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dcpv – dia II – dois dias na região vinícola de carmelo, uruguai.

14/10/16

Dia IIDois dias na região vinícola de Carmelo, Uruguai.

Acordamos até que cedo e o dia estava chuvoso.

Aproveitamos pra tomar lentamente o nosso ótimo café da manhã …

… e divagar sobre o como a chuva é importante para o desenvolvimento das uvas. 😀

A nossa visita de hoje seria à vinícola El Legado.

Ela fica bem perto da Campotinto, a que fomos ontem.

E o estilo é o mesmo.

É um estabelecimento familiar, …

… com produção artesanal (4300 garrafas por ano) …

… e um cuidado imenso com a qualidade final do produto.

Chegamos lá e fomos recebidos pelos próprios donos, a Marta e o Bernardo.

Fizemos um tour bem rápido …

… e deu pra perceber o carinho com que eles tratam a matéria prima.

Logo após, nos alojamos na sala …

… e aproveitamos pra degustar alguns frios e queijos …

… na companhia de todos os 3 vinhos que eles produzem.

Um Tannat, um Syrah e um assemblage das duas uvas.

Todos foram aprovados …

… e, inclusive, tivemos a oportunidade de experimentar o assemblage 2016 diretamente do barril.

A experiência de nós mesmos tirarmos o vinho com o uso da pipeta foi demais.

Neste momento, já nos sentíamos em casa.

Logo o almoço foi servido.

E não podia deixar de ser uma parrillada feita pelos filhos do casal.

Ou seja, seria uma refeição realmente feita em família.

Comemos boas carnes, …

… ótimos legumes …

… e continuamos bebendo excelentes vinhos.

Experimentamos uma sobremesa …

… e tivemos, enfim, a certeza de que este passeio é indispensável.

Até o sol deu o ar da graça.

Portanto, se estiver pela região, venha visitar a vinícola El Legado.

Chegamos tão tarde ao Narbona, que só tivemos tempo de nos arrumar e partir pro jantar.

Que seria no Hotel Hyatt.

A curiosidade pra conhecê-lo era muito grande. Afinal de contas, ele é uma alternativa à hospedagem na Narbona.

Chegamos lá e constatamos que o hotel é muito bacana, mas que tem mais o formato dum resort.

Ele é bem bonito.

Optamos por comer frugalmente, já que o almoço foi substancioso. Escolhemos na maioria, massas …

… e achei os molhos mais pesados que o normal.

Mas, como sempre, foi muito divertido e conversamos até tarde, …

… com a boa companhia de dois vinhos brancos, um Chardonnay Ruttini e um Sauvignon Blanc Pulenta.

O resto foi fazermos o caminho de volta já marcando a próxima viagem deste grupo que veio pra ficar.

Uma pena, a Lourdes e o Eymard não poderem comparecer, mas certamente, estaremos todos juntos em Bordeaux.

Ainda tivemos, somente a Dé e eu, uma pequena e boa experiência em Colonia del Sacramento.

Como ficava no caminho pra Montevideu, optamos por almoçar por lá.

E escolhemos o Bistrô del Charco, que fica no hotel homônimo.

Ele fica de frente pra praia (ou seria o rio?) …

… e tem vistas especiais.

A comida também é muito boa.

A Dé pediu uma Caprese …

… e eu, uma Milanesa com batatas.

Tomamos um Chardonnay uruguaio …

… e ainda aproveitamos pra dar um pequeno passeio pelo centro histórico de Colonia.

Afinal de contas, terminar este tour pela Calle de los Suspiros ….

… foi mais do que apropriado.

Adiós e até a próxima.

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dcpv – dia I – 2 dias na região vinícola de carmelo, uruguai.

13/10/2016

Dia I2 dias na região vinícola de Carmelo, Uruguai

É, o grupo estava afiado.

Afinal de contas, já tínhamos nos divertido muito anteriormente tanto no Chile (Vale do Colchágua), como na Argentina (em Mendoza).

E desta vez, nos juntamos na vinícola Narbona.

Nós, a Dé e eu, viemos de Montevidéu de carro (quase 3 horas de viagem) e os amigos cariocas (Madá, Álvaro, Marcia e Vianney) de Buquebus e carro, via BsAs.

Chegamos primeiro e fomos alocados num quarto enorme …

… com vista pras videiras …

… e que tem o nome da uva icônica daqui, a Tannat.

Pra não dizer que tudo estava maravilhoso, o banheiro era muito velho e com móveis, digamos, não muito contemporâneos. 🙂

Aproveitamos, enquanto o pessoal não chegava, pra ir almoçar.

E experimentando um ótimo Tannat Narbona Roble 2012 …

… com o acompanhamento de um ojo de bife com chimichurri pra mim …

… e frango com polenta pra Dé.

Tudo estava muito caprichado e autêntico.

O pessoal chegou e aproveitamos pra matar a saudade, tomando um bom Pinot Noir, também da Narbona.

Descansamos um pouco, …

… olhamos uma parte da vinícola …

… e fomos nos preparar pro primeiro jantar do grupo.

Que foi no próprio restaurante da Narbona.

Não precisa dizer que tudo foi extremamente divertido e saboroso.

Como o menu era o mesmo do almoço, tivemos algumas repetições.

Comemos ojo de bife, …

… salada (pra Dé, óbvio), cordeiro, …

… canelone e ravioli, …

… além de experimentarmos e aprovarmos o vinho top do lugar, o Tannat Luz de Luna 2012.

Gostamos de tudo, conversamos muito (tínhamos mesmo que matar as saudades) e fomos dormir, vendo um céu estrelado.

Acordamos com um maravilhoso sol.

Tomamos o ótimo café da manhã do hotel …

… e aproveitamos pra ir conhecer a bodega.

Existe uma parte antiga e uma nova e moderna (segue o fotoblog).

Quando percebemos já era hora do almoço, …

… que seria numa vinícola próxima, a  CampoTinto.

Aproveitamos que no meio do caminho e dentro do complexo Narbona, existe o Porto Camacho e fizemos uma visita.

O Porto é muito bacana, …

… além de ter uma bonita loja de produtos Narbona (conservas, queijos, etc) …

… e um restaurante casual chamado Basta Pedro que é bastante simpático.

Prometemos voltar.

Seguimos para a  CampoTinto, onde tivemos uma breve explanação da sua produção bastante artesanal de vinhos.

São somente 15000 garrafas feitas anualmente, …

… sendo que a maioria é utilizada no próprio restaurante.

O enólogo Daniel nos explicou tudo …

… e, inclusive, experimentamos vinhos que estavam descansando em barricas de carvalho.

O Tannat 2016 estava muito bom.

Dali, seguimos para o almoço.

O restaurante é muito simpático …

…  e você tem duas opções de entradas, principais e sobremesas.

Acabamos escolhendo tudo. Bruschettas …

… e bolinhos de chicória.

Gnocchi …

… e peito de frango.

Flan com dulce de leche (taí, Eymard) …

… e creme brulée.

Tomamos um Tannat 2012 e assim conseguimos escolher quais vinhos compraríamos.

Nos despedimos com pesar …

… e, ufa, fomos nos preparar prum picnic que contratamos na Narbona.

Ele seria feito próximo as videiras …

… e a atração maior deveria ser o por do sol.

Andamos cerca de dez minutos e chegamos ao local.

Estava tudo preparado. Sanduíches, queijos, doces e vinhos.

Somando-se a conversa agradável, foi o que podemos considerar um programaço.

E o sol não nos decepcionou.

Tiramos várias fotos do seu por e continuamos a conversa até o escurecer.

Retornamos ouvindo uma trilha sonora de peso que o DJ Álvaro nos brindou e cantando..

Imagine tudo isso ao som de Rolling Stones, Ramones e Talking Heads? Wild, wild, life!

Continuamos a conversa noite adentro com o devido acompanhamento de mais algumas garrafas de Tannat. Um espetáculo!

Depois disso, só subindo a escada e dormindo o sono dos justos.

Adiós.

Veja os outros dias desta viagem:
Uno – 1,5 dias em Montevidéu – O que fazer na capital uruguaia?

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dcpv – dia uno e único – chile – vinícola vik, um espetáculo!

agosto 2015

Dia uno e único – Chile – Vinícola VIK, um  espetáculo!

O que você diria de um visionário que pensou em fazer o melhor vinho do Chile, talvez do mundo, partindo do nada?

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Pois foi exatamente esta ideia a de Alexandre Vik.

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Bom, deixa eu começar do começo.

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A Marcia Lube teve (também) a brilhante ideia de fazermos a nossa reunião anual do grupo de vinho (formado por ela e o Vianney, a Madá e o Álvaro, a Lourdes e o Eymard, a Dé e eu) no Chile, mais exatamente na vinícola VIK, que fica na vale de Millahue.

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E o negócio todo foi muito bom.

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Primeiramente nos encontramos em Santiago onde aproveitamos pra matar as saudades dos vuelos do excelente Bocanariz

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… e conhecermos o muito bom restaurante …

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… do famoso chef Gaston Acurio, …

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… o Astrid y Gaston.

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No outro dia , após pernoitarmos no ótimo hotel Noi Vitacura, …

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… partimos pra conhecer esta ideia que aparentemente parece ser maluca, mas é espetacular.

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São quase duas horas de Santiago, …

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… mas quando se chega lá, …

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…  a visão desta maravilha que fica no cume do monte mais alto…

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… e com vista de 360° pra toda a vinícola deixa qualquer um de boca aberta …

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… e pensando, My Good, como é que pode existir visionários como o Alexandre no mundo?

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Programamos pra fazer o tour guiado pela vinícola logo na tarde do nosso primeiro dia aqui, uma sexta-feira.

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E o tour é exatamente o que se poderia imaginar.

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Nada mais do que extraordinário.

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Antes disso, deixe-me explicar alguma coisa sobre o hotel.

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É quase que um devaneio.

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Chegamos e tivemos esta visão.

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Fomos recebidos com chás e uma recepção maiúscula.

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Demos uma olhada nos quartos, sendo cada um deles decorados por arquitetos famosos e de forma individual.

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Estes valem o mini fotoblog.

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Logo depois, fomos almoçar.

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E frugalmente.

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As escolhas seriam Côngrio …

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… e Ossobuco para quem quisesse.

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E o melhor, com um indefectível vinho VIK 2010 (excelente e excelente) sendo servido com nenhuma parcimônia.

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A seguir faríamos o tour pela propriedade.

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É incrível imaginar que tudo isto …

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… foi iniciado em 2004, …

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…com a plantação das primeiras videiras em 2006.

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Ou seja, imagine que tudo era pura mata e que agora está transformado numa área produtora de vinhos.

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E, segundo a ideia do proprietário, o provável melhor vinho do mundo (será megalomania?).

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O tour é excelente.

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Você passeia pelos terroirs específicos de cada tipo de uva …

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… e, finalmente, chega à bodega …

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… com este ambiente futurista …

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… e impressionante, …

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… onde o que vale, é saber que o capricho de todo o projeto…

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… e sua execução, te fazem acreditar que tudo, desde que bem planejado, é possível (é claro, que com uma boa quantidade de dinheiro acompanhando).

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E aí, chega a hora da degustação.

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Você entra primeiramente na magnífica sala de Produção …

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… passa por um visual incrível …

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… e de repente, chega a uma sala de degustaçào …

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… feita com um tremendo bom gosto …

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… com obras assinadas por grandes artistas e é onde tudo começa a fazer sentido.

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O nosso guia explica que o assemblage do vinho VIK é feito com a combinação de diversas uvas (com a predominância de Cabernet Sauvignon e Carmenere) e aí você experimenta os varietais 2013 que formarão o vinho deste mesmo ano.

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Aí, do nada, surge a brincadeira de você fazer o seu assemblage. O meu, por exemplo, continha 50% de Cabernet Sauvignon, 40% de Carmenere e 10% de Syrah. Ficou um espetáculo!

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Só nos restou agradecer ao nosso guia pelo ótimo passeio e terminarmos tudo experimentando novamente o VIK 2010.

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Voltamos ao hotel, …

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… e resolvemos dar uma descansada, antes de partirmos para o jantar propriamente dito.

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Começamos tudo jogando uma partida de sinuca, comendo uma entradinha de cordeiro …

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… e vibramos com o experimento  do VIK  2011 …

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… e com a chegada dum peixe muito bom.

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Finalizamos com uma sobremesa  ….

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… e pensamos como a vida é boa.

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Ainda tivemos tempo de olhar as luzes da piscina de borda infinita ….

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… e dormir o verdadeiro sono dos justos.

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É, realmente a vida é muito boa ….

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… e a vinícola VIK…

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… com seu magnífico hotel são lugares que tem que ser visitados (ficamos mais um dia por lá só aproveitando o bom papo).

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E tenho dito.

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Adiós …

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… e hasta la vista.

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dcpv – mendoza – dia cuatro – vinícolas cobos, achaval ferrer com almoço na ruca malen

10/08/13

Mendoza – Dia Cuatro – Vinícolas Cobos, Achaval Ferrer com almoço na Ruca Malen.

Mais um dia maravilhoso em Mendoza.

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Acordar cedo e ver esta vista da Cordilheira dos Andes é mesmo um espetáculo.

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E pra completar, tomar um lauto café com a mesma vista te acompanhando é mais espetacular ainda.

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Hoje aproveitaríamos pra sair um pouco mais cedo e dar uma passada na Viña Cobos.

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Ela fica bem ao lado do hotel e estávamos a fim de comprar alguns dos seus vinhos ícones.

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Foi bom ter passado por lá, pois além das compras, ainda pudemos fazer uma boa degustação …

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… e dar uma pequena espiada no visual clean, despojado e organizado que ela tem.

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Logo após, passamos na Achaval Ferrer, no que seria só pra fazer umas comprinhas (vinhos são absolutamente necessários).

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O lugar é muito bacana e tem o mesmo quilate que os vinhos que eles produzem.

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O upgrade foi que conseguimos fazer uma visita-degustação mesmo sem reserva e após ela ter iniciado.

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O que neste caso, significou termos perdido a prova do vinho mais fraco e aproveitarmos todos os outros muito bons.

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Outra curiosidade foi que tomamos vinhos diretamente do barril de carvalho, utilizando, inclusive, uma pipeta.

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Passeamos pela entorno da vinícola, …

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… que pra variar, tem uma vista maravilhosa da onipresente Cordilheira, …

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… e aproveitamos pra comprar algumas garrafas de vinho para serem entregues no Brasil (depois eu conto como foi a experiência).

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O programa verdadeiro do dia se iniciaria com uma visita a Bodega Ruca Malen, …

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… que é tida e conhecida como boutique, já que produz vinhos em pouca quantidade e de excelente qualidade.

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Além do mais, todo o método de execução do néctar de uvas é bastante rudimentar.

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Acompanhe o fotoblog do tour:

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Logo após, fomos almoçar lá mesmo.

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E certamente foi a melhor refeição que fizemos aqui em Mendoza.

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Inicia que o restaurante é muito bonito …

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… e com uma vista da Cordilheira de impressionar.

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Pra variar, o menu é de cinco passos e do tipo degustação.

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Começamos com dois aperitivos: um, a salada de abobrinhas de tronco, creme de queijo branco, limão, amendoim japonês, uvas passas, maçãs caramelizadas e azeite picual. Uma delícia e com uma apresentação inusitada.

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Acompanhou o correto e simples Chardonnay Yauquen 2010.

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O segundo aperitivo foi um pastel de milho amarelo sobre creme de pimentões marrons assados.

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Foi mais uma delícia acompanhada do vinho tinto Yauquen Cabernet Sauvignon 2012.

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Já a entrada veio na forma do tradicional locro, um guisado de trigo e linguiça do campo, apresentado num vasinho e fechado por uma massa, além do enfeite de alecrim.

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A harmonização foi feita por um vinho tinto Ruca Malen Merlot 2011 que caiu muito bem com o prato.

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O prato principal, o quarto passo, foi, no caso da Dé, uma simples pasta com molho de tomates

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… e no caso dos outros, a Márcia, o Vianney, a Lourdes, o Eymard e eu (a Madá e o Álvaro ficaram no hotel por motivos técnicos) um medalhão de filé mignon grelhado com croquete de batatas, vegetais salteados e chimichurri.

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Pra nossa surpresa, a harmonização foi feita com dois vinhos tintos: um, o Ruca Malen Reserva 2010 e o outro, o top de linha Kinién Malbec 2009, ambos excelentes.

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Só ficou faltando a sobremesa que nos foi servida na forma duma torta úmida de chocolate amargo sobre fondant de doce de leite e zest de casca de laranja.

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Enfim, este almoço na Ruca Malen foi certamente a refeição mais equilibrada que fizemos neste curto giro por Mendoza, além de ser a mais saborosa. É um lugar altamente recomendado.

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Corremos um pouquinho pensando em visitar a Luigi Bosca, mas como estávamos atrasados, acabou ficando pruma próxima vez.

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De qualquer forma, voltamos pro hotel, pois além de termos que arrumar as malas, ainda tínhamos marcada uma degustação de vinhos na sua adega.

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Sendo assim, as 19:00 hs, estávamos todos no hall do hotel bebericando uns espumantes e aguardando o início da aula do sommelier.

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Descemos pra bonita adega, e nos informamos bastante sobre o mundo do vinho …

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…além de experimentarmos 3 vinhos, sendo dois da própria produção do hotel, um Sauvignon Blanc e um Malbec/Cabernet e outro Malbec dum produtor consagrado, o Durigutti Malbec Reserva 2008 (grato, Márcia) .

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Terminamos a degustação e resolvemos jantar no próprio hotel (deixamos pra outra vez a reserva que tínhamos no Azafrán).

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E fomos frugais: a Dé e o Álvaro pediram uma salada com queijo de cabras, a Madá e a Lourdes sopa de tomates, …

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… a Márcia o salmão, …

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… o Vianney uma sopa de abóboras

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… e eu e o Eymard dividimos uma degustação de carnes.

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Todos os pratos estavam excelentes e pra acompanhar, tomamos um vinho tinto da junção Catena/Rotischild da linha Caro e um Cheval dos Andes, ambos muito bons.

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Como o tempo urgia, pagamos a conta e fomos dormir, espiando e nos deleitando com um dos ceús mais bonitos que vimos até hoje.

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E fizemos juras de que estes encontros anuais desta excelente turma sejam eternizados (a Toscana que nos aguarde).

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Amém.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!
Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!
Dia dos – Mendoza – Vinícolas Familia Zuccardi (com almoço) e La Rural.
Mendoza – Dia tres – Vinícolas Catena Zapata e Achaval Ferrer com almoço na Lagarde.

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dcpv – mendoza – dia tres – vinícolas catena zapata e achaval ferrer com almoço na lagarde

09/08/13

Mendoza – Dia Tres – Vinícolas Catena Zapata e Achaval Ferrer com almoço na Lagarde.

Outro dia mendocino.

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E desta vez muito mais típico pruma região praticamente desértica.

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Afinal de contas, acordar com uma paisagem …

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… e iluminação destas da Cordilheira dos Andes não é pra qualquer um, né não?

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Depois deste verdadeiro deleite, …

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… nada como se deleitar com um bom café da manhã ao lado de grandes amigos.

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Saímos na corrida pra conhecer (em alguns casos, rever) a mais do que icônica vinícola Catena Zapata.

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A arquitetura por si só já é cinematográfica.

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Afinal de contas, tudo ali parece pertencer a um outro continente.

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Certamente, a Catena Zapata poderia estar localizada em qualquer lugar da França e da Itália e não faria feio.

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Iniciamos o tour pelo coração da vinícola.

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Passamos pelo berço dos barris de vinho da melhor qualidade …

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… continuamos no lugar onde as garrafas descansam por mais dois anos (com a maioria delas custando por volta de U$ 300 cada) …

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… voltamos pra sala de degustação mais espetacular que já vimos, …

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… com direito a sentar na célebre mesa feita com tábuas exclusivas e que pesa aprox 700kg…

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… subimos pela maravilhosa escada …

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… até termos a vista mais estonteante que um ser pode ter na combinação videiras+Cordilheira.

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Descemos do prédio que se assemelha muito a uma pirâmide …

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… e fomos fazer a tão esperada degustação.

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A sommelier Tatianna nos ensinou como degustar um bom vinho do jeito correto.

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E experimentamos 3 deles, todos Angélica Zapata; um Chardonnay, um Cabernet Sauvignon e obviamente, um Malbec.

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É claro que passamos na lojinha, totalmente extasiados pela magnitude da visita.

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Saimos de lá, pensando no almoço que seria na vinícola Lagarde.

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Na verdade, faríamos uma visita também, mas devido ao adiantado da hora, resolvemos só comer.

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E a surpresa foi grata, já que esperávamos uma refeição mais frugal e quando percebemos estávamos  num lugar muito bacana e muito bem bolado.

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O menu todo aconteceu no formato degustação com cinco tempos e os correspondentes vinhos da própria Lagarde.

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Iniciamos com as indefectíveis empanadas (que desta vez vieram assadas e pareciam com pastéis de carne) , …

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… harmonizadas com um Blanc de Noir 2012, mais conhecido como Rosé.

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Continuamos com rolls de zuchinis grelhados, ricota fresca, manzanas e hinojo sobre crema de rúcula. Uma verdadeira delicia refrescante.

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Mais uma harmonização, agora com o branco Viogner 2012. Perfeita.

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Logo depois chegou uma sopinha, um locro de trigo mote blanco y alubias cubierto de queso de cabra fundido. Estava gostoso, mas um pouco pesado.

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Já o vinho equilibrou bem. O Lagarde Cabernet Sauvignon 2012 deu conta do recado.

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O último prato salgado foi um filé con vegetales al rescoldo y chimichurri de tomates secos. Estava bom também, mas certamente nenhum ser humano agüentaria tanta comida, e nós não fomos diferentes.

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E o vinho tinto Guarda Cabernet Franc esteve tão bem que até a Márcia e o Vianney aproveitaram o embalo pra comprar um.

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Terminamos e adoçamos tudo com uma trufa de chocolate amargo y biscuit perfumado com naranjas, também muito boa.

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Coisa que não ocorreu com o espumante Altas Cumbres Extra Brut que pareceu fraquinho e aguado demais.

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Bom, no geral foi um bom almoço e pra variar, muito divertido.

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Saímos correndo de lá pensando em dar uma passada na Achaval Ferrer, mas quando chegamos, estava fechada.

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Só nos restou voltar pro hotel e aproveitar o tempo livre pra dar uma volta de bicicleta.

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Lá fomos nós, Lourdes, Madá, Dé e eu dar um rolê pelas dependências do hotel

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… e ter uma visão diferente do entorno dele.

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Pra coroar o dia, ainda tivemos um belo por do sol …

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… por sobre a Cordilheira.

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Correndo mais um pouquinho, nos preparamos pra dar uma passada em Mendoza e conhecer a loja Sol y Vino, onde acontecia uma degustação de azeites…

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… da empresa da famîlia da sommelier que nos atendeu hoje cedo na Catena Zapata. A degustação foi rápida, mas bem informativa.

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É claro que o objetivo seria jantar num lugar legal.

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E fomos ao Nadia O.F., um restaurante charmoso e pertencente a esposa do dono da vinícola O.Fournier, a própria Nádia.

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O ambiente é bem aconchegante e ficamos numa sala separada do restante do pessoal.

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O esquema funciona no formato degustação (são seis passos) com direito a algumas escolhas. Os aperitivos são fixos e todo mundo experimentou os ótimos tempura de zuchinni y palta em emulsion de limon

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… e camote cocinado al vácuo con manteca de cenizas de berenjenas. Ambas excelentes e muito fotogênicas.

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Além do mais foram muito bem acompanhadas pelo Sauvignon Blanc BCrux 2012.

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Como entradas tínhamos que escolher. Alguns optaram pela “harira” (uma sopa marroquina de tomates) com garbanzos e filet salteado, que era muito bonita e com um charme, servida em dois tempos.

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Outros, pelo nido de papa com hongos y huevo cocinado a baja temperatura al aceite de trufa negra.

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Continuamos tomando o Sauvignon Blanc.
Como principais as opções eram o risotto de hinojo y naranja em  bufanda de puerro (pedido pela Márcia, pela Lourdes, pelo Álvaro e pela Dé), …

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… o sorrentino de ragout en su demi glace con salsa de aceitunas (pedido pela Madá e pelo Vianney) …

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… e o bife de lomo con guarnicion de papas aplastadas y mojo rojo (pedido por mim e pelo Eymard).
Todos estavam bons, mas e pra variar, neste momento da refeição, pareciam grandes demais.

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Em compensação, tomamos um ótimo tinto varietal da linha BCrux (Tempranillo + Malbec).

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Calma aí que as sobremesas (sim, são duas) ainda não tinham chegado. Uma, o curd de mandarina foi “curdo” e rápido. Uma espuminha de mixirica bem leve e muito fácil (gracias) de comer.

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A outra, um postre de manzana y crema de yogurt com infusion de tabaco.
Ambas refrescantes e praticamente digestivas.

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Conta paga (como é difícil de ser aceito qualquer cartão de crédito com pin por aqui), voltamos felizes pro hotel e com a certeza de que a natureza é muito pródiga nesta região, especialmente nos dias ensolarados.

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Pra terem uma idéia, vimos nesta noite um dos céus mais bonitos das nossas vidas.

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Hasta.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!
Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!
Dia dos – Mendoza – Vinícolas Familia Zuccardi (com almoço) e La Rural.

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dcpv – dia dos – mendoza – vinícolas familia zuccardi (com almoço) e la rural.

08/08/13

Dia dos – Mendoza – Vinícolas Familia Zuccardi (com almoço) e La Rural.

Este foi efetivamente o nosso primeiro dia mendocino.

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Iniciamos vendo o sol (um sol ainda ameno) nascer em plenos campos viníferos e fomos tomar o nosso ótimo café da manhã no hotel.

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Começamos o programa indo visitar a icônica vinícola Familia Zuccardi.

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O programa seria completo.

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Ou seja, faríamos um “manjado” tour com todas as descrições das fases de feitura de um vinho.

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Melhor; acabamos fazendo um tour espetacular.

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Tivemos a possibilidade de ouvir um especialista dissertando sobre o terroir mendocino e todas as possibilidades existentes de combinações entre os tipos de solos e de uvas existentes por aqui.

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Antes passamos por um salão de artes muito bacana. Segue o minifotoblog do lugar:

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Na seqüência, visualizamos toda a produção …

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… com direito a ver um tanque sendo limpo …

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… e uma verdadeira cascata de borra (eu disse borra!) jorrando do fundo dos tonéis de aço.

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Passamos também pela fase do armazenamento em barris de carvalho …

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… e finalmente, fomos pra degustação.

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Experimentamos um ótimo Chardonnay, um bom Bonarda e um razoável Chenin Douce.

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Logo após, terminamos o tour passando pela lojinha pra comprarmos os primeiros souvenires da nossa viagem.

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Também tínhamos reservado um almoço no excelente restaurante da vinícola.

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Foi no esquema mini-degustação e como dizem nuestros hermanos, “a la grande”.

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Sentamos na mesa separada especialmente …

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… e iniciamos experimentando os bons azeites da casa, acompanhados de grissinis.

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Como entradas, empanadas assadas de carne, queijo e cebola nos foram servidas.

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Foram harmonizadas com uma garrafa daquele ótimo Chardonnay Viogner Zuccardi 2012.

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Na seqüência, vieram uma salada bem variada …

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… acompanhada de tomates frescos …

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… legumes assados e vários tipos de carnes, a famosa parrilla, formada por lingüiças, morcillas, frango, carnes de porco e de boi (em tempo – esta foi a última foto perdida da nossa máquina. A partir daí, passamos a usar outra).

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Tudo muito bem assado e com aquele sabor característico da carne Argentina.
Tomamos mais dois vinhos e ambos derivados da Malbec: um tinto e um rosé.

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Finalizamos tudo com tortas, sorvetes de dulce de leche…

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… e um bom vinho de sobremesa, o Soleria (que nos rendeu boas risadas).

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Foi o tempo de nos dirigirmos pra van …

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… e resolvermos que ainda passaríamos na Rutini/La Rural pra, pelo menos, comprar alguns vinhos.

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Não só os compramos como ainda conseguimos dar uma boa olhada no Museo del Vino de lá.

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Segue mais um minifotoblog:

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Voltamos rapidamente pro hotel, já que haveria um show de tango por lá.

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E olhe que apesar de não sermos (eu e a Dé) muito fãs deste tipo de música, nos surpreendemos com a qualidade de tudo.

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Foi o que podemos chamar dum show de tango de raiz.

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Como estávamos prontos, rumamos pra vinícola Escorihuela Gascón, onde jantaríamos no restaurante 1884, do mago dos fornos quentes, o famoso Francis Mallmann. Quem passa regularmente por aqui, sabe que não morremos de amores por ele.

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Mas como a turma queria conhecer, concordamos. Chegamos lá e o restaurante estava muito cheio; ainda bem que fizemos uma reserva (detalhe: a Madá e o Álvaro não foram).

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O ambiente é bem bacana e classudo.

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Como já sabíamos da fama do Mallmann de fazer pratos muito grandes, fomos comedidos nos pedidos.

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A Márcia e o Vianney dividiram um Ojo de Bife com fritas, que estava bom, mas mesmo assim foi muito grande.

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A Dé e a Lourdes dividiram um linguado com legumes, que estava bom, mas muito grande.

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O Eymard foi de bife de salmon com suflé de espinacas babies, que estava bom e quase na medida certa pra ele.

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Eu escolhi um Coelho com peras ao sal e endívias assadas, que estava bom, mas muito grande. 🙂

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Tomamos dois ótimos vinhos brancos; um sauvignon Blanc da Ruttini …

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… e um Chardonnay Luca 2009.

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É obvio que passamos as sobremesas e o café, …

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… e só nos restou cair nos braços de Morfeu, já que o frio convidava a uma boa noite de sono.
Enfim, foi um grande jantar, ou melhor definindo, um jantar grande.

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Hasta.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!
Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!

dcpv – mendoza – dia uno – cavas wine lodge, que hotel!

07/08/13

Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!

Nota do editor: nós tivemos um problema com o cartão da nossa máquina fotográfica e perdemos as fotos dos dois primeiros dias desta viagem. O jeito foi apelar pros amigos e utilizar as fotos que tanto a Márcia/Vianney como o casal Lourdes/Eymard tiraram. Portanto, não reparem se o post resultar um tanto quanto remendado. Podem ter certeza que não foi o vinho! 🙂

Era dia de se embrenhar no enomundo de Mendoza.

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Tudo bem que o sacrifício seria grande.

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Afinal de contas, acordar as 6:00 hs e com frio não é lá muito agradável, né? Mas tínhamos vôo (curto e extremamente turbulento) as 10:20 pela LAN.

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Chegamos (agora já com a Madá e o Álvaro junto conosco) e embarcamos no transfer pro hotel Cavas Wine Lodge. E que hotel!

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Ele fica no meio de videiras e os quartos são estonteantes.

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Grandes, …

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… muito bem decorados …

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…  e charmosos.

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É o mínimo que podemos falar deles.

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Aproveitamos pra conhecer tudo (a área comum também é incrível), já que separamos este dia pra curtir o local e pra dar uma descansada.
Se bem que, antes disso, a fome apertou e fomos obrigados a almoçar!

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Como o pessoal qua atende é muito atencioso, tudo estava preparado pra nossa lauta refeição (não precisa nem dizer que foi o Vianney que tirou as fotos, né?).

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O restaurante é bem bacana e não tivemos problema nenhum em escolher os pratos do menu.

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Quase todos aproveitaram pra pedir algumas empanadas de entrada e  curtir o excelente vinho Kaiken 2008 (pedimos duas garrafas).

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Tudo foi perfeito e estávamos preparados pra pedir os pratos principais.

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A Márcia e o Vianney atacaram na especialidade da casa, as carnes. Um bife de ancho para cada um e os espíritos carnívoros foram saciados.

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Já a Madá, a Lourdes e a Dé escolheram uma sopa de tomates que estava bem clara e muito saborosa.

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O Álvaro e o Eymard pediram uma massa com ragu de cabrito e eu, um maltagliatti com ragu de ossobuco.

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Todas al dente e com o molho bem característico.
Como a sede ainda era grande, pedimos mais uma garrafa dum Malbec (pra quem não sabe, a uva característica da Argentina) Luca 2007 e refletimos sobre a excelência dos vinhos mendocinos.

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Quando terminamos, já eram 17:30 hs. Foi o tempo de todo mundo dar uma descansada e aproveitar pra curtir o quarto …

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… e o visual dele.

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Veja que apesar do mau tempo, deu pra ter uma idéia do entorno do hotel. Imaginem tudo isto com sol?

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Tínhamos também uma degustação pra ser feita, mas, sabiamente, adiamos a tal pra noite de sexta.

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De qualquer forma, sobrou o jantar de boas vindas no próprio restaurante do hotel. E as 21:00 hs, estávamos a postos pra mais uma dura batalha.

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Iríamos comer e num lugar especial: na adega do lugar.

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A nossa mesa foi montada sobre uma pirâmide de vidro (praticamente um mini Louvre) e estava linda.

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Ainda sobre o efeito da almoço tardio, resolvemos todos dar uma maneirada e pedir somente um prato. Alguns (tais como a Dé e o Álvaro) apelaram e escolheram uma salada frugal como principal.

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Outros (como a Lourdes) foram de sopa de cenoura. A Márcia pediu salmão no vapor com folha de figo e risoto de quinua vermelha, …

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…, a Madá foi de chivo (o famoso cabrito) em 3 cocções com gnocchi de queijo de cabra, o Vianney pediu o tortellini com pato confit, …

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… o Eymard escolheu um cordeiro cozido por 24 hs em baixa temperatura com creme de batatas trufadas, e eu, um legítimo bife de chorizo acompanhado de batatas fritas.

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Todos, por incrível que pareça, estavam ótimos.
Experimentamos, por conselho da sommelier Márcia Lube, vinhos únicos. Um o Petit Verdot Gran Lorca 2008 e o outro, um Cabernet Franc XI Pulenta 2010.

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Olha, foi o complemento dum primeiro dia muito bom e altamente enogastronômico.

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Este passeio à Mendoza promete.

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Hasta.

Leia sobre o outro dia desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!

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