Posts Tagged 'viagem'

dcpv – giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!

10/10/2017

Giorno undici – Itália – ToscanaRetornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!

Nós já sabíamos que iríamos bem mais do que uma vez pra Florença nestas nossas férias.

Afinal de contas, a nossa villa que fica em Impruneta, é a menos de 20 minutos de lá.

E sabíamos também que a maioria dos nossos convidados iria querer conhecer esta belíssima cidade.

A trupe formada pela Katia, Luiz, Luma, João, Bia, Fernando e o sr Antônio foi a tripulação da vez.

Basicamente fizemos o mesmo roteiro que eu e a Dé traçamos na semana passada.

E saímos pelas estreitas estradinhas toscanas (nota, o Luiz dirigia uma van!).

Foi interessante demais.

Iniciamos estacionando a van (não se esqueça que a Regina e o Mingão também estavam juntos) na garagem próxima da estação Santa Maria Novella …

… e fomos passear.

Passamos pela igreja, …

.. andamos até o rio Arno,…

… pelas ruas com lojas de grifes (via de Tornabuoni) …

… e chegamos propriamente ao rio, …

… na ponte Santa Trinitá.

Estando lá, …

… não tem como não tirar grandes fotos das duas pontes próximas, …

… sendo que uma é a Ponte Vecchio. Belíssima!

É claro que passamos na nossa queridinha, a Gelateria Santa Trinita .

Sorvetes tomados …

… andamos do outro lado do rio (ah, Drexler) …

… até chegar à Ponte.

Atravessamos, passando pela usual horda de turistas (incluindo nós) …

… e nos encaminhamos pra Piazza della Signoria, …

… onde mais uma multidão de turistas se alojava.

Mas nem isso tira a beleza do lugar, pelo contrário.

Como estávamos em cima da hora e sem reservas, resolvemos almoçar num daqueles restaurantes com vista pra Piazza.

O Il Cavallino é turisticão, mas bem interessante e não comemos mal (coisa quase impossível de acontecer por aqui).

Pedimos um montão de pratos , …

… dois Vernaccias …

… e continuamos o nosso tour.

Fizemos uma leve parada…

… para reabastecimento.

Desta vez o objetivo seria observar uma das construções mais impressionantes de Florença, o Duomo.

Não tem como não ficar de boca aberta ao vê-lo …

… e pensar como foi concebido e construído, …

… tamanho o nível de todos os detalhes.

Sem contar a imensa Cúpula de Brunelleschi …

… que deixa qualquer engenheiro encafifado em imaginar como foi o seu projeto e execução.

Como o sol já estava se pondo, …

… voltamos para o estacionamento,…

… não sem antes dar uma passada na Officina Profumo Farmaceutica di Santa Maria Novella.

Este é um lugar que você não cansa de ir …

… e que dá vontade de passar algum tempo por lá, …

… só pra sentir a sua aura e o seu perfume (sou só eu que acha que usar os sabonetes da viagem pós-viagem prolonga a mesma? 🙂 ) .

Saímos correndo porque ainda pretendíamos ver o por do sol na Piazzale Michelangelo.

E valeu a pena.

Ver todo o skyline de Florença …

… com as variações de cores …

… e o anoitecer, foi, mais uma vez, espetacular.

Taí outro lugar imperdível, ….

…. especialmente se visto logo após uma boa caminhada por Florença.

Voltamos pra casa, …

… com o Luis dirigindo bravamente a van pelas ruas (??) estreitas de Impruneta …

… e fomos jantar no restaurante I Tre Pini, pra comemorar em alto estilo o níver da Katia.

Tudo bem que esperamos quase duas horas pra Regina e pro Mingão chegarem (estas ruas estreitas de Impruneta são incríveis).

Pedimos várias especialidades da região …

… como pici, …

… gnochettes, …

… penne …

… e outros quetais, …

… além de várias garrafas dum ótimo espumante Franciacorta.

Ainda comemos algumas sobremesas, .,.

… cantamos parabéns pra Katia, não esquecendo das presenças ilustres  …

… e fomos dormir embalados pelas curvas das Estradas do Chianti.

Arrivederci.

.

Anúncios

dcpv – giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!

09/10/2017

Giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantagruélica com o maior açougueiro do mundo!

Hoje estaríamos por conta do Dario Cecchini.

Afinal de contas, consegui fazer uma reserva pra comermos na famosa Officina della Bistecca.

Lá pelas 12:00 hs, pegamos o carro e rumamos pra Panzano in Chianti.

Aproveitamos pra conhecer o centro histórico, …

… já que não conseguimos na semana passada.

Ele é bem pequeno, …

…. é charmoso …

… com uma cara daquelas cidadezinhas paradas no tempo.

Ou seja, é muito interessante.

Saímos correndo pra chegar a tempo no Dario. E chegamos.

O lugar é muito italiano e é praticamente uma ONU se alimentando de carnes.

Aí você pergunta o que a Dé comeu?

Pois não é que eles têm uma versão veggie do almoço?

Composta de legumes frescos servidos com o sal deles, chamado de Profumo del Chianti, pappa al pomodoro (não podia faltar), caponata di verdure, fritatta de due uova, …

… fagioli all’olio, …

… formaggi del pastore e pere forti…

… e claro, Caprese.

Ou seja, tudo bom, mas em grande quantidade.

Já nós os carnívoros (eu, a Regina e o Mingão), começamos com Chianti crudo, …

… rosbife reale, …

… costata alla Fiorentina,…

… bistecca panzanese …

… e a famosa bistecca Fiorentina. Ufa!

Deu pra entender o pantagruélico? 😀

Ainda tínhamos a nossa disposição, os mesmos legumes frescos, fagioli e patate al cartoccio.

Puxa, foi um verdadeiro tour de force!

Talvez o maior problema foi o vinho, um Chianti não tão digno da fama do grande Dario Cecchini, um verdadeiro “pane allo zucchero”. 🙂

Mas de qualquer forma, foram 3 horas de pura diversão …

… e muita comilança.

Ainda tivemos tempo de visitar o The Chianti Sculpture Park.

A ideia é muito legal.

Você percorre uma trilha de um pouco mais de 1 km …

… e vê mais de 25 obras de arte moderna.

Este merece um fotoblog:

Acabamos achando tudo um pouco cansativo …

… pois realmente estávamos enfastiados por causa do almoço, …

… mas se você tiver um tempo livre por aqui, vale a pena vir.

Chegamos na nossa villa,…

… a tempo de recepcionar a primeira parte da família que veio nos visitar, Sr Antonio, Katia, Luiz, Bia, Fernando, Luma e João.

Todos diretamente do Brasil pra La Pietrina.

Fiz uma macarronada das boas, …

… tomamos proseccos e biancos do Antinori …

… e finalmente fomos dormir o merecido sono dos justos.

Arrivederci, que amanhã temos excursão e pra sempre bela Firenze! 🙂

Acompanhe os outros dias desta verdadeira epopéia:

.

dcpv – dia tres – chile – vinícolas lapostolle e viu manent e copa do mundo: tudo a ver.

30/06/2018

Dia três – Chile Vinícolas Lapostolle e Viu Manent e Copa do Mundo: tudo a ver.

Hoje o dia seria muito diferente.

Afinal de contas não é sempre que se está viajando com uma Copa do Mundo acontecendo paralelamente.

Ainda mais com a abertura da fase de oitavas de final e com esta turma tão legal.

Bom, vamos começar do início.

O dia amanheceu broncolhaço …

… o que foi bom pra tomarmos o nosso café da manhã (e pras videiras) …

… e nos prepararmos pro jogaço França e Argentina.

Casa Lapostolle montou um telao numa sala, deixou um rosé da casa bem gelado e lá estávamos nós pra assistir ao grande embate.

E foi um jogão mesmo.

Torcemos muito (né, Dé e Álvaro?) e no final, os 4×3 pra França foi mais do que merecido.

Ainda deu tempo de acompanharmos o final do tour na Lapostolle.

E tudo por aqui é muito impressionante.

Desde a construção com 6 andares …

… passando pela escada espetacular …

… a sala de descanso dos barris (o santuário) …

… e a magnífica adega da Madame Lapostolle …

… que fica embaixo da mesa de degustação.

É um verdadeiro espetáculo.

Ainda passamos na lojinha …

… e fomos almoçar.

Em mais uma deferência especial, …

… o pessoal montou o nosso almoço na sala onde estava o telão …

… porque iria começar o jogo PortugalxUruguai.

Foi, digamos, uma refeição bastante desportiva.

Iniciamos com um tartar de Camarões e abacate …

… e como principal, um atum com molho vermelho e quinoa.

Tudo muito bom e bem temperado.

Os vinhos estavam ótimos e o Clos Apalta foi a estrela.

Ainda comemos um mil-folhas de maçã com sorvete de abacaxi e crumble.

Quando percebemos, o jogo já tinha acabado (vitória do Uruguai) …

… e estava no horário do nosso tour vespertino.

Iríamos conhecer a vizinha vinícola Viu Manent.

Ela é mais clássica e, aparentemente, não busca uma imagem natural ou biodinâmica.

Mas o mais interessante, …

… é que após uma explicação inicial, …

… mostrando toda a sua rica história, …

… nós fizemos um passeio de charrete …

… por toda a região de produção de uvas.

Não deixa de ser bacana …

…  charretear pela propriedade …

…  vendo todos os tons de marrom que as videiras sem folhas produzem.

Ainda passeamos pela área de produção de vinhos, …

… sim, foi aquele blá-blá-blá de colheita a mão e etc …

… e fomos pra degustação de 5 vinhos.

Confesso que não gostei muito da maioria deles, …

… mas o tour todo é bem bacana.

Voltamos pra Lapostolle, …

…. fomos dar uma descansada pra nos preparar pro nosso último jantar juntos por aqui.

Iniciamos com um grapefruit frizz e vários amuses.

Sentamos na nossa mesa exclusiva …

… e abrimos os trabalhos com uma casquinha de caranguejo que estava muito boa.

Acompanhamos com o razoável rosé Lapostolle do almoço.

Como principal, nos serviram um bife de tiras com beterraba e cebola assada.

E pra maridar, o glorioso ícone da Lapostolle, o Borobo 2014.

Perfeito.

Assim como foi todo o final de semana com o nosso grupo.

Ainda curtimos a sobremesa, que foi um musse de chocolate com sorvete de frutas vermelhas.

Foi um final doce para mais um doce encontro de todos.

Planejamos os próximos e certamente, tudo será regado a bom humor, gargalhadas e conversas impagáveis.

Que venham, então!

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta mini big trip:
dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!
dia dos – Chile – Revisitando o vale do Colchágua e a magnífica vinícola Lapostolle.



.

 

dcpv – dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!

28/06/2018

Dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!

E não é que o nosso grupo de vinhos resolveu retornar ao Chile?

Mais especificamente pra vinícola Lapostolle.

É um revival do que fizemos há 6 anos e neste caso, em plena Copa do Mundo!

Isso é que é amor!

Desta vez chegamos aos poucos em Santiago.

E nós fomos os primeiros.

Depois de termos alguns pequenos problemas com o nosso voo, …

..eh, Latam, …

… fomos premiados com vistas espetaculares …

… da majestosa Cordilheira dos Andes, …

… em pleno entardecer.

Que luz, senhores!

Chegamos quase a noitinha …

… demos uma olhada bem por cima no hotel e fomos jantar.

Desta vez, escolhemos o Ambrosia, …

… um restô fora do centro, …

… mas muito charmoso …

… e com uma comida excelente feita pela chef Carolina Bazán.

Pedimos um ceviche pra compartilhar como entrada …

… e como principais, a Dé optou por pejeperro com purê de alcachofras e chips de Jamón Serrano (que eu comi) …

… e eu, ciervo de casa, papas confitadas, manzana pochada y crumble.

Tomamos um Carmenere dos bons e fomos dormir.

O hotel é exatamente o que o nome dele propõe.

The Singular é singular mesmo.

Ele é clássico …

… e muito bacana.

Os quartos são super espaçosos …

… e a sua localização é muito boa (na Lastarria).

Acordamos e fomos tomar café da manhã junto com a Marcia e o Vianney que chegaram na noite passada.

Hoje faríamos um tour chamado Vino, poesia e Isla Negra.

Na verdade, eu e a Dé repetiríamos este passeio que fizemos em 2011.

Saímos direto pra Isla Negra.

Lá fica a casa que o Neruda mais gostava.

E ela é bem bacana.

E diferente demais.

Na verdade, Pablito é que era demais.

E um acumulador contumaz.

A casa é muito particular …

… e interessante ao extremo.

Neruda gostava muito do mar …

… e então fez a casa toda no formato dum barco.

Mas ao mesmo tempo, ele tinha medo do mar.

Como todo bom artista e gênio, era muito paradoxal.

Enfim, a casa toda é sensacional …

… e a visita, que é totalmente audioguiada, …

… é inesquecível.

Saciada a nossa fome de cultura …

… fomos almoçar.

E na vinícola Matetic, …

…onde faríamos um tour.

O restaurante El Equilibrio é bem bonito …

… e a comida também é muito boa.

Pedimos uma entrada só de frutos da mar pra compartilhar…

… e tomamos um Sauvignon Blanc da casa, ou seja, Matetic, pra acompanhar.

As meninas pediram peixe.

A Marcia um legítimo salmão chileno, …

… a Dé, uma pescada.

Já o Vianney, um gnocchi com ragu de carne …

… e eu, uma carne, que mais parecia um brontossauro. 🙂

Todos muito bons e …

… foi uma decisão sábia almoçar aqui.

Saímos de lá pro tour pra conhecer a vinícola.

Que tem fama de produzir ótimos vinhos, …

… mesmo porque ela é biodinâmica.

Todo o processo de vinificação não inclui qualquer tipo de pesticida (dá pra perceber, né?) …

… e eles utilizam formatos orgânicos.

Até feng shui é aplicado.

O passeio é muito instrutivo …

… e você sai de lá com vontade de beber …

… e comprar muitas garrafas.

Foi o que fizemos, …

… além de degustarmos mais dois ótimos vinhos …

… ao final do tour.

Retornamos muito felizes.

Este passeio (feito pela Enotour) é demais e se tiver alguma folga quando estiver em Santiago, faça-o.

Retornamos pro hotel (são quase duas horas de estrada), …

… passamos numa loja de vinhos do Centro Cultural Gabriela Mistral, …

… pra comprar alguns Tatay 2010 ( 🙂 ) entres outros e estávamos prontos pra bocanarizar.

E com a adição da Madá e do Álvaro ao grupo, a coisa melhorou ainda mais se é que isso seria possível.

Bocanariz, nosso bar de vinhos preferido em Santiago, fica ao lado do hotel.

O lugar é muito especial e foi feito pra conversar, comer e beber bem. Ou seja, pra nós!

Desta vez, em vez de fazermos os vuelos (passeios por vários tipos de vinhos), optamos por tomar garrafas.

Praticamente voamos por todo o Chile e comemos também um montão de coisas. Frios, queijos, empanadas, …

… peixes, carnes e quetais.

Não preciso nem dizer que foi extremamente divertido.

E ainda tomamos uma saideira no bar do hotel (com um espumante de quinta).

Só nos restou dormir (hic!) o sono dos justos …

… porque amanhã é dia de Lapostolle. O Colchágua vai tremer!

Adios.

.

dcpv – Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.

08/10/2017

Itália – Toscana – Giorno noveCertaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.

Esta Toscana sempre nos surpreende.

O dia amanheceu parcialmente nublado e com um pouquinho de frio.

Isto não nos desestimulou a pegar o carro e dar uma “bella” passeada.

O nosso destino seria Certaldo.

Ela é conhecida por ser a terra de Giovanni Boccaccio …

… e da cebola, que é parecida com a nossa, mas tem um sabor mais acentuado.

E a cidade é muito bacana e, porque não dizer, diferente! 🙂

Começa que existe a cidade baixa e mais nova, …

… onde se pega um trenzinho …

… pra ir pra cidade alta, a mais antiga, …

… bonita …

… e histórica.

Na verdade, Certaldo tem somente uma rua.

Mas tudo é bastante encantador.

A única coisa que não contávamos era que uma feira estava acontecendo, …

… o que atraiu uma multidão de italianos para o local,…

… já que lá não é um destino conhecido por turistas.

De qualquer forma, caminhar por Certaldo é um verdadeiro prazer.

Todos os cantos são muito fotogênicos …

… e daí, pra se encantar é muito rápido.

Almoçamos por lá mesmo, numa vinoteca e bem frugalmente. Bruschettas de pomodoro, de queijo com geleia de cebola (óbvio), uma tábua de queijos e salames …

… além de duas boas taças de mais um Vernaccia.

Caminhamos mais um pouco, …

… descemos pelo trenzinho …

… e resolvemos dar uma passada numa feira em Scandicci, cidade grande próxima de Impruneta.

Como estava tudo muito cheio, optamos por ir pra nossa villa, a La Pietrina e curtir mais um belo por do sol.

Que “bella” Toscana!

Ainda deu tempo de reunir a turma …

… e fazer um risoto como manda o figurino.

Comecei fritando um bacon toscano de primeiríssima linha …

… e depois adicionei cebola de Certaldo.

Deixei curtir um pouco e adicionei arroz arbóreo.

Aí foi só juntar o caldo, mais conhecido como brodo e finalizar com parmeggiano reggiano 24 meses e burro local (a manteiga! 🙂 ).

Ficou uma verdadeira beleza, assim como este por do sol  …

… ainda mais acompanhado de grandes amigos.

Enfim, uma cena perfeita!

Grazie per tutti.

Arrivederci.

.

dcpv – Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!

07/10/2017

Itália – Toscana – Giorno ottoEm Impruneta, como os imprunetanos.

Acordamos com um objetivo simples, dentro deste tour mensal pela Toscana.

Iríamos aproveitar o dia em Impruneta, a nossa cidade.

Não contávamos com um problema no sistema de aquecimento da água da nossa villa, mas mesmo assim curtimos muito.

Passamos na casa dos Marques de Paula, deixamos o carro e fomos a pé pro centro desta cidade da terracota.

Já sabíamos de antemão que uma feira livre, o famoso mercatto, estava acontecendo por lá.

A cidade é bem bacana.

A sua rua principal é bonita …

… e, de repente, chegamos à Piazza.

Tudo é muito fotogênico (até o Mingão ficou bem 🙂 ), …

… ainda mais com o ajuda desta tremenda luz solar.

A feira é incrível.

Tudo o que você possa imaginar é vendido por lá (comida, roupas, bugigangas, etc)

Não compramos muita coisa (pelo menos neste dia), …

…, mas quando chegamos na barraca da rotisseria tivemos um click.

Porque não aproveitar, levar algumas coisas e fazer um belo almoço na nossa villa? Perfeito!

Compramos dois frangos assados, polenta e batatas fritas, berinjela a parmeggiana, linguiça …

… e só faltava complementar com uma boa pasta.

Fomos pra casa …

… e a esbórnia toscana começou.

Pra iniciar, refrescantes Aperol Spritz.

Tem drink mais fotogênico do que este?

Ainda mais com esta paisagem.

Tivemos direito a uma recarga.

E aí, bebemos um bom bianchetto, um legítimo Vernaccia de San Gimignano.

É, estávamos felizes.

Continuamos com a parte gastronômica. E como menos é mais (ê, Fogaça! 🙂 ), um simples molho com pomodorini e muita depuração, se transformou numa iguaria.

Ainda mais acompanhado de ervas do nosso horto …

… e parmeggiano reggiano DOC 24 meses.

Era tudo o que queríamos (já viram isto? Pasta com raios de sol?).

O conjunto todo da obra, …

…. ou seja, pasta mais frango mais linguiça …

… mais vinho rosso …

… transformaram tudo num imenso prazer.

Foi uma tarde maravilhosa …

… que se transformou num tremendo por do sol.

Espetacular!

E que foi evoluindo a medida que o tempo passava.

Quando nos tocamos, já era 7 da noite e o céu nos dizia que era verdade, estávamos na Toscana.

Só nos restou tomar um Prosecco e comer uma pizza (xi, não tiramos fotos por  motivos óbvios!) …

… pra terminar o que poderíamos chamar de um dia perfeito.

Sono dos justos e felizes, é o que merecíamos.

Grazie per tutto!

Arrivederci.

dcpv – giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.

05/10/2017

Giorno sei – Italia – Toscana – Siena e Monteriggioni, a maior e a menor, são belíssimas.

O dia toscano amanheceu belamente.

O sol estava a pino quando resolvemos pegar a estrada pra rever Siena.

Da nossa villa em Impruneta, …

… até lá, foi quase uma hora de puro prazer.

Chegamos, conseguimos estacionar …

… e descobrimos uma grande coisa.

Existem escadas rolantes que te levam lá pra cima sem qualquer esforço.

E de repente, você vislumbra uma maravilha.

A Piazza del Campo, …

… onde acontece o famoso Palio, duas vezes ao ano.

Para quem não sabe, o Palio é uma corrida de cavalos que se passa justamente no leito carroçável desta belíssima praça.

Deve ser um maravilha assistir a uma dessas corridas.

Ficamos mais um tempo, …

… demos (nós e os Marques de Paula) uma volta pela redondeza …

… e resolvemos almoçar.

Foi um pequeno drama, já que os dois lugares que escolhemos estavam cheios e não tínhamos feito reserva (conselho: faça sempre que possível).

Acabamos optando por comer num daqueles restaurantes que ficam na própria Piazza del Campo.

Não podemos dizer que foi uma maravilha, mas também não foi decepcionante.

Comemos bruschettas, …

… massas …

… mais pastas …

… salada (adivinhem pra quem?) ….

… frango …

… e pedimos uma jarra dum vinho tinto da casa que era bem ruinzinho.

Prometemos jamais pedir vinho da casa, apesar de eles serem italianos. 😄

Aproveitamos que estávamos abastecidos …

… e continuamos circulando pela belíssima cidade.

A ideia foi circundar a região do Duomo …

… e vê-lo pela frente.

É uma construção extremamente imponente …

… e impactante.

Tudo te remete a grandiosidade.

Pegamos o caminho de volta pro estacionamento …

… com a ajuda das escadas rolantes …

… e zarpamos pruma cidadezinha charmosíssima.

Monteriggioni é o nome deste encanto.

E aí aconteceu um grande imprevisto.

O aplicativo Waze nos jogou numa estrada de terra totalmente selvagem …

… e pior, afirmando que estávamos chegando ao nosso destino, quando na verdade estávamos perdidos.

Tivemos que voltar tudo, …

… mas o prazer de rever Monteriggioni foi muito maior.

Taí um lugar marcante.

E pra melhorar, se é que isso seria possível, …

… além de todo o charme do lugar, …

… ainda vimos mais um belíssimo por do sol.

Só pra situar, Monteriggioni é tão pequena …

… que você não demora mais do que dez minutos pra conhecê-la inteiramente.

Acontece que ela é tão charmosa ..

… que se tem vontade de morar lá.

Ainda descobrimos um estabelecimento, o La Cerchia, …

… que corta frios e queijos na hora, …

… além de, pra variar, ter ótimos vinhos (os copos, nem tanto 🙂 ).

Ou seja, Monteriggioni+vinhos+queijos+frios=paraíso.

Voltamos pra casa felizes …

… e constatamos que tanto a maior …

… como, provavelmente, a menor cidade da Toscana são de “togliere il cappello”.

Ai (suspiros!) …

Arrivederci.

.


É só inserir o seu email, clicar no botão "Seguir" e a cada novo post publicado aqui, você receberá uma mensagem com o link. É fácil, qualquer criança brinca, qualquer criança se diverte! :)

Junte-se a 654 outros seguidores

Comentários

Blog Stats

  • 1.404.588 hits
janeiro 2019
S T Q Q S S D
« dez    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

Arquivos

Atualizações Twitter

Anúncios