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dcpv – giorno diciannove – itália – toscana – colle di volterra.

18/10/2017

Giorno diciannove – ItáliaToscana – Colle di Volterra.

Hoje seria o primeiro dia com a turma da Regina e do Mingão completa (6 pessoas) e a Marcia e o Déo, além da Dé e eu.

Ou seja, dez pessoas em dois carros e em plena Toscana.

Optei por visitarmos duas belas cidades: a primeira foi Colle di Val D’Elsa.

Ela não é propriamente uma villa turística.

Mas é linda.

Chegamos percebendo o visual da cidade alta encravada na colina …

… e aproveitamos pra passear muito, …

… já que ela é bastante comprida …

… e com vistas arrebatadoras da região …

… nos seus dois lados.

Subimos para o centro histórico e …

… praticamente escolhemos o lugar onde almoçaríamos.

Continuamos andando, …

… conhecemos uma ótima loja de cristais, especialidade de Colle, …

… e finalmente, paramos pra almoçar.

O L’Angolo é uma trattoria bem simples, …

… mas, honesta.

Toda a comida entregue foi muito boa.

Pedimos muitos raviólis de farro, …

… outros tantos gnocchi de urtiga, …

… pici al aglione …

… e pici cacio e pepe.

Harmonizamos com um bom Vernaccia bio que caiu muito bem com o incrível calor reinante.

Ainda passamos numa bela doceria pra adoçar a boca e continuar o tour.

Seguimos viagem para Volterra.

Que é um vilarejo etrusco muito charmoso.

Só a sua praça principal já vale a visita.

Mas todas as suas ruelas, …

… com os devidos entroncamentos, …

… acabam gerando imagens inesquecíveis.

E tudo fica melhor, …

… quando se encontra uma Enoteca (não me pergunte o nome? 😊) …

… em que seu proprietário, Massimo, é uma figuraça.

Fomos “obrigados” a fazer uma degustação …

… com três ótimos vinhos da região …

… e todos desconhecidos de nós, brasileiros.

É claro que pedimos uma boa tábua de frios para acompanhar tudo.

Voltamos nos divertindo com as imagens da cidade …

… e fomos brindados com um incrível …

… por do sol, …

… daqueles de nos fazer agradecer por estarmos vivos …

… e vivendo este momento lindo (ê, Roberto Carlos).

Ainda tivemos tempo de passar no mercado e comprar algumas coisas pra fazer o nosso jantar na nossa villa.

Abrimos os trabalhos com bons Spritz, …

… tomamos Vernaccias e Chiantis, comendo pasta com pangratatto …

… salada de verdes (com romãs do nosso quintal)…

… e de finocchio, mais conhecido como erva doce (deliciosa) …

… linguiças …

… e frango com creme de leite e ervas (sobras da feira de ontem).

Enfim, foi um jantar divertido e delicioso (é claro que terminamos com um limoncello).

Na verdade, ele poderia ser classificado como um com 8,5 graus na escala Richter.

Um verdadeiro estrondo Toscano!

Arrivederci.

Veja os outros dias desta epopéia:
giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!
giorno due – itália – toscana – um simples domingo.
giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.
giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!
giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model
 giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.
giorno sette – itália – toscana – eu prefiro as curvas das estradas de chianti.
Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!
Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.
giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!
giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!
giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?
giorno tredici – Itália – Toscana – My name is … (by Suzanne Vega)
giorno quattordici – Itália – Toscana – San Gimignano e Monteriggioni, a vingança!
giorno Quindici – Toscana – Impruneta – Nunca foi tão bom ficar em casa.
giorno Sedici – Itália – Toscana – Fiesole, vicino a Firenze.
giorno Diciotto – Itália – Toscana – Repetido mas bom demais.

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dcpv – giorno tredici – itália – toscana – my name is … (by suzanne vega)

12/10/2017

Giorno tredici –  Itália – Toscana – My name is … (by Suzanne Vega)

Hoje seria mais um daqueles dias puxados.

Eu sei que estamos na fase slow trip.

Afinal de contas, 28 dias tranquilos numa villa na Toscana é o que todos desejam.

Mas quando a família está por aqui e somente por 5 dias, temos que acelerar.

Portanto, zarpamos pra Pisa rapidamente.

Ela fica a quase uma hora de Impruneta.

O caminho é bem bonito …

… e não tem como não chegar e não ficar impressionado com o conjunto todo do Batistério.

No período que você fica por lá …

… você só tira fotos dela, a torre inclinada.

Tudo bem que algumas são manjadas, mas não tem como não tirar …

… e de todas as maneiras possíveis.

É outra super model toscana.

Permanecemos lá por quase uma hora e meia …

… e partimos pra charmosa vizinha, Lucca, onde tínhamos uma reserva pro almoço, no restaurante Buca di Sant’Antonio.

O lugar é muito bacana e é realmente muito necessário utilizar o site de reservas The Fork.

Comemos ótimos bacalhaus, …

… gnocchi …

… stocafisso …

… pulpo ou polvo (adivinha pra quem?) …

… além de bebermos duas garrafas dum bianchetto da região.

As sobremesas também foram destaque.

Variadas e muito gostosas.

Logo após este regabofes slow food, aproveitamos pra conhecer a cidade.

E não tem como não lembrar da música da Susane Vega.

My name is Lucca. I live on the second floor … Hahahaha.

O lugar é muito charmoso …

… e tem várias alternativas para turistar.

Optamos por andar por toda a cidade, …

… atravessá-la …

… vendo os seus cantinhos mais belos até chegar na sua maior atração.

A muralha. Ela é um espetáculo.

Na verdade, é mais como uma rua pavimentada e arborizada.

E te dá vista, tanto da parte murada, como de paisagens externas.

Enfim, é uma grande passeio.

Retornamos pra Impruneta, porque o nosso objetivo seria fazer uma churrasco com a utilização da melhor matéria prima neste quesito, …

a carne Chianina.

Pra isto, contamos com a ajuda do Pietro, o proprietário da casa, que nos levou até um açougue espetacular em Impruneta, o Nannicini Simone.

Compramos tudo com, inclusive, suculentas Bistecas alla Fiorentina.

Voltamos pra casa e o Luiz, meu cunhado, assou a carne meticulosamente.

Comemos, graças a Dé, uma salada fresquíssima …

… e tomamos, Aperóis Spritz, …

… vários Chianti …

… junto com uma Magnum do Antinori (carraspanass vieram) …

… e depois, foi só curtir o ar …

… e as carnes toscanas.

Ma che Dario Cechini que nada!

É o Brasil superando a Itália…

… em todos os quesitos, especialmente na malemolência e na iireverência.

Arrivederci.

Veja os outros dias desta epopeia:
giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!
giorno due – itália – toscana – um simples domingo.
giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.
giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!
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giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?

 

dcpv – dia tres – chile – vinícolas lapostolle e viu manent e copa do mundo: tudo a ver.

30/06/2018

Dia três – Chile Vinícolas Lapostolle e Viu Manent e Copa do Mundo: tudo a ver.

Hoje o dia seria muito diferente.

Afinal de contas não é sempre que se está viajando com uma Copa do Mundo acontecendo paralelamente.

Ainda mais com a abertura da fase de oitavas de final e com esta turma tão legal.

Bom, vamos começar do início.

O dia amanheceu broncolhaço …

… o que foi bom pra tomarmos o nosso café da manhã (e pras videiras) …

… e nos prepararmos pro jogaço França e Argentina.

Casa Lapostolle montou um telao numa sala, deixou um rosé da casa bem gelado e lá estávamos nós pra assistir ao grande embate.

E foi um jogão mesmo.

Torcemos muito (né, Dé e Álvaro?) e no final, os 4×3 pra França foi mais do que merecido.

Ainda deu tempo de acompanharmos o final do tour na Lapostolle.

E tudo por aqui é muito impressionante.

Desde a construção com 6 andares …

… passando pela escada espetacular …

… a sala de descanso dos barris (o santuário) …

… e a magnífica adega da Madame Lapostolle …

… que fica embaixo da mesa de degustação.

É um verdadeiro espetáculo.

Ainda passamos na lojinha …

… e fomos almoçar.

Em mais uma deferência especial, …

… o pessoal montou o nosso almoço na sala onde estava o telão …

… porque iria começar o jogo PortugalxUruguai.

Foi, digamos, uma refeição bastante desportiva.

Iniciamos com um tartar de Camarões e abacate …

… e como principal, um atum com molho vermelho e quinoa.

Tudo muito bom e bem temperado.

Os vinhos estavam ótimos e o Clos Apalta foi a estrela.

Ainda comemos um mil-folhas de maçã com sorvete de abacaxi e crumble.

Quando percebemos, o jogo já tinha acabado (vitória do Uruguai) …

… e estava no horário do nosso tour vespertino.

Iríamos conhecer a vizinha vinícola Viu Manent.

Ela é mais clássica e, aparentemente, não busca uma imagem natural ou biodinâmica.

Mas o mais interessante, …

… é que após uma explicação inicial, …

… mostrando toda a sua rica história, …

… nós fizemos um passeio de charrete …

… por toda a região de produção de uvas.

Não deixa de ser bacana …

…  charretear pela propriedade …

…  vendo todos os tons de marrom que as videiras sem folhas produzem.

Ainda passeamos pela área de produção de vinhos, …

… sim, foi aquele blá-blá-blá de colheita a mão e etc …

… e fomos pra degustação de 5 vinhos.

Confesso que não gostei muito da maioria deles, …

… mas o tour todo é bem bacana.

Voltamos pra Lapostolle, …

…. fomos dar uma descansada pra nos preparar pro nosso último jantar juntos por aqui.

Iniciamos com um grapefruit frizz e vários amuses.

Sentamos na nossa mesa exclusiva …

… e abrimos os trabalhos com uma casquinha de caranguejo que estava muito boa.

Acompanhamos com o razoável rosé Lapostolle do almoço.

Como principal, nos serviram um bife de tiras com beterraba e cebola assada.

E pra maridar, o glorioso ícone da Lapostolle, o Borobo 2014.

Perfeito.

Assim como foi todo o final de semana com o nosso grupo.

Ainda curtimos a sobremesa, que foi um musse de chocolate com sorvete de frutas vermelhas.

Foi um final doce para mais um doce encontro de todos.

Planejamos os próximos e certamente, tudo será regado a bom humor, gargalhadas e conversas impagáveis.

Que venham, então!

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta mini big trip:
dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!
dia dos – Chile – Revisitando o vale do Colchágua e a magnífica vinícola Lapostolle.



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dcpv – giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model

04/10/2017

Giorno cinque – Itália San Gimignano, a verdadeira Manhattan toscana e por que não dizer, uma übermodel.

Você sabe o que é uma übermodel, né?

Pois San Gimignano é a verdadeira übermodel das cidades toscanas.

É incrível como ela é bonita em todos os seus ângulos.

E olha que nem precisa ser um super fotógrafo para conseguir as melhores fotos.

Basta ter as condições climáticas ideais e um pouco, só um pouco, de boa vontade.

Acordamos tarde (ritmo toscano e devido aos Marques de Paula), tomamos uma ótimo café e …

… rumamos pra Manhattan Toscana.

E por que Manhattan Toscana?

Porque San Gimignano é reconhecida pelas suas altas e charmosas torres, …

… comparadas aos belos arranha-céus da famosa região nova-iorquina.

Cá pra nós, San Gimignano é muito mais bonita.

É claro que foi difícil encontrar lugar nos estacionamentos.

Afinal de contas, uma horda de turistas, assim como nós, estava disposta a ganhar seu dia tendo visões que gratificam estar vivo.

E a agradecer por cada momento que se passa por aqui,

Fizemos o circuito normal que todo turista que se espreme faz.

Entramos pela porta principal, onde não se vê nenhuma das torres, …

… subimos a rua principal, …

… e chegando próximo da Piazza della Cisterna, …

… você começa a ter a visão delas .

São esplendorosas e extremamente fotogênicas.

Ainda mais com este céu azul.

E estando na Piazza, você fica sem respiração ao presenciar tamanha beleza.

Como bônus, ainda toma um ótimo gelato no Dondoli,…

… que faz deste sorvete uma verdadeira obra de arte.

Resolvemos almoçar no extremo oposto da cidade, …

… o que nos obrigou a caminhar mais um pouco e descobrir mais alguns segredos desta bela modelo.

O almoço foi frugal e muito divertido.

Demos boas risadas tomando dois litros de um bianchetto feito com a uva icônica da região, a Vernaccia

… e comemos risotos, …

,.. papardelles, …

… lasanhas …

… e maialinos.

Retornamos pra Piazza e decidimos tomar uma saideira na enoteca Divinorum.

Sábia decisão.

O lugar é muito bacana …

… e sua parte externa tem uma das melhores vistas da região.

Aproveitamos pra tomar alguns Aperol Spritz …

…  e curtir cada vez mais a cidade.

Retornamos pelo lugar onde entramos…

… e conversamos muito sobre tudo o que acabamos de presenciar.

Foi um verdadeiro desfile de moda …

… onde a übermodel brilhou mais uma vez.

Como bônus, ainda chegamos na nossa villa, …

… a tempo de presenciar mais um daqueles pores do sol espetaculares …

… e que além de tirarem o fôlego, …

… te fazem agradecer por tudo (desculpem a redundância) o que você tem nesta vida.

Ainda tivemos tempo de tomar duas garrafas dum bom Chianti, …

… duas de um bom Vernaccia…

… além de cozinharmos pela primeira vez por aqui, …

… um ótimo fusilli com alho e peperoncini.

Taí mais um motivo pra agradecer. 🙂

Grazie e …

… arrivederci.

.

 

dia dodici – italia – toscana – um giro pela terra do pio II, pienza.

02/08/2016

Dia dodici – Itália – ToscanaUm giro pela terra do pio II, Pienza..

Dia de troca de hotel é dia perdido, certo?

Nem sempre.

Acordamos cedo pois tínhamos que ir pra Montalcino.

Melhor, iríamos para o Castello Banfi.

A expectativa era grande, apesar de já conhecermos o hotel quando de nossa outra viagem pra Toscana.

Foi um trajeto de 1,5 hora …

… em rodovias muito boas, …

… apesar de algumas obras …

… e perto do meio dia, chegamos.

Castello Banfi continua impactante.

Ah, jogamos com a possibilidade dos dois quartos estarem liberados, mas somente o nosso estava livre.

Era um quarto bastante grande e extremamente confortável.

Então, colocamos em ação o plano B.

É sempre bom ter um, né?

Resolvemos passear um pouco e revisitar Pienza.

Pra variar, o caminho é uma belezura …

.. e você cansa de ver paisagens que são tipicamente toscanas.

Manja aquelas fotos de calendário?

Chegamos lá …

… vendo uma coisa inédita nesta viagem: chuva!

Caiu pouco, …

… mas o suficiente pra nos abrigarmos no primeiro restaurante aberto que vimos.

Era o Ristorante Il Rossellino.

Tudo bem que eles até relutaram pra nós atender, mas finalmente conseguimos. 🙂

E tudo foi muito bom.

Pedimos 3 entradas: uma de vários tipos de pecorino (Pienza é a terra deles), …

… outra de frios …

… e mais uma com uma tremenda salada de erva doce, o famoso finocchio.

Pra harmonizar e na terra deles, um Super Toscano do Biondi Santi.

Como principais, a Lourdes escolheu um gnocchi com molho de pecorino, …

… a Dé, um trofie com pesto, …

… o Eymard, um talharim com ragu, …

… e eu, um vero hambúrguer de Chianina.

Todos os pratos muito bons e que nos fizeram entender que dificilmente você erra na comida por aqui.

Aproveitamos o pós almoço (e o sol) pra dar uma volta por Pienza.

Esta cidade tem esse nome porque foi a cidade natal de um dos maiores papas do Renascimento, Pio II.

Ele tentou transformá-la numa espécie de centro de artes.

Mas conseguiu fazer com que fosse uma das poucas cidadezinhas planas …

… encantadoras …

… e fotogênicas da Toscana.

Esta vale o fotoblog:

Retornamos de lá e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante gastronômico do Banfi.

E ele tem o nível que se espera.

Optamos por não fazer o menu degustação e não nos arrependemos.

Cada casal pediu, como entrada, uma ótima mozzarella empanada.

Como principais, a Lourdes e a Dé pediram o mesmo prato, um rombo (o peixe!) com uma boa variação de frutos do mar.

Pra continuar no mesmo tema, eu e o Eymard fomos num misto de frutos do mar fritos que estavam demais.

Pra acompanhar tudo a altura, um Chardonnay Banfi 2015.

Olha, foi uma refeição daquelas inesquecíveis.

Assim como todo o cenário que o Banfi te proporciona.

Se de dia já é mágico, imagine a noite!

Arrivederci!

.

 

dcpv – dia huit/otto – paris/florença – taí uma rota bacana.

28/07/2016

Dia huit/otto – Paris/Florença Taí um rota bacana.

Dia de troca de hotel em viagem é perdido, certo?

Com troca de país é pior ainda, certo?

É mesmo. 🙂 Hoje não fizemos muita coisa.

Saímos cedo do hotel em Paris, fomos pro CDG …

… esperamos um bom tempo na sala VIP …

… e fizemos um ótimo voo pra Florença.

Foram 1,5 hs de puro prazer com direito a ver os Alpes e as plantações dos ótimos ingredientes que consumimos.

Daí, foi aguentar a complicação do pessoal que alugamos os nossos carros (ê, Europcar!)  e em poucos momentos, estarmos curtindo os ares toscanos.

Sabe que nunca tínhamos percebido o quão perto a Toscana é de Paris? O caminho do aeroporto de Florença até o o hotel Villasanpaolo também foi tranquilo.

E só tivemos tempo de ver o nosso bom quarto , …

… com direito à vista pra San Gimignano, a Manhatan toscana …

…  e fomos bebericar e comeriscar no restaurante do hotel.

Iniciamos tudo tomando um legítimo Champagne, acompanhado de bruschettas (italianas, off course!).

Continuamos com um espumante da casa, um Franciacorta …

… aproveitamos o por do sol …

… e a belíssima iluminação, …

…  pra ficarmos por lá mesmo e jantar.

Ainda mais com este céu!

Pedimos às seguintes coisas: como entradas e para dividirmos, excelentes flores de abobrinhas recheadas com ricota.

Como principais, a Lourdes,um Risotto, que infelizmente não estava al dente, …

… a Dé uma massa, que infelizmente também não estava al dente , …

… e eu e o Eymard, dividimos uma Bisteca Fiorentina que estava no ponto (e muito mal focada! 🙂 ).

Tomamos um vinho tinto da região, indicado pelo Antônio, o nosso atendente e sommelier, que casou muito bem com a Bisteca.

No mais foi conversarmos mais um pouco, fazermos nossos planos toscanos e dormir o nosso justíssimo sono.

Que venha o Bocelli!

Arrivederci!

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.
Dia cinq – Paris – O dia de turistas serem turistas.
dia six – Vinhoteando pela cidade luz.

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dcpv – dia ouit – champagne – visitando mais um ícone, a ruinart.

16/10/14

Dia ouit – ChampagneVisitando mais um ícone, a Ruinart.

Mais um dia broncolhão.

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Não nos apertamos e fomos passear.

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O café da manhã do hotel, pra variar, é muito bom.

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Aproveitamos dele e resolvemos ir conhecer as cidades bacanas que fazem parte da rota turística da Champanhe.

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Começamos passando em Ay, uma cidade bem pequena, …

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… mas charmosa …

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… e um grande centro de produção de grandes champanhes.

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Só aqui são 3,7 km2 de vinhedos classificados como Grand Crus.

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Dá pra imaginar o quanto em dinheiro existe acumulado nas suas caves?

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Passamos também em Avenay-Val-d’Or, esta minúscula e também muito charmosa.

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Atravessamos a região da grande Montagne de Reims.

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Além de ser uma mata espetacular …

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… é ali que estão plantadas as melhores videiras usadas pra produção do Champagne.

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Sem contar que as cores do outono na vegetação …

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… transformam estes passeios em verdadeiros devaneios.

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No caminho, cruzamos com Germaine, …

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Ludes

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… e terminamos o tour em Verzenay, …

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… com os seus curiosos moinho …

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… e farol (???) incrustados no meio de videiras de pedigrée.

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Seguimos direto pra região de Les Creyeres em Reims, pois tínhamos um tour agendado (faça uma reserva pela Internet) na lendária produtora Ruinart.

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Chegamos e notamos a imponência do lugar.

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Toda a sede é muito chique …

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… o que aumentou e muito a nossa curiosidade.

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Éramos em 10 pessoas (8 americanos e 2 brazucas, nós mesmos).

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Começamos com a história do champanhe e de Dom Ruinart.

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Logo depois, entramos na cave propriamente dita.

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Pra variar, é de ficar impressionado.

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São 8 km lineares de cavernas de gesso em dois níveis, sendo um a 24 m de profundidade …

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… e outro a 42 metros da superfície.

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Tudo isso com temperatura e umidade perfeitas pra fabricação e maturação deste néctar.

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Ficamos sabendo dum montão de curiosidades sobre este processo …

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… e finalizamos o tour fazendo uma tremenda degustação.

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São dois Champanhes Ruinart (um branco e um rosé) …

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… e dois Dom Ruinart no mesmo formato.

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Olha, este é mais um passeio imperdível e que você tem que fazer quando estiver em Reims.

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Tudo é impressionante, especialmente estas paredes que tem quase 9000 garrafas cada uma!

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Volto a pensar em quanto dinheiro está acumulado nestas caves?

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Saímos de lá e voltamos pro hotel.

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No caminho, paramos numa loja de vinhos pra comprar algumas garrafas de Champagne.

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Aproveitamos pra conhecer produtores que nem chegam ao Brasil e que são excelentes.

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Faremos este esforço (tomar as garrafas) pra explicar pra vocês se eles são realmente bons ou não?  (Nota da redação – já tomamos todos e eles são demais).

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Estávamos morrendo de fome (não sei se perceberam, mas nós não almoçamos).

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O negócio foi aguardar pelo jantar que seria no restaurante Le Theatre, em Epernay.

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Não precisa nem dizer que ele fica justamente ao lado do teatro municipal.

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O ambiente é bem teatral mesmo.

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E como estávamos com fome, pedimos a comida rapidamente.

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A Dé escolheu um peixe, o Filet de Turbot aux pousses d’epinards et pequillos.

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Eu fui em double cote de porc aux petit légumes.

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Ambos muito saborosos e perfeitos (como quase tudo aqui na França).

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Tomamos 1/2 garrafa dum champagne local, o H Goutorbe …

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… e duas taças de vinho, um branco pra Dé e um tinto local pra mim, que mostrou que as uvas daqui foram produzidas pra vinificar somente champagne. 🙂

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Enfim, o jantar foi muito bom e nos mostrou que comer acima da média aqui na França é uma moleza.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha.

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