Posts Tagged 'toscana'

dcpv – giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.

05/10/2017

Giorno sei – Italia – Toscana – Siena e Monteriggioni, a maior e a menor, são belíssimas.

O dia toscano amanheceu belamente.

O sol estava a pino quando resolvemos pegar a estrada pra rever Siena.

Da nossa villa em Impruneta, …

… até lá, foi quase uma hora de puro prazer.

Chegamos, conseguimos estacionar …

… e descobrimos uma grande coisa.

Existem escadas rolantes que te levam lá pra cima sem qualquer esforço.

E de repente, você vislumbra uma maravilha.

A Piazza del Campo, …

… onde acontece o famoso Palio, duas vezes ao ano.

Para quem não sabe, o Palio é uma corrida de cavalos que se passa justamente no leito carroçável desta belíssima praça.

Deve ser um maravilha assistir a uma dessas corridas.

Ficamos mais um tempo, …

… demos (nós e os Marques de Paula) uma volta pela redondeza …

… e resolvemos almoçar.

Foi um pequeno drama, já que os dois lugares que escolhemos estavam cheios e não tínhamos feito reserva (conselho: faça sempre que possível).

Acabamos optando por comer num daqueles restaurantes que ficam na própria Piazza del Campo.

Não podemos dizer que foi uma maravilha, mas também não foi decepcionante.

Comemos bruschettas, …

… massas …

… mais pastas …

… salada (adivinhem pra quem?) ….

… frango …

… e pedimos uma jarra dum vinho tinto da casa que era bem ruinzinho.

Prometemos jamais pedir vinho da casa, apesar de eles serem italianos. 😄

Aproveitamos que estávamos abastecidos …

… e continuamos circulando pela belíssima cidade.

A ideia foi circundar a região do Duomo …

… e vê-lo pela frente.

É uma construção extremamente imponente …

… e impactante.

Tudo te remete a grandiosidade.

Pegamos o caminho de volta pro estacionamento …

… com a ajuda das escadas rolantes …

… e zarpamos pruma cidadezinha charmosíssima.

Monteriggioni é o nome deste encanto.

E aí aconteceu um grande imprevisto.

O aplicativo Waze nos jogou numa estrada de terra totalmente selvagem …

… e pior, afirmando que estávamos chegando ao nosso destino, quando na verdade estávamos perdidos.

Tivemos que voltar tudo, …

… mas o prazer de rever Monteriggioni foi muito maior.

Taí um lugar marcante.

E pra melhorar, se é que isso seria possível, …

… além de todo o charme do lugar, …

… ainda vimos mais um belíssimo por do sol.

Só pra situar, Monteriggioni é tão pequena …

… que você não demora mais do que dez minutos pra conhecê-la inteiramente.

Acontece que ela é tão charmosa ..

… que se tem vontade de morar lá.

Ainda descobrimos um estabelecimento, o La Cerchia, …

… que corta frios e queijos na hora, …

… além de, pra variar, ter ótimos vinhos (os copos, nem tanto 🙂 ).

Ou seja, Monteriggioni+vinhos+queijos+frios=paraíso.

Voltamos pra casa felizes …

… e constatamos que tanto a maior …

… como, provavelmente, a menor cidade da Toscana são de “togliere il cappello”.

Ai (suspiros!) …

Arrivederci.

.

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dcpv – giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model

04/10/2017

Giorno cinque – Itália San Gimignano, a verdadeira Manhattan toscana e por que não dizer, uma übermodel.

Você sabe o que é uma übermodel, né?

Pois San Gimignano é a verdadeira übermodel das cidades toscanas.

É incrível como ela é bonita em todos os seus ângulos.

E olha que nem precisa ser um super fotógrafo para conseguir as melhores fotos.

Basta ter as condições climáticas ideais e um pouco, só um pouco, de boa vontade.

Acordamos tarde (ritmo toscano e devido aos Marques de Paula), tomamos uma ótimo café e …

… rumamos pra Manhattan Toscana.

E por que Manhattan Toscana?

Porque San Gimignano é reconhecida pelas suas altas e charmosas torres, …

… comparadas aos belos arranha-céus da famosa região nova-iorquina.

Cá pra nós, San Gimignano é muito mais bonita.

É claro que foi difícil encontrar lugar nos estacionamentos.

Afinal de contas, uma horda de turistas, assim como nós, estava disposta a ganhar seu dia tendo visões que gratificam estar vivo.

E a agradecer por cada momento que se passa por aqui,

Fizemos o circuito normal que todo turista que se espreme faz.

Entramos pela porta principal, onde não se vê nenhuma das torres, …

… subimos a rua principal, …

… e chegando próximo da Piazza della Cisterna, …

… você começa a ter a visão delas .

São esplendorosas e extremamente fotogênicas.

Ainda mais com este céu azul.

E estando na Piazza, você fica sem respiração ao presenciar tamanha beleza.

Como bônus, ainda toma um ótimo gelato no Dondoli,…

… que faz deste sorvete uma verdadeira obra de arte.

Resolvemos almoçar no extremo oposto da cidade, …

… o que nos obrigou a caminhar mais um pouco e descobrir mais alguns segredos desta bela modelo.

O almoço foi frugal e muito divertido.

Demos boas risadas tomando dois litros de um bianchetto feito com a uva icônica da região, a Vernaccia

… e comemos risotos, …

,.. papardelles, …

… lasanhas …

… e maialinos.

Retornamos pra Piazza e decidimos tomar uma saideira na enoteca Divinorum.

Sábia decisão.

O lugar é muito bacana …

… e sua parte externa tem uma das melhores vistas da região.

Aproveitamos pra tomar alguns Aperol Spritz …

…  e curtir cada vez mais a cidade.

Retornamos pelo lugar onde entramos…

… e conversamos muito sobre tudo o que acabamos de presenciar.

Foi um verdadeiro desfile de moda …

… onde a übermodel brilhou mais uma vez.

Como bônus, ainda chegamos na nossa villa, …

… a tempo de presenciar mais um daqueles pores do sol espetaculares …

… e que além de tirarem o fôlego, …

… te fazem agradecer por tudo (desculpem a redundância) o que você tem nesta vida.

Ainda tivemos tempo de tomar duas garrafas dum bom Chianti, …

… duas de um bom Vernaccia…

… além de cozinharmos pela primeira vez por aqui, …

… um ótimo fusilli com alho e peperoncini.

Taí mais um motivo pra agradecer. 🙂

Grazie e …

… arrivederci.

.

 

dcpv – giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!

03/10/2017

Giorno quattro – ItáliaFlorença, lindíssima, como sempre!

Dizem que a maior loucura que se pode fazer é passear de carro por grandes cidades européias.

Nós contrariamos esta teoria.

Pois não é que fomos de automóvel para Florença?

Sim, eu sei que é proibido circular motorizado pelo centro histórico (multas chegarão! 🙂 ).

Mas foi muito confortável dirigir por 20 minutos de Impruneta, …

… onde fica a nossa villa, a La Pietrina, …

… e chegar no estacionamento da Estação Santa Maria Novella.

De lá, andamos uns 10 minutos e estávamos no que pra nós, os Luz, …

… é uma grande atração florentina.

Gelateria Santa Trinita tem sorvetes maravilhosos, especialmente os de pistache e gergelim preto.

Devidamente abastecidos,…

… pelo sorvete e …

… pela beleza das pontes …,

… rumamos pra Ponte Vecchio onde captamos a essência da capital do Renascimento.

Passeamos pelo centro, …

… (re)babamos na arquitetura maravilhosa …

… e chegamos na Piazza della Signoria, …

… um verdadeiro museu a céu aberto.

De lá rumamos para a cobertura da loja de deptos, a La Rinascente, onde além de tomar duas flutes de Ferrari, …

… se tem uma das melhores visões de Florença.

Como estava na hora do almoço, resolvemos degustar alguns vinhos.

E através do TheFork (muito bom este aplicativo de reserva de restaurantes) descobrimos a Enoteca Alessi.

Lá fizemos um vuelo de vinho bianco, …

… outro de rossos da Itália …

… e comemos uma buoníssima burrata.

Foi muito divertido, além da loja ser espetaculosa.

Inclusive, encontramos um conhecido nosso por lá, o Centellino (pra quem não conhece, é um dosador de vinhos).

É claro que tomamos um café expresso curtíssimo …

… sentados em frente ao imponente Duomo Florentino …

… e seguimos caminhando de volta para o estacionamento.

Antes de chegar, compramos algumas coisinhas básicas ( e imperdíveis :)) …

… tais como desodorizadores da Dr Vranjes …

… e perfumarias (os sabonetes são maravilhosos) na Officina Profumo Farmaceutica di Santa Maria Novella.

Mesmo que você não vá comprar nada, vá visitar este estabelecimento. Ele é lindo!

Pegamos o nosso carro e resolvemos conhecer a Piazzalle Michelangelo.

Dizem que de lá se tem a melhor vista de Florença.

E é a mais absoluta verdade.

Depois de ver cada um dos lugares individualmente,…

… (Florença é bem pequena e se vê quase tudo num dia, com a óbvia exceção dos museus), ter a visão de todos juntos é reconfortadora …

… e te dá a impressão de que tudo não passa de um belo Lego divino.

Voltamos pra casa felizes, ainda mais sabendo que esta não foi a última vez que veremos Florença nesta viagem.

Como eu devo ter dito algumas vezes neste post, Florença é realmente imperdível.

Ah, encontramos pela primeira vez nesta viagem com a Regina, o Mingão, a Gabi e o Fom, em plena Impruneta.

Foi um tremendo prazer ver pessoas tão queridas dividindo um sonho acalentado por tanto tempo.

Ainda bem que também teremos muitos encontros até o final do mês.

Arrivederci.

.

dcpv – giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.

02/10/2017

Giorno tre – ItáliaToscana –  Antinori, o visionário.

E voltamos com o sol da Toscana.

Ele brilhou muito.

Sorte nossa, porque hoje faríamos uma visita ao Antinori nel Chianti Classico.

Tomamos o nosso café da manhã caseiro rapidamente e rumamos pra lá.

A chegada é impactante.

A arquitetura da vinícola é espetacular.

É o mínimo que podemos falar de uma obra tão bonita …

… e ao mesmo tempo, tão integrada com a natureza.

Fizemos a reserva do tour completo pela internet e chegamos no horário (ela fica bem perto da nossa casa).

Como optamos pelo passeio falado em italiano, ele foi privado, já que éramos só nós dois (eu e Dé) e a guia.

A recepção e a sala de espera não ficam atrás no quesito modernidade.

É tudo muito interessante.

Iniciamos o nosso espanto propriamente com um filme explicando toda a saga dos Antinori.

Eles estão no ramo de vinhos desde os idos de 1300 (são mais de 25 gerações).

E se tornaram num gigante deste mundo tão particular.

Logo depois (o filme dura uns 20 minutos) fomos pra cobertura do prédio, onde videiras estão plantadas e com o mesmo solo original.

O prédio foi construído enterrado numa colina original e é na sua cobertura que fica o restaurante onde almoçaremos.

E é lá também que fica a produção de vin santo.

Entramos no prédio propriamente dito e tivemos mais algumas surpresas.

Todo o lugar parece um laboratório e daqueles de ficção científica.

Os barris de carvalho húngaro (produto do próprio Antinori) repousam como se fossem bebês num berçário.

É simplesmente espetacular.

Faltava a degustação.

E ela veio à la grande.

Experimentamos um vinho branco, o Cervara, um Brunello, um Chianti, o Badia a Passignano e o icônico super Toscano, o Tignanello.

Não precisa nem dizer que adoramos tudo…

… mesmo porque a sala era toda envidraçada e ficava suspensa sobre o lugar onde os barris estavam descansando.

Um sonho!

Depois de curtir bastante todos os vinhos, …

… fomos pra cobertura almoçar (o prédio da vinícola está embaixo das videiras).

Iniciamos como entrada, com os ravioli al dente indicados pelo menu.

A Dé, que não come carne, escolheu um bacalhau como principal.

Eu fui de costeletas de cordeiro.

Tudo excelente e brilhante …

… além dos vinhos, que harmonizaram perfeitamente.

Foram mais três …

… mesmo porque o branco doce acompanhou …

… o prato de queijos italianos especiais.

Totalizamos quase cinco horas de puro prazer.

Recomendamos este passeio para todos que vão a região do Chianti na Toscana …

… especialmente aqueles que não gostam de vinho, se é que estas pessoas existem! 😄

Ah, aos que gostam, também!

Ainda demos uma obrigatória xeretada na ótima lojinha.

Aproveitamos a proximidade e passamos em Greve em Chianti …

… pra comprar alguns queijos e salames na famosa Antica Macelleria Falorni.

Eis outro lugar imperdível por aqui.

Também visitamos San Casciano di Val di Piesa.

É uma cidadezinha tranquila …

… onde aproveitamos pra tomar um gelato (estava muito calor) e conversar bastante, sentados num banco.

Nos sentimos verdadeiros locais.

E onde fica a hospedagem na nossa Villa Toscana?

Apareceu na comodidade de se chegar em casa …

… e ver um dos mais bonitos pores do sol das nossas vidas.

Tudo isso com uma trilha sonora escolhida pela Dé, onde “Fly Me to the Moon” (quer ouvir? Coloque o nome da música no Spotify) foi tocada de todas as formas maravilhosas possíveis.

Este é o nosso verdadeiro Sob o Sol da Toscana.

O resto foi terminar a noite em casa tomando um bom bianchetto (o mesmo ótimo Cervara do almoço ) …

… e entender o porque do Benigni ter dito que a vida é bela!

Viva a Itália e …

… arrivederci.

.

 

dcpv – giorno due – itália – toscana – um simples domingo.

01/10/17

Itália – Giorno due – Toscana – Um simples domingo.

O dia amanheceu broncolhão e chovendo.

Não podíamos reclamar, já que estamos cansados de saber que as uvas precisam de água. 🙂

Demos aquela descansada, tomamos um café da manhã frugalíssimo …

… e zarpamos pro almoço no restaurante Arnolfo (a Lourdes e o Eymard acabaram de ir lá e adoraram), um dois estrelas Michelin e integrante da rede Relais & Chateaux (viu, Márcia?).

Ele fica numa cidade lindíssima, a aprazível Colle di Val d’Elsa.

Toda a vista lateral dela é muito dramática e impressionante.

Chegamos ao Arnolfo e fomos muito bem recebidos pelo proprietário/chefe, o Gaetano Trovato.

Mais uma vez o meu poder de convencimento foi testado, já que eles só oferecem menus degustação.

Se bem que a Dé até que gostou, porque eles têm a opção “architteture vegetale”.

Eu aproveitei e escolhi o “essence del território”.

É claro que o chef nos mandou alguns agrados antes de, propriamente, iniciarmos os trabalhos.

O menu completo da Dé foi o seguinte (me desculpem, mas não anotei o descrição dos pratos):

O meu, baseado em carnes, teve os seguintes pratos:

Comemos bem demais (e muito) …

… tomamos um ótimo Chianti Classico Isole e Olena, …

… e adoramos ver como os chefs italianos cozinham e se preocupam em saber se você, o cliente, está satisfeito.

Saímos felizes, saboreando a cidade e suas vistas, …

… e ainda passamos em Impruneta, para dar uma olhada na festa mais típica que existe por lá, a Festa da Uva.

Olha, é divertido ver a quantidade de pessoas que se deslocam pra curtir um desfile de carros alegóricos.

Tudo bem que eram todos italianos!

Enfim, foi um domingo agradável e só nos restou, comer uns frios em casa, …

… tomar um bom Chianti …

… e contar carneirinhos em italiano.

Uno, due, tre, zzzzzzz.

Arrivederci.

Acompanhe o primeiro dia desta epopéia:
giorno uno – Itália – Toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!

.

 

dcpv – giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!

31/10/17

Itália – Giorno unoToscana, amore mio ou o início duma bela jornada!.

E não é que chegou o tão esperado dia?

Tudo começou com um sonho, que logo depois virou um plano e que agora, se transformou em pura realidade.

Seriam 4 semanas vividas numa bela villa toscana, a La Pietrina, pra comemorar conjuntamente os meus 60 anos e também os do meu compadre, o Mingão.

Encontrar uma casa não foi fácil e com a ajuda do Marcello Britto, chegamos a uma típica construção toscana localizado em Impruneta, uma cidadezinha bem próxima de Florença. Feinha, né?

Pousamos em Milão, pegamos o carro e partimos pra ficar uma noite em Bolonha.

Terra da mortadela e do molho homônimo, nos divertimos muito por lá, apesar do pouco tempo.

Aproveitamos o percurso pra conhecer o restaurante Marconi, que fica em Sasso Marconi.

Foi uma refeição muito interessante e totalmente fora do esperado nesta região da Itália.

Veja o fotoblog do piccolo menu degustação (cuidado, as cenas são violentas)

Chegamos em Impruneta por volta das 16:00hs.

O caminho pra chegar na casa é muito curioso.

Em muitos lugares da estrada (se é que podemos chamar assim) mal cabe um carro.

Mas a casa, a Pietrina del Quintole, é um espetáculo!

Tudo é muito antigo e ao mesmo tempo, moderno e admirável.

A cozinha, …

… os quartos, …

… as salas, …

… a piscina, …

… e o por do sol.

Ah, o por do sol Toscano acompanhado por duas belas taças dum bom Chianti te deixam cada vez mais encantado.

Curtimos muito, …

… verificamos tudo o que a Toscana pode nos proporcionar …

… e fomos jantar frugalmente num restaurante próximo e típico, o I Tre Pini.

Pizzas …

… e um buonno vino rosso.

Satisfeitos, voltamos pra nossa villa, aguardando pelo ótimo sono dos justos.

Afinal de contas, são 5 horas de jet leg e …

…a aventura está só começando.

Arrivederci.

.

dcpv – dia quattordici – toscana – visitando o castello di ama e o piccolo inhotim novamente.

04/08/2016

Dia quattordici – Toscana Visitando o Castello di Ama e o piccolo Inhotim novamente.

Nós já estivemos no Castello di Ama em 2013.

E nos obrigamos a retornar.

Porque realmente vale a pena.

É uma visita à vinícola totalmente diferenciada e interessantíssima.

Bom, acordamos cedo, tomamos o café da manhã no hotel …

… e rumamos pra Gaiole in Chianti.

É lá que fica o Castello di Ama.

Foi quase 1,5 hs dirigindo …

… mas só o prazer de desfrutar da paisagem toscana (e da companhia), já ameniza tudo.

Chegamos no horário …

… e a nossa guia já estava nos esperando.

O tour vinícola é bacana, mas nada além do esperado (né, Re?).

Já o tour artístico é espetacular.

O dono da vinícola resolver instalar um monte de obras contemporâneas no espaço …

… e você acaba passando por todas elas.

Temos trabalhos do Anish Kapoor, da Louise Borgeaus, do Chen Zhen e de mais um montão de artistas renomados.

Segue o fotoblog com as instalações:

Este do Anish Kapoor não é sobre o eclipse! 🙂

É claro que a degustação final foi especial.

Enfim, uma visita ao Castello di Ama Ama torna-se obrigatória quando se está na Toscana.

E será mais ainda, se você fizer uma reserva no seu restaurante.

A comida é caseira (que beleza!) e com um ótimo preço.

Como entrada, a Lourdes e eu pedimos pappa al pomodoro.

O Eymard escolheu uma torta de pecorino.

A entrada da Dé, a pepperonatta, veio junto com o principal dela, polpetinni.

O Eymard e eu pedimos lasanha.

Já a Lourdes foi de tortelli com ragu bianco.

O vinho foi delicioso. Pedimos o Vigneto La Casuccia 2011 da casa que era simplesmente uma beleza.

Dali, fomos pra Greve in Chianti, pois queríamos visitar a Antica Macelleria Falorni.

Este estabelecimento é muito antigo mesmo…

… e é especialista em frios.

É praticamente impossível passar por lá sem comprar …

… ou experimentar várias coisas.

Subimos um pouquinho e fomos conhecer uma cidadezinha pequena (?), pacata e bem bonitinha.

Ela se chama Montefioralle.

A sensação que se tem nesse lugar é que o tempo não passa, ou passa rápido demais! Rs

Aproveitamos a proximidade pra conhecer a Badia a Passignano (e dá-lhe Antinori).

Ela também é muito bonita …

… e certamente, poderia estar no Vale do Loire.

Fizemos o caminho de volta para o Castello Banfi com muita disposição …

… e já pensando no jantar.

Que seria no restaurante do hotel do Ferragamo, o Castiglion del Bosco.

Optamos por comer na Il Canônica que é um pouco menos luxuoso que o restaurante estrelado.

Acontece que tivemos um superproblema com o GPS (a Fiorina) e quase não chegamos a tempo, tamanho o lugar estranho que ele nos enfiou.

Foi uma verdadeira aventura com o piloto Eymard barbarizando ao volante.

De qualquer forma, voamos, chegamos e ficamos felizes pela acolhida.

Como não estávamos com fome, pedimos o básico.

A Lourdes, o Eymard e a Dé foram de bacalhau. E estava muito bom.

A particularidade é que a comida era a mesma, mas os pratos cerâmicos eram diferentes.

Muito diferentes e belos.

Eu inventei um pouco e pedi um purê, quase uma sopa de feijões brancos com polvo e camarão. Também estava muito bom.

Tomamos dois vinhos brancos e pronto.

Estávamos liberados pra dormir o sono dos justos e numa cama mais do que confortável.

Sem contar o tremendo céu estrelado que a Toscana nos mostrou.

Arrivederci…

… e até próxima, Itália.

.


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