Posts Tagged 'verdemar'

dcpv – e dá-lhe risoto de feijoada!!

número 393
22/07/2014

E dá-lhe risoto de feijoada!!

Sabe aqueles dias em que você acorda meio que sem inspiração? Pois era um desses.

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Tinha definido fazer um menu tendo como base a couve, com receitas que a Drix nos enviou, através da revista do sex shop mineiro, o Verdemar.

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Só que cismei com o prato principal (achei meio pesadão) e aí só restou dar aquela olhada no freezer e ver o que podia ser aproveitado.

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Vamos lá, então, ver no que vai dar.

Entrada – Gaspacho de Couve.

Eu tenho uma receita de risotto de feijoada que nem bem uma receita é, mas sim, um projeto.

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Sonho constantemente em aproveitar sobras de feijoada congelada (muito bem feita pela minha sogra, a D Vera) para a criação dum prato memorável. E já que a ideia é desconstruir, seria bom substituir a manjada couve refogada por um gaspacho.

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Para fazê-lo basta bater no liquidificador um maço de couve com 200ml de água e 10g de gengibre ralado. Passe por uma peneira fina e coloque na geladeira.

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Na hora de servir, acrescente 20ml de suco de limão e tempere com sal e pimenta.

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Para a apresentação, coloque algum tipo de picles (coloquei pepinos) e gomos de tangerina cortados pequenos, além de decorar com flores e brotos. Pronto, a couve estava representada!

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Principal – Risoto de feijoada.

Com tudo descongelado, só tive o trabalho de separar cada um dos ingredientes.

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Os feijões seriam utilizados no preparo do risoto.

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Que foi feito no formato original, só que com o acréscimo do caldo da feijoada no caldo de legumes e a junção dos feijões cozidos quando da finalização.

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As carnes foram desfiadas e fritas com bacon.

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E a farofa da D Anina, serviu como acompanhamento.

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Resultou num prato bonito e saboroso.

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Como experiência, tomamos um vinho tinto Finca Altamira 2011 Achaval Ferrer que foi “amadureceu, simples transferencia, avanço, nívea“.

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Sobremesa – Sorvete de laranja.

É claro que estava faltando uma laranjinha nesta pretensa feijoada. E ela só poderia vir no formato de sorvete.

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Uma lata de leite condensado, uma de creme de leite e a mesma medida de suco de laranja; esta é a receita do sucesso.

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Tudo batido e colocado na Ferrari.

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Taí um sorvetinho delicioso.

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Leia a opinião dos feijucados:
Tudo perfeito. Eis mais um risoto de feijoada da coleção, com destaque pra farofa. (Edu)
Desconstrução e construção. (Mingão)
Espetáquilo! A melhor feijoada desconstruída provada (Deo).

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Bom, esta foi mais uma tentativa de criar o definitivo risoto de feijoada.

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Não creio que foi desta vez (apesar de ter ficado muito bom).

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Portanto, aguardem a próxima experiência (já que ela virá!).

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Bye!

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dcpv – new york, segundo o sex shop mineiro.

número 366
01/10/2013

New York, segundo o sex shop mineiro.

E não é que a revista do sex shop mineiro, o Verdemar, enviada pela Drix pra este que vos escreve, rendeu mais uma noite?

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Tudo bem que, na verdade, estamos mais é fazendo um laboratório pra nossa próxima viagem (junto com os sócios) e aproveitando pra pegar algumas boas dicas que constam das matérias.

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A revista é tão bacana que se eu quisesse, faria mais um par de menus somente com as receitas que estão inseridas nela.

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Vamos lá, então, provar algumas delícias novaiorquinas (se bem que, neste caso, poderíamos chamá-las de universais).

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Let’s go!

Entrada – Salada de ervilhas e Tartare de salmão com maçã verde e sour cream.

Esta salada de ervilhas é muito fácil de fazer.

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Basta cozinhar as ervilhas (450g) em favas (e aparadas nas pontas) em água com sal.

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Elas devem ser cozinhadas bem rapidamente, escorridas e levadas em água fria pra interromper a cocção. Seque-as e corte em tiras na diagonal.

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Frite 110g de pancetta  (eu usei a minha trapizomba de microondas).

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Coloque numa tigela, 2 colheres de sopa de cebola roxa picada, junto com ½ xícara de suco de limão, ½ xícara de vinagre de vinho branco, ½ xícara de azeite e misture.

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Adicione as ervilhas, a pancetta, 4 colheres de sopa de pecorino ralado, flor de sal e pimenta do reino. Salpique pecorino ralado e sirva.

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Já o tartare é feito da seguinte maneira:  pique em cubos pequenos 200g de salmão defumado, …

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… 200 g de salmão fresco, …

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… uma maçã verde, …

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… ½ cebola roxa …

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… e tempere com sal, pimenta, azeite e folhas de dill.

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Faça o sour cream batendo 300g de creme de leite com o suco de 1 limão. Junte 200g de cream cheese e bata até ficar homogêneo. Disponha por cima do tartare.

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Eis uma entrada refrescante e bastante nipônica (ou seja, com um jeitão bem novaiorquino).

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Pra variar, tomamos um bianchetto, um Vermentino Maremma 2012 que foi “segunda, nipianque, vecchio, bom RIR“.

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Principal – Schinitzel de vitela com salada de batatas.

Esta é uma receita tirada do filme “O Poderoso Chefão”. E justamente porque foi no restaurante novaiorquino Loui’s que o Al Pacino, o Michael Corleone, degustou esta vitela empanada.

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E como é que ela é feita? Basta temperar os filés de vitela com sal e pimenta do reino, passá-los em farinha de trigo e sacudí-los pra tirar o excesso.

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Passe novamente em ovos batidos e finalize com farinha de pão.

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Frite-os numa frigideira com óleo bem quente.

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Já pra salada, cozinhe 500 de batatas descascadas e em cubos.

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Misture estas batatas com 4 colheres de sopa de azeite, 3 colheres de sopa de mostarda Dijon, ½ xícara de cebolinha verde picada, 2 colheres de sopa de vinagre de framboesa, sal e pimenta do reino.

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Prontíssimo! Não é a toa que Don Corleone matava qualquer um por um prato desses.

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E ele também tomaria o vinho que acompanhou tudo. Era um tinto Segares Las Llecas Rioja que foi “fidêncio, tintureiro, rojo, cunhadesco“.

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Sobremesa – Harumaki de maçã com sorvete de creme e canela.

Eis mais uma receita com influência asiática. Numa panela, junte 1 xícara de açúcar com 1 xícara de água, 2 maçãs vermelhas em cubos e 1 pau de canela, 1 anis estrelado, 1 cravo, 2 pimentas da Jamaica, 1 pedaço de gengibre, 1 pedaço de casca de tangerina.

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Deixe cozinhar até que seque a água. Retire as especiarias e deixe esfriar. Coloque uma colher de recheio no centro da folha de harumaki e feche como um envelope.

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Passe manteiga derretida por cima e asse em forno a 180°C por 15 minutos.

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Sirva quente com uma bola de sorvete e salpique a canela. Pura delícia da Big Apple.

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Eis a opinião dos ianques:
Do início ao fim, de cabo a rabo, do primeiro ao ultimo: tudo perfeito. (Edu)
Alfomega. (Mingão)
Que retorno! Espetáquila do começo ao fim! Deo gratias! (Deo)

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Start spreading the news
I’m leaving today
I want to be a part of it
New York, New York.

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É isto aí!

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Goodbye.

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dcpv – verdemar e new york – que dobradinha!

número 363
01/10/2013

Verdemar e Nova YorkQue dobradinha!

Todo mundo sabe que nós somos fãs de sex shops.

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Especialmente dos similares a Casa Santa Luzia. E no caso, em BH existe o Verdemar, uma cadeia de supermercados de primeiríssima e que não fica nada a dever a “matriz” paulistana.

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Sabendo desse nosso apreço, a nossa querida Drix nos envia as revistas que eles publicam e que são muito interessantes, uma vez que normalmente versam sobre destinos gourmet. Neste caso (e veio bem a calhar) o tema é New York.

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São muitas e muitas páginas com dicas de lugares pra se visitar, restaurantes e receitas da genuína culinária americana (sic).

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É claro que só tive o trabalho de escolher algumas e o menu desta terça estaria mais do que pronto.

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Vamos lá, então, as receitas novaiorquinas da revista do Verdemar.

Entrada – Camarões sautée com molho de pepino e dill.

Esta é uma receita pra se fazer em casa, especialmente pelos molhos.

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Pra fritar os camarões (uns 20), basta aquecer óleo numa frigideira em fogo médio.

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Tempere os camarões com sal, passe por um pouco de farinha e leve à panela até ficarem no ponto.

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Enquanto isso, faça os molhos. O búfalo é feito derretendo ½ xícara de manteiga derretida, adicionando uma porção de molho de ardência moderada e suco de 1 limão. Mexa para incorporar e mantenha a manteiga aquecida pra não endurecer.

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Já pro outro, o de pepino e dill, é só misturar 2 xícaras de creme azedo, ½ xícara de pepino sem sementes batidos no mixer, ½ xícara de pepino descascado em cubos, 2 colheres de sopa de dill fresco picado, 2 colheres de sopa de azeite e suco de 1 limão.

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Servi os camarões com os dois molhos de maneira que os comensais pudessem escolher em qual deles mergulhar.

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E resultaram maravilhosos.

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Com a defecção do Deo (continua no Pará) e a minha prescrição médica, só sobrou a opinião da Dé e do Mingão sobre o vinho branco Pionero Maceratto Albarinho Espanha 2011 que foi “primo, cocoso, secondo“.

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Principal – Salmão Teriyaki com aspargos grelhados ao óleo de gergelim.

Eis mais uma receita simples e muito boa.

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Pré-aqueça o forno a 200°C. Deixe os salmões marinando em molho teriyaki por 15 minutos e leve ao forno por mais 10 minutos (eu deixei um pouco mais).

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Enquanto isso, cozinhe aspargos numa panela com água fervente por uns 2 minutos.

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Depois e numa frigideira bem quente, coloque óleo de gergelim com um pouquinho de azeite e sal e doure-os por cerca de 3 minutos.

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Sirva com um pouco de alface frisée e tomates cereja.

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Resultou num prato light (a Dé adorou) e muito, mas muito, saboroso.

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A Dé e o Mingão continuaram bebendo o mesmo vinho branco (e eu a mesma Coca zero).

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Sobremesa – Blintz.

Esta é uma grande novidade, já que é uma receita judaica. Estas Blintz são panquecas fritas e recheadas com ricota.

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A massa é feita de 4 ovos grandes batidos, ½ xícara de água, ½ xícara de leite, ½ colher de chá de sal e 1 xícara de farinha.

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A Dé aproveitou pra estrear a panquequeira que a D Vera nos presenteou e o resultado foi um espetáculo (o Mingão também meteu e literalmente, a mão na massa).

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Já pro recheio, basta misturar 450 g de ricota, 1 colher de sopa de manteiga derretida, 1 gema, 2 colheres de chá de baunilha e ¼ de xícara de açúcar.

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Pra finalizar, coloque uma colher de sopa do recheio em cada Blintz, feche-as e frite-as em manteiga até dourar.

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Como achamos que ia ficar muito seco, aproveitamos a manteiga da fritura e adicionamos mel e suco de limão. Pronto, uma vigorosa calda surgiu e enriqueceu o prato.

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Eis a opinião dos adoradores da Grande Maçã:
De cabo-a-rabo, uma maravilha! (Edu)
De volta ao aconchego! Uma volta aos melhores momentos, um extra-série! (Mingão)
PS – Eu perdi!! Que tristeza. (Deo)

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“O movimento de gente que vai e vem é como um convite. Mergulhar no Universo de New York é experiência intrigante, quase viciante (né, sócios?). Não há como não ser envolvido pela pluralidade de seu espaço urbano, pelo charme das suas ruas, pela pungência da sua vida cultural, pelo glamour das suas lojas ou pelo seu ritmo incessante”.

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Pode acrescentar pelo sabor das suas comidas!

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Bye.

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dcpv – 3° isb em bh – não fui, não vi, não comi, não curti, mas adorei tudo!

13 a 15/03/11

3º ISB em BH – Não fui, não vi, não comi, não curti, mas ADOREI tudo! (by Sueli)

Nota do Redator – E não é que fizemos mais um ISB, também conhecido como Inter dos Sem Blogs?
Desta vez foi em BH com a chancela da ultra-organizada Drix. E como gostamos de inovar, este primeiro post foi escrito pela Sueli, justamente uma componente do casal (junte o grande Jorge) que não pode comparecer.
Divirtam-se com o depoimento de quem não estava lá. E na sequência com os relatos dos que participaram desta festa, Eymard, Drix, Mingão (sim, senhores. Ele prometeu escrever) e os meus 3 posts, escritos pra cada um dos dias que passamos na terra dos butecos.  Eles serão publicados semanalmente.
Vamos lá! Deixa cair … OVB.
 

E não poderia ser diferente, pois a gente planeja muito esses encontros.  São tantos e-mails trocados… tantos ajustes de onde ir, que voo pegar, que hotel ficar, o que vamos fazer?… que fica difícil, mesmo não estando presente, não  ter idéia do que está rolando.

     

Mas a vida nem sempre nos reserva só certezas e alegrias. Acidentes de percurso nos fizeram  desistir desse encontro tão longamente planejado.
No 2º ISB, em Brasília, faltaram Mingão e Regina. No 3º faltamos nós.  No próximo, se Deus quiser, estaremos todos juntos.

      

Sei muito bem que estar com essa turma teria sido um bálsamo para o meu desgaste físico e emocional, mas a prudência e o equilíbrio falaram mais alto. Não era hora e sei que muitos outros encontros virão. Aliás, o próximo já está agendado e planejado para dezembro.
Eita mundo véio sem porteira! Trem bão, sô!

           

A capacidade de aglutinação e integração dessa turma é fantástica e eu, mesmo aqui de longe,  estava o tempo todo com eles.
Como não vê-los e sentí-los andando no meio das gôndolas de delícias, nas degustações e aquisições do Verdemar?  O Verdemar é um sex-shop que tem em BH e que, desde o nosso primeiro encontro, faz o maior sucesso entre nós com seu fantástico queijo da canastra, revistas gastronômicas e sacolas personalizadas com os quais Adriana nos presenteia. 

Ó, Minas Gerais!
Como não sabe-los à mesa do Vecchio Sogno, um italianíssimo, indicado pela Adriana para o jantar da sexta, e onde, com certeza, ela degustou uma massinha básica? E brindou com Coca. Normal, por favor!

     

Como não estar com eles naquela van, às 8h45, e passar às 9h, pela PUC para pegar a Adriana, que já tinha dado aula,  rumo ao Inhotim?
Como não caminhar ao lado deles em meio àquela natureza exuberante e obras de arte tão instigantes do Inhotim?

Como não estar na ronda, meio “fracassada” e tardia dos “butecos” mineiros, no sábado à noite? Adriana avisou, avisou e avisou: Não pode fazer ronda de “buteco” tarde Mas eles saíram tarde. E iam querer o quê? Pense? Mesmo assim adoraram tudo. Adoraram a companhia, adoraram os causos e cantos… E que cantos! Cantos que a Adriana não sabia ou desconhecia completamente. 

     

Como não andar com eles, no domingo pela manhã, pelas ruas da capital das Minas Gerais e admirar suas belezas, guiados pela paixão e ternura de uma filha da terra?

Como não me ver envolvida pela graça da Pampulha e saber que estavam apreciando as maravilhas do Xapuri?

     

Como não me sentir presente em cada brinde que ergueram para comemorar mais essa oportunidade de estar juntos?
Como não sentir a alegria, a energia e o carinho que vem desse grupo tão especial? Carinho esse que nos chegou em forma de mimos diversos, mandados pela Adriana e entregues pessoalmente pela Lourdes e o Eymard. 

Então, mesmo não tendo ido ao 3º ISB, mas embalada pela enorme onda do Verdemar, já que em BH não tem mar, pelas músicas cantadas na “ronda de botecos”, pelos belos horizontes que se descortinam em Inhotim, pelas águas da Lagoa da Pampulha, pela grande afeição que tenho por cada um dos membros deste grupo, digo que ADOREI tudo isso que perdi.
O que vem aí pela frente é meio surpresa também para mim e sei que me deleitarei em cada linha de texto, em cada foto, em cada programa, pois essa turma é só alegria e felicidade. Na companhia deles, salsicha é melhor que foie-gras.

Há! Há! Há!  Que venha Ferraz de Vasconcelos!

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dcpv – tá todo mundo falando e comendo grego

número 284
22/02/11

Tá todo mundo falando e comendo grego.

Mais uma vez a Drix, uma chef conhecedora dos atalhos da cozinha, nos indicou um menu (ainda que indiretamente).

Ela enviou alguns exemplares da excelente revista do sex shop mineiro, o Verdemar Supermercado & Padaria. Dentre eles, um versava sobre a Grécia e sua culinária.

Pô, a Grécia vive no imaginário daqui de casa, tanto turístico quanto gastronômico.

E lendo sobre as características do país e da mediterraneidade de tudo, adicionando-se o calor helênico que está fazendo nestas plagas, foi fácil decidir sobre esta noite grega.

São muitos bons ingredientes preparados de uma maneira simples e saudável (assados, cozidos) e acompanhados por algum molho bem fresco (iogurte, creme de leite, tomates).

Vamos lá, então, nos teletransportar praquele lindo ambiente com casinhas brancas, um mar bem azul e um monte de gregos cheios de ouzo.

Eheeyete too-aletta?

Bebidinha – Saquerinha de limão.

Simples e grega, como o Panathinaikos.

Entradas – Salada grega, feijão branco com pimentão ao forno e vegetais grelhados com iogurte.

Uma longa história de guerras, conquistas, construções, uniões, realizações. Um legado deixado por toda a humanidade. Mitologia, política, arte, esportes, arquitetura, filosofia, teatro… Uma cultura de impressionar”.

É mesmo! Eu acho que a maioria das pessoas tem uma certa admiração pela cultura grega. Paralelamente, por tudo o que a sua cozinha representa de saudabilidade.

Estas entradas são extremamente simples e já adianto, deliciosas.

A salada grega é uma salada grega! rs

Pepinos, cebolas, tomates secos, tomates, azeitonas, queijo feta, pimenta em conserva (usei a biquinho), salsinha e azeite.

Já os feijões brancos foram tirados do vidro (by sex shop). E acrescentados com a sua água numa forma com pimentão vermelho cortado em tiras finas e frito levemente com cebola e alho.

Cobri com papel aluminio e deixei no forno por uma hora a 180ºC.

Finalmente, grelhei vegetais. Pimentão verde e vermelho, abobrinha, berinjela, tomate e cebola além da  batata cozida.

Todos pincelados com azeite e temperados com sal, pimenta do reino e orégano.

Veja o quão mediterrâneo ficou esta lindeza!

Bela e saborosa. Tanto que a Dé também lambeu o prato.

Tomamos um companheiro pós-viagem (eita free shop), o Jacob`s Creek Chardonnay 2009 que foi “segundesco, jacob`s greek, top white, cretino“, segundo os zorbas, nós mesmos.

Principal – Espaguete de Lagosta

“Apenas o azeite, o limão e o sal não adiantam nada. É preciso temperar com carinho”. Thrassyvoulos Georgios Petrakis (restaurante Acropolis)

Este é um caso em que o carinho tem que fazer parte da receita.

Que mais uma vez é facílima de fazer (estou ficando repetitivo, né não?)
Basta ferver lagostas num caldo formado por água, cenoura, cebola e salsinha. Reserve.

Coe este caldo e use-o pra cozinhar o espaguete. Refogue 1 cebola picada no azeite, adicione vinho branco, tomate sem casca e sem semente e cozinhe por 10 minutos.

Monte com o espaguete, a lagosta, o molho e salsinha picada.

Ficou um verdadeiro espetáculo que não tem nada de tragédia grega.

A idéia de cozinhar a massa com o brodo transformou tudo numa lagostada. E o molho que, por ser ralo, mais parece um caldo, teve que obrigatoriamente ser tomado com uma colher. Mais um que a Dé comeu e bebeu inteirinho.

Como espetacular foi o vinho branco C. Rosa Chardonnay 2009 Etchart. “Bouquet, noel gay, cacarvalhoso, gulosê” foi o mínimo que nós, os atenienses achamos dele.

Sobremesa – Ravani

“Os doces e as sobremesas da culinária grega romperam as fronteiras do mar mediterrâneo e ganharam o mundo por sua delicadeza, fragilidade, beleza e texturas únicas”.

E este bolo de semolina tem exatamente esta característica.

Bata 250g de margarina numa batedeira. Em velocidade baixa, adicione lentamente 1/2 xícara de açúcar e em seguida, 3 ovos um a um. Coloque 1 xícara de farinha e 2 de semolina até obter uma massa bem consistente. Leve a massa, em uma travessa retangular untada, ao forno a 180ºC por 40 minutos.
Para a calda, ferva 3 xícaras de açúcar, 4 xícaras de água, casca de 1 laranja e 1 canela em pau. Sirva esta calda sobre o bolo deixando tudo bem molhado.

Ainda dei uma incrementada ao usar um açúcar de tangerina.

Eis a opinião dos troianos:
Jantar hedonista. Aristóteles aprovaria. (Edu)
A Grécia é aqui (perfeito). (Mingão)
Cretinos sinônimos de esperteza! (Deo)

“O que falta então pra que nós, aqui tão longe do lindo Mediterrâneo, possamos desfrutar dos mesmos benfícios que os povos daquela região? Certamente a força de vontade  para nos adequarmos aos costumes de alimentação sadia daqueles povos. É mais fácil alguém mudar de religião do que  de costumes alimentares”. (Lina Panos)

Concordo plenamente. Acho que passou da hora de fazermos uma revolução alimentar e aproveitarmos estes pseudos ares mediterrâneos que temos por aqui.
Quem se habilita?

Kalinihxta.

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