Posts Tagged 'vinho'

dcpv – giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model

04/10/2017

Giorno cinque – Itália San Gimignano, a verdadeira Manhattan toscana e por que não dizer, uma übermodel.

Você sabe o que é uma übermodel, né?

Pois San Gimignano é a verdadeira übermodel das cidades toscanas.

É incrível como ela é bonita em todos os seus ângulos.

E olha que nem precisa ser um super fotógrafo para conseguir as melhores fotos.

Basta ter as condições climáticas ideais e um pouco, só um pouco, de boa vontade.

Acordamos tarde (ritmo toscano e devido aos Marques de Paula), tomamos uma ótimo café e …

… rumamos pra Manhattan Toscana.

E por que Manhattan Toscana?

Porque San Gimignano é reconhecida pelas suas altas e charmosas torres, …

… comparadas aos belos arranha-céus da famosa região nova-iorquina.

Cá pra nós, San Gimignano é muito mais bonita.

É claro que foi difícil encontrar lugar nos estacionamentos.

Afinal de contas, uma horda de turistas, assim como nós, estava disposta a ganhar seu dia tendo visões que gratificam estar vivo.

E a agradecer por cada momento que se passa por aqui,

Fizemos o circuito normal que todo turista que se espreme faz.

Entramos pela porta principal, onde não se vê nenhuma das torres, …

… subimos a rua principal, …

… e chegando próximo da Piazza della Cisterna, …

… você começa a ter a visão delas .

São esplendorosas e extremamente fotogênicas.

Ainda mais com este céu azul.

E estando na Piazza, você fica sem respiração ao presenciar tamanha beleza.

Como bônus, ainda toma um ótimo gelato no Dondoli,…

… que faz deste sorvete uma verdadeira obra de arte.

Resolvemos almoçar no extremo oposto da cidade, …

… o que nos obrigou a caminhar mais um pouco e descobrir mais alguns segredos desta bela modelo.

O almoço foi frugal e muito divertido.

Demos boas risadas tomando dois litros de um bianchetto feito com a uva icônica da região, a Vernaccia

… e comemos risotos, …

,.. papardelles, …

… lasanhas …

… e maialinos.

Retornamos pra Piazza e decidimos tomar uma saideira na enoteca Divinorum.

Sábia decisão.

O lugar é muito bacana …

… e sua parte externa tem uma das melhores vistas da região.

Aproveitamos pra tomar alguns Aperol Spritz …

…  e curtir cada vez mais a cidade.

Retornamos pelo lugar onde entramos…

… e conversamos muito sobre tudo o que acabamos de presenciar.

Foi um verdadeiro desfile de moda …

… onde a übermodel brilhou mais uma vez.

Como bônus, ainda chegamos na nossa villa, …

… a tempo de presenciar mais um daqueles pores do sol espetaculares …

… e que além de tirarem o fôlego, …

… te fazem agradecer por tudo (desculpem a redundância) o que você tem nesta vida.

Ainda tivemos tempo de tomar duas garrafas dum bom Chianti, …

… duas de um bom Vernaccia…

… além de cozinharmos pela primeira vez por aqui, …

… um ótimo fusilli com alho e peperoncini.

Taí mais um motivo pra agradecer. 🙂

Grazie e …

… arrivederci.

.

 

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dia dodici – italia – toscana – um giro pela terra do pio II, pienza.

02/08/2016

Dia dodici – Itália – ToscanaUm giro pela terra do pio II, Pienza..

Dia de troca de hotel é dia perdido, certo?

Nem sempre.

Acordamos cedo pois tínhamos que ir pra Montalcino.

Melhor, iríamos para o Castello Banfi.

A expectativa era grande, apesar de já conhecermos o hotel quando de nossa outra viagem pra Toscana.

Foi um trajeto de 1,5 hora …

… em rodovias muito boas, …

… apesar de algumas obras …

… e perto do meio dia, chegamos.

Castello Banfi continua impactante.

Ah, jogamos com a possibilidade dos dois quartos estarem liberados, mas somente o nosso estava livre.

Era um quarto bastante grande e extremamente confortável.

Então, colocamos em ação o plano B.

É sempre bom ter um, né?

Resolvemos passear um pouco e revisitar Pienza.

Pra variar, o caminho é uma belezura …

.. e você cansa de ver paisagens que são tipicamente toscanas.

Manja aquelas fotos de calendário?

Chegamos lá …

… vendo uma coisa inédita nesta viagem: chuva!

Caiu pouco, …

… mas o suficiente pra nos abrigarmos no primeiro restaurante aberto que vimos.

Era o Ristorante Il Rossellino.

Tudo bem que eles até relutaram pra nós atender, mas finalmente conseguimos. 🙂

E tudo foi muito bom.

Pedimos 3 entradas: uma de vários tipos de pecorino (Pienza é a terra deles), …

… outra de frios …

… e mais uma com uma tremenda salada de erva doce, o famoso finocchio.

Pra harmonizar e na terra deles, um Super Toscano do Biondi Santi.

Como principais, a Lourdes escolheu um gnocchi com molho de pecorino, …

… a Dé, um trofie com pesto, …

… o Eymard, um talharim com ragu, …

… e eu, um vero hambúrguer de Chianina.

Todos os pratos muito bons e que nos fizeram entender que dificilmente você erra na comida por aqui.

Aproveitamos o pós almoço (e o sol) pra dar uma volta por Pienza.

Esta cidade tem esse nome porque foi a cidade natal de um dos maiores papas do Renascimento, Pio II.

Ele tentou transformá-la numa espécie de centro de artes.

Mas conseguiu fazer com que fosse uma das poucas cidadezinhas planas …

… encantadoras …

… e fotogênicas da Toscana.

Esta vale o fotoblog:

Retornamos de lá e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante gastronômico do Banfi.

E ele tem o nível que se espera.

Optamos por não fazer o menu degustação e não nos arrependemos.

Cada casal pediu, como entrada, uma ótima mozzarella empanada.

Como principais, a Lourdes e a Dé pediram o mesmo prato, um rombo (o peixe!) com uma boa variação de frutos do mar.

Pra continuar no mesmo tema, eu e o Eymard fomos num misto de frutos do mar fritos que estavam demais.

Pra acompanhar tudo a altura, um Chardonnay Banfi 2015.

Olha, foi uma refeição daquelas inesquecíveis.

Assim como todo o cenário que o Banfi te proporciona.

Se de dia já é mágico, imagine a noite!

Arrivederci!

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dcpv – dia huit/otto – paris/florença – taí uma rota bacana.

28/07/2016

Dia huit/otto – Paris/Florença Taí um rota bacana.

Dia de troca de hotel em viagem é perdido, certo?

Com troca de país é pior ainda, certo?

É mesmo. 🙂 Hoje não fizemos muita coisa.

Saímos cedo do hotel em Paris, fomos pro CDG …

… esperamos um bom tempo na sala VIP …

… e fizemos um ótimo voo pra Florença.

Foram 1,5 hs de puro prazer com direito a ver os Alpes e as plantações dos ótimos ingredientes que consumimos.

Daí, foi aguentar a complicação do pessoal que alugamos os nossos carros (ê, Europcar!)  e em poucos momentos, estarmos curtindo os ares toscanos.

Sabe que nunca tínhamos percebido o quão perto a Toscana é de Paris? O caminho do aeroporto de Florença até o o hotel Villasanpaolo também foi tranquilo.

E só tivemos tempo de ver o nosso bom quarto , …

… com direito à vista pra San Gimignano, a Manhatan toscana …

…  e fomos bebericar e comeriscar no restaurante do hotel.

Iniciamos tudo tomando um legítimo Champagne, acompanhado de bruschettas (italianas, off course!).

Continuamos com um espumante da casa, um Franciacorta …

… aproveitamos o por do sol …

… e a belíssima iluminação, …

…  pra ficarmos por lá mesmo e jantar.

Ainda mais com este céu!

Pedimos às seguintes coisas: como entradas e para dividirmos, excelentes flores de abobrinhas recheadas com ricota.

Como principais, a Lourdes,um Risotto, que infelizmente não estava al dente, …

… a Dé uma massa, que infelizmente também não estava al dente , …

… e eu e o Eymard, dividimos uma Bisteca Fiorentina que estava no ponto (e muito mal focada! 🙂 ).

Tomamos um vinho tinto da região, indicado pelo Antônio, o nosso atendente e sommelier, que casou muito bem com a Bisteca.

No mais foi conversarmos mais um pouco, fazermos nossos planos toscanos e dormir o nosso justíssimo sono.

Que venha o Bocelli!

Arrivederci!

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.
Dia cinq – Paris – O dia de turistas serem turistas.
dia six – Vinhoteando pela cidade luz.

.

dcpv – dia ouit – champagne – visitando mais um ícone, a ruinart.

16/10/14

Dia ouit – ChampagneVisitando mais um ícone, a Ruinart.

Mais um dia broncolhão.

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Não nos apertamos e fomos passear.

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O café da manhã do hotel, pra variar, é muito bom.

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Aproveitamos dele e resolvemos ir conhecer as cidades bacanas que fazem parte da rota turística da Champanhe.

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Começamos passando em Ay, uma cidade bem pequena, …

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… mas charmosa …

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… e um grande centro de produção de grandes champanhes.

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Só aqui são 3,7 km2 de vinhedos classificados como Grand Crus.

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Dá pra imaginar o quanto em dinheiro existe acumulado nas suas caves?

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Passamos também em Avenay-Val-d’Or, esta minúscula e também muito charmosa.

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Atravessamos a região da grande Montagne de Reims.

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Além de ser uma mata espetacular …

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… é ali que estão plantadas as melhores videiras usadas pra produção do Champagne.

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Sem contar que as cores do outono na vegetação …

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… transformam estes passeios em verdadeiros devaneios.

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No caminho, cruzamos com Germaine, …

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Ludes

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… e terminamos o tour em Verzenay, …

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… com os seus curiosos moinho …

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… e farol (???) incrustados no meio de videiras de pedigrée.

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Seguimos direto pra região de Les Creyeres em Reims, pois tínhamos um tour agendado (faça uma reserva pela Internet) na lendária produtora Ruinart.

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Chegamos e notamos a imponência do lugar.

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Toda a sede é muito chique …

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… o que aumentou e muito a nossa curiosidade.

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Éramos em 10 pessoas (8 americanos e 2 brazucas, nós mesmos).

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Começamos com a história do champanhe e de Dom Ruinart.

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Logo depois, entramos na cave propriamente dita.

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Pra variar, é de ficar impressionado.

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São 8 km lineares de cavernas de gesso em dois níveis, sendo um a 24 m de profundidade …

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… e outro a 42 metros da superfície.

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Tudo isso com temperatura e umidade perfeitas pra fabricação e maturação deste néctar.

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Ficamos sabendo dum montão de curiosidades sobre este processo …

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… e finalizamos o tour fazendo uma tremenda degustação.

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São dois Champanhes Ruinart (um branco e um rosé) …

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… e dois Dom Ruinart no mesmo formato.

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Olha, este é mais um passeio imperdível e que você tem que fazer quando estiver em Reims.

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Tudo é impressionante, especialmente estas paredes que tem quase 9000 garrafas cada uma!

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Volto a pensar em quanto dinheiro está acumulado nestas caves?

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Saímos de lá e voltamos pro hotel.

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No caminho, paramos numa loja de vinhos pra comprar algumas garrafas de Champagne.

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Aproveitamos pra conhecer produtores que nem chegam ao Brasil e que são excelentes.

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Faremos este esforço (tomar as garrafas) pra explicar pra vocês se eles são realmente bons ou não?  (Nota da redação – já tomamos todos e eles são demais).

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Estávamos morrendo de fome (não sei se perceberam, mas nós não almoçamos).

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O negócio foi aguardar pelo jantar que seria no restaurante Le Theatre, em Epernay.

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Não precisa nem dizer que ele fica justamente ao lado do teatro municipal.

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O ambiente é bem teatral mesmo.

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E como estávamos com fome, pedimos a comida rapidamente.

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A Dé escolheu um peixe, o Filet de Turbot aux pousses d’epinards et pequillos.

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Eu fui em double cote de porc aux petit légumes.

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Ambos muito saborosos e perfeitos (como quase tudo aqui na França).

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Tomamos 1/2 garrafa dum champagne local, o H Goutorbe …

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… e duas taças de vinho, um branco pra Dé e um tinto local pra mim, que mostrou que as uvas daqui foram produzidas pra vinificar somente champagne. 🙂

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Enfim, o jantar foi muito bom e nos mostrou que comer acima da média aqui na França é uma moleza.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha.

.

 

 

dcpv – dia sedm – praga – isto sim é que é uma cidade.

03/06/2014

Dia Sedm – Praga – Isto sim é que é uma cidade.

Não preciso nem dizer que o café da manhã do Mandarin é uma maravilha, né?

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E as 9:00 hs estávamos a postos pois o nosso city tour particular com a guia Daniela se iniciaria.

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Primeiramente passamos no Palácio Wallenstein.

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Este é o lugar onde fica o Senado Tcheco.

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E é uma visita imperdível.

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Inicia pelos jardins que são muito bem cuidados, …

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… passa pelos animais (pavões, corujas) …

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… e termina numa tenebrosa parede…

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… que imita uma gruta.

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Depois dali, zarpamos pra região do Castelo de Praga.

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E aconselho muito que se faça um passeio guiado, pois você vai ter uma idéia completa da verdadeira história que aconteceu por ali.

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Começamos tudo pela Praça Hradcanské, …

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… onde vimos uma sem-graça troca da guarda.

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Daí pra frente foi um desfilar de igrejas e galerias (veja o fotoblog) …

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… até finalizarmos na Ruela de Ouro, onde são vistas casinhas do século XVI …

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… (Kafka morou no número 22) …

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… e nas videiras de São Nicolau.

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O tempo do tour estava se esgotando (tire ao menos meio dia pra conhecer a região do Castelo) …

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… e ainda aproveitamos pra nos situar pela cidade.

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Passamos por todas as regiões …

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… e terminamos na área da Prefeitura, onde fica o famoso relógio astronômico com seus espetáculos a cada hora cheia.

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Retornamos ao hotel a tempo de fazer um pit stop e escolher um lugar pra almoçar.

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Como estávamos na tranqüila ilha de Kampa, …

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… optamos por comer no Hergetova Cihelna, um restaurante com uma vista de tirar o fôlego, …

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… já que conseguíamos ver a Ponte Carlos

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… e consequentemente, o rio Vlatava.

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Comemos bem.

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A Dé pediu uma salada de verdes …

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… e eu, uma picada de carne de porco com batatas.

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Acompanhamos tudo com flutes de champanhe …

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… e taças de vinho branco italiano e tinto francês (demos um tempo nos vinhos da casa).

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Depois do almoço, resolvemos andar um pouco mais pela tranqüila Ilha de Kampa .

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Foi lá que vimos belas edificações, …

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… e as famosas estátuas de bebês do David Cerný.

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Ali perto também fica o muro do John Lennon …

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… um lugar muito representativo pro povo tcheco, …

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… pois ele existia como uma expressão de liberdade no período do socialismo.

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Continuamos andando em direção a rua Nerudova (assim denominada em homenagem ao grande poeta Jan Neruda, que inspirou Pablo Neruda a usar o seu nome) …

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… e vimos as casas que em vez de números, tem desenhos indicando a sua localização.

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Mais um passeiozinho (é, andamos muito hoje) e chegamos agora a pé, na região da Prefeitura, só para ver o movimento…

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… e tomar mais duas flutes de champanhe.

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Parece brincadeira, mas já estava quase na hora do jantar.

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Voltamos rapidamente, a tempo de ver uma filmagem no meio da rua (dizem que Praga é um lugar excelente pra isso) …

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… e pensamos em honrar (apesar de muito cansados) a nossa reserva no restaurante Zlata Praha, que fica no hotel Intercontinental.

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Só que não deu mesmo (mesmo porque comemos um docinho típico destes daí debaixo, chamados Trdlo).

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Totalmente pregados, optamos por tomar mais (hic!) duas flutes de champagne, …

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… e comer alguma coisa no bar do hotel.

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A Dé inovou ao pedir um bentô denominado Japão-China, composto de tempurás, suchis, sachimis e sopa.

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Eu pedi uma comida típica tcheca, um legítimo hambúrguer com batatas fritas. 🙂

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Olha, estavam bem bons.

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Duas taças de vinho complementaram tudo (um Chablis pra Dé e um Rioja pra mim).

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Pronto!

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O sono dos justos que nos aguardasse!

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Sbohem.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia eins – Viena – Conhecendo a terra da Sissi.
Dia zwei – Viena – Sississiricando.
Dia Negy – Buda cabra da peste.
Dia ot – Budapeste –Ô cidadezinha bacana. Egêszségédre!
Dia sest – É uma Praga!

.

 

bruna e o camarão espiritual no dcpv

número 378
11/03/2014

Bruna e o Camarão Espiritual no dcpv

“Olá, Eduardo! Obrigada pela visita e é um prazer compartilhar minha prova com você, kkk.
Vamos lá.”

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Olha, não é um Inter Blogs (quer saber o que era?), mas aconteceu como se fosse.

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A Bruna, do Meu pedaço, comentou por aqui. Eu fui dar uma olhada lá no blog dela e descobri que ela estuda gastronomia. E o grupo dela tirou uma nota alta na prova de cozinha brasileira bolando um menu exclusivo.

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É claro que após gostar muito, logo pedi as receitas pra Bruna. Ela rapidamente me enviou e estava tudo em cima pra pronta reprodução aqui em casa.

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Vamos lá, então!

Entrada – Camarão Espiritual.

Gostei bastante de jeitão que a Bruna passou as receitas; sem quantidades e com abertura pra livre interpretação (do jeitinho que eu gosto). Este camarão foi descrito em 2 frases:

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Camarão Espiritual é um camarão puxado no azeite …

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… e que acompanha um molho gorgonzola e grissinis para se ter um efeito de várias texturas.

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PS – Gorgonzola foi derretido com um pouco de vinho branco e misturado a molho branco (que comprei no sex shop) sem sal.

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Taí uma belezura digna da maior nota possível.

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Tomamos, pra acompanhar todo este espírito, um vinho branco chileno, o Sauvignon Blanc Reserva Viñamar 2013 que foi “celebrate, marvado, marrento, marmelento”.

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Principal – Frango com crisps de quiabo

Este é “de Minas, o tradicional frango com quiabo de roupa nova.

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Frango temperado a gosto, grelhado em cortes na diagonal.

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Quiabo cortado ao meio, retirando as sementes com cuidado, sementes levemente tostadas em frigideira anti-aderente, temperadas com sal, pimenta moída na hora, azeite, brunoise de tomates sem pele e pimenta dedo de moça em hachée.

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O corpo do quiabo deve ser cortado em julienne e frito em gordura bem quente.

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PS – Se depois de frito ele ainda ficar mole, sem crocância é só levar ao forno por alguns minutinhos.

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Mousseline de feijão consiste em um feijão cozido em água e sal, passado em peneira e depois levar esse creme ao fogo para refogar em azeite, alho e cebola finamente picados. Ainda adicione creme de leite e queijo parmesão e mixar.”

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Como não veio indicação nenhuma quanto a montagem, aproveitei e dei a minha interpretação ao prato.

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Que, obviamente, ficou delicioso (ainda coloquei um dente de alho negro como plus).

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Acompanhamos com o mesmo vinho branco, já que desta vez o Deo estava de molho e por recomendações médicas, não pode nos acompanhar.

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Sobremesa – Republicana

Republicana foi uma menção da república do café com leite em Minas; consiste em um sorvete caseiro de queijo e brigadeiro de café.

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Sorvete: creme de leite, leite condensado, queijo minas ralado e requeijão cremoso passados no liquidificador, levado pra gelar por 30 minutos, depois bate em batedeira e leva pra gelar pelo mesmo tempo, repete o processo mais duas vezes (eu coloquei na minha Ferrari).

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Brigadeiro feito na forma tradicional, substituindo o chocolate por uma xícara de café.

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Para finalizar na montagem da sobremesa, usamos ainda requeijão no bico de confeiteiro e açúcar de confeiteiro.

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Taí mais uma delícia!

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Eis o que os jurados acharam:
Em tempos de Carnaval, 10, nota 10. (Edu)
Grand reentrée. (Mingão)
Sensacional! Espetacular! (Deo)

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Bem, Eduardo, esses foram os ingredientes e métodos que usamos para fazermos a prova de Cozinha Brasileira. Ficamos, com 9,75, a maior nota e muito felizes por colocar no prato nossas idéias. Amo o que faço e estou muito feliz em partilhar com você.

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Nós todos também amamos o que vocês fizeram e a nossa nota só poderia ser 10.

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Até.

.

dcpv – nigella italianíssima?

número 359
30/07/2013

Nigella italianíssima??

Confesso que fiquei curioso ao ver os comerciais informando sobre a nova série da cozinheira superstar, a Nigella Lawson, intitulada Nigellíssima.

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Ainda mais ao confirmar que todos os episódios se baseariam na legítima “cucina italiana”.

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Não é que a simpática e robusta Nigella tem o seu pezinho na Itália? Pois é, ela começou a sua carreira em Florença (os chefs ingleses parecem adorar a terra da Bota, vide Jamie Oliver) e adaptou as receitas tipicamente italianas ao jeitão Nigella de cozinhar.

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Que, convenhamos, é interessante já que alia pura praticidade a resultados auspiciosos. Portanto, assistindo (e gravando) os primeiros episódios de Nigellíssima no GNT, me veio a inspiração pra este menu.

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Vamos lá, então, ao menu anglo-italiano da rainha da cozinha britânica.

Primo e único – Lombo, Legumes à Romana e Falso purê.

Parece ser muita comida, mas não é.

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E como sempre, todas elas são fáceis de fazer.

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Pra fazer o lombo, você deve pedir ao seu açougueiro que o deixe como se fosse uma manta contínua.

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E partindo dela aberta, vocês espalha alho espremido, …

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… tomilho fresco, …

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… fatias de presunto de Parma e pimenta calabresa.

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Enrole e amarre com barbante a cada 5 cm.

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Corte cebolas com casca e faça uma cama pro lombo, numa assadeira (use também os cabinhos dos tomilhos).

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Regue com azeite e deixe em torno de uma hora no forno (até ficar dourado).

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Pra fazer o molho, misture um pouco de vinho branco e raspe o fundo da assadeira.
Já os legumes, faça da seguinte maneira:

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Coloque manteiga, azeite e folhas de tomilho numa frigideira.

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Junte ervilhas congeladas, fundos de alcachofra e favas congeladas.

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Tempere com sal e pimenta do reino branca, adicione um pouco de vinho branco e caldo. Deixe cozinhando em fogo baixo, por uns 25 minutos, após ferver.

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E o falso purê é mesmo um falso purê, já que é feito de semolina!

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Pra fazer, basta amornar leite numa panela, juntar uma colher de manteiga e despejar semolina até formar um mingau.

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Rale um pouco de noz moscada e termine com queijo parmesão.

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A junção das três receitas da italiana Nigella formaram um prato espetacular (pra dar um corzinha mais italiana a tudo, sirva o lombo numa cama de rúculas).

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Tomamos o vinho branco Barton e Guestier Chablis 2011 , que achamos “estalactite, zeríssimo, iceberg”.

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Sobremesa – Frutas congeladas com creme de Limoncello.

Esta é rapidíssima de se fazer. E o resultado é surpreendentemente bom.

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Esquente uma lata de leite condensado num panela e derreta um pacote de chocolate branco.

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Coloque Limoncello (aquele licor de limão siciliano) a gosto e deixe apurar (digamos que até chegar ao um pouco antes ao ponto de brigadeiro). Reserve.

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Quando for servir, coloque frutas vermelhas congeladas num boll, regue com um pouco de limoncello e despeje o creme.

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Você vai gostar bastante do contraste do doce do creme com o amargor das frutas vermelhas congeladas.

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Eis o que os dois lordes mafiosos (o Deo teve que faltar mais uma vez) acharam de tudo:
Comidíssima, Bem temperada, familiar e melhor, sem qualquer teor alcoólico. (Edu)
O melhor lombo recheado que eu comi na minha vida. (Mingão)

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Mais uma vez, nos surpreendemos com a qualidade da comida rápida da Ms Nigella Lawson. Ela realmente consegue fazer quase tudo duma forma prática e com destaque pra qualidade dos ingredientes.

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Ops, estas são justamente as características da verdadeira cozinha italiana. Portanto, assista ao Nigellíssima e nos fale se gostou do programo ítalo-inglês de culinária.

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See U! Ou seria, arrivederci?

.


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