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dcpv – dia uno e único – chile – vinícola vik, um espetáculo!

agosto 2015

Dia uno e único – Chile – Vinícola VIK, um  espetáculo!

O que você diria de um visionário que pensou em fazer o melhor vinho do Chile, talvez do mundo, partindo do nada?

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Pois foi exatamente esta ideia a de Alexandre Vik.

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Bom, deixa eu começar do começo.

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A Marcia Lube teve (também) a brilhante ideia de fazermos a nossa reunião anual do grupo de vinho (formado por ela e o Vianney, a Madá e o Álvaro, a Lourdes e o Eymard, a Dé e eu) no Chile, mais exatamente na vinícola VIK, que fica na vale de Millahue.

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E o negócio todo foi muito bom.

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Primeiramente nos encontramos em Santiago onde aproveitamos pra matar as saudades dos vuelos do excelente Bocanariz

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… e conhecermos o muito bom restaurante …

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… do famoso chef Gaston Acurio, …

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… o Astrid y Gaston.

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No outro dia , após pernoitarmos no ótimo hotel Noi Vitacura, …

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… partimos pra conhecer esta ideia que aparentemente parece ser maluca, mas é espetacular.

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São quase duas horas de Santiago, …

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… mas quando se chega lá, …

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…  a visão desta maravilha que fica no cume do monte mais alto…

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… e com vista de 360° pra toda a vinícola deixa qualquer um de boca aberta …

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… e pensando, My Good, como é que pode existir visionários como o Alexandre no mundo?

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Programamos pra fazer o tour guiado pela vinícola logo na tarde do nosso primeiro dia aqui, uma sexta-feira.

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E o tour é exatamente o que se poderia imaginar.

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Nada mais do que extraordinário.

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Antes disso, deixe-me explicar alguma coisa sobre o hotel.

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É quase que um devaneio.

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Chegamos e tivemos esta visão.

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Fomos recebidos com chás e uma recepção maiúscula.

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Demos uma olhada nos quartos, sendo cada um deles decorados por arquitetos famosos e de forma individual.

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Estes valem o mini fotoblog.

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Logo depois, fomos almoçar.

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E frugalmente.

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As escolhas seriam Côngrio …

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… e Ossobuco para quem quisesse.

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E o melhor, com um indefectível vinho VIK 2010 (excelente e excelente) sendo servido com nenhuma parcimônia.

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A seguir faríamos o tour pela propriedade.

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É incrível imaginar que tudo isto …

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… foi iniciado em 2004, …

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…com a plantação das primeiras videiras em 2006.

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Ou seja, imagine que tudo era pura mata e que agora está transformado numa área produtora de vinhos.

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E, segundo a ideia do proprietário, o provável melhor vinho do mundo (será megalomania?).

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O tour é excelente.

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Você passeia pelos terroirs específicos de cada tipo de uva …

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… e, finalmente, chega à bodega …

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… com este ambiente futurista …

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… e impressionante, …

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… onde o que vale, é saber que o capricho de todo o projeto…

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… e sua execução, te fazem acreditar que tudo, desde que bem planejado, é possível (é claro, que com uma boa quantidade de dinheiro acompanhando).

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E aí, chega a hora da degustação.

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Você entra primeiramente na magnífica sala de Produção …

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… passa por um visual incrível …

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… e de repente, chega a uma sala de degustaçào …

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… feita com um tremendo bom gosto …

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… com obras assinadas por grandes artistas e é onde tudo começa a fazer sentido.

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O nosso guia explica que o assemblage do vinho VIK é feito com a combinação de diversas uvas (com a predominância de Cabernet Sauvignon e Carmenere) e aí você experimenta os varietais 2013 que formarão o vinho deste mesmo ano.

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Aí, do nada, surge a brincadeira de você fazer o seu assemblage. O meu, por exemplo, continha 50% de Cabernet Sauvignon, 40% de Carmenere e 10% de Syrah. Ficou um espetáculo!

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Só nos restou agradecer ao nosso guia pelo ótimo passeio e terminarmos tudo experimentando novamente o VIK 2010.

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Voltamos ao hotel, …

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… e resolvemos dar uma descansada, antes de partirmos para o jantar propriamente dito.

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Começamos tudo jogando uma partida de sinuca, comendo uma entradinha de cordeiro …

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… e vibramos com o experimento  do VIK  2011 …

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… e com a chegada dum peixe muito bom.

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Finalizamos com uma sobremesa  ….

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… e pensamos como a vida é boa.

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Ainda tivemos tempo de olhar as luzes da piscina de borda infinita ….

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… e dormir o verdadeiro sono dos justos.

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É, realmente a vida é muito boa ….

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… e a vinícola VIK…

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… com seu magnífico hotel são lugares que tem que ser visitados (ficamos mais um dia por lá só aproveitando o bom papo).

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E tenho dito.

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Adiós …

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… e hasta la vista.

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dcpv – settimo giorno toscano – happy birthday to you.

05/06/2013

Settimo giorno toscano –  Happy birthday to you.

Mais um dia tipicamente toscano.

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Hoje aproveitaríamos pra fazer tudo o que a Toscana pode te propiciar, além de comemorar o níver da Dé.

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Começamos tomando o café da manhã do hotel  (e que hotel e café) e planejamos fazer passeios comuns, mas ao mesmo tempo com a verdadeira cara toscana .

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Fomos inicialmente pra verdadeira pirambeira que é Montepulciano.

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A cidade é uma verdadeira gracinha e encantadora.

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Andamos muito, …

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… curtimos tudo, …

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… compramos uns Nobiles …

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… e rumamos pra revisitar a terra do Pio II, Pienza.

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Que é uma verdadeira gracinha também (ai que saudades da Hebe!).

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E pra quem não sabe, a terra do Pecorino, aquele queijo delicioso.

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Passeamos bastante por lá (nada como o sol da Toscana) …

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… e pretendíamos almoçar em Montalcino, não fosse a pronta intervenção do Guia Visual: Estradas da Itália da PubliFolha.

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Lá tem um roteiro pela região da Crete Senesi que é descrita como uma das mais impressionantes da Itália: grandes morros erodidos pelo tempo, cultivados durante séculos e frequentemente atravessados por antigos peregrinos.

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E melhor, com uma taverna super-indicada, a Da Roberto que fica na cidadezinha de Montisi.

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Portanto, partimos de Pienza e meia hora depois estávamos falando com o próprio Roberto (é este na esquerda).

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Ele se apresenta como uma pessoa que não tem nem freezer, muito menos micro-ondas na sua cozinha .

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Ou seja, só trabalha com ingredientes frescos.

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E ele labuta sozinho. Cozinha, atende, indica, senta pra conversar, bate escanteio e cabeceia.

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O Da Roberto é um verdadeiro e genuíno slow food.

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Chegamos e vimos (literalmente) o menu.

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Escolhemos uma salada de vegetais (cenoura, feijões, queijo) que estava deliciosa.

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A Dé foi na massa com ragu de Chianina, que chegou bem antes do meu prato (lembre-se que o serviço é o próprio Roberto), …

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… e eu pedi uma costeleta de porco com legumes.

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Ambos espetaculares.

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Tomamos duas taças dum ótimo vinho Rosso da região, o I Bandi 2010 e tivemos que pedir a conta, pois tínhamos agendado uma aula de culinária Toscana no hotel as 16:00 hs.

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Corremos bastante, passamos rapidamente nas terra das trufas, San Giovanni d’Asso e …

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… no horário, estávamos a postos na cozinha do hotel.

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O chef e professor, o Ricardo, inicialmente nos levou ao orto (a horta deles) pra nos mostrar a qualidade dos ingredientes que eles plantam lá.

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Comemos morangos frescos, …

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… vimos todo o tipo de ervas, …

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… experimentamos o sabor suave das tenras ervilhas frescas, …

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… ou seja, concluímos o óbvio.

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Que eles tem um respeito imenso pela qualidade de tudo.

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E aí nos dirigimos pra cozinha onde além de aprendermos a fazer a verdadeira pasta …

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… e todas as suas variações, …

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… ainda nos foi mostrado como fazer o “vero” molho de tomates, …

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… com, inclusive, vários pulos do gato.

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Quer saber alguns? Por exemplo, nunca coloque o azeite pra temperar qualquer coisa antes do sal e vinagre.

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Quer outro? Sempre que for colocar uma erva fresca em qualquer preparação, amasse-a totalmente com as próprias mãos e aí corte.

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Ainda aprendemos a fazer um zabaione em 5 minutos (e que zabaione).

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Segue o fotoblog da aula (que foi, tecnicamente, a melhor que fizemos até hoje).

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E como toda aula feita por aqui, o jantar ficou por conta dela.

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Ainda aproveitamos pra conhecer as ruínas do castelo que deu nome ao Castiglion del Bosco.

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São incríveis.

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Assim como todo o ambiente …

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… e a piscina com borda infinita.

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Checamos também as limonaias.

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As 21:00 hs e após um estupendo por-do-sol (toscano, off course), fomos pra degustação da aula no restaurante principal.

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Iniciamos com um ótima Caprese (com os tomates temperados no formato correto, ou seja, primeiro com sal, logo após o aceto e finalizando com o azeite).

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A Dé aprovou e deu nota 10.

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Pedimos um Brunello de Montalcino 2008 da casa pra acompanhar tudo.

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Em seguida, nos foram servidas as massas que fizemos na aula.

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Capelettis, papardelles, farfalles; todas estavam lá e com molhos vermelho de tomates e branco com manteiga e sálvia.

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Mais uma delícia e todas al dente.

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Finalizamos com o zabaione servido com cantucci (receita da nona do Ricardo).

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Enfim, foi o coroamento duma aula inesquecível.

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Voltamos pro nosso quarto cantando a Patativa, ou melhor, a Tarantella, ou melhor ainda, o Parabéns pra Você.

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Arrivederci.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?

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dcpv – esquina mocotó – o encontro dos sabores brasileiros.

01/07/2013

Esquina Mocotó – O encontro dos sabores brasileiros.

Eis a definição de esquina no pai dos burros: canto exterior formado por dois planos que se cortam (e que podem ser ruas).

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Agora imagine um restaurante que fica numa esquina, bem ao lado do famoso Mocotó e que tem por filosofia, mesclar sabores bem brasileiros com toques da gastronomia do país e melhor, extremamente, saborosa?

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Pois é justamente o princípio do Esquina Mocotó, onde o chef Rodrigo Oliveira projetou e executou este modelo de culinária.
É claro que, por ser ao lado do sempre muvucado Mocotó, ou seja, na Vila Medeiros, tudo continua sendo longe pra caramba.

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Mas é mais claro ainda, que toda esta caminhada até lá vale muito a pena, além de aumentar o apetite. 🙂

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O lugar tem mais um upgrade: aceita reservas.

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Marcamos pra conhecer justamente quando os Loguercio estariam por aqui (junto com o Gustavo).
Chegamos bem atrasados, mas a justificativa era da mais nobres: atravessamos um tremenda multidão, mais conhecida como Marcha para Jesus.

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E nos surpreendemos com tudo. Com a modernidade da decoração, com a cozinha bem a vista e na entrada do restaurante e com o excelente treinamento da brigada.

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Enquanto escolhíamos os pratos, pedimos umas entradinhas pra distrair os nossos estômagos. Uma delas eram os icônicos dadinhos de tapioca ,…

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… e a outra, originalmente denominada a Porcaria, formada de terrine da casa, embutidos da família Cinque, presunto Salamanca, porco na lata, dadinhos de porco e conserva de cebolas. Simplesmente perfeitas.

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Pra acompanhar, uma garrafa dum espumante nacional, o Cave Geisse Brut.

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Como principais, os garotos, o Gustavo e a Re (que dividiu com a Dé) foram de carne-de-sol com baião de dois sertanejo.

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A Lourdes escolheu  copa lombo, purê de grão-de-bico e cenoura braseada.

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O Eymard foi de bisteca de porco e palmito pupunha fresco assado na casca.

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Eu ousei (e não me arrependi) ao pedir uma suculenta barriga de porco, favas, legumes e folhas.

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Tudo muito bom e temperado na medida certa.

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Tivemos um arroubo que acarretou no, talvez, único desacerto desta refeição. Seguimos uma indicação do atendente e pedimos um vinho tinto mineiro (sim, senhores) Syrah Primeira Estrada 2010 que não agradou muito.

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Em compensação, fizemos quase que uma verdadeira degustação de sobremesas. Pedimos Cajá Manga – purê de manga com baunilha baiana, sorbet de cajá e coco crocante, …

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Umbuzada Panacota – o clássico italiano na nossa versão, …

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Chocolate e leite – musse de chocolate caramelo amanteigado e sorvete de leite, …

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Goiaba, goiaba e goiabada – sorbet de goiaba branca, goiaba confit e goiabada com vinho

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… e o clássico e fantástico sorvete de rapadura.

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Resumo da ópera, ou melhor do samba: o Esquina Mocotó é um lugar que veio pra ficar.

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É praticamente uma evolução do Mocotó e do próprio Rodrigo.

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É mesmo um encontro de sabores.

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Inté.

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olha a Lobo, olha a Lobo: é o cozinha de estar no dcpv.

número 339
18/12/2012

Olha a Lobo, olha a Lobo: é o Cozinha de Estar no dcpv.

Eu tenho o livro Cozinha de Estar da Rita Lobo há um tempão (um par de anos). Já o usei tanto pra fazer algumas receitas por aqui, como, e principalmente, a Dé o utilizou pra compor os nossos menus rotineiros.

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E não é que passeando pela Saraiva do Morumbi (a Dé foi fazer as unhas), topei com a nova versão dele?

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É claro que comprei, pois além de estar com uma cara modernosa, o livro me pareceu ser muito mais completo e bacana.

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“Quem não gosta de juntar a família ou os amigos e ficar jogando conversa fora? E, como todo mundo sabe, essa reunião com muita frequencia acaba acontecendo em volta duma mesa. É claro que a conversa em si já é uma delícia, mas e se em vez de ficar só nos aperitivos ou na comida pronta você servisse uma salada de abacate e camarão como entrada? E se você fizesse uma anchova assada no papillote como prato principal? Uma gelatina de vinho branco e especiarias de sobremesa? E todos dividissem uma jarra de sangria?”

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Caramba, este livro é a nossa cara! Só faltou a Rita escrever que seria interessante montar uma pequena confraria e que esta reunião acontecesse todas as terças a noite (de preferência e no mínimo, por 340 vezes).

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Vamos lá, então, obedecer a Rita Lobo.

Bebidinha – Caipiroska de Mexirica com Coentro.

Simples e básica. 3 mexiricas descascadas e socadas com folhas de coentro. Vodka e sacolejo.

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Entradas – Sopa de Mandioquinha com Ovas de Salmão e Salada de Abobrinha.

“Esta receita já virou um clássico. Receitas de avó com um toque de glamour não tem mesmo como dar errado”.

Pra fazer é muito simples (se bem que eu fiz tudo na minha Bimby). Descasque e corte 500g de mandioquinhas em pedaços uniformes.

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Transfira pruma panela com 1 litro de caldo de galinha e leve ao fogo alto. Quando começar a ferver, abaixe para médio e deixe cozinhar até que a mandioquinha fique bem cozida.

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Enquanto isso, pique bem fino 2 colheres de sopa de ciboulette.

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Bata 1 xícara de creme de leite com um batedor de arame até ficar com consistência de chantilly. Reserve na geladeira.
Com a mandioquinha cozida, bata tudo até a sopa ficar bem lisa.

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Volte a sopa pra panela e leve ao fogo, juntando uma xícara de creme de leite e a cebolinha. Deixe aquecer, mas sem ferver.

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Sirva com umas colheradas do creme batido e ovas de salmão por cima.

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“Originalmente, esta salada leva o incrível molho de tahine (pag 122). Mas abobrinha é um alimento tão bom para o verão que preferi fazer uma preparação mais levinha, ideaal para um almoço num dia quente”

Corte 4 abobrinhas em fatias finas (use um descascador de legumes)…

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… e regue com o molho formado por 3 colheres de sopa de suco de limão, 6 de azeite, 1 dente de alho descascado, sal e pimenta.

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As duas entradas juntas tornaram este jantar um verdadeiro almoço num dia de verão.

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Perfeitas! E absolutamente refrescantes.

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E como a própria Rita indicou no livro, tomamos um espumante, ou melhor, uma Cava, a 1312 Mestres pra contrastar com a temperatura da sopa. A achamos “campeão, 11, veranesca, cavalheresca“.

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Principal – Picadinho oriental com abacaxi.

“Em vez do picadinho tradicional, gosto de servir esta versão oriental, que leva saquê e shoyo. Além de saborosa, essa receita tem uma qualidade para anfitriões que também são cozinheiros: fica pronta em dois palitos”.

E fica mesmo (palavra de anfitrião).

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Pra fazer, basta fatiar uma peça de 1 kg de filé mignon em bifes de cerca de 1 cm …

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… e estes cortados em tirinhas e posteriormente, cubos.

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Corte abacaxi em cubos, o suficiente pra encher duas xícaras de chá.

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Leve uma wok ao fogo alto com duas colheres de sopa de óleo. Quando estiver bem quente, coloque a carne e deixe dourar por 2 minutos.

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Junte 3 dentes de alho picados, 1 colher de cha de gengibre ralado e mexa bem por mais um minuto.

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Adicione 1/3 xícara de chá de saquê e a mesma medida de shoyo e deixe cozinhar por mais dois minutos, acrescentando os cubos de abacaxi.

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Acrescente 1 colher de sopa de maisena dissolvida em 1 1/2 xícara de chá de água e mexa bem em fogo alto, até o molho engrossar.

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Sirva imediatamente.

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Decore com ramos de tomilho ou de cibolette.

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Atenção – Se não for servir imediatamente, desligue o fogo depois de juntar o abacaxi e deixe pra acrescentar a maisena quando for esquentar pra servir.

Ainda fiz uma farofa simples de cebola e farinha de mandioca …

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… além de crocantes batatas ao forno …

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… com alecrim.

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Este prato é realmente dois palitos. Ou melhor dizendo, dois hashis!

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Mais um ponto pra Rita que transformou ingredientes básicos numa grande comida.

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Tomamos um tinto que sofreu muito pra acompanhar este picadinho thai. Ele, o Ortas Les Viguiers 2009 Cotes du Rhône, foi “mundial, 2012, du cotê, garboso“.

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Sobremesa – Bolo encharcado de laranja, amêndoa e canela.

“Bolo não costuma ser sobremesa. Mas este foge à regra. Tem sabor elegante, textura delicada, macia, é um bolo cheio de personalidade”.

E como fazer?

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Unte uma forma redonda média com manteiga (de preferência com aro removível e sem furo no meio). Preaqueça o forno a 180°C. Separe as gemas das claras de 8 ovos.

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Junte, numa tigela grande, 1 xícara de chá de açúcar, 2 colheres de chá de canela em pó e raspas de 2 laranjas-baía, 8 gemas e misture muito bem.

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Por último, acrescente 200g de farinha de amêndoa.

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Na batedeira, bata as 8 claras em neve até que fiquem firmes.

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Retire e junte 1/3 delas à mistura das gemas e bata vigorosamente. E depois o restante com bastante delicadeza.

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Transfira a massa para a forma e leve ao forno pra assar.

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Espere esfriar, retire o aro e coloque a calda de laranja.

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Este bolo ficou tão bom, mas tão bom  (a Dé caprichou), que todo mundo repetiu…

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…(alguns birrepetiram! 🙂 )

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Taí verdadeiramente um jantar confortável.

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Eis o que os homens-sofás acharam de tudo:
É a Lobo! É a Lobo! Que comida, que tudo, que bolo! (Edu)
Se o mundo acabar e o Corinthians for campeão mundial, eu comi o melhor bolo do mundo! (Mingão)
De cabo a rabo, simplesmente espetacular! Notação marcante para o bolim (ou bolo ou pudim) molhadíssimo! Ui, delícia! (Deo)

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“Ninguém deve ser escravo da cozinha, mas num mundo de fast-food, delivery e comida congelada, cada vez mais pessoas estão redescobrindo o prazer de cozinhar e de receber as pessoas em casa, sem compromisso. É isso o que Rita Lobo recupera nesta nova edição de Cozinha de estar: receitas práticas pra receber”.

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Falou, disse, escreveu e provou, Rita.

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Ou melhor, nós provamos. E aprovamos.

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Bye.

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dcpv – unésimo dia – santiago – chile – início promissor e gastronômico (coquinaria+osaka).

23/10/2012

Unésimo diaSantiagoChileInício promissor e gastronômico (Coquinaria+Osaka).

Este é o primeiro post duma viagem que foi concebida levando em consideração as amizades feitas pela internet.

Todo este pessoal surgiu nas nossas vidas através do blog Conexão Paris.

A aparição da Lourdes e do Eymard já é mais do que conhecida, mesmo porque eles são nossos sócios.

Já os casais Madá/Álvaro …

… e Márcia/Vianney apareceram propriamente das conversas pitacadas do CP. Especialmente porque todos gostam muito de vinhos, de viajar, enfim, de viver bem.

Sendo assim, combinamos, após uns experimentos e zilhões de bem-humorados emails, que o tour propriamente dito seria no hotel Lapostolle Residence, que fica na vinícola homônima situada no Vale de Colchagua.

Pra que a logística desse certo, optamos (nós e os Loguercio) por ir pra Santiago na terça de manhã.

E no vôo das 8:20 hs da TAM.

Foi mais um vôo tranquilo e panorâmico, …

…pois degustar todos os ângulos da Cordilheira dos Andes …

… é sempre um grande prazer.

Chegamos ao hotel W Santiago e tivemos alguns probleminhas no check in.

Enquanto o Eymard tinha recebido um tremendo upgrade (agora ele fez jus a alcunha de presidente, já que ficou numa suite daquelas), mas ao mesmo tempo teria que esperar até as 17:30 hs pra entrar no quarto, …

… nós entraríamos rapidamente, mas o nosso quarto era bem pequeno e sem vista nenhuma da Cordilheira.

Nada que não resolvêssemos com uma boa reclamação e … pronto!

Subimos do quinto pro décimo andar …

… e, melhor,  com vista e varanda.

Enquanto esperávamos os quartos, decidimos almoçar no Coquinaria que fica praticamente no subsolo do hotel.

Ele é uma loja de muitas iguarias que, inclusive, tem um restaurante modernoso e com excelente comida.

Sentamos num mesão comunitário e fizemos um laboratório, chamando um vinho branco Chardonnay Montes Alpha 2010 da melhor qualidade.

Escolhemos os seguintes pratos: pra Lourdes, um Filé de Côngrio a la plancha, gremolata de limão siciliano e salsinha

… pra Dé um Peixe de Rocha (olha o corporativismo!) em crosta de has el hanout, purê de batata e laranja e emulsão de curry indiano, …

… pro Eymard um Filé de atum com crosta de pistaches, purê de abobrinha e frutas secas salteadas. …

… e pra mim um Surf and Turf, uma mistura maluca e boa de carne e camarão, molho holandês, folhas verdes e incríveis batatas fritas.

Pagamos a conta (barata, por sinal) e enfim, conseguimos entrar nos nossos quartos.

Resolvemos dar uma passeada pela região do hotel, o bairro de Las Condes, antes do jantar, que seria num dos restôs do próprio, …

… sempre tendo a Cordilheira a nossa espreita.

Fomos conhecer (e a pé) o novo Shopping Costanera Center, uma junção de inúmeras lojas dos mais variados tamanhos e brandies, além do complexo todo contar com a curiosa torre mais alta de América Latina.

Voltamos, …

… nos trocamos e fomos, finalmente, jantar no Osaka, o restaurante nipo-peruano do hotel.

O lugar é uma belezura oriental …

… e a comida surpreende.

Tudo bem que comer quaisquer frutos do mar por aqui são uma covardia, esendo assim, você adora a qualidade final de tudo.

Iniciamos os trabalhos pedindo um vinho branco Sauvignon Blanc Casas del Bosque 2011, que tem um exuberante sabor alimonado.

Como entradas para degustar e compartilhar (o menu todo é pensado com esta filosofia), fomos de Causas de centolla, abacate e creme de rocoto

Ceviche nikkei (composto do mesmo, pepino, cebola e quinoa crispy, molhados num yuzu mix) e …

Sachimi de salmão, na opinião de todos, o mais fresco já experimentado em todos os tempos.

Continuamos, escolhendo (com a sábia ajuda do sommelier) um espetacular Pinot Noir Calyptra 2007.

E como pratos, Guiosas de patos confitados, cebolas carmelizadas e shitake salteados no wok

Patas de caranguejo (ou de jaiba) acompanhadas dum molho nikkei com aji amarillo, …

Ostiones gratinados  com parmesão (os famosos ostiones ao estilo Osaka, ou seja, inflamados) …

… e Camarões jumbo a parrilla, com molho batayaki e aromas de coentro.

Tudo absolutamente perfeito.

Ainda pedimos mais uns fresccos sashimis e salmão e de polvo, …

… antes das sobremesas.

Que foram duas e de acordo com as filosofias do restaurante e nossa, totalmente compartilhadas. Experimentamos um Trio de suspiros limeños

… e Dim sum de chocolate.

Mais um acerto nosso, com a colaboração dos eficientes garçons que nos serviram.
Enfim, o Osaka é um lugar onde se alimentar é pura diversão.

É claro que a companhia foi formidável, mas tudo indica que este restaurante merece uma visita de cada brasileiro que passeia pelo Chile.

E temos dito!

Hasta.

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dcpv – scrap-almoço no beco do bartô II, o retorno

scrap??
16/03/11

Scrap-almoço no Beco do Bartô II, o retorno.

Nota da Redação – Aproveitando a onda de remakes (vide Ti-ti-ti, filmes em geral e até conjuntos), eu também surfei. Publiquei originalmente este post há pouco mais de dois anos (em 18/04/09) e agora, tendo a oportunidade de refazer este passeio na praia, volto a postar com as devidas atualizações.

Não sei se todo mundo sabe, mas a Dé é uma aficionada por scrapbook.

Eis o depoimento dela sobre o que é scrap (já que somos íntimos,vamos chamá-lo assim) :

“Já fazia um tempo que eu andava a procura de um hobby. Minha família sempre foi muito esportista, mas definitivamente eu não nasci pro esporte. Sempre me machuco!
O Edu sempre foi muito ligado a leitura de jornais, revistas, listas telefônicas e afins. Um dia ele veio com uma reportagem sobre scrapbooking e observou como tudo parecia com os nossos hábitos de trazer coisas de viagens (tickets, folhas, chaves de hotel, etc).
Comecei a pesquisar sobre o assunto e descobri a Pedaços. Fiz uma aula e pronto! Encontrei um hobby onde eu poderia organizar as fotos e acessórios de viagem, usar e abusar de materiais e colocar o meu lado artístico pra trabalhar. Sempre com um resultado encantador, diferente e divertido.
A cada trabalho feito e deve-se registrar que não é somente em álbuns de viagem que se utiliza esta técnica, a sensação é que se constrói um livro de memórias onde cada vez que se lê/vê, tem-se uma visão diferente e todos podem participar da viagem conosco.
O mais interessante é que você pode montar as suas páginas com um estilo pessoal e não existe o certo ou errado.
Depois de olhar pras fotos; fatos e acontecimentos mudam o jeito de ver. Na montagem das coisas mais simples do dia-a-dia e até na harmonização das cores das roupas na hora de se vestir, o formato é de uma composição de scrap.
Agora, o scrapbooking já é, pra mim, um estilo de vida !”

Pois pra mim o scrap é simplesmente a melhor maneira de juntar todas as coisas que você faz numa viagem: lembranças, mancadas, boas comidas, ótimos passeios, experiências de todas os níveis, grandes refeições, etc. Enfim, é tudo aquilo que você necessita pra eternizar aqueles momentos já que além de ser uma tremenda releitura, também é uma bela forma de mostrar a viagem pra outras pessoas sem que elas durmam/finjam que gostaram! 🙂
Onde iríamos guardar um legítimo espinho dum porco cheio deles?

  

Eis alguns exemplos de  páginas que compõe os álbuns de scrap que a Dé fez sobre as nossas viagens (e são muitos):


Esta é sobre o Caminito. Não é o próprio??

DSC08628-2
Esta é sobre o Toronto Music Garden. Lá tem cada flor !! 
 
DSC08672-2
É claro que não poderia faltar a italiana Fontana di Trevi.  Prego!
 

Esta foi sobre um pequeno golpe que sofremos dum paquistanês (que era um bom fotógrafo): a rosa custou caro, mas nuca será esquecida.
 


Passeios peruanos serão lembrados eternamente.
 

Já esta é sobre os magníficos jardins do
Butchart Gardens, na Victoria Island no Canadá. 
 

Como esquecer do sex shop
La Boqueria em Barcelona?
 

Sabe que tivemos vontade de fazer cócegas na barriguinha do gatão?? rs
 

Nesta nos sentimos o próprio
Indiana Jones
 

Pagar mico parecendo um moal? Moi?

E pelo menos uma vez a cada dois meses, a Dé vai a loja de scrap, a Pedaços Scrapbook onde a Taís e a Flávia mostram todas as novidades. Ela aproveita pra comprar os materiais e assim, fazer o planejamento das páginas da viagem em questão ( agora está fazendo a Peruana). 

dsc07502-2

Normalmente, vou junto, deixo a Dé lá e me aboleto na FNAC.
Desta vez, nem passamos lá e marcamos pra nos encontrar com a Re no Beco do Bartô (estávamos adiando há um tempão), um bistrozinho que fica no mesmo beco da Pedaços .

Olha ! Certamente, torcerei pra que a Dé faça este álbum bem rapidinho pois assim, voltaremos e aproveitarei pra tomar um vinhozinho e comer alguma coisa enquanto ela escolhe  tudo.

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Veja se é ou não de impressionar o estilo bistronomique do lugar!
Começamos pedindo águas com gás (é, estamos comportados), gelo, limão e ficamos, eu e a Re conversando e comendo uns pãezinhos enquanto a Dé fazia as suas compras scrapísticas!

Pedimos os pratos do dia. A Re foi de penne ao pesto com pedaços de queijo de coalho. 

A Dé de farfalle com muitos legumes grelhados.

E eu, de salmão com salada (fala a verdade, estou mais do que comportado! rs).

Tudo muito bom, saboroso e mediterrâneo ao extremo.

A Dé voltou pra Pedaços enquanto eu e a Re escolhíamos as sobremesas.

Uma foi um cheesecake macio, saboroso e suave. A Dé provou e aprovou.

 Eu, um pudim de tapioca com uma ótima calda de especiarias.

Tudo mais do que aprovado. Fiquei com a certeza  de que fazer scrap além de ser uma bela recordação da viagem, também é uma boa oportunidade de viajar na gastronomia. Pelo menos com a  dupla Pedaços/Beco do Bartô (Rua  Dr Sampaio Vidal, 216- Paraíso- SP . Eu juro que não é jabá. Pelo menos por enquanto, viu Victor !! rsrs)

Até a próxima página !

PS – Quer saber melhor o que é e como funciona o tal scrap? Mande um e-mail para debora@veran.com.br. Ela adorará dividir informações e experiências com pessoas  que estejam a fim de, no mínimo, ter uma ótima recordação da sua viagem.
Ah! Tem mais uma coisinha: a pérola que veio na porção de ostras que pedimos na África do Sul também está muito bem guardada!


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dcpv – brasilia – simon e o aquavit

26/03/2011

Brasília – Simon e o Aquavit.

Vocês lembram que fomos mentalmente ao jantar babettiano que o Simon fez lá em Brasília?

Pois bem, desta vez a coisa foi real. Aceitamos o convite do sócio e partimos pra capital brasileira.

Um destino de comilanças  e bebelanças, ainda mais com experts como a Lourdes e ele nos guiando.

Não precisa nem dizer que a primeira noite foi dedicada a conhecer o Aquavit e o porque do Simon Lau ser escolhido o chef de 2010 pelo Guia Quatro Rodas Brasil.

Queríamos ver e sentir toda a “experiência voltada aos sentidos, baseada na mistura das culinárias dinamarquesa e brasileira“. Ainda mais depois do dinamarquês Noma ser eleito o melhor restaurante do mundo (em tempo: eu ainda não consigo entender como é que se chega a um resultado desses?)
Marcamos pras 21:00hs e chegamos um pouco atrasados (acho que estamos contaminando os Loguércio).

O lugar é lindíssimo. Uma bela mansão no Lago Norte e com uma vista pro próprio de tirar o fôlego.

Ela é muito bem decorada e ajuda muito o fato de saber que o Simon mora lá.

O restaurante funciona da seguinte maneira: um menu fixo (de duração de ~45 dias) com duas opções de entrada, duas de prato principal e uma sobremesa, além da possibilidade de se fazer uma harmonização com taças de vinho pra cada um dos pratos. E, melhor, ele dá a possibilidade que a pessoa escolha 3, 4 ou 5 pratos.

Tudo explicado, a Dé, obviamente escolheu o de 3; a Lourdes estava inspirada e optou pelo de 4 pratos.
O sócio e eu fomos no de 5, pois não deixaríamos ninguém com a curiosidade aguçada por não conhecer tudo o que se oferece por lá. rs

Isto posto, iniciamos os trabalhos propriamente ditos. O couvert chegou com pães, manteiga e um patê (Lourdes???).

Como entrada comum a todos os presentes, uma terrine de lagosta com gelatina de mexilhões, sorvete de abacate com pimenta, sorbet de grapefruit e farofa de peta. Este prato foi muito bem harmonizado com o espumante Poggio al Tesoro Solosole 2009 Itália.

Fizemos uma verdadeira conferência pra chegar ao veredicto. E chegamos a conclusão que apesar de tudo estar quase perfeito (farofa de peta é igual a farofa de biscoito de polvilho), tinha alguma coisa não cheirando muito bem no reino da Dinamarca: era a lagosta que por estar totalmente crua, trouxe junto um odor não muito agradável.
A próxima entrada também foi comum pra todos: sopa de tucupi com pescadinha assada e sagu, temperada com cebolinha e pimenta de cheiro sob crosta de mandioca. Esta teve aprovação total pois o caldo era muito saboroso, a  tal crosta de mandioca era deliciosa, finíssima, crocante e o sagu era realmente um sagu! rs

Tomamos um vinho branco Leyda duma uva bastante desconhecida, a Sauvignon Gris. Per-fei-to!
Pedimos uma porção extra de pães (pra Dé e pra Lourdes) e o terceiro prato chegou.

Este era pra fortes (e fominhas!): carne de barriga de porco cozida sous vide, com geléia de cajá-manga, vinagrete de mostarda, batatas cozidas e redução de porco.
Este prato, que parecia muito “folclórico” se mostrou delicado e delicioso. Nós, os homens, adoramos.

Ainda mais acompanhado do encorpado tinto sul-africano, o Remhoogle Roland Collection 2006.
Quarto prato (e mais pão pra Dé). Nós quatro comemos uma codorna desossada recheada servida com espaguete de palmito, redução de codorna e óleo de salsinha.

Que belo prato.  A  codorninha (mesmo) estava macia, tenra e o espaguete de palmito se contrapunha a doçura da carne. Mais um tremendo acerto.

Tomamos um vinho tinto francês St Espirit Côtes du Rhone 2008, que a Dé também recebeu uma taça apesar de não fazer parte do “pacote” dela. Uma atitude muito bacana do maitre.
Era necessário dar uma voltinha pra conhecer o lugar antes da sobremesa. E foi o que fizemos. Primeiroe mais uma vez, a vista noturna deslumbrante do lago.

Logo após, um passeio pela sala com várias obras de arte, sendo a maior, a mesma vista do lago.

Nos sentamos e todos encararíamos um Romeu e Julieta: suflê quente de queijo de minas, doce de goiaba, sorvete de goiaba e bolinho de chuva.

Demoramos um pouco no passeio (daí a arriada do suflê), mas o conjunto se mostrou, mais uma vez, perfeito.

Ainda mais com a escolta do Late Harvest Moscatel Santa Rita 2009 Chile.
Puxa, chegamos ao fim. Cafezinho, risadas, mignardises, risadas, conta e não tantas risadas. 🙂

Resumo da noite: se o Simon é realmente o melhor chef do Brasil, eu não sei.
Mas sei que hoje passamos uma grande noite, comendo uma grande comida, num grande lugar e numa grande companhia.

Acho que basta pra dizer que ir a Brasilia e não conhecer o Aquavit é uma imenso pecado, né não?

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