada de não parar de admirar.

E olhe que o pico da floração já tinha passado há alguns poucos dias.

Enfim, é um espetáculo imperdível da mamãe natureza.

De lá, seguimos também de táxi, para o Hamarikyu Garden.

Ele é um jardim tranquilo, …

… com uma vegetação bem interessante …

… e com cerejeiras floridas …

… e diferentes …

… além duma casa de chá no meio do lago …

… onde pudemos relaxar um pouco …

… para continuar o nosso tour.

Que seria de barco.

Mais precisamente, de barco pelo rio Sumida.

Foi quase uma hora de puro prazer (e relax, já que o jet leg estava pegando).

É outro passeio que alguns não recomendam, mas que adoramos.

Primeiro que foi um ótimo meio de chegarmos a Asakusa, um bairro charmoso que fica no outro extremo da cidade.

E segundo, que as paisagens da cidade são imperdíveis.

Além de termos uma visão completamente diferente do visual de Tokyo.

Ainda conseguimos ver um prédio duma cervejaria onde mais uma vez o Philippe Starck despejou o seu talento.

Ficou estranho, mas resultou em grandes fotos, …

… ainda mais com a presença …

… da SkyTree, …

…a famosa torre da cidade.

Já em Asakusa, passeamos no meio da multidão …

… e chegamos na Nakamise Street.

Esta ruazinha é cheia de lojinhas, lugares pra comer …

… e com um forte alto astral.

Quando você passa pelo portal do templo Sensoji, …

… a tua imaginação vai longe.

Afinal de contas, são vários anos (mais de 300) que a fé de muitas pessoas é depositada neste lugar.

Aprendemos vários rituais com a nossa guia.

Como se purificar com a água para adentrar ao templo.

Como tirar a sua sorte, que vale por um ano.

E como comer street food japonesa.

Que neste caso, foram bolotas duma massa pegajosa, recheada com camarão e polvo e que resultou curiosa.

O tour estava quase terminando?

Nananinaná.

Aproveitamos pra passear de metrô (facílimo de usar)…

… e zarpamos para Ginza.

Que é o bairro mais chique e onde estão as grandes lojas de departamento …

… e as de grife.

Fomos na maior daquelas, a Mitsukoshi e demos uma boa olhada na Depa-chika dela.

Depa-chika é o departamento de comidas.

E que comidas, meus senhores.

São dois andares (no subsolo)…

…de puro prazer.

Muita comida pronta, muito ingrediente de primeira; …

… isso tudo você vai encontrar lá.

Ainda subimos para o terraço, pra comer sobás.

E curtimos o tal macarrão com um caldo de peixe bem apurado e tempurás.

Ainda deu tempo de passear pela Mikimoto, a loja caríssima de pérolas …

… e pela YtoYa, uma loja com 12 andares só de papelaria (grato Marcie, pela dica).

A Dé quase surtou …

… tanto, que prometemos voltar pra fazer umas comprinhas.

Pegamos mais um táxi e decidimos retornar para o hotel pra dar uma descansada…

… já que tínhamos um jantar reservado num francês (??) que fica bem próximo.

Tanto que fomos a pé e foi bem divertido, já que encontrar qualquer coisa sem auxílio em Tóquio é bem complicado.

Surpreendentemente, encontramos o La Bonne Table com facilidade e o lugar é muito bacana e bastante descontraído.

A surpresa foi que a única opção seria o menu degustação.

A Dé chiou um pouco, mas não teve como escapar. 😃

Iniciamos com uma salada com ingredientes muito frescos (tudo km0) e um molho cítrico especial.

Continuamos com shitake muito bem temperados e recheados com queijo e castanha.

O tom de tudo era semiveggie e os aspargos crocantes com vieiras, ovo molet e molho de laranja caíram muito bem.

Enquanto conversávamos, ou tentávamos, com o engraçado garçon, chegou o talvez melhor prato da noite, uma sopa de cebola com gnocchi, beterraba e espinafre. Sensacional.

Chegamos cansados ao último prato que foi frango assado, com molho madeira e bambu frito. A Dé adorou e só comeu os bambus. 🙂

Tomamos duas taças de vinho pra contrabalançar o friozinho …

… e terminamos com a belíssima e gostosa sobremesa, um creme de morangos, leite condensado e algodão doce.

Foi a chave de ouro de um ótimo jantar.

É, este dia foi tão grande e proveitoso quanto a eficiência e a educação do povo japonês.

Será que algum dia chegaremos lá?

Mata aimashou!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.

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dcpv – dia um/ichi – dubai/tóquio – as coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz! e o japão …

19/06/2019 (03/04/2018)

Dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz! E o Japão …

Nada como realizar um sonho antigo.

E este nosso (mais da Dé do que meu, confesso) de conhecer o Japão era um deles.

Colocamos em prática até que facilmente (gracias, Teresa Perez) e uma dúvida logística nos afligiu.

A resolvemos quando decidimos fazer pit stops em Dubai (uma noite na ida e quatro na volta).

Isso também seria muito interessante, já que estivemos lá há 11 anos e tudo estava em obras.

Desta vez, veríamos todo o progresso e como as coisas se encaminharam.

Ou seja, fecharíamos um ciclo.

Ir por Dubai significa utilizar os maravilhosos serviços da Emirates.

Parêntese: no início do meu trabalho no Veran, existia um colaborador chamado Tio Léo que era, digamos assim, um pouco “paieiro”.

Ele, certa vez, disse que viajou de avião e que pra confirmar, afirmou que nele existia um bar pra você tomar “umas”.

Todo mundo deu risada e este fato ficou na minha cabeça. Afinal de contas, nunca tinha visto um bar num avião.

Pois bem, quero declarar que o Tio Léo era um visionário e que bares existem nos aviões.

Pelo menos, nos da Emirates eles existem e são admiráveis.

Nada como você esticar as suas pernas, tomando uns “bons drinks” e entrar num clima bacana pra sua chegada no destino.

Chegamos em Dubai as 23:00 hs (este horário é meio escroto) e foi só o tempo de ver o bom quarto do hotel Vida Downtown pra encostar na cama e dormir.

Ah, deu pra dar uma espiada na janela e observar que Dubai continua fascinante.

Pela manhã, acordamos ainda sonados (são 7 hs de fuso), tomamos o ótimo café da manhã do hotel e …

… resolvemos o que fazer, já que não tínhamos uma programação definida.

Mas adianto que o dia foi extremamente agradável.

Iniciamos indo conhecer a nova big atração de Dubai.

Todo mundo sabe que a cidade parece realmente uma obra de arte moderna.

São muitos prédios diferentões e bem malucos.

E seria muito bom ter uma moldura pra estes quadros,  né?

Pois foi o que fizeram.

Dubai Frame é uma construção que simplesmente é a maior moldura do mundo.

É impressionante.

São duas torres com 150 m de altura, …

… interligadas por duas passarelas, …

… sendo que na inferior, você vê um pequeno museu contando a história da Dubai simples e anterior a este progresso todo.

Já na superior, você tem vistas espetaculares de toda a cidade, …

… e a curiosidade de passear por um piso de vidro.

Enfim, é um programa imperdível.

Pra entrar no clima da viagem, aproveitamos a proximidade (use táxi em Dubai. É bem barato) …

… pra almoçar no melhor japa da cidade (era um treinamento).

Zuma é parte de uma cadeia de estabelecimentos e tem um ambiente muito agradável.

Como ainda não estávamos muito adaptados ao fuso e sem fome, pedimos somente algumas entradas pra dividir: edamame salgado, guiosas e termpurá de legumes,…

… além de duas taças dum ótimo rosé francês, que ajudou a aplacar o calor reinante.

Voltamos pro hotel pra dar uma descansada …

… e fomos andando até o Dubai Mall.

Percebemos o óbvio.

Incrível como a cidade está bacana.

Tudo funciona bem e com um visual de tirar o fôlego.

É claro que a atração máxima permanece sempre onipresente.

Burj Khalifa, o maior prédio do mundo, é visto de qualquer lugar…

… e quanto mais você o vê, mais admirado fica.

O shopping é incrível.

São mais de 1200 lojas o que torna quase impossível conhecer todas um dia só.

Isso, sem contar o entorno dele que é imperdível.

Na Dubai Fountains, formada por uma grande piscina …

… acontece a cada meia hora, um show de águas dançantes que é espetacular.

Muita música, …

… muita luz (olha o corporativismo) …

… e muita gente.

Todo o show foi projetado pelas mesmas pessoas que fizeram os do Bellaggio, em Vegas.

Portanto, o resultado é excelente.

De quebra, ainda tem todo o Burj Khalifa iluminado de várias maneiras …

… e com o maior bom gosto.

É um verdadeiro programão, …

… além da possibilidade de dar uma boa vasculhada em todo o shopping.

Voltamos andando pro hotel, …

… e nos embasbacamos com o efeito que a iluminação tem sobre a cidade.

É devastador e arrebatador.

Só tivemos tempo de passar no hotel, tomar um banho e partir pro aeroporto de Narita pra continuar a viagem.

Seriam mais dez horas até o Japão, …

… mais propriamente, Tóquio.

Chegamos quebrados (o jetleg de 12 horas é imbatível), e já que o dia foi feito pra achar tudo maravilhoso, …

… fizemos o checkin no hotel Mandarin Oriental Tokyo.

Como todo Mandarin, ele é encantador.

Os quartos são incríveis e a vista de Tokyo é matadora.

A janelas são totalmente de vidro …

… e te fazem pensar em contemplar cada vez mais.

Imagine ler alguma coisa ou ficar só olhando, sentado nesta chaise?

Tomamos um excelente banho no não menos excelente banheiro (amenidades Bottega Venetta foram muito bem-vindas) …

… e fomos, sem muita fome, experimentar a comida cantonesa do restaurante Senese, do próprio hotel.

Não preciso nem dizer que tudo foi uma maravilha.

A vista da cidade (este era o lado oposto ao do nosso quarto), …

… combinando com o requinte e o sabor da comida, perfaziam a ação perfeita.

Pedimos uma meia garrafa dum Champagne Ruinart Blanc des Blancs …

… e optamos por dividir um peixe branco stir fray com gengibre e molho de peixe…

… e um arroz de king crab com legumes.

Tudo perfeito, inclusive o pudim de manga, servido com um sponge cake pra lá de saboroso.

Foi o grand finale do que podemos considerar o dia perfeito.

E que venha o Japão, com todos os mistérios e verdades que procuramos há bastante tempo.

Tomara que consigamos ver um pouco da floração das cerejeiras.

Afinal de contas, todo esse frisson que elas causam por aqui tem um bom motivo.

Mas isto, eu conto num próximo post.

Mata aimashou!

.


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